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Papa Francisco morre aos 88 anos no Vaticano

Primeiro pontífice latino-americano e jesuíta, Francisco deixa legado de humildade, reformas e compromisso social


O Papa Francisco faleceu na manhã desta segunda-feira, 21 de abril de 2025, às 7h35 (horário local), em sua residência oficial na Casa Santa Marta, no Vaticano. A morte foi confirmada pelo cardeal Kevin Farrell, camerlengo da Igreja Católica, em pronunciamento transmitido pela Vatican Media. 

Nascido Jorge Mario Bergoglio em Buenos Aires, Argentina, em 17 de dezembro de 1936, Francisco foi eleito papa em 13 de março de 2013, após a renúncia de Bento XVI. Tornou-se o primeiro pontífice latino-americano, o primeiro jesuíta e o primeiro não europeu em mais de 1.200 anos. Seu pontificado foi marcado por uma abordagem pastoral centrada nos pobres, por reformas na Cúria Romana e por uma postura mais inclusiva em temas sociais.

Francisco enfrentava problemas de saúde nos últimos meses. Em março, foi hospitalizado por 28 dias devido a uma grave infecção respiratória, recebendo alta no final do mês. No domingo de Páscoa, 20 de abril, fez sua última aparição pública ao conceder a bênção Urbi et Orbi na Praça de São Pedro, visivelmente debilitado.

O funeral será realizado na Basílica de Santa Maria Maior, conforme desejo do próprio pontífice, que solicitou uma cerimônia simples. O conclave para a escolha de seu sucessor deverá ocorrer entre 15 e 20 dias após o início da Sede Vacante, conforme previsto pelo Código de Direito Canônico.

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Texto: Jornalista Edye Venancio

Para refletir: Papa Francisco e as 10 frases sobre perdão e misericórdia

Para o Papa Francisco, a misericórdia não é uma palavra abstrata, mas um rosto para reconhecer, contemplar e servir. E assim o manifesta na Bula da Misericórdia com que convoca o Jubileu: “Jesus de Nazaré com a Sua palavra, com os seus gestos e com toda a Sua pessoa revela a misericórdia de Deus. N’Ele não há nada em que falte compaixão”. A seguir acrescenta: “a Sua Pessoa não é outra coisa senão Amor, um amor que se doa e oferece gratuitamente. Os sinais que realiza, sobretudo para com os pecadores, para com as pessoas pobres, excluídas, doentes e em sofrimento, levam consigo o distintivo da misericórdia”.


A seguir, 10 frases do Papa sobre o perdão e a misericórdia para viver melhor o Ano Santo:


1.“Redescubramos as obras de misericórdia corporais: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos doentes, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espirituais: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram, consolar os tristes, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos”.
2.“Comove-nos a atitude de Jesus: não escutamos palavras de desprezo, não escutamos palavras de condenação, apenas palavras de amor, de misericórdia, que convidam à conversão”.
3.“Como é difícil muitas vezes perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração. Deixar cair o rancor, a raiva, a violência e a vingança são condições necessárias para viver felizes”.
4. “O perdão é uma força que ressuscita para uma vida nova e infunde a valentia para olhar o futuro com esperança”.
5.“O sofrimento do outro constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos”.
6.“Quanto desejo que (...) as nossas paróquias e as nossas comunidades, cheguem a ser ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença”.
7.“A mensagem da Divina Misericórdia constitui um programa de vida muito concreto e exigente, pois implica as obras”.
8.“Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem deseja ser misericordioso necessita de um coração forte, firme, fechado ao tentador, mas aberto a Deus”.
9.“Não se pode viver sem perdoar ou, pelo menos, não se pode viver bem, especialmente em família”.
10.“A misericórdia para a qual somos chamados abraça toda a criação que Deus nos confiou para sermos cuidadores e não exploradores, ou pior ainda, destruidores”.

Fonte: opusdei
Foto: jornalggn

Solenidade de Corpus Christi: saiba quais são os horários das missas em Paranaguá

Solenidade de Corpus Christi
Olá Caríssimo leitor,
Caríssima leitora,

Nesta quinta-feira, dia 26, celebraremos a Solenidade de Corpus Christi. Festa do Corpo de Cristo, Festa da Eucaristia.
Nas matrizes das Paróquias e Santuários a Missa (sem a Procissão e a Bênção do Santíssimo) será celebrada na parte da manhã:
São João Batista (Pq. São João), às 8h00;
Santa Josefina Bakita (Vale do Sol), às 9h00;
São Cristóvão (Jd. Iguaçu), às 9h30
Santuário São Francisco (Centro de Paranaguá), às 11h00.
E na Catedral Diocesana, às 17h, Missa presidida pelo Bispo Dom Edmar Peron, com a procissão até a Igreja Matriz Nossa Senhora da Paz e Bênção do Santíssimo Sacramento.
Venham celebrar conosco você e sua família este Mistério da Presença de Jesus Cristo que quis ficar conosco no Pão e no Vinho. É a presença real dele no meio de nós.

Um fraterno abraço!
Pe. Eliel de Oliveira Venâncio
Foto: assets0.exame.abril

Dom Edmar Peron deu as boas vindas ao Padre Emerson Zella novo pároco da Catedral de Nossa Senhora do Rosário

No último domingo, dia 21, a Catedral de Nossa Senhora do Rosário testemunhou a cerimônia de posse do novo pároco, Padre Emerson Zella. A celebração foi conduzida pelo Bispo Dom Edmar Peron e contou com a presença dos padres da diocese. A igreja estava repleta de amigos e familiares do sacerdote, que calorosamente receberam o novo administrador paroquiano.

Padre Emerson Zella assume a importante responsabilidade de liderar a paróquia, sucedendo o estimado Padre José Miguel, que é lembrado com carinho por todos até hoje. Com a chegada do novo bispo a Paranaguá, testemunhamos várias mudanças na comunidade católica local, que estão sendo comemoradas. Como católico, acredito que essas mudanças são necessárias, especialmente considerando o exemplo do Papa Francisco, que enfatiza a importância do serviço. Esperamos que haja um maior comprometimento em servir, tanto dentro quanto fora da igreja, por parte daqueles que proclamam a palavra de Deus.

Parabenizamos o Padre Emerson por sua nova posição na catedral e agradecemos ao Bispo Dom Edmar Peron pela escolha.










Texto: Edye Venancio
Fotos:Francisco José



A quaresma na mensagem Papal - Um tempo privilegiado

A quaresma é um tempo privilegiado, para cada cristão assim como para toda a igreja, para realizar a verdade: realizar a verdade encontrando e reencontrando o essencial da vida cristã e libertando-se do «excesso» que «vem do Maligno» (Mateus 5, 37); realizar a verdade purificando o próprio falar da falsidade; realizar a verdade descobrindo entre o dizer e o fazer, entre palavra e ação, ambas chamadas a obedecer ao grande mandamento do amor ao próximo. O Papa Francisco na mensagem para a quaresma indica os elementos fundamentais para aquele realizar a verdade que é vital para alcançar a conversão: a escuta da palavra profética, o conhecimento da misericórdia de Deus, e portanto o «fazer misericórdia».

Sempre para o cristão no princípio é a escuta, assim como para Deus «no princípio é o Verbo» (cf. João 1, 1). Por conseguinte, toda a vida cristã está sob a primazia da escuta e exige uma escuta orante, obediente, efectiva. Os profetas da antiga aliança afirmaram que «a escuta obediente é melhor que o sacrifício» (1 Samuel, 15, 22), porque abre ao conhecimento do Deus vivo, faz nascer a confiança num Deus confiável, gera amor por ele e pela sua vontade. Quando o crente na escuta inicia o próprio caminho de conhecimento do Senhor, conhece em primeiro lugar a sua misericórdia, sentimento de um pai (chesed) com vísceras de misericórdia (rechem-rachamim), amor visceral sempre fiel que nunca esmorece, inclusive quando o crente ou a comunidade cristã no seu conjunto chegam a contradizer o amor de Deus até romper a aliança. Sim, o comportamento misericordioso de Deus para com o pecador não é justiça retributiva nem meritocrática, mas é o desejo de que o pecador não morra mas viva, se converta e viva a comunhão com o seu Senhor (cf. Ezequiel, 18, 23; 33, 11).
Este conhecimento do amor misericordioso de Deus foi-nos dado plenamente por Jesus, o Filho que nos narrou Deus (exeghésato, João 1, 18); ele que, crucificado, quis ser «incluído entre os pecadores» (Isaías 53, 12; Lucas 22, 37), como sempre tinha vivido, alcançando-os na sua distância. Por esta razão, Paulo com maravilha e por experiência pessoal poderá anunciar: «Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós» e «quando éramos ainda inimigos, fomos reconciliados com Deus» (Romanos 5, 8.10). É esta a misericórdia de Deus por nós que devemos conhecer e experimentar, para nos tornarmos nós mesmos homens e mulheres de misericórdia em relação aos outros.

Assim, o Papa Francisco recorda-nos que devemos «fazer misericórdia» ao nosso próximo com ações concretas e quotidianas. Assim como o samaritano «fez misericórdia» (Lucas 10, 37), também nós somos chamados a fazer no dia-a-dia, na história, porque ao nosso lado há sempre um pobre concreto: faminto, desnutrido, em fuga, estrangeiro, descartado, esquecido, último... A nossa consciência humana, instruída pela palavra de Deus, deve aprender a ver, a «discernir o pobre» (cf. Salmos 41, 2), para se sentir responsável e encarregar-se de ações que sejam de libertação, alívio, consolação dos males que afligem os pobres. Ações ou obras de misericórdia para com os corpos e as vidas psíquicas e espirituais dos outros, que são sempre corpo e espírito intimamente unidos. 
Todavia, para o Papa – não o esqueçamos – os pobres não são apenas os primeiros destinatários da nossa caridade, mas são uma cátedra magisterial, porque podem ensinar-nos o que não sabemos, ou seja, aquela «sabedoria da cruz» (cf. 1 Coríntio 1, 17-18) que quem não é pobre ignora. Aliás, no centro da história, segundo a visão apocalítica de João, está o cordeiro inocente, degolado mas vencedor sobre a morte (cf. Apocalipse 5, 7-14; 7, 17), emblema de cada vítima, de cada perseguido, de cada justo não reconhecido. Os pobres são – não deixa de afirmar o Papa Francisco – a carne de Cristo, são a sarça ardente em que Deus está presente e perante as quais é necessário inclinar-se (cf. Êxodo 3, 1-6).

Mas é significativo que entre os pobres o Papa nos convida a colocar também os ricos: porquê? Em primeiro lugar porque mais cedo ou mais tarde na vida se entra a fazer parte da categoria dos pobres, por causa da doença, velhice, isolamento, desgraças da vida. E também porque o rico, não sabendo reconhecer que é pobre, de facto é mais miserável que os pobres. O rico que não vê o irmão necessitado, é um cego; se não escuta o grito dos pobres, é um surdo; se não sabe compartilhar o que tem, está destinado a uma solidão desesperadora. Que os ricos saibam: o pobre que encontram é alguém que os chama à conversão, é alguém que passa a mendigar a conversão, é um verdadeiro mestre que nos “dá um sinal”, que nos indica uma via de salvação. Moisés, os profetas e sobretudo o Evangelho continuam constantemente a admoestar: “Reconduzi-nos a vós, Senhor; e voltaremos” (Lamentações 5, 21)»

Enzo Bianchi

Família, lugar de perdão (Papa Francisco)

"Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas. Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física , emocional e espiritualmente. É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença".

Foto:diocesedeassis.org

Fonte: www.fecomvirtudes.com.br  (Pe Paulo)

Papa aprova canonização de madre Teresa de Calcutá

O papa Francisco assinou nessa quinta-feira (17) o decreto que autoriza a canonização da madre Teresa de Calcutá, o que deverá ocorrer em setembro, informou o diário católicoAvvenire.

O jornal informou que a canonização da beata Teresa de Calcutá será pública em fevereiro, durante o Consistório Ordinário, e que ela será feita santa em 4 de setembro de 2016, no âmbito do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia.
A canonização ocorre depois de a Igreja Católica ter aprovado por unanimidade a “cura extraordinária” de um brasileiro em 2008, que se encontrava em fase terminal por graves problemas cerebrais.
O "milagre" ocorreu em dezembro daquele ano, quando o doente, em coma, ia ser operado, mas devido a problemas técnicos a intervenção cirúrgica teve de ser adiada por meia hora.
Ao voltar à sala de operações, segundo o jornal Avvenire, o médico encontrou o doente sentado, desperto, perfeitamente consciente e a perguntar o que fazia ali.
O médico explicou, durante a fase de estudo do suposto milagre, que “nunca viu um caso como esse” e que todos os doentes com os mesmos problemas, que passaram por ele em 17 anos de profissão, tinham morrido.
As análises sucessivas do caso revelaram a cura da patologia cerebral em curto espaço de tempo e sem sequelas, o que levou o brasileiro a retomar sua vida.
As provas obtidas durante o processo de estudo do caso mostram que as pessoas próximas do doente - de quem a esposa era devota - rezaram muito a Madre Teresa.
A Ordem das Missionárias da Caridade, fundada por ela, celebrou hoje, na cidade indiana de Calcutá, o anúncio da canonização. "Estamos muito felizes e agradecidas. Soubemos da notícia esta manhã", disse à agência Efe a porta-voz da congregação em Calcutá, irmã Christie.
Inês Gonxha Bojaxhiu, nome de Madre Teresa, nasceu em 26 de agosto de 1910 em Skopje, capital da atual república da Macedônia, na comunidade albanesa. Ela foi beatificada em 2003, depois de o Vaticano ter reconhecido como um milagre a cura de um tumor no abdômen de uma mulher indiana.
Durante meio século, madre Teresa desenvolveu um trabalho social em Calcutá com as Missionárias da Caridade. Em 1979, foi distinguida com o Prêmio Nobel da Paz.
As Missionárias da Paz contam hoje com cerca de 4.500 religiosas, que trabalham em mais de 130 países na assistência aos pobres e doentes.
Teresa de Calcutá morreu em 5 de setembro de 1997, aos 87 anos, na sede da congregação, onde morava.

Fonte: Agencia Lusa
Foto:Thomas_Cheng - Agência Lusa

Padre Eliel Venâncio dá as boas vindas à Dom Edmar Peron novo bispo da Diocese de Paranaguá

"Bem vindo, Dom Edmar Peron Bispo Diocesano de Paranaguá"
Segundo o Código de Direito Canônico (Constituição da Igreja Católica Romana de Rito Latino), no Cân. 369, a Diocese é a porção do povo de Deus que é confiada ao Bispo para ser apascentada com a cooperação do presbitério, de tal modo que, aderindo ao seu pastor e por este congregada no Espírito Santo, mediante o Evangelho e a Eucaristia, constitua a Igreja particular, onde verdadeiramente se encontra e atua a Igreja de Cristo una, santa, católica e apostólica.
A nossa Diocese de Paranaguá ficou vacante (isto é, sem o Bispo Diocesano), após a morte de Dom João Alves dos Santos, dia 9 de abril deste ano, porém sob a administração apostólica de Dom Francisco Carlos Bach, Bispo de São José dos Pinhais-PR, desde 11 de abril deste ano.
Diante da necessidade de um Pastor Diocesano, até mesmo apresentada em orações a Deus em todas as nossas missas, o Papa Francisco nomeou na manhã de quarta-feira (25/11) Dom Edmar Peron Bispo de Paranaguá.

Dom Edmar é natural de Maringá, nasceu dia 4 de março de 1965, era Bispo titular de Mattiana e auxiliar da Arquidiocese de São Paulo-SP (nomeado dia 30 de dezembro de 2009). Tem como lema episcopal “Eis que venho para fazer a tua vontade”. É mestre em Teologia Dogmática, com especialização em Teologia dos Sacramentos. Desde 2011 é membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB.

Hoje, na Missa das 19h30, na Catedral Diocesana de Paranaguá, Dom Edmar assumirá oficialmente a Diocese. A ele nossa acolhida e ao Bispo de São José dos Pinhais, Dom Francisco Carlos Bach, até esse momento Administrador Apostólico da nossa Diocese, nossa gratidão pelo serviço gratuito e amoroso a todos nós!
Seja bem-vindo, Dom Edmar! Dê-nos a sua bênção, conte com a nossa obediência e respeito e nos confirme na fé! Conte também com a nossa prece para que Deus te ilumine, te abençoe e te fortaleça, te dê saúde e sabedoria na missão como nosso Bispo Diocesano por intercessão de Nossa Senhora do Rosário!

Pe. Eliel de Oliveira Venâncio

Pároco

Padre Eliel Venâncio da Paróquia de São João Batista dá as boas vindas ao novo Bispo de Paranaguá

Depois da morte de Dom João Alves dos Santos, com o nosso Administrador Apostólico, Dom Francisco Carlos Bach, nós, diocesanos de Paranaguá, rezamos pedindo a Deus um Bispo e fomos ouvidos! Em nome de Deus e da Igreja, o Papa Francisco nomeou para a nossa querida Diocese Dom Edmar Perón. Da nossa parte, conte com a nossa acolhida, obediência e respeito!

Seja bem-vindo, nos abençoe e nos confirme na fé, Dom Edmar, IV Bispo Diocesano de Paranaguá! Conte também com a nossa prece para que Deus te ilumine, te abençoe e te fortaleça na missão como nosso Pastor, sucessor de Dom João Alves dos Santos, pela intercessão de Nossa Senhora do Rosário!
Fotos e texto: Padre Eliel

Administrador apostólico anuncia o novo Bispo da Diocese de Paranaguá

Após uma expectativa de sete meses, a Diocese de Paranaguá finalmente conheceu seu novo bispo. Em uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira, no Centro de Pastoral Dom Bernardo José Nolker, Dom Francisco Carlos Bach, Administrador Apostólico nomeado pelo Papa Francisco, anunciou a nomeação de Dom Edmar Peron como o novo líder diocesano.

A cerimônia de posse está marcada para o dia 17 de dezembro, uma quinta-feira, na Catedral de Nossa Senhora do Rosário. O anúncio foi recebido com entusiasmo pela comunidade católica, encerrando um período de incerteza e expectativa.

Diversos meios de comunicação estiveram presentes no anúncio, incluindo representantes da Folha do Litoral, Rádio Difusora, Rádio Litoral Sul FM, Rádio Terra Nativa e a Serra do Mar.

Padre André Luís Buchmann de Andrade, Chanceler da Diocese e Reitor do Santuário de São Francisco das Chagas, destacou a importância da nomeação e elogiou o trabalho de Dom Francisco Carlos Bach durante o período de administração apostólica. Ele também deu as boas-vindas a Dom Edmar Peron, destacando a expectativa positiva em torno de sua liderança.

A comunidade aguarda com expectativa as próximas ações de Dom Edmar, que agora assume a responsabilidade de guiar a diocese em seus desafios futuros.

 Clique aqui e ouça http://www.4shared.com/mp3/RIn9P9Zbce/Padre_Andr_Buchmann_-_produzid.html  


Padre Eliel Venâncio disse que toda a diocese rezava para que essa nomeação acontecesse e ela aconteceu e ele agradece à todos que estiveram em oração... Clique aqui e ouça http://www.4shared.com/mp3/sjKAxxBDba/Padre_Eliel_Venncio_-_produzid.html 

Quem fala da expectativa da chegada do novo bispo foi o padre Carlimar Gonçalves de Holanda e ele diz que todos os sacerdotes estarão à sua disposição para realizarem juntos um bom trabalho... Clique aqui e ouça http://www.4shared.com/mp3/HlFHjc9jba/Padre_Carlimar_de_Olanda_-_pro.html

Dom Francisco Carlos Bach administrador apostólico nomeado pelo Papa Francisco disse que apenas o Santo Padre é quem escolhe o bispo e cabe a ele fazer esse anúncio... Clique aqui e ouça http://www.4shared.com/mp3/K4GdOMLrce/Dom_Francisco_01_-_produzido_p.html  

Até a posse no novo bispo ele continua respondendo pela diocese... Clique aqui e ouça http://www.4shared.com/mp3/zOwVjGWPba/Dom_Francisco_02_-_produzido_p.html

Dom Francisco Carlos Bach
Fotos e texto: Edye Venancio

BIOGRAFIA DE DOM EDMAR PERON

Dom Edmar Peron nasceu em uma família de migrantes que, em busca de melhores condições de vida, no início da década de 50, desceu do oeste paulista para Maringá – PR. Ali seus pais – Leonildo Peron e Aparecida Besagio Peron – cresceram, se casaram e vivem. É o primeiro dos quatro filhos do casal. Foi batizado no mesmo ano que nasceu, na paróquia Santo Antônio de Pádua, e recebeu, das mãos de Dom Jaime Luiz Coelho, o Sacramento da Crisma, na Catedral Nossa Senhora da Glória, de Maringá, no ano seguinte.
Fez os estudos do ensino básico nos colégios Duque de Caxias e Rodrigues Alves e o ensino médio no Instituto de Educação de Maringá. Terminado o ensino médio, aos 18 anos, entrou no Seminário Maior Arquidiocesano Nossa Senhora da Glória – Instituto de Filosofia, em Maringá, onde cursou Filosofia (19831985), seguindo depois para o Seminário Paulo VI – Instituto Teológico Paulo VI, em Londrina (19861989), para os estudos de Teologia.
Depois dos sete anos de seminário, no dia 23 de julho de 1989, foi ordenado diácono, pelo mesmo Dom Jaime Luiz Coelho, Arcebispo Metropolitano, que também o ordenou Padre para a Arquidiocese de Maringá no dia 21 de janeiro de 1990. Desde então serviu a aquela Arquidiocese, realizando trabalhos em diversas Paróquias e assessorias, além de atuar na formação dos seminaristas.
Foi vigário da Paróquia Santo Antônio de Pádua, em Maringá, em 1990 e 1991 e pároco das Paróquias: Nossa Senhora do Rosário, em Floresta, de 1991 a 1994; Santa Rosa de Lima, em Iguatemi, de 1996 a 1997; Sagrado Coração de Jesus, em Nova Esperança, em 1998 e 1999; e Cristo Ressuscitado, em Maringá, de 2002 a 2006. Foi Administrador Paroquial na Paróquia Nossa Senhora Rainha, em Atalaia, em 1998 e 1999. Colaborou com outras paróquias, especialmente no período em que participou da equipe de formadores dos seminaristas da Arquidiocese de Maringá, por 10 anos.
No 2000, foi enviado a Roma, por Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, para realizar estudos, em nível de Mestrado, em Teologia Dogmática, especialização em Teologia dos Sacramentos, até 2002.
Desde seu retorno, em 2002, foi professor de Teologia Dogmática e de Liturgia, inicialmente no Instituto Teológico Paulo VI e, posteriormente, na PUCPR – Campus Londrina. Durante seu sacerdócio atuou como membro do Colégio de Consultores e, em períodos alternados, também do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Maringá.
Dedicou grande parte de seu trabalho pastoral, durante nove anos, à Pastoral de Liturgia e Canto da Arquidiocese de Maringá. Desde 2007 tem escrito para a Revista de Liturgia, em São Paulo. Foi vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Marialva, de 2007 a 2009.
Na formação dos seminaristas, atuou por sete anos como Diretor Espiritual do Seminário de Filosofia Nossa Senhora da Glória, de 1991 a 1997, onde ele mesmo havia feito a sua formação filosófica. De 2007 a 2009 foi Reitor do Seminário de Teologia Santíssima Trindade, em Londrina.
No dia 30 de dezembro de 2009 foi nomeado pelo Papa Bento XVI para bispo-auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, sendo-lhe conferida a sede titular de Mattiana. Foi ordenado bispo, no dia 28 de fevereiro de 2010, em Maringá.  A sua ordenação episcopal aconteceu na Catedral Basílica menor de Nossa Senhora da Glória, sendo bispo ordenante Dom Jaime Luiz Coelho, 93 anos, arcebispo emérito de Maringá. Dom Anuar Battisti (arcebispo de Maringá) e o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, foram os bispos coordenandes. Uniram-se a eles outros 19 bispos, 12 do Paraná e 7 de São Paulo*.
Tomou posse do Ofício de Bispo auxiliar de São Paulo no dia 14 de março de 2010, sendo imediatamente nomeado Vigário Episcopal para a Região Belém. Assumiu outros encargos em nível arquidiocesano, dentre os quais, bispo referencial para a liturgia e a formação dos futuros presbíteros e Vigário Geral da Arquidiocese.
Junto Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, é membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia desde 25 de junho de 2011.
E hoje, 25 de novembro de 2015, foi nomeado pelo Papa Francisco, Bispo de Paranaguá – PR.

 “Eis que venho, ó Pai, para fazer a tua vontade”
(Hb 10,7)





São Paulo, 25 de novembro de 2015.


Mensagem aos diocesanos 

Queridos Presbíteros, Religiosas, Leigos e Leigas,
Irmãos e Irmãs da Diocese de Paranaguá:
“A paz esteja com vocês!”

Às portas do Ano Santo da Misericórdia, o Santo Padre, o Papa Francisco, nomeou-me Bispo desta Porção do Povo de Deus, a Diocese de Paranaguá; missão que acolhi com alegria e não sem temor. Retomando Santo Agostinho, o grande bispo africano, sinto alegria porque, “com vocês, sou cristão”, e, temor, porque “para vocês, sou bispo”.
Entro em uma caminhada! Nossa Diocese de Paranaguá já completou 53 anos de existência – 21 de junho de 1962 –, porém, muitas de suas comunidades surgiram há mais de séculos. Que bonito! Quantas pessoas aqui viveram e testemunharam sua fé católica! Desconheço os seus nomes, os quais, certamente, estão inscritos no Livro da Vida. Mas quero, hoje, recordar três desses irmãos: Dom Bernardo José Nolker, CSsR (1963-1989), Dom Alfredo Ernest Novak, CSsR (1989-2006), Dom Frei João Alves dos Santos, OFMCap (2006-2015). Pastores dedicados e amados! Deus seja louvado pelo ministério episcopal de cada um deles. Não fui enviado para substituí-los, mas para sucedê-los, isto é, para continuar o trabalho.
Quando a Diocese de Paranaguá completaria 3 anos, eu nascia nas terras vermelhas do norte do Paraná, em Maringá (04 de março de 1965): lá fui feito cristão (Batismo-Crisma-Primeira Eucaristia), e presbítero (21 de janeiro de 1990). Servi à Arquidiocese de Maringá durante felizes 20 anos, até que no dia 28 de fevereiro de 2010, quando, em uma bela celebração, presidida por Dom Jaime Luiz Coelho (que completaria 94 anos!) e da qual participaram Dom João Alves e Dom Francisco Carlos, fui ordenado Bispo para auxiliar o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo. Deste modo, quis Deus, que também eu viesse de São Paulo para cá. Eis-me aqui! Sim, “eu disse: Eis-me aqui, ó Deus para fazer a tua vontade” (Hb 10,7).  Ut faciam voluntatem tuam!
Na arquidiocese de São Paulo e, especificamente na Região Episcopal Belém, a qual aprendi a amar profundamente, vivi meus primeiros anos de bispo, junto com Dom Odilo e os seus Bispos auxiliares, os Presbíteros e os Diáconos, as Religiosas e os Religiosos, os Leigos e as Leigas, aos quais agradeço de coração a acolhida, o carinho, a amizade a dedicação na corresponsabilidade pastoral.
A Dom Francisco Carlos Bach, agradeço de coração a dedicação a essa diocese como Administrador Apostólico e, muito especialmente, o modo tão fraterno como tem me acolhido. Com ele, depois da morte do querido Dom João, as comunidades rezaram pedindo um bispo. Suplicaram a Jesus Cristo, o Bom Pastor, que olhasse para as “necessidades pastorais” desta Diocese e lhe desse a “feliz presença” do Bispo Diocesano; que, guiada pelo Espírito Santo, a Igreja o escolhesse para ser “um servidor do Evangelho” e para, com sabedoria, andar com vocês “pelos caminhos da vida, em unidade e comunhão”.
Essa bela oração me indicou algumas das expectativas em relação ao Bispo recém eleito: que seja atento às necessidades pastorais da Diocese; que acolha com docilidade o Evangelho, e dele se faça servo; que ande sempre pelos caminhos da comunhão e da unidade. Que meta bonita e exigente!
Permitam-me, ainda, em comunhão com outro Francisco, o Papa, acrescentar à nossa Diocese o desafio de ser uma Igreja “em saída”. “Todos, diz o Papa, somos chamados a esta nova «saída» missionária. Cada cristão e cada comunidade haverá de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar este chamado: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho”. Essa abertura missionária nos encherá de uma profunda alegria, pois, afirma Francisco, “a alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária” (Evangelii Gaudium, nn. 20-21)
Saúdo, também, com cordial afeto, os irmãos e irmãs de outras igrejas cristãs, e aqueles que pertencem a outras tradições religiosas, as autoridades civis e militares, bem como as pessoas que não creem em Deus; estejamos bem unidos em tudo aquilo que seja a favor dos homens e mulheres das nossas cidades: melhores condições de moradia, de escola e de saúde, defesa do que é justo, empenho contra a corrupção... nessas causas, repito, estejamos unidos!
Rezemos, irmãos e irmãs, uns pelos outros, para que, sustentados pela graça de Deus, possamos tornar nossa diocese – paróquias, comunidades, associações e movimentos – “um oásis de misericórdia” (Misericordie Vultus, n. 12).
Confio-me aos cuidados maternais de Maria, Mãe de Deus, aqui invocada como Nossa Senhora do Rosário – e também com outros títulos de confiança e devoção – para que interceda por mim e por todos vocês, seus filhos e filhas.
A todos abençoo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.



+ Edmar Peron

Bispo eleito de Paranaguá

II Acampamento Jovem da Diocese de Paranaguá em Campina Grande do Sul

  • Campina Grande do Sul foi palco, nos dias 25 a 27 de setembro, do II Acampamento Jovem da Diocese de Paranaguá, evento que reuniu mais de 150 jovens de diversas cidades da diocese. O encontro, além de proporcionar momentos de diversão e brincadeiras, teve como objetivo principal fortalecer a comunhão entre a juventude diocesana.

    Organizado em consonância com o apelo do Papa Francisco para promover a "cultura do encontro", o evento buscou também cultivar a espiritualidade cristã entre os participantes, inserindo-os ativamente na vida e no protagonismo da Igreja Católica particular da região.

    Amauri Junior, um dos organizadores, destacou a importância do evento: "Significa que a Igreja não é apenas uma instituição, mas sim a esposa de Cristo, viva e renovada a cada jovem que, como os apóstolos, responde ao chamado de Deus e se deixa guiar pelo amor. Jesus não nos priva de nada, pelo contrário, multiplica o que somos e o que devemos ser no mundo."

    O Papa Francisco tem incentivado os jovens globalmente a serem revolucionários, e o acampamento se apresenta como uma resposta concreta desse compromisso social e religioso.









  • Fotos: Marcelo Santos