Subscribe Us

Informe-se!

O mundo está cheio de pessoas sendo manipuladas e dizendo amém. Liberte-se!.

Informe-se!

Até quando você vai dizer amém a um sistema que controla?

Informe-se!

O conhecimento liberta. Liberte-se!

Informe-se!

Leia, pesquise, se aprofunde e não acredite em tudo que é dito

Informe-se!

O mundo está cheio de manipuladores de mente. Não se deixe levar!

Mostrando postagens com marcador Klabin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Klabin. Mostrar todas as postagens

Governo do Estado discute investimentos para restauro do casario histórico de Paranaguá

A vice-prefeita de Paranaguá, Fabiana Parro, e o secretário municipal de Cultura e Turismo, Ivan Lapolli Filho, recepcionaram a secretária estadual de Cultura do Paraná, Luciana Casagrande Pereira, durante visita ao centro histórico na terça-feira (28). O encontro teve como objetivo tratar de investimentos estaduais e parcerias com a iniciativa privada para a restauração de imóveis históricos pertencentes ao Estado e ao patrimônio arquitetônico da cidade. 
A comitiva realizou reuniões na Casa Elfrida Lobo e visitas técnicas a importantes construções, como a Casa Dacheux, o Palacete Mathias Bohn e o Palácio Visconde de Nácar, este último em estado crítico de conservação. Uma possível parceria com a empresa Klabin foi discutida para viabilizar o restauro do Palácio. 

As próximas etapas envolvem a apresentação de projetos pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secultur), detalhamento dos investimentos estaduais e confirmação do apoio da Klabin. Representando o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a secretária estadual colocou o governo à disposição para receber projetos de conservação e intermediar negociações com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A vice-prefeita Fabiana Parro destacou que a iniciativa contribuirá para resgatar a valorização da história local. "Tenho certeza que o trabalho vai começar e nós vamos fazer uma Paranaguá para todos, como nosso prefeito Adriano sempre fala", afirmou.

O secretário Ivan Lapolli reforçou a expectativa de avanço rápido na captação de recursos e execução das obras. "Vamos surpreender com a entrega rápida dos projetos e avançar na recuperação desses bens públicos", disse.

Luciana Casagrande elogiou o empenho da equipe municipal e anunciou que pretende agendar reuniões com diretores da Klabin e com o Iphan para alinhar esforços entre os governos estadual, municipal e federal.

Ao final das visitas, o grupo retornou à Casa Elfrida Lobo para definir os próximos encaminhamentos e garantir agilidade no processo de restauração.

Governador participa da inauguração do novo terminal da Klabin no Porto de Paranaguá

Com capacidade para receber um milhão de toneladas de papel e celulose por ano, foi inaugurado oficialmente nesta quarta-feira (22) o terminal da Klabin no Porto de Paranaguá. O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou do evento de entrega do espaço, que tem mais de 27 mil metros quadrados e faz parte do pacote de leilões de áreas portuárias iniciadas pelo Governo do Estado em 2019.

O governador afirmou que a inauguração da Klabin, que é a primeira área portuária concedida nos últimos 20 anos, demonstra a capacidade de gestão da Portos do Paraná. “Temos o maior e mais moderno terminal de celulose do Brasil instalado no Porto de Paranaguá, que foi eleito por três anos consecutivos o mais eficiente do País. Isso é importante para a cidade, o Litoral e a economia como um todo, pois ajuda a produção industrial no Interior”, afirmou.

Ratinho Junior também falou sobre outros investimentos previstos no Porto, como o projeto do Moegão, obra que vai receber R$ 600 milhões e garantir um salto de eficiência na movimentação de produtos transportados por trem, preparando a estrutura portuária para receber o volume de cargas da Nova Ferroeste. O uso de linha férrea também reduz interferências no trânsito da cidade.

“Temos pessoas do mundo inteiro vindo ao Porto de Paranaguá para conhecer a gestão portuária, o que comprova a credibilidade que conquistamos, atraindo novos investimentos para a indústria e o agronegócio, assim como no setor do turismo, com a previsão do início da chegada de navios de cruzeiro na cidade a partir do próximo verão”, comentou o governador.

TERMINAL – O local foi arrematado pela Klabin pelo período de 25 anos em uma concorrência pública realizada em agosto de 2019. Com a conclusão da obra, a movimentação pelo Porto de Paranaguá de cargas produzidas pela empresa em Ortigueira e Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, ganhará em produtividade, competitividade e sustentabilidade.

Iniciada em junho de 2021, a construção do armazém foi concluída no final de 2022, com início das primeiras operações em dezembro, antes mesmo da inauguração oficial. O investimento na obra foi de R$ 120 milhões, com a geração de 200 empregos diretos. Com o início das operações, o terminal deve gerar ao todo com cerca de 160 postos de trabalho diretos e indiretos.

A operação funcionará em um modelo chamado Break Bulk, em que as cargas são movimentadas sem a utilização de contêineres, com embarque de grandes volumes diretamente na parte interna dos navios. O sistema garante o atendimento de clientes em grande escala com maior produtividade.

Tanto a obra quanto a operação incorporam altos níveis de sustentabilidade, segurança e tecnologia. De acordo com o diretor de Logística da Klabin, Roberto Bisogni, um exemplo disso ocorre no transporte das cargas das fábricas de Telêmaco Borba e Ortigueira até o Porto de Paranaguá.

“Os vagões são carregados dentro da nossa fábrica em Ortigueira e vêm direto para o nosso novo armazém, de onde são levados aos navios atracados em frente ao terminal”, explicou Bisogni. “É uma operação limpa e eficiente, que reduz as emissões de CO2 na atmosfera, evitando cerca de 40 mil viagens de caminhão do Interior até o porto”.

Somente no Paraná, a Klabin conta com cerca de 11 mil trabalhadores diretos e indiretos em 25 municípios com operações da empresa, em especial nos Campos Gerais. A área florestal da Companhia no Estado é de 433 mil hectares, dos quais 176 mil são de mata nativa.

Na avaliação do secretário nacional de Portos e Transporte Aquaviários, Fabrizio Pierdomenico, as características do novo terminal instalado no Porto de Paranaguá o tornam um exemplo para futuras concessões portuárias em todo o Brasil. "Este é um terminal ultramoderno, com sustentabilidade e integrado ao modal ferroviário. Além disso, ele trabalha com um produto industrializado, com contém alto valor agregado, o que faz dele um marco na história portuária", afirmou.

CONCESSÕES – A área PAR01 arrematada pela Klabin encerrou um período de duas décadas sem novos arrendamentos no Porto de Paranaguá. A expectativa é que, no primeiro ano de operações, a empresa movimente 1 milhão de toneladas pelo porto paranaense. Com a conclusão da segunda fase de expansão da fábrica em Ortigueira (Puma II), prevista ainda para 2023, a empresa espera aumentar a produtividade em torno de 10% por ano via Paranaguá.

Somada à PAR01, os portos paranaenses devem receber mais R$ 3,2 bilhões de investimentos com mais dois leilões que foram finalizados (PAR12 e PAR32) e outros quatro que estão em andamento (PAR50, PAR09, PAR14 e PAR15).

Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia da Silva, o Porto de Paranaguá tem buscado diversificar as operações, explorando outras potencialidades além do agronegócio. A estratégia envolve expandir as operações com contêineres, cargas gerais, granéis e líquidos, cujos processos de concessão são tratados com a máxima transparência.

“A partir do momento que regularizamos contratos e disponibilizamos novas áreas, estamos garantindo um ambiente seguro para investimentos que trazem desenvolvimento econômico e social”, disse o representante da Portos do Paraná. “Nossa expectativa é realizar pelo menos outros três leilões ainda neste ano, das áreas PAR09, PAR14 e PAR15, que tiveram as consultas e audiência públicas realizadas em 2022 e que seguem a fase de análise das contribuições recebidas”.

PRESENÇAS – A inauguração contou com a participação do diretor-geral da Klabin, Cristiano Teixeira; dos secretários estaduais da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e do Turismo, Márcio Nunes; do diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; do presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) e ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung; do presidente da Câmara de Vereadores de Paranaguá, Fábio Santos; do delegado da Polícia Federal Bruno Bassani; e o delegado da Receita Federal de Paranaguá, Luciano Andreoli.

 

GALERIA DE IMAGENS






















Fonte: AEN


Chegada e saída de cargas por ferrovia crescem no Porto de Paranaguá

A quantidade de vagões e o volume de cargas movimentadas por ferrovia com origem ou destino ao Porto de Paranaguá aumentaram no primeiro semestre de 2021. Neste ano, 98.989 vagões passaram pelo terminal paranaense e transportaram cerca de 5,5 milhões de toneladas. Em 2020, no mesmo período, foram 8.565 vagões a menos e 4,9 milhões de toneladas movimentadas.

De janeiro a junho de 2021, 18,9% das cargas chegaram ou saíram dos terminais em vagões. No ano passado, esse porcentual era de 14,7%.

“Temos projetos para aumentar este tipo de transporte, que é essencial para que a relação porto e cidade seja mais harmoniosa. Entre os projetos em desenvolvimento, temos as moegas exclusivas para o modal ferroviário – o projeto do moegão – e a remodelação do Corredor de Exportação Leste”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

  • Comitiva analisa pontos da descida da Serra do Mar da Nova Ferroeste
  • Ministério e Estado estudam melhorias no transporte ferroviário de Paranaguá

“Importante também é projeto da Nova Ferroeste, do Governo do Estado, que vai dar impulso ao transporte ferroviário de cargas desde o Interior até o Litoral”, destaca.

DESTAQUES – O produto que tem a maior participação do modal para descarregar no Porto de Paranaguá é o açúcar a granel: 74%. Só no primeiro semestre deste ano foram 1.628.055 toneladas em vagões. Em 2020, o volume somou 1.157.903 toneladas.

Em quantidade, destaque para a soja. Em grãos, foram 2.224.611 toneladas descarregadas de vagões, o equivalente a 29% do total movimentado pelo Porto de Paranaguá no primeiro semestre. Nos mesmos seis meses de 2020, foram 2.204.925 toneladas (25% do total).

De farelo de soja, em 2021, 564.169 toneladas chegaram pelos trilhos no primeiro semestre (21%). No ano passado, 553.241 toneladas (19% do total).

Na importação, a utilização da ferrovia para o transporte de fertilizantes rumo ao Interior também apresentou alta. Em 2020, no primeiro semestre, 52.658 toneladas (1%) foram carregadas em vagões. Neste ano, 127.513 (2% do total).

  • Portos tiveram melhor semestre da história em movimentação de cargas
  • Portos do Paraná atua para dar segurança hídrica às comunidades isoladas

OUTROS SEGMENTOS – O transporte de líquidos e carga geral pelos trilhos cresceu principalmente entre os derivados de petróleo, celulose e nos contêineres. Em 2020, de janeiro a junho, não houve nenhum volume de derivados de petróleo chegando ou saindo do Porto de Paranaguá em vagões. Este ano, porém, 4% da carga usou o modal ferroviário – 88.183 toneladas.

De biodiesel, também não teve movimento em vagões no primeiro semestre do ano passado. Neste ano foram 141 vagões, com 6.702 toneladas do produto transportado pelos trilhos.

Nos primeiros seis meses deste ano, 9% do total de cargas que chegaram ou saíram em contêineres utilizaram a ferrovia: 579.306 toneladas, em 18.192 vagões. Em 2020, no mesmo período, 546.770 toneladas de cargas do segmento foram movimentadas em 16.990 vagões.

O volume de celulose chegando por ferrovia, para ser exportado pelo Porto de Paranaguá, também foi maior. De janeiro a junho de 2020, 390.912 toneladas do produto chegaram em 6.108 vagões. Neste ano, no mesmo período, 433.440 toneladas, em 6.773 vagões.

  • Porto de Paranaguá apresenta vantagens de embarque a asiáticos

FERROESTE – A Ferroeste, que opera um trecho no Estado com destino a Paranaguá, também havia registrado aumento no transporte do modal em 2021. O balanço operacional dos primeiros seis meses aponta que circularam pelos trilhos da ferrovia entre Cascavel e Guarapuava 6.638 contêineres, volume 13% superior na comparação com 2020 (5.873). Foram 800 mil toneladas de produtos, crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado (775 mil).

RODOVIA – Apesar do maior volume ainda ser entre as cargas transportadas em caminhões, a participação do modal rodoviário teve queda na comparação entre o primeiro semestre de 2020 e 2021. No ano passado, 83,9% do total movimentado foi pelas rodovias (23.632.938 toneladas). Neste ano, 78,8% (22.974.394 toneladas).

DUTOS – O percentual restante – 2,3% – é de carga movimentada pelo oleoduto. Neste ano, 658.593 toneladas. Em 2020, no primeiro semestre, a participação desta alternativa de transporte para as cargas líquidas era de 1,4% (406.032 toneladas).


Fonte: AEN-PR




















Klabin anuncia investimento adicional de R$ 2,6 bilhões no Paraná

A Klabin anunciou nesta quarta-feira (5) em comunicado ao mercado que investirá R$ 2,6 bilhões adicionais no projeto Puma II, em Ortigueira, nos Campos Gerais. Os recursos serão usados para a instalação de uma máquina de papel cartão e se somam ao aporte anunciado em 2019, resultando em R$ 12,9 bilhões de investimentos no Estado em cinco anos (2019-2023).

"O Paraná recebe com muito entusiasmo essa notícia. A Klabin é uma parceira histórica do Estado, emprega mais de 10 mil pessoas direta e indiretamente. Mesmo com o cenário de pandemia, a empresa renovou seu compromisso de investimento, o que garante um ciclo de prosperidade e desenvolvimento social para os Campos Gerais e diversos outros municípios", afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Ele conversou com o CEO da empresa, Cristiano Teixeira, depois do anúncio oficial. "Temos muito orgulho de representar o Estado do Paraná, que tem a região mais competitiva do mundo na fabricação desse cartão", relatou o executivo.

PUMA II – O investimento é fruto de uma mudança de direção do projeto Puma II, que contempla a expansão de capacidade no segmento de papéis para embalagem, por meio da construção de duas máquinas de papel com produção de celulose integrada, na unidade industrial Puma em Ortigueira. 

A primeira etapa, que deve começar a rodar em julho, consiste na construção de uma linha de fibras principal para a produção de celulose não branqueada integrada a uma máquina de papel kraftliner e kraftliner branco (white top liner) com capacidade de 450 mil toneladas anuais. Essa programação está mantida.

A segunda, que originalmente contemplava a construção de uma máquina de papel kraftliner, após a revisão dos estudos mercadológicos, de engenharia e de viabilidade econômica, contará com a instalação de uma máquina de papel cartão integrada a uma linha de fibras complementar, com capacidade de produzir 460 mil toneladas anuais. A construção da segunda etapa terá início imediato, com previsão de início da operação no segundo trimestre de 2023.

A mudança do projeto levou em consideração o crescimento do mercado de cartões, produto sustentável, impulsionado pelo potencial de substituição de plástico de uso único; a diversificação do mix de produtos; a estabilidade histórica do preço de cartões; e a consolidação da Klabin como produtor global de cartões LPB e cartões CUK.

A alteração do escopo demandará um investimento bruto adicional de R$ 2,6 bilhões. Assim, o investimento do Puma II, atualizado pela variação cambial e inflação, e incluindo o investimento incremental para a conversão da máquina da segunda etapa para a produção de papel cartão, totalizará R$ 12,9 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão em impostos recuperáveis.

Deste montante, segundo a Klabin, R$ 5,8 bilhões foram desembolsados até março de 2021 e o restante será desembolsado até 2023. 

LANÇAMENTO DO PROJETO – O Puma II foi anunciado em abril de 2019. Na época, o projeto estava avaliado em R$ 9,1 bilhões. Na Unidade Puma (ou Puma I), a Klabin já produz celulose branqueada (fibra curta, fibra longa e fluff), com capacidade anual de 1,6 milhão de toneladas.


Fonte: AEN - PR

Sistema digital agiliza licença de instalação de terminal de celulose

A construção do terminal para movimentação de celulose e papel da Klabin no Porto de Paranaguá recebeu nesta semana a Licença de Instalação, emitida pelo Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. O documento que permite o início das obras foi liberado em cerca de 40 dias em função da modernização do sistema.

A Licença de Instalação foi solicitada pela Klabin no dia 09 de setembro e concedida no último dia 20. O processo transitou pela plataforma SGA, uma solução informatizada que agiliza a tramitação. Os processos deixaram de ser físicos e a espera dos usuários diminuiu cerca de 60%.

O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, afirma que a determinação do Governo do Estado Junior é que os órgãos ambientais promovam o desenvolvimento sustentável, com proteção às riquezas naturais do Paraná. Segundo ele, é possível fazer isso e de forma ágil. “Por isso nossos sistemas para emissão de Licenciamento foram modernizados e os técnicos hoje trabalham para atender essa demanda do Estado”, afirma.

A previsão da Klabin é iniciar as obras do novo terminal em janeiro do ano que vem e que as operações portuárias ocorram a partir do primeiro semestre de 2022. O diretor de Planejamento Operacional, Logística e Suprimentos da companhia, Sandro Ávila, afirma que com as liberações já obtidas e o ambiente positivo de evolução do processo, foi possível planejar o início das obras.

Ele reforça o alinhamento e o compromisso para o desenvolvimento de Paranaguá e do Estado do Paraná. “Estamos muito felizes com o recebimento da licença de instalação, este é um passo muito importante e demonstra que todo o processo apresenta consistência e a viabilidade necessária para sua realização”, afirmou Ávila.

O executivo destaca também a agilidade e o empenho do Instituto Água e Terra na condução do parecer, especialmente nesse momento tão restritivo. O diretor afirma que a empresa está empenhada em alcançar as últimas etapas do processo ainda neste ano.

 

RESPONSABILIDADE - A gerente de Licenciamento Ambiental do IAT, Ivonete Chaves, explica que o processo seguiu todas as exigências estabelecidas na Resolução n° 237/97 do CONAMA, na Resolução nº 107/2020 do Conselho Estadual do Meio Ambiente, e na Resolução SEMA n° 7/2017.

“Todo o processo para a emissão da Licença de Instalação, assim como o da Licença Prévia já emita, foi baseada nos planos da empresa e analisada pelo IAT”, disse. “A empresa atendeu todas as normas técnicas ambientais estabelecidas a nível estadual, nacional e internacional, nos dando segurança na emissão do licenciamento”, completou.

Na Licença Prévia, a Klabin apontou os impactos ambientais da obra e as medidas mitigadoras deles. Na próxima fase, após a conclusão das obras é a emissão da Licença de Operação para o início das atividades do empreendimento. A empresa está autorizada a realizar o armazenamento e atividades auxiliares de transporte de cargas em geral, especialmente celulose, papel e madeira.

 

INVESTIMENTOS - A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil. Ao todo, o investimento é na ordem de R$130 milhões no Porto de Paranaguá e vai gerar 180 empregos no pico das obras de construção do terminal. Para a operação, a previsão é que o empreendimento gere cerca de 200 novos postos de trabalho diretos e indiretos.

O contrato de exploração de área no porto paranaense é de 25 anos, com possibilidade de prorrogação. A capacidade de movimentação do terminal é de 1 milhão de toneladas por ano, entre celulose e papel. A empresa está autorizada a exercer as seguintes atividades: instalação duas unidades de apoio, oficina de manutenção, abastecimento de empilhadeiras (Pit Stop), e duas linhas ferroviárias internas para descarga de vagões.

O investimento proporciona a verticalização total da operação da companhia. O novo armazém trará eficiência operacional de longo prazo e permite posicionar a carga desde a fábrica diretamente ao terminal marítimo/portuário, com acesso ferroviário. O Porto de Paranaguá, no ponto de vista da empresa, é um dos mais importantes do Brasil e a principal rota de escoamento de produção da Klabin.


Fonte: AEN

Porto de Paranaguá carrega navio com produção da unidade da Klabin no Paraná

O primeiro embarque de celulose produzida na nova fábrica da Klabin em Ortigueira, nos Campos Gerais, foi realizado nesta sexta-feira (29), no Porto de Paranaguá. Até este sábado (30) serão carregadas 26 mil toneladas do produto no navio Tanchou Arrow. A carga tem como destino a China. 

As operações da empresa por Paranaguá devem movimentar 900 mil toneladas ao ano, de um total de 1,5 milhão de toneladas que devem ser produzidas anualmente. “A Klabin fez um dos maiores investimentos privados da história do Paraná, com a sua unidade em Ortigueira, e agora este ciclo virtuoso começa a se espalhar pelo restante do Estado, gerando emprego e renda para os trabalhadores de Paranaguá também”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. 

Cerca de 90% da produção de celulose da fábrica de Ortigueira já está vendida e nas próximas semanas um armazém da empresa funcionará em Paranaguá para dar suporte à operação de exportação. 

Para maio e junho já estão programados mais quatro navios, totalizando 70 mil toneladas. Depois, a previsão é que sejam movimentadas 75 mil toneladas por mês. “Hoje temos uma estrutura pronta para atender a movimentação deste tipo de produto. Nossos investimentos em manutenção do calado também foram essenciais para garantir o escoamento de quase 1 milhão de toneladas de celulose da produção da empresa”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino. 

INVESTIMENTO – Fruto de um investimento de R$ 8,5 bilhões, a unidade industrial da Klabin entrou em operação no início de março e gerou novos empregos, aumentou a arrecadação do município e fomentou novos negócios para os setores de comércio e serviços. A fábrica gera 1,4 mil empregos diretos e indiretos. 

Do total da produção, 1,1 milhão de toneladas serão de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil toneladas de celulose branqueada de fibra longa (pinus). De acordo com a empresa, a área florestal que fornece madeira para a nova fábrica está a 72 quilômetros, o que garante a competitividade e o baixo custo do transporte de madeira. 

Fonte: AEN