Moradores da Baixada do Canarinho na Ilha dos Valadares pedem SOCORRO!
Pacientes com suspeita de dengue devem se dirigir aos postos de saúde ou ao PA da Baduca
Associação de Catadores e Recicladores Nova Esperança na Ilha dos Valadares sente-se excluída em Paranaguá
A Ilha dos
Valadares, lar de cerca de 30 mil habitantes, enfrenta diariamente um desafio
significativo: a gestão de uma quantidade substancial de resíduos sólidos.
Neste cenário, a Associação de Catadores e Recicladores Nova Esperança,
localizada no bairro 7 de Setembro, mantém incansavelmente seu árduo trabalho
de separação de materiais recicláveis, como plástico, papel, vidro, sucatas,
entre outros. Esses trabalhadores desempenham um papel vital na redução da
pegada ambiental da ilha, contudo, a associação carece de uma melhoria
essencial que depende das autoridades locais.
Silvia Paszko Zuzi, a responsável pela associação, relata uma batalha de seis anos para que a coleta diária de recicláveis na ilha se tornasse uma realidade. Até o momento, a promessa do atual secretário do meio ambiente de fornecer um caminhão para esse fim ainda não se concretizou. A associação e seus membros se sentem excluídos e buscam, primordialmente, as condições para desempenhar o seu importante trabalho.
Silvia Paszko Zuzi
afirmou: "Nós brigamos há seis anos para que a coleta seja realizada na ilha, mas a promessa do atual secretário do meio ambiente de que vai mandar um
caminhão para fazer isso diariamente ainda não aconteceu. Nós, da associação,
nos sentimos excluídos. Queremos apenas realizar o nosso trabalho."
A importância da
coleta regular de recicláveis na Ilha dos Valadares não pode ser subestimada.
Além de beneficiar o meio ambiente, essa iniciativa contribui para a qualidade
de vida da população local e, crucialmente, para os próprios trabalhadores do
setor.
O morador Fabio
Santos que pretende se candidatar para vereador disse que se for eleito irá
ajudar essa associação já no início do seu mandato: “Se for eleito, vou falar com o prefeito para fazer as melhorias que precisa para
continuar esse trabalho nessa associação dando todo o suporte porque eles
merecem pois são trabalhadores importantes e merece todo o meu apoio. É um
compromisso assim como asfaltar todas as ruas o bairro que é minha paixão e amor, o Sete de Setembro”.
Se o pré-candidato Fabio
Santos fará ou não, não posso afirmar, o que eu sei que é muito cedo para fazer
promessas e ficará feio se ele não cumprir.
A expectativa é que,
com a colaboração ativa dos órgãos municipais, o serviço essencial de coleta de
recicláveis na Ilha dos Valadares seja assegurado e aprimorado. No final das
contas, a principal beneficiária é a população da ilha, juntamente com os
incansáveis trabalhadores da Nova Esperança Associação de Catadores.
Prefeitura instalará semáforos em 27 cruzamentos de vias em Paranaguá

Passa para 22 os pontos de interdição de rodovias no Paraná por causa da chuvas
Ilha do Mel recebe reforço no policiamento para o “Verão Paraná” e primeiros resultados surpreendem
Jornalista PMPR
Tombamento na BR 277 Km 18 sentido litoral deixou o tráfego em meia pista na noite desta segunda-feira
Na noite de segunda-feira, um acidente na BR-277, km 18, sentido litoral causou a interrupção do tráfego por algumas horas. Um caminhão Mercedes-Benz de 5 eixos, carregado com 21 toneladas de soja e identificado com a placa ACC 2293 de São José dos Pinhais, tombou no local. O veículo estava sendo conduzido por Antônio Luiz Zenzelucki, de 52 anos de idade, residente na Colônia Muricy.
Segundo informações fornecidas pelo próprio motorista, o acidente ocorreu por volta das 21h30, quando o caminhão perdeu o controle e caiu no canteiro central da rodovia. Felizmente, Zenzelucki sofreu apenas escoriações leves.
O incidente resultou na interrupção do tráfego no sentido litoral, afetando os viajantes que se dirigiam a essa região. As autoridades competentes trabalharam arduamente para liberar a pista, o que só ocorreu por volta das 23h10.
Foto: Apenas para ilustrar o fato
Incêndio no Mercado do Café em Paranaguá
Na noite desta segunda-feira, dia 11, um incêndio repentino no Mercado do Café deixou proprietários e clientes em estado de alerta. O incidente teve início com um vazamento em um butijão de gás, o que gerou uma situação de risco.
A rápida resposta do Corpo de Bombeiros e da Guarda
Civil Municipal foi essencial para conter a situação. Assim que tomaram
conhecimento do incêndio, essas autoridades se deslocaram para o local e
começaram a agir prontamente.
No entanto, a situação ficou tensa quando inúmeras pessoas curiosas se aproximaram para obter informações sobre a causa do incêndio. A Guarda Civil Municipal foi orientada a manter essas pessoas afastadas, a fim de garantir a segurança de todos enquanto os bombeiros trabalhavam para conter as chamas.
Felizmente, não houve registro de vítimas durante o
incidente, mas o susto foi sentido por todos os presentes no Mercado do Café. A
rápida ação das autoridades foi fundamental para evitar maiores danos e
garantir a segurança no local.
Pressão popular: Carnaval que se dane, população de Paranaguá quer é saúde!
Prefeitura de Paranaguá adia carnaval para julho devido ao surto de dengue
A Prefeitura de Paranaguá, em conjunto com a Associação das Escolas de Samba de Paranaguá (AESP), o organizador do Banho à Fantasia, Haleor Moura, e o presidente da Fundação Municipal de Turismo, Rafael Gutierres, decidiram adiar o carnaval deste ano para o mês de julho. A decisão foi tomada em razão do surto de dengue que atinge o município e da crescente pressão popular.
A população de Paranaguá já manifestava preocupação com a realização do evento diante do avanço da doença, que tem sobrecarregado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais da região. A medida foi bem recebida por moradores, que destacam a importância de priorizar a saúde pública em detrimento dos investimentos nas festividades carnavalescas.
Autoridades municipais consideram o adiamento do carnaval uma ação necessária para concentrar esforços na prevenção e tratamento da dengue. O apoio popular foi determinante para a tomada de decisão, com diversas manifestações nas redes sociais em favor da medida.
Com a nova data estabelecida para julho, a expectativa é de que a festa aconteça em condições mais seguras, permitindo que a população aproveite o evento sem riscos à saúde. Enquanto isso, Paranaguá segue mobilizada no combate à dengue, unindo esforços para conter a propagação do vírus.
Banheiro imundo e muito mato no Posto de Saúde Argemiro de Félix no Santos Dumont em Paranaguá
A cidadã Mary Pyllar compartilhou imagens chocantes nas redes sociais, revelando as condições deploráveis nas quais se encontra o Posto de Saúde Argemiro de Félix, localizado no bairro Santos Dumont em Paranaguá. As fotografias, que circularam rapidamente e despertaram indignação, evidenciam um cenário que deixa qualquer pessoa enojada e envergonhada.
O descaso visível
nas imagens remete a questões cruciais de limpeza e higiene que afetam
diretamente a qualidade do atendimento aos pacientes que buscam assistência no
posto de saúde. O mato tomando conta requer que seja feito imediatamente pela
Secretaria Municipal de Meio Ambiente a limpeza do local.
A denúncia da Sra. Pyllar ecoa um clamor não apenas por melhorias naquela unidade de saúde, mas também por uma maior atenção às condições de higiene e limpeza em toda a cidade de Paranaguá. Os cidadãos estão unidos na busca por respostas e ação imediata por parte das autoridades responsáveis.
É imprescindível que
a administração local avalie e reaja a essas revelações perturbadoras,
garantindo que os postos de saúde estejam em condições adequadas para atender
aos cidadãos que deles dependem em momentos de necessidade. A comunidade exige
mais do que discursos e promessas; ela exige ações concretas para garantir um
ambiente limpo e seguro no sistema de saúde municipal.
Essas imagens, que
revelam uma realidade inaceitável, servem como um lembrete doloroso de que a
saúde pública deve ser uma prioridade máxima. O povo de Paranaguá espera
ansiosamente que as medidas necessárias sejam tomadas para restaurar a
dignidade e a higiene no Posto de Saúde Argemiro de Félix, e para que casos
semelhantes sejam prevenidos em toda a cidade. O lema que ressoa é claro:
"Que nojo, que vergonha!" – um sentimento que só pode ser superado
por ações decisivas das autoridades competentes.
Benefícios do INSS acima do salário mínimo são reajustados em 11,28%
Portos do Paraná criam o primeiro banco de dados sobre pesca nas baías de Paranaguá e Antonina
A
Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) desenvolve, de maneira
inédita, o primeiro programa de monitoramento da atividade pesqueira nos
municípios do entorno: Pontal do Sul, Paranaguá e Antonina. A ação faz parte do
Plano de Controle Ambiental do Porto de Paranaguá, condicionante prevista na
Licença de Operação emitida pelo Ibama em 2013, referente a sua regularização
ambiental. Para a organização do banco de pesca - que aponta a realidade da atividade no litoral do Paraná - em especial, na Baía de Paranaguá, funcionários realizam diariamente a coletada de dados em sete locais onde chegam os pescados que serão comercializados. Os locais monitorados são: Mercado Público de Antonina, Portinho, Praia dos Polacos, Ponta da Pita, Vila dos Pescadores de Pontal do Sul, Mercado Público de Paranaguá, Ilha dos Valadares e Vila Guarani.
Nos anos
de 2014 e 2015, o monitoramento apontou o desembarque de 636 toneladas de pescados nas comunidades onde é feita a coletada de dados, sendo 396 toneladas
de pescados em 2014 e 223 toneladas em 2015. O volume de produtos
comercializados em dúzias como, por exemplo, ostras e outros crustáceos somaram
62.229 dúzias. Entre as espécies desembarcadas pelos pescadores estão o camarão
sete barbas, pescada membeca, baiacu, tainha, camarão branco, corvina, bacucu,
carne de siri, pescada branca, linguado, bagre, pescada e salteiraConfira as Ocorrências Policiais deste final de semana em Paranaguá
Carnaval da Dengue em Paranaguá: a maioria é contra, mas há quem seja a favor do evento

A população tem inundado a Unidade de Pronto Atendimento em busca de cuidados médicos, preocupada, principalmente, com a recente chuva que atingiu a região. Além disso, a presença de lixo por toda a cidade é notória, apesar das constantes campanhas que pedem que os moradores evitem descartar resíduos de forma inadequada, respeitem os horários de coleta e realizem a limpeza de seus quintais.
Pontos de alagamento são uma ocorrência comum nesta época do ano, com áreas de água parada que se tornam locais propícios para a proliferação de mosquitos transmissores da dengue. A situação é agravada pelas chuvas intensas, como aquelas que frequentemente deixam a Avenida Maximiano da Fonseca, onde ocorrem os desfiles das escolas de samba, em condições precárias, como demonstra uma imagem de 16 de fevereiro de 2011, divulgada em um vídeo no YouTube.
Embora haja alegações de que o Carnaval seja vital
para atrair turistas à cidade, muitos contestam essa afirmação, argumentando
que a maioria dos participantes dos desfiles são residentes locais. A questão
que persiste é se o Carnaval deve ser priorizado em detrimento da saúde da
população, uma preocupação que muitos têm à flor da pele.
Triste realidade dos moradores da Ilha dos Valadares: "água na canela, só de canoa para sairmos de casa"
Os moradores da Ilha dos Valadares, especificamente
da Rua 06, Brás Pão, no Bairro Itiberê, estão indignados com a falta de
melhorias nas condições das ruas da região, que continuam alagadas após as
chuvas. A situação se torna insustentável para os residentes toda vez que o céu
despeja suas águas.
A rua em questão, juntamente com diversos becos adjacentes, permanece em
estado precário, enquanto outras áreas da ilha recebem calçamentos. A falta de
escoamento adequado da água da chuva tem resultado em alagamentos frequentes,
obrigando os moradores a enfrentar verdadeiros lamaçais sempre que chove.
"Água na canela, só de canoa para sairmos de casa. Estamos cansados disso, aqui não tem condições, não somos sapos, queremos respeito", desabafa um morador local, que enviou uma foto ilustrando a situação.
Os residentes pedem medidas urgentes por parte das
autoridades responsáveis pela ilha. Entre os principais pedidos estão o
manilhamento para o escoamento adequado da água, a reparação das bocas de lobo
danificadas e a revisão do material de calçamento utilizado, que, segundo eles,
não é adequado.
A situação é tão grave que os moradores se veem obrigados a usar canoas para sair de casa quando a chuva se intensifica. A imagem de uma senhora carregando uma criança no colo enquanto enfrenta as águas revoltas é um retrato impactante da realidade que a população enfrenta.
Este problema persistente tem causado revolta entre
os moradores da Ilha dos Valadares, que clamam por soluções imediatas e esperam
que seus representantes eleitos tomem medidas efetivas para resolver a
situação. Com as eleições se aproximando, a comunidade local deixa claro que o
futuro voto estará diretamente relacionado à capacidade dos candidatos de
promover as melhorias tão necessárias para sua qualidade de vida.
Anvisa pede que consumidor denuncie falhas de repelentes



















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