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Descanse em paz Emílio Cardoso

Meus sentimentos a família do senhor Emílio Cardoso, morador da Ilha dos Valadares, pai do amigo Antônio e avô dos amigos Maikon Cardoso,  Ediedai Cardoso e outros.

Minhas condolências a toda família nesse momento triste.

O velório será em sua residência no bairro Canarinho e o sepultamento será neste sábado às 9h no Cemitério São Francisco de Assis no bairro 7 de Setembro na Ilha dos Valadares (informações repassada por Ediedai Cardoso)


Texto: Edye Venancio



 

Rio Branco de Paranaguá é rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Paranaense

Após perder para o São Joãoseense pelo placar de 2 a 0 jogando em São José dos Pinhais, nesta quinta-feira (16), o Leão da Estradinha, representante do litoral do Paraná no Campeonato Estadual foi rebaixado.

Ocupando a 11ª colocação, o Rio Branco de Paranaguá, jogando em casa, começou o campeonato perdendo para o Athético Parananense pelo placar de 4 a 0, fora de casa perdeu por 2 a 0 para o Maringá, fora de casa perdeu por 1 a 0 para o Coritiba, na quarta rodada perdeu em casa por 1 a 0 para o Aruka, em casa perdeu para o Cascavel por 1 a 0, na 6ª rodada empatou com o Londrina fora de casa em 1 a 1, sua primeira vitória aconteceu em casa por 2 a 1 contra o Foz do Iguaçu, jogando em Ponta Grossa perdeu para o Operário por 2 a 0, em casa perdeu para o Cianorte pelo placar de 3 a 0, fora de casa, mais uma derrota e dessa vez para o São Joãoseense pelo placar de 2 a 0. Além do Rio Branco, o Foz do Iguaçu também estará na série B no próximo ano. 

Esse final que todo o torcedor jamais gostaria de ver, vem se desenhando há muito tempo após várias diretorias amadoras assumirem o clube que vem há muito tempo mergulhado em crise a ponto de penhorar o estádio para pagar dívidas trabalhistas (https://ge.globo.com/pr/futebol/campeonato-paranaense/noticia/rio-branco-pr-encaminha-acordo-para-pagar-r-17-milhao-em-dividas-trabalhistas.ghtml). 

O que vai acontecer com o Rio Branco é uma incógnita, o que se sabe é que há muitos bons jogadores no litoral que poderiam representar e bem o clube numa série A do estadual, melhor do que muitos jogadores já aposentados há muito tempo que são contratados para se arrastarem em campo não honrando as cores do Leão.

Rio Branco de Paranaguá, rebaixamento, Campeonato Paranaense, futebol, crise financeira, Série B, Leão da Estradinha, talentos locais, gestão esportiva, Paranaguá

Texto: Edye Venancio

Foto: Tiago Ribeiro



Quem será o próximo prefeito de Paranaguá?

Administrar a prefeitura de Paranaguá é o desejo de muitos, mas nem todos tem essa sorte ou competência, basta olhar os últimos números e candidatos que se aventuraram, muitos acabaram decepcionando.

Em 2020, o então prefeito de Paranaguá Marcelo Roque (PODEMOS), obteve 36.444 votos, Adriano Ramos (REPUBLICANOS), conquistou 27.265 votos e Alceu Maron do PROS, 6.402 votos. 

Em 2020, o então prefeito de Paranaguá Marcelo Roque (PODEMOS), obteve 36.444 votos, Adriano Ramos (REPUBLICANOS), conquistou 27.265 votos e Alceu Maron do PROS, 6.402 votos. 

A excelente votação de Adriano Ramos para prefeito de Paranaguá, lutando contra a máquina, o credenciou a disputar a eleição para deputado estadual em 2022, obtendo 33.231 votos, enquanto que outros candidatos não conseguiram nem 5 mil votos. 

Em 2024 começa a corrida pelos votos dos eleitores de Paranaguá, tantos os candidatos a vereador quanto a prefeito estarão nos bairros, nas ruas, buscando conquistar esse apoio para administrar o Palácio São José ou ocupar alguma cadeira no Palácio Carijó.

Há muitos vereadores que não terão a mesma sorte em 2025 por estarem queimados com a população, basta pesquisar os eleitores da ilha dos Valadares e o seu descontentamento com a falta de ação de quem deveria fazer algo pelo povo insulano, mas prefere apenas fazer o que o atual administrador manda.

Há vários nomes sendo cogitados, inclusive de Christiane Yared (PL), que em 2020 foi candidata em Curitiba a prefeitura, ficando em 5º lugar, obtendo 3,91%, 32.667 votos, enquanto que Rafael Greca do DEM foi eleito com 59,74%, conquistando 499.821 votos.

Christiane de Souza Yared foi eleita deputada federal em 2018, ficando em 11º lugar com  107.636 votos, em 2022 buscou a reeleição, mas obteve apenas 31.188 votos, ficando em 47º, apenas 0,51% dos votos no Paraná. Atualmente ela ocupa a Secretaria Municipal de Gabinete Institucional em Paranaguá e cogita-se que ela seja o nome com aprovação do atual gestor para ocupar a cadeira de prefeita da cidade.


Texto: Edye Venancio Fontes: 

https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/estados/2022/2040602022/PR/candidatos

https://g1.globo.com/pr/parana/eleicoes/2020/resultado-das-apuracoes/curitiba.ghtml

https://especiais.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/resultados/eleitos-deputado-federal-pr-quem-ganhou/

https://www.estadao.com.br/politica/eleicoes/2022/candidatos/pr/deputado-federal/christiane-yared/1133/

Foto: Folha News

A pedido do MPPR e do MPF, Município de Paranaguá é condenado a regularizar serviço de água e esgoto e recuperar área degradada

Em resposta a pedido formulado pelo Ministério Público do Paraná, em conjunto com o Ministério Público Federal, a Justiça reconheceu a ocorrência de dano ambiental causado por problemas no fornecimento de água e na coleta de esgoto em Paranaguá, no Litoral do estado, e condenou o Município a implementar melhorias na prestação do serviço, bem como recuperar área degradada. O pedido foi formulado em procedimento ajuizado na 11º Vara da Justiça Federal de Curitiba pelo Partido Verde e pela Força, Ação e Defesa Ambiental, na qual o MPPR e o MPF ingressaram como litisconsortes.

Na medida judicial, ficou demonstrado que o Município não conta com rede coletora e tratamento de esgoto em 100% da área urbana, situação que vem causando graves danos ambientais, como a poluição de rios, mangues e extensões de Mata Atlântica que cercam o município, afetando, inclusive, a população indígena da ilha da Cotinga. Além disso, constatou-se poluição pela descarga de esgoto doméstico, comercial e industrial sem o devido tratamento no rio Itiberê, atingindo os mangues da região e as águas da Baía de Paranaguá. Outra irregularidade identificada foi o descumprimento de diversas obrigações assumidas quando da assinatura do contrato administrativo entre o Município e as empresas Águas de Paranaguá (CAB) e Companhia de Água e Esgoto de Paranaguá (Cagepar), concessionárias do serviço.

Providências – Na decisão judicial, foi determinada a construção de sistemas ecologicamente adequados que façam cessar, em caráter integral e definitivo, o lançamento de esgoto in natura ou de qualquer outro agente poluidor nas águas públicas da região, sejam fluviais ou marítimas. Para que não haja repetição do problema, os sistemas deverão projetar o crescimento da demanda, considerando o acréscimo populacional, a expansão do número de residências e das instalações comerciais e industriais e ainda a expansão territorial urbana do município. 

Outras medidas a serem implementadas são: a separação entre a rede de águas pluviais e a rede de coleta de esgoto; a construção de estações de tratamento dos esgotos, com técnica adequada à natureza dos dejetos e destinação ecologicamente correta dos resíduos eventualmente remanescentes; a elaboração de plano de recuperação dos ecossistemas atingidos, contemplando a despoluição das águas, dos mangues e das areias das praias frequentadas pela população local.

Recuperação – Considerando a importância ambiental dos manguezais, o plano de providências deverá contemplar medidas urgentes que, desde o início dos trabalhos, objetivem isolá-los dos dejetos provenientes da poluição, com a utilização de contenções ou barreiras flutuantes ou qualquer outra forma tecnologicamente adequada para tanto. Além disso, em relação aos manguezais, deve-se iniciar imediatamente os processos de limpeza, despoluição e recuperação das áreas afetadas.

 

Procedimento número 5000065-97.2011.4.04.7008/PR (Justiça Federal)

Fonte: MPPR