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Estratégias para melhorar a mobilidade urbana de Paranaguá são discutidas em reunião

Avenidas Senador Atílio Fontana e Ayrton Senna da Silva,foram alguns dos locais citados durante o encontro


Nessa segunda-feira (24), o prefeito Adriano Ramos e o chefe de Gabinete, André Ferruci estiveram em Curitiba reunidos com o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex e o deputado estadual, Hussein Bakri.

A reunião contou ainda com a presença de representantes de empresas instaladas em Paranaguá, sendo eles: Leandro Klaus (Delta/ BR Fértil), Fábio Martins Jorge (Cattalini), Osvaldo Inácio da Silva Júnior (Pasa), Rafael Stein Santos (TCP), Hemerson Costa (Fertipar), Rivadavia Simão (Rocha), Tony Herbert Zugliato (Granelmar), Claudino Ribeiro (Granelmar) e Márcio Rocha (Cattalini). Também esteve presente Eloir Martins, presidente da Associação Comercial Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap).

“Tratamos de assuntos importantes na reunião, como a Avenida Senador Atílio Fontana, essa via que vai trazer pleno desenvolvimento para a região onde está instalada e para o setor industrial como um todo. Fomos ver de que forma o governo do estado pode contribuir com essa importante obra, além disso, falamos sobre a EPR, concessionária responsável pelo pedágio. Também aproveitamos a oportunidade, para obtermos mais informações sobre a obra da Avenida Ayrton Senna da Silva, a qual, quando concluída, possibilitará uma eficaz mobilidade urbana em nossa cidade”, explica Adriano Ramos.

Ainda segundo o prefeito, já está prevista uma nova reunião junto ao deputado Hussein Bakri, secretário de Infraestrutura, Sandro Alex e representantes da concessionária EPR.





Fonte: PMP

Jornalista: Andressa Urbick / Fotos: Vanessa Yared

Prefeitura, empresários e caminhoneiros discutem soluções para as filas de caminhões em Paranaguá


Paranaguá convive com inúmeras filas de caminhões há muito tempo. E, com o objetivo de discutir soluções para que esse problema seja resolvido de modo eficaz, as Secretarias de Urbanismo e de Segurança da Prefeitura de Paranaguá se reuniram na sede da Associação Comercial, Industrial e Agrícola (Aciap) na manhã desta terça-feira (11) com empresários, caminhoneiros, vereadores e representantes da sociedade civil. O prefeito Adriano Ramos, acompanhado da vice-prefeita Fabiana Parro, reconheceu o trabalho dos caminhoneiros e dos empresários que são os geradores de empregos numa cidade que bate recordes pelo porto. “Eu estou prefeito e tenho algumas metas pré-estabelecidas. Resolvemos diversas situações que estavam paradas, paralisadas na Prefeitura há muitos anos. E queremos resolver essa questão também”, afirma o prefeito.

Adriano Ramos ainda pediu aos secretários de Segurança, Francisco Nóbrega, e de Urbanismo, Luiz Augusto Pellegrini, para criarem um conselho com o objetivo de discutir esses assuntos. “Nós queremos formar um conselho de representantes de empresários e caminhoneiros, pois quem gera empregos nessa cidade tem o nosso respeito e os caminhoneiros não podem ser penalizados, não podem ser multados porque eles não têm para onde ir e nem onde ficar. Então, temos que respeitar essa categoria, da mesma forma que respeitamos os empresários. Temos que viver em harmonia para o bem da cidade e queremos que todos trabalhem com segurança e tranquilidade”, pondera Adriano Ramos. “Vamos trabalhar também no sentido de que possamos fazer o nosso próprio licenciamento e já começamos a trabalhar nisso”, expõe o prefeito.

De acordo com a Agência Estadual de Notícias (AEN-PR), Paranaguá convive diariamente com uma média de 1,2 mil caminhões por dia. Uma média de 25 empresas alegam ter pátio - essa que é uma condição para receberem o alvará de funcionamento -, entretanto com o início da lei do sistema "empresa fácil", a Prefeitura precisa deferir a consulta prévia para fazer a fiscalização após a emissão do alvará. Todas as empresas que não possuem pátios adequados foram notificadas, contudo está sendo feita uma operação de fiscalização naquela região novamente. “Existem vários fatores, como a falta de organização nas operações. A quebra de equipamento de um terminal pode prejudicar a operação de vários outros, é preciso analisar caso a caso”, esclarece o secretário Luiz Augusto.

O secretário de Urbanismo ressaltou a importância de discutir com todos esse tema e lembrou a situação vivida na Avenida Senador Atílio Fontana. “Nós precisamos organizar os congestionamentos das vias. Existe uma lei que precisa funcionar. Os terminais têm que apresentar espaço interno para os caminhões e não fazer das vias de acesso locais de estacionamento. Recebemos muitas mensagens de apoio logo após a reunião porque há muitos anos, o município não se aproxima dos empresários e caminhoneiros com o objetivo de ajudá-los e a gente vai conseguir”, garante e sugere: “Precisamos buscar uma solução a curto prazo para que o trânsito flua e uma possibilidade é que a inciativa privada posa criar um pulmão, como chamamos, um local para que possam aguardar até serem recebidos pelas empresas e evitar congestionamentos.”

De acordo com o secretário de Segurança, Francisco Nóbrega, a Guarda Civil Municipal (GCM) tem feito o seu papel e o número de notificações caiu comparando com a do ano passado. “Sempre ressaltamos a importância de trazer a GCM para perto da população e assim foi feito com o caminhoneiro. Falando em números, as notificações caíram mais da metade em comparação com 2024. A Guarda está todos os dias trabalhando para agilizar as situações de trânsito na Atílio Fontana e na área portuária”, explica o secretário. “Discutir esse assunto é importante para que seja encontrado uma solução que venha de encontro aos anseios da população, dos empresários e dos caminhoneiros. A cidade cresceu e estrangulou o nosso trânsito e a ideia é que esse conselho, com esses profissionais realize algo concreto para ajudar a nossa cidade”, observa Nóbrega.

Para o diretor de Assuntos Portuários da Aciap, Fábio Jorge, essa parceria encontrará uma solução. “A gente tem uma dificuldade grande de caminhões parados na rua, os acessos também difíceis, são mal sinalizados e com essas ações que o prefeito Adriano está fazendo junto com o secretário Guto, demais empresas e com os caminhoneiros para encontrar uma solução vem num sentido bom”, elogia.

Segundo o gestor da Delta Porto Armazenagem e consultor na BRFértil Fertilizantes, Leandro Klaus, a reunião foi fundamental para abordar o tema. “Os caminhoneiros precisam dos terminais, assim como os terminais precisam dos caminhoneiros e ter um canal de discussão único com a prefeitura é positivo. Afinal, Paranaguá é uma colcha de retalhos, não foi planejada e hoje temos essa falta. O presente que temos é de se pensar em planejar e isso dá trabalho, é difícil fazer gestão pública aqui e corrigir é mais caro ainda, mas queremos ajudar a Prefeitura”, finaliza.
Produzido por Edye Venancio








 

Fiscalização revela problemas logísticos e falta de estrutura para caminhões no Jardim Iguaçu

Na tarde de ontem (23), uma fiscalização foi realizada no bairro Jardim Iguaçu para apurar as razões das extensas filas de caminhões que impactam a rotina dos moradores. Durante a vistoria, ficou evidente que o problema vai além da presença dos motoristas, que chegam de diferentes regiões para descarregar nos armazéns locais.

Em contato com uma empresa da região, foi identificado que a origem das filas está na falta de uma logística eficiente, com a chegada desordenada de caminhões de diversas transportadoras. Essa situação resulta em

centenas de veículos estacionados nas vias públicas, aguardando para realizar o carregamento.

Outro fator agravante apontado por caminhoneiros e gestores de um pátio com capacidade para mais de 200 veículos é a escassez de espaços adequados para o estacionamento de caminhões vazios. Sem locais apropriados, os motoristas são obrigados a ocupar as ruas, complicando ainda mais o trânsito na região.

A Guarda Civil Municipal (GCM) tem atuado

para minimizar os impactos, oferecendo suporte tanto para os motoristas quanto para as empresas, e buscando alternativas para melhorar o fluxo de veículos. No entanto, apesar dos esforços, as medidas paliativas não têm sido suficientes para solucionar o problema de forma definitiva.

Diante desse cenário, a necessidade de investimento em uma área de estacionamento adequada e com capacidade para atender a alta demanda se torna urgente. A situação exige ações conjuntas entre o poder público, empresas e transportadoras, com o objetivo de melhorar a logística e garantir uma melhor qualidade de vida para os moradores.

A GCM reafirma seu compromisso em colaborar com soluções para a questão e reforça a necessidade de iniciativas estruturais para resolver o problema de maneira definitiva.

Guarda Civil Municipal, juntos por uma cidade mais segura.

Contato: (41) 3721-1846

filas de caminhões, Jardim Iguaçu, logística, trânsito, caminhoneiros, estacionamento, GCM, transporte, Paranaguá, infraestrutura,  GCM-PGUÁ

Texto: Jornalista Edye Venancio

Fonte: GCM-PGUÁ

Movimentação do Porto de Paranaguá cresce o dobro da média nacional

A movimentação de cargas do Porto de Paranaguá cresceu praticamente o dobro da média dos portos brasileiros em 2017. Enquanto o porto paranaense teve um aumento de 14,2% nas suas operações, a movimentação nos demais terminais subiu, na média, 8,3%. Os dados consolidados foram divulgados na segunda quinzena de fevereiro pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Em números totais, o Porto de Paranaguá importou e exportou 51,5 milhões de toneladas de carga entre janeiro e dezembro de 2017. No total, todos os portos brasileiros somados movimentaram 1,08 bilhão de toneladas de cargas. 

A movimentação do porto paranaense também é superior a de todos os cinco maiores portos públicos do Brasil (que representam mais de 70% da movimentação total de terminais públicos). O Porto de Santos (SP), por exemplo, registrou alta de 9,9% em relação ao ano anterior; e Rio Grande (RS), 8,5%, segundo os dados da Antaq. “Os produtores rurais, as cooperativas e as indústrias não só do Paraná, mas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, reconheceram as melhorias operacionais do Porto de Paranaguá nos últimos anos. Este aumento expressivamente superior em relação aos demais portos do Brasil confirmam a confiança que os usuários têm em movimentar suas cargas por Paranaguá”, afirma o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho

Desde 2011, o Porto de Paranaguá já investiu R$ 624 milhões em projetos e obras para melhorias operacionais. A reforma do cais permitiu operações maiores e mais pesadas e a troca dos shiploaders incrementou em 33% a capacidade de embarque do Corredor de Exportação, que bateu recorde de movimentação em 2017 também, com 17,4 milhões de toneladas escoadas. Outro diferencial foi a dragagem dos canais de acesso e berços de atracação do porto. Foram quatro campanhas de manutenção e uma de aprofundamento, que garantiram maior produtividade do terminal. Segundo o anuário estatístico da Antaq, só de 2016 para 2017, por exemplo, o volume médio por navio de soja aumentou de 56 mil toneladas para 59,9 mil toneladas. 

“Quanto mais carregado um navio pode sair do Porto de Paranaguá, menores os custos para quem opera por ele e, consequentemente, para o público consumidor que está na ponta desta cadeia”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino. Segundo ele, isso comprova que os benefícios do avanço operacional no porto beneficiam não só seus usuários diretos, bem como a população em geral, consumidora de alimentos, produtos industrializados e materiais em geral.

EVOLUÇÃO – O crescimento na movimentação de vários produtos também foi superior no Porto de Paranaguá em comparação aos demais portos brasileiros.

O embarque de soja, principal commodity agrícola exportada pelo Brasil e por Paranaguá, teve crescimento de 32% na média nacional e de 43% no porto paranaense.
A movimentação de cargas gerais, que geralmente são produtos de maior valor agregado e que envolvem uma cadeia produtiva mais complexa, cresceu 7,6% na média nos portos brasileiros e 8,2% em Paranaguá.
Já a operação de granéis líquidos teve uma diferença ainda maior. No Brasil, o aumento foi de 3,8% e no Porto de Paranaguá foi de 28%, sete vezes superior à média nacional. Dentro desse grupo de cargas, a movimentação de derivados de petróleo em Paranaguá também foi um destaque: 34% de alta enquanto os demais portos tiveram crescimento de 3%.

Confira o relatório da Antaq pelo link http://portal.antaq.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/20180112_Anu%C3%A1rio_2017_v4-4-vers%C3%A3o-final.pdf





Fonte: APPA
Fotos: Ivan Bueno











Alunos de faculdade de São Paulo conhecendo um pouco da nossa cidade e do Porto de Paranaguá

No último sábado, alunos do Curso de Administração da Faculdade FNC Carapicuíba-SP tiveram a oportunidade de conhecer de perto as operações do Porto Dom Pedro II e discutir questões relacionadas à administração portuária e logística. O encontro, marcado por uma mini aula ministrada por Leandro Klaus, chefe da divisão comercial da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), ocorreu na Praça Newton D. de Souza.

"Foi gratificante receber pessoas de outros estados, alunos de faculdade interessados nas questões que envolvem o porto. Achei interessante a curiosidade deles, procurei responder de uma maneira bem objetiva e clara para que eles levassem daqui essas informações sobre o nosso porto e a nossa cidade", afirmou Klaus.

Após a palestra, os estudantes seguiram para a Ilha do Mel, onde puderam desfrutar dos encantos naturais da região. No entanto, a visita também evidenciou questões sociais e urbanas em Paranaguá. Moradores da cidade cobram a preservação dos casarios antigos e clamam por uma maior atuação do poder executivo na revitalização urbana. Apesar das expectativas, pouco tem sido feito nesse sentido, deixando a comunidade local na espera por mudanças concretas. Infelizmente muitos acabam levando a imagem de uma cidade parada no tempo e sem representante na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal de Paranaguá que clamem pela revitalização dos seus principais pontos turísticos, atraindo assim mais e mais turistas.


Texto: Edye Venancio
Fotos: Leandro Klaus

Mais um moderno carregador de navios começa a operar no Porto de Paranaguá

Entrou em operação nesta terça-feira (20) mais um moderno shiploader, o terceiro de quatro equipamentos adquiridos pelo Governo do Estado para agilizar o carregamento de navios no Porto de Paranaguá. A governadora em exercício, Cida Borghetti, acompanhou o início da operação. Junto com o secretário Chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, e o presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, Cida também vistoriou a reforma do cais e as obras de reestruturação e modernização do Corredor de Exportação.O investimento na aquisição dos quatro novos shiploaders foi de R$ 59, 4 milhões, feitos com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Dois deles começaram a operar em março deste ano. O terceiro equipamento estava sendo montado, passou pela fase de testes e entrou em operação nesta terça-feira, no Berço 214 do Corredor de Exportação.

“Os novos equipamentos representam aumento da produtividade e de riquezas. Eles simbolizam a nossa fé em um Paraná ainda mais dinâmico e mais exportador, preparado para os desafios do século XXI”, afirmou Cida Borghetti. Ela disse que os investimentos reforçam o Porto de Paranaguá como referência positiva, em nível mundial. “Estudos apontam que a modernização feita nos últimos quatro anos faz a diferença e coloca o terminal paranaense como um dos mais importantes da América do Sul e o primeiro do país em exportação de grãos”, afirmou. 

Cida ressaltou que a infraestrutura é o tema do momento e que o Paraná vem dando bons exemplos. Ela mencionou o Trem Pé Vermelho, que ligará as regiões metropolitanas de Londrina (Norte) e Maringá (Noroeste). Já foi aberta a chamada para a realização de estudos e projetos do empreendimento. “O governo Beto Richa pensa o Paraná do futuro, conversa com a sociedade organizada e com o setor produtivo de maneira a modernizar o Estado e atender a todas as demandas”, afirmou a governadora. 

MAIS CAPACIDADE - Cada novo carregador de navio pode operar a uma velocidade de 2 mil toneladas por hora, enquanto que os carregadores antigos tinham capacidade de 1,5 mil toneladas pro hora. 

Os novos equipamentos irão ampliar em 33% a produtividade do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá e ampliar a capacidade de carregamento para a próxima safra de grãos. 

“Após conseguirmos ordenar a descarga dos grãos, equilibrar o fluxo de caminhões e zerar as filas, investimos na modernização do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

Para o secretário Chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, os investimentos no Porto de Paranaguá representam o resgate de um importante ativo do Paraná. “Durante muitos anos o Porto ficou em descompasso com a realidade do desenvolvimento do País e, em especial, com o que o Paraná deveria representar no Brasil. Os investimentos dos últimos anos foram significativos. O governo Beto Richa aposta no Porto de Paranaguá para alavancar o desenvolvimento do Estado e os resultados tem sido importantes”, afirmou ele. 

TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE - Além de mais rápidos, os novos shiploaders também possibilitarão o carregamento de navios de grande porte, já que possuem uma lança bem mais comprida. Cada lança tem 36 metros de comprimento a partir do trilho - 10 metros a mais do que os antigos carregadores adquiridos na década de 70.
“Isso proporciona um alcance maior para carregar os navios, permitindo que embarcações de grande porte possam atracar em Paranaguá”, explicou Luiz Henrique Dividino. “As lanças dos shiploaders também são mais altas do que as dos antigos carregadores, possibilitando o atendimento de maiores navios sem nenhuma restrição”, disse ele. 
“Os ganhos de produtividade são bastante importantes quando consideramos a disponibilidade de equipamento, o aumento da velocidade do carregamento, a melhoria da qualidade das receitas e, principalmente, o atendimento aos usuários que é o principal objetivo da Appa”, enumerou Dividino. 

MEIO AMBIENTE - Outra novidade está relacionada com a proteção ambiental. Os novos shiploaders são projetados para operar em harmonia com o meio ambiente, pois possuem um sistema de captação de pó que reduz a emissão de partículas no ar durante o carregamento de navios com produtos como, por exemplo, soja e farelo de soja. 

O equipamento também tem gerador próprio, possibilitando o recolhimento da lança e a sua movimentação sobre os trilhos em caso de queda de energia. “Vamos reduzir o tempo de embarque e o custo de transporte marítimo, vantagens fundamentais no competitivo cenário logístico do comércio exterior de hoje”, afirmou o presidente da Appa. 

INVESTIMENTO E RECORDE – O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá foi ativado em 1973 e até então havia recebido investimentos apenas nos anos de 1996 e 1999, quando foi dado início ao Plano de Remodelação e Repotenciamento do Complexo.

Nos últimos quatro anos e dez meses o Governo do Estado investiu R$ 939,9 milhões e, neste ano, o Porto de Paranaguá bateu recordes de produtividade. No mês de junho de 2015, a unidade de Paranaguá exportou 1,92 milhão de toneladas de grãos - volume que corresponde ao maior já movimentado em um mês pelo Corredor de Exportação desde maio de 2011, quando foram exportadas 1,81 milhão de toneladas.

A movimentação dos primeiros seis meses do ano também foi a maior da história para o período. Foram escoadas 8,48 milhões de toneladas de grãos pelo Corredor de Exportação. Outro recorde alcançado em 2015 no Porto de Paranaguá foi o de produtividade diária. O berço 214 do Corredor de Exportação, ao longo de 24 horas, embarcou 50,5 mil toneladas de soja, batendo a maior marca anterior que era de cerca de 40 mil toneladas. Os shiploaders tiveram produção efetiva de 1,206 mil toneladas por hora no período. 


PRESENÇAS - Participaram da visita o prefeito de Paranaguá Edison de Oliveira Kersten, e os prefeitos João Domero, de Antonina; Edgar Rossi, de Pontal do Paraná; Eduardo Dalmoura, de Matinhos, e Helder Teófilo dos Santos, de Morretes. Também participaram o deputado Tião Medeiros dirigentes das empresas arrendatárias de terminais no Porto de Paranaguá. 





Fonte: AEN

Alunos do Senac assistem palestra e vistam o Porto de Paranaguá

Na manhã desta quinta-feira, o auditório da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) recebeu alunos do curso de "Aprendizagem Serviço de Vendas - Introdução à Administração Mercadológica e Logística Aplicada ao Comércio" do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A visita foi coordenada por Leandro Klaus, diretor da divisão comercial da APPA, que apresentou uma palestra detalhada sobre o funcionamento do porto, abordando as melhorias implementadas, adaptações para oferecer melhores serviços a investidores, importadores e exportadores, além de estratégias para atrair mão de obra e serviços.

Os alunos puderam conhecer a infraestrutura dos portos de Paranaguá e Antonina, entendendo os processos de exportação e importação de produtos como grãos, veículos e fertilizantes. Leandro Klaus, com 19 anos de experiência na área portuária, compartilhou também sua trajetória profissional, inspirando os estudantes ao relatar os desafios superados até alcançar uma posição de destaque na administração portuária.

A visita incluiu um tour pela faixa portuária, onde os alunos, muitos dos quais desconheciam esse ambiente, ficaram impressionados com a operação do porto. Durante o percurso de ônibus, Klaus respondeu a perguntas e esclareceu dúvidas, tornando a experiência ainda mais enriquecedora.

A atividade foi altamente produtiva, proporcionando aos alunos um conhecimento aprofundado sobre o porto e motivando-os a se dedicarem em suas futuras carreiras.

Porto de Paranaguá, APPA, Senac, visita técnica, logística, exportação, importação, Leandro Klaus, administração portuária, infraestrutura portuária, educação profissional, grãos, veículos, fertilizantes, inspiração profissional.


                                                       
                        Fotos e texto: Edye Venancio










Imbróglio no Porto de Paranaguá trava investimentos e concessões

O Porto de Paranaguá ficou de fora da lista da Secretaria dos Portos (SEP), divulgada no fim de agosto, que autoriza a elaboração de 28 Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs) para o arrendamento de terminais em quatro portos públicos brasileiros. É mais um golpe para o porto paranaense, que precisa aumentar a capacidade de movimentação para não perder ainda mais espaço para os vizinhos Rio Grande (RS) e São Francisco do Sul (SC), que vêm se consolidando como alternativas no escoamento de grãos na região Sul.
Segundo o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, a decisão da SEP em excluir Paranaguá da lista deixou a administração apreensiva. “Isso foi uma decisão interna. Não sei se por descuido, mas o Paraná foi esquecido. Não tenho dúvidas de que não tem como enxergar projetos nos dois estados vizinhos de Paranaguá [Santos e São Francisco do Sul] e deixar o Paraná de fora”, afirma.
A nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL) pretende arrendar seis terminais em Paranaguá, dos quais cinco são áreas livres e um tem arrendatário. O porto paranaense está no segundo bloco do programa de concessões do governo federal, mas a Appa tinha expectativa de acelerar o processo e conseguir que os leilões fossem realizados ainda neste ano.
Também no fim de agosto, uma ação ajuizada pela Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap) conseguiu o adiamento das audiências públicas para revisão das poligonais dos dois portos paranaenses (Antonina e Paranaguá), um dia antes do primeiro encontro no litoral.

Ainda não há nova data para as audiências. Segundo a SEP, a previsão é que haja manutenção de todo cronograma proposto para o andamento do processo.
Um dia depois, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com um agravo em segunda instância no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4). Embora a desembargadora federal Vivian Josete Pantaleão Caminha tenha reconhecido, em sua decisão, que os estudos poderiam ser feitos posteriormente às audiências públicas, os encontros não puderam ocorrer devido à falta de prazo.Na ação, a Aciap pediu o adiamento baseada na falta de estudos técnicos sobre os efeitos da alteração da área de abrangência. A decisão em favor da associação foi expedida pelo juiz federal Guilherme Roman Borges, da 1.ª Vara Federal de Paranaguá.

Problemas

Além de travar a vinda de novos investimentos, o imbróglio envolvendo Paranaguá coloca em lados opostos entidades que representam a indústria e o agronegócio (juntamente com as autoridades portuárias), favoráveis à alteração na área de abrangência do porto, e representantes dos trabalhadores da região, que são contra a mudança. Eles pedem mais estudos para avaliar os impactos econômicos da medida.
A poligonal é a área de abrangência de um porto público, normalmente maior do que o espaço efetivamente ocupado por ele. Geralmente engloba, além do cais do porto, os terrenos destinados à atividade portuária, onde ficam depósitos e escritórios. E também áreas para eventual expansão.
As companhias que operam dentro da poligonal têm de se submeter a diversas regras, como a contratação de mão de obra de estivadores avulsos apor meio dos TPAs (Trabalhadores Portuários Avulsos). A mudança abre caminho para investimentos privados sem as exigências legais próprias dos territórios portuários.
Fonte Gazeta do Povo
Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Patrulha da limpeza do Porto de Paranaguá será intensificada

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, debateu nesta sexta-feira (7), em Paranaguá, com a Comissão de Assuntos Portuários da Câmara de Vereadores de Paranaguá e representantes da Prefeitura o andamento dos trabalhos da Patrulha da Limpeza. O projeto foi proposto pela comissão de vereadores e que está sendo executado nas imediações do Porto de Paranaguá para garantir a limpeza das vias de acesso ao Porto. 

Richa Filho explicou que, a partir de 2014, a limpeza das vias nas imediações do Porto de Paranaguá será intensificada. A Patrulha da Limpeza, um trabalho em conjunto entre a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e Prefeitura de Paranaguá, e que está promovendo a limpeza periódica das principais ruas que têm tráfego pesado de caminhões, ganhará reforço de mais duas máquinas contratadas pela Appa. Além disso, a Appa está formatando um trabalho em conjunto com os operadores portuários para garantir que a limpeza ocorra de forma constante. 

“Esta mobilização mostra a importância que a cidade de Paranaguá tem para o governo do Estado. Estamos discutindo como podemos integrar todos os órgãos, trabalhar em conjunto para minimizar os impactos da atividade portuária sobre a cidade”, afirmou Richa Filho. 

O secretário municipal de Meio Ambiente, Marcelo Roque, afirmou que já é possível observar uma mudança de postura das empresas que atuam no sistema portuário. “Estamos adequando uma série de termos de ajustes de conduta e temos percebido que, pela primeira vez, as empresas parecem estar preocupadas com Paranaguá. Tenho certeza que isso é reflexo do trabalho realizado pela Patrulha”, explicou Roque.                                                        
O superintendente dos Portos, Luiz Henrique Dividino, disse que a Appa está trabalhando agora na conscientização e mobilização das empresas. “Já realizamos duas reuniões com as empresas que movimentam grãos e fertilizantes e estamos cobrando uma ação de cada uma delas. Acreditamos que se cada empresa se responsabilizar pela limpeza da sua área, garantir que os caminhões saiam limpos dos terminais e delimitem áreas para a realização das varreduras, a situação irá melhorar bastante. Da nossa parte, estamos trabalhando na concretagem das vias principais. Duas já foram concluídas, restam oito”, explicou Dividino. 

PATRULHA – Até agora, duas ruas foram completamente limpas pela patrulha. Duas máquinas da Appa são utilizadas no processo e outras duas estão sendo contratadas para intensificar os trabalhos em 2014. A prefeitura participa do processo com a mão de obra e um caminhão. Durante a reunião, ficou acordado que a ciclovia da Bento Rocha – que estava encoberta pela sujeira e apareceu depois do trabalho da Patrulha – será repavimentada pelo DER, que é responsável pela via. 

Fonte: AEN