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Famílias da Ilha dos Valadares devem fazer recadastramento do Bolsa Família
Ninguém acerta e Mega-Sena acumula, prêmio vai a R$ 45 mi
15 dias é o prazo dado pelo Secretário Municipal de Obras para a reativação da fábrica de bloquetes na Ilha dos Valadares
Esqueceram do valor cobrado pela empresa que transporta o seu veículo para a Ilha dos Valadares?
Na Ilha dos Valadares, os moradores expressam sua crescente insatisfação com a atual administração da balsa, bem como com a falta de serviços essenciais na região.
Os protestos, que
reuniram moradores em uma manifestação pública, refletem a frustração com a
falta de resposta às demandas da comunidade. Muitos acreditavam que o valor das
tarifas da balsa poderia ser revisto após os protestos, porém, até o momento,
não houve mudanças significativas.
Além das questões relacionadas à balsa, os residentes também destacam a ausência de melhorias nos serviços públicos. A falta de atracadouros para a nova balsa, a demora na construção de calçamentos e a escassez de profissionais médicos nos postos de saúde são algumas das preocupações levantadas pela comunidade.
A inauguração de um
novo posto de saúde no bairro Sete de Setembro não trouxe alívio para os
moradores, que continuam enfrentando dificuldades para acessar atendimento
médico básico. A resposta padrão de "Não temos médico!" tem sido uma
constante, deixando a população desamparada.
A situação do
transporte público também é alvo de críticas, com relatos de um serviço de
ônibus insuficiente e apelidado pejorativamente de "ônibus fantasma".
A falta de médicos nos postos de saúde contrasta com a propaganda oficial, que
tenta retratar uma realidade de satisfação entre os moradores.
Outro problema recorrente na Ilha dos Valadares é o acúmulo de lixo, que persiste sem solução definitiva. Semanas após semanas, os moradores lidam com o mesmo problema, enquanto as desculpas da administração local demonstram falta de efetividade na resolução da questão.
Quanto às tarifas da
balsa, os usuários continuam enfrentando valores elevados, que chegam a 12 ou
17 reais por travessia. O temor de que motociclistas fossem proibidos de
atravessar pela passarela e obrigados a pagar pela balsa levou a um movimento
de protesto por parte desses usuários, evidenciando a indignação da comunidade.
Os moradores afirmam
não serem contra o pagamento pelo serviço, mas exigem que os valores sejam
justos e proporcionais aos serviços oferecidos. O cenário atual, marcado por
tarifas elevadas e falta de melhorias, promete manter a mobilização da
comunidade, que permanecerá atenta às manifestações e ações em busca de uma
mudança significativa.
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Mudanças nas eleições em Paranaguá
Foi publicada no Diário Oficial da União a Lei 13.165/15, que altera as regras para as próximas eleições. Apesar de alguns vetos da Presidente da República, a lei foi sancionada, trazendo mudanças significativas para os candidatos.
Uma das alterações mais notáveis é o artigo 9, que estipula que, para concorrer às eleições, o candidato deve possuir domicílio eleitoral na circunscrição pelo prazo de, pelo menos, um ano antes do pleito e estar com a filiação deferida pelo partido no mínimo seis meses antes da data da eleição. Essa mudança afeta diretamente a dinâmica política em Paranaguá, onde alguns políticos frequentemente mudam de partido buscando vantagens eleitorais.
A nova lei estabelece que cidadãos que desejam se candidatar a Prefeito ou Vereador nas próximas eleições poderão se filiar até seis meses antes do pleito. Isso frustra aqueles que, há anos, dedicam-se a agradar lideranças partidárias com a esperança de se beneficiarem politicamente. A reação é de risos para muitos, que veem tanto esforço sendo desperdiçado.
Paranaguá sofre com a falta de representação efetiva, com políticos repetidos no cenário há mais de 20 anos, frequentemente passando o bastão para seus descendentes. As estratégias permanecem as mesmas, focadas mais em derrotar adversários do que em promover o bem da cidade. Como resultado, Paranaguá continua a perder oportunidades de desenvolvimento, mantendo-se presa em uma política estagnada.
Texto: Edye Venancio
"Ônibus Fantasma" circulando na Ilha dos Valadares e as futuras promessas para iludir o povo ingênuo
As ruas da Ilha dos
Valadares continuam estreitas e esburacadas, com cavalos circulando livremente
e os moradores aguardando ansiosamente por um calçamento decente. A esperança
da comunidade de ver melhorias na infraestrutura local parece sempre ficar no
papel. Com a troca de prefeitos, o problema persiste, e a nova tendência parece
ser espalhar "um punhado de pedrinhas aqui e ali" enquanto as
promessas de mudanças concretas continuam a ser feitas.
A recente implantação de um ônibus na região foi um ponto de discussão. Embora haja relatos de que a população esteja elogiando a prefeitura por essa iniciativa, a decisão de introduzir um grande veículo em um local sem infraestrutura adequada é questionável. De quem partiu essa determinação? A resposta a essa pergunta ainda é incerta.
Com as eleições de
2016 se aproximando, os discursos e promessas mirabolantes começam a ser
preparados para atrair o eleitorado da Ilha dos Valadares. As promessas
recorrentes, como a construção de uma ponte e a regularização fundiária, voltam
a ser mencionadas, acompanhadas de propostas fantasiosas como a criação de um
metrô interligando todos os bairros, um túnel conectando o continente à ilha,
dois aeroportos, e calçamentos de mármore e granito. Enquanto isso, a população
continua a viver um verdadeiro conto de fadas, ouvindo promessas e aplaudindo
discursos vazios, aguardando por melhorias que nunca chegam.
Espero que a partir de 2017, tenhamos um vereador que não seja mais um que passe os anos babando o ovo do prefeito eleito, fazendo o que o prefeito manda. Que tenhamos um vereador inteligente, que saiba se expressar e não fique como um boneco de posto numa casa de leis que só tem um objetivo, fazer o que manda o "rei".
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Seriam esses os futuros pré-candidatos à prefeito de Paranaguá?
Nos bastidores políticos de Paranaguá, já se iniciaram as especulações sobre os potenciais candidatos à prefeitura nas próximas eleições. Diversos nomes têm sido mencionados, cada um com seu histórico e apoio distintos.
Entre os mencionados está Carlos Antônio Tortato, atual presidente do Sindicato dos Conferentes de Paranaguá e ex-prefeito da cidade há muitos anos. André Pioli, apoiado pelo PT nas últimas eleições, agora planeja disputar o cargo de prefeito sob uma nova sigla. Alceuzinho Maron, após deixar o PSDB, também se destaca como um forte concorrente. Marcelo Roque, aspirando seguir os passos de seu pai, busca conquistar a cadeira que já foi ocupada por ele.
Dr. Edson Kersten, atual prefeito, tentará a reeleição, enquanto um nome jovem e conhecedor da política local surge como uma possível opção para os eleitores que desejam uma mudança no panorama político da cidade.
Por enquanto, as
discussões estão em fase inicial e muitos nomes são apenas cogitações. Enquanto
novos candidatos não são oficialmente confirmados, esses são os protagonistas
das conversas políticas em Paranaguá.
Paranaguá, Eleições
Municipais, Pré-candidatos, Política Local,
II Acampamento Jovem da Diocese de Paranaguá em Campina Grande do Sul

Campina Grande do Sul foi palco, nos dias 25 a 27 de setembro, do II Acampamento Jovem da Diocese de Paranaguá, evento que reuniu mais de 150 jovens de diversas cidades da diocese. O encontro, além de proporcionar momentos de diversão e brincadeiras, teve como objetivo principal fortalecer a comunhão entre a juventude diocesana.
Organizado em consonância com o apelo do Papa Francisco para promover a "cultura do encontro", o evento buscou também cultivar a espiritualidade cristã entre os participantes, inserindo-os ativamente na vida e no protagonismo da Igreja Católica particular da região.
Amauri Junior, um dos organizadores, destacou a importância do evento: "Significa que a Igreja não é apenas uma instituição, mas sim a esposa de Cristo, viva e renovada a cada jovem que, como os apóstolos, responde ao chamado de Deus e se deixa guiar pelo amor. Jesus não nos priva de nada, pelo contrário, multiplica o que somos e o que devemos ser no mundo."
O Papa Francisco tem incentivado os jovens globalmente a serem revolucionários, e o acampamento se apresenta como uma resposta concreta desse compromisso social e religioso.
- Fotos: Marcelo Santos











































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