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Judas: eternamente condenado pela consciência

Cristãos ao redor do mundo continuam a se perguntar sobre a atitude de Judas em relação a Jesus, considerado seu melhor amigo. A história serve de exemplo para nós, lembrando que nem todos são amigos verdadeiros. Muitos se comportam como o traidor de Cristo, aparentando amizade, mas sem entender o verdadeiro significado da palavra.

Decepções e Preces por Amizades Verdadeiras

Muitos já experimentaram decepções com falsos amigos, conhecidos como "Judas" em nossas vidas. A experiência de ser traído leva alguns a pedirem a Deus que os afaste daqueles que nunca foram verdadeiros amigos.

A Ascensão do Falso Amigo

O tempo mostra que, enquanto seguimos em frente, o "Judas" continua em seu próprio mundo, cercado de bajuladores e contente com suas conquistas, alcançadas muitas vezes sem competência.

O Exemplo de Jesus

É essencial seguir os exemplos de Jesus e evitar sermos como Judas, pois a pior condenação é aquela imposta por nossa própria consciência.

Texto: Edye Venancio



Fortalecer a fé

A fé deve ser fortalecida para que possa produzir bons frutos; sem aprofundar os conhecimentos bíblicos seremos apenas assistentes da Palavra, meros ouvintes. É necessário que avancemos para águas mais profundas, iniciativa que nos leva a vivenciar os ensinamentos de Jesus e de forma mais ampla, toda as Escrituras e isso nos motiva à ações concretas para o crescimento do Reino de Deus. Todo aquele que se diz cristão, seguidor de Cristo, tem uma responsabilidade e por isso deve procurar conhecer todos os passos que movem os atos da fé; ser presença viva do amor de Deus, promover a justiça, praticar a caridade sem alardes e ser fraterno. 

A missionaridade depende do esforço por uma fé madura e consciente; a experiência de fé é que nos leva a fazer crescer o ardor pelas coisas sagradas. A limitação pelo óbvio nos torna insonso e definitivamente apático às coisas do Alto. 

O conhecimento daquilo que praticamos é o que contribuirá para crescimento da vida cristã na sociedade, isto é, no espaço que ocupamos no mundo e esta sociedade está onde a Igreja se faz presente ou seja, cada um dos batizados; os agentes da fé se tornam capazes de levar com autoridade e coragem o anúncio das verdades ensinadas por Jesus.

Texto: Clarício de Araújo Cardoso

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

O traidor de Jesus foi condenado pela sua própria consciência

Jesus já esperava pelo momento em que seria traído e um beijo era o sinal tão aguardado por Ele e quando Judas se aproximou e o beijou, começaria ali o inferno do traidor.
As 30 moedas não significaram nada para aquele que se dizia amigo, mas que foi capaz de trair o seu mestre. O que matou Judas não foi aquela corda amarrada naquela árvore, foi a sua consciência. 
Deus nos deu o livre arbítrio, somos livres para fazermos todas as escolhas que quisermos, mas sempre haverá as consequências e seremos julgados sempre pela nossa consciência.

A pior dor do Judas foi ter que conviver com isso martelando em sua cabeça e as consequências vieram com o tempo.

Que jamais façamos o mal, praticar o bem faz bem para o coração e para a nossa consciência.


Texto: Edye Venancio
Imagem:  https://padrepauloricardo.org/episodios/por-uma-traicao-nos-veio-a-redencao   


Judas Iscariotes: aquele que traiu Jesus

O Judas simboliza a traição, aquele que se vendeu, trocou-se por algumas moedas de prata para trair Jesus. Esse comportamento de quem é ganancioso se espalha por todos os cantos da terra até os dias de hoje e há muitas pessoas que chegam a trair apenas para puxar o saco de quem está no poder, comportamento de quem mergulha numa inveja sem tamanho, mostrando a sua incompetência e incapacidade de ser aquele que é invejado. Basta observar os últimos acontecimentos no país, os principais alvos... 

A traição é um sentimento que deve ter um gosto amargo e isso é sentido de longe, da boca de quem exala e por esse motivo temos que estar atentos às picadas de quem é classificado como cobra, pronta para dar o bote. Por isso sou tão desconfiado de tudo, de todos... 

E sempre no sábado de aleluia, o Judas é lembrado, colocado num determinado lugar, sendo malhado pelas crianças, jovens ou não, que demonstram toda a sua indignação por esse comportamento.

 

Texto: Edye Venancio

Imagem: https://fotografia.folha.uol.com.br/

 

Judas Iscariotes 

Judas Iscariotes foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, que, de acordo com os evangelhos canônicos, veio a ser o traidor que entregou Jesus aos seus captores por trinta moedas de prata e, entrando em desespero, enforcou-se e condenou-se ao inferno segundo a tradição católica.(https://pt.wikipedia.org/wiki/Judas_Iscariotes).

Malhação de Judas ou Queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicas e ortodoxas que foram introduzidas na América Latina pelos espanhóis e portugueses. É também realizada em diversos outros países, sempre no Sábado de Aleluia, simbolizando a morte de Judas Iscariotes (https://pt.wikipedia.org/wiki/Malha%C3%A7%C3%A3o_de_Judas).


Família, lugar de perdão (Papa Francisco)

"Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas. Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física , emocional e espiritualmente. É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença".

Foto:diocesedeassis.org

Fonte: www.fecomvirtudes.com.br  (Pe Paulo)

Espetáculo de cores, cantos e fogos em Curitiba: bom se seguisse o mesmo exemplo

Neste período festivo, o Natal se torna o aguardado momento para todos, especialmente para as crianças que testemunham a chegada do Papai Noel e desfrutam das cantatas natalinas e espetáculos realizados em todo o mundo. O verdadeiro significado desta celebração, o nascimento de Jesus, une os corações de todos nós cristãos.

Em Paranaguá, a Praça dos Leões foi adornada, e a Casa do Papai Noel, ao lado do Duende e da Rena, recebe crianças para fotos, proporcionando um ambiente encantador. Já em Curitiba, o Palácio Avenida se torna palco para a tradicional apresentação do Coral de Natal, um espetáculo envolvente com luzes, cantos natalinos e fogos. Um destaque especial é dado às crianças de lares da capital, que se vestem de Mamãe Noel, tornando o espetáculo ainda mais cativante. O show ocorre diariamente a partir das 20h.

Recentemente, o escritor Altair Feltz, de Paranaguá, esteve em Curitiba, no Palácio Avenida  e compartilhou suas impressões sobre o espetáculo natalino: "As noites têm sido contagiantes devido à época de Natal. Notei um brilho e encantamento nos olhos das pessoas, crianças, adultos e casais apaixonados. Emociona tanto os curitibanos, familiarizados com o Coral de Natal que se torna mais belo a cada ano, quanto os turistas que visitam a capital. Até eu, que estava lá para fotografar, esqueci algumas vezes da lente de tanto deslumbramento."

O comprometimento de órgãos e pessoas em proporcionar um espetáculo memorável é evidente, e a resposta positiva do público é notável. A esperança é que nos próximos anos, cidades como a nossa possam oferecer espetáculos tão grandiosos quanto o do Palácio Avenida, recebendo não apenas turistas, mas também os aplausos de toda a comunidade.









Texto: Edye Venancio
Fotos: Altair Feltz