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Vice-prefeita Fabiana Parro destaca reflexão e políticas públicas no Dia da Mulher em Paranaguá



Vice-prefeita ressalta a importância de transformar a data em momento de conscientização, destacando ações do município voltadas à proteção, autonomia e valorização das mulheres parnanguaras

No Dia Internacional da Mulher, a vice-prefeita de Paranaguá, Fabiana Parro, reforça a importância que a data seja também um momento de reflexão sobre os desafios enfrentados pelas mulheres e sobre a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à proteção, igualdade e oportunidades.

Segundo ela, a programação organizada pelo Município ao longo do Mês da Mulher inclui eventos culturais, serviços de saúde, encontros de valorização feminina e ações de conscientização. No entanto, ela ressalta que o período precisa ser um divisor de águas para que a mulher tenha qualidade de vida, segurança e oportunidades diariamente.

“Existem datas que são comemoradas e existem datas que nos obrigam a refletir. O Dia das Mulheres precisa ser um desses momentos. Nós não queremos só lembranças, queremos oportunidades, igualdade, segurança e respeito todos os dias”, destacou Fabiana Parro.

Durante a reflexão, a vice-prefeita também mencionou o impacto da violência contra as mulheres no Litoral Paranaense, lembrando que os números representam mais que dados: são histórias e vidas interrompidas. Ela citou o caso recente do feminicídio que vitimou Bruna Danielle Nascimento, de 29 anos, servidora pública de Guaratuba, registrado no Litoral do Paraná.

“Quando falamos sobre violência contra a mulher, não estamos falando de estatísticas. Estamos falando de vidas reais. Cada ausência como essa, da Bruna e de tantas outras mulheres, exige responsabilidade da sociedade, das instituições e de quem ocupa espaços de decisão”, afirmou.

Fabiana Parro ressaltou que o Município tem buscado avançar em políticas públicas voltadas à proteção e também à autonomia feminina. Entre as iniciativas está a implementação inédita do Plano Municipal dos Direitos das Mulheres, que estabelece metas e diretrizes para ampliar a proteção, garantir oportunidades e fortalecer a participação feminina nas decisões públicas.

“Nosso objetivo sempre é transformar direitos em ações efetivas, garantindo mais autonomia, oportunidades e mais proteção às mulheres parnanguaras. Trabalhamos para promover a igualdade, enfrentando as desigualdades históricas e assegurando que as mulheres tenham voz, vez e poder de decisão. Esse Plano é um passo decisivo para construirmos uma Paranaguá mais justa para todas”, afirma a vice-prefeita.




Segurança e Patrulha Maria da Penha

Na área da segurança, a vice-prefeita enfatiza que a administração municipal tem como objetivo renovar a frota do transporte coletivo com monitoramento interno por câmeras, ampliando a segurança para as usuárias. “É inadmissível que em pleno 2026 as mulheres precisem estar em ambientes monitorados para se sentirem um pouco mais seguras. Porém, sabemos que a implantação das câmeras nos ônibus auxiliará a reduzir a criminalidade”, destaca.

Além disso, o reforço no efetivo da Guarda Civil Municipal, com a inclusão de 54 novos agentes, contribui para fortalecer ações de proteção, incluindo o atendimento a mulheres em situação de violência.

Ela lembra ainda, da atuação da Patrulha Maria da Penha, uma das frentes de proteção às mulheres em Paranaguá, a qual é responsável principalmente pelo acompanhamento das Medidas Protetivas de Urgência determinadas pela Justiça.

Atualmente, a Patrulha é composta por seis guardas civis municipais — três mulheres e três homens — e conta com uma viatura dedicada ao atendimento das ocorrências. A administração municipal estuda ampliar a estrutura, com a inclusão de mais uma viatura e o reforço de quatro novos agentes.




Protagonismo feminino

Outro ponto destacado pela vice-prefeita é a presença feminina na economia local. Dados do município apontam que 49,6% dos microempreendedores individuais (MEIs) de Paranaguá são mulheres, o que demonstra o protagonismo feminino no desenvolvimento econômico da cidade.

“São mulheres que empreendem, que sustentam famílias e movimentam a economia da nossa cidade todos os dias. Isso também é autonomia e liberdade”, pontuou.

Fabiana Parro reflete ainda sobre o fato de que a sociedade precisa avançar em uma mudança cultural para que as mulheres deixem de ser vistas como propriedades e passem a ocupar, de forma cada vez mais natural, espaços de liderança.

“Eu não quero ser exceção por ocupar um espaço de liderança. Quero que meninas cresçam acreditando que isso é natural. Quero respeito. Uma cidade só é verdadeiramente forte quando suas mulheres também são. Ela só avança, quando as mulheres avançam juntas”, concluiu a vice-prefeita.

Programação do Mês da Mulher da Secretaria da Mulher em Paranaguá nos próximos dias

10 de março – Blitz Educativa
Local: Semáforo da Praça dos Leões
Horário: 13h30
Parceria com a GCM Patrulha Maria da Penha

12 de março – CRAS Vila Garcia
Público estimado: 20 pessoas
Horário: 14h
Programação:
Roda de conversa
Dinâmicas de grupo

16 de março – Terminal Urbano
Parceria: SEMDIR / Grupo Mulheres do Brasil / SEMIPI
Horário: 13h30
Distribuição de materiais informativos da SEMDIR
Orientações sobre os tipos de violência contra a mulher
Mesa de orientação sobre medida protetiva
Mesa de orientação sobre Cadastro Único
Peça teatral sobre enfrentamento à violência e equidade de gênero
Apresentação cultural (voz e violão)

17 de março – Blitz Educativa
Local: Praça Ciro Abalém
Horário: 13h30
Parceria com a GCM Patrulha Maria da Penha

24 de março – CRAS Nilson Neves
Horário: 14h
Oficina temática
Palestra com Katiane (SESC)

24 de março – Blitz Educativa
Local: Semáforo do Colégio Estadual José Bonifácio
Horário: 13h30
Parceria com a GCM Patrulha Maria da Penha

26 de março – CRAS Nilson Neves
Público estimado: 30 pessoas
Horário: 14h
Oficina temática
Palestra SESC

 31 de março – Blitz Educativa
Local: Semáforo da Praça dos Leões
Horário: 13h30
Parceria com a GCM Patrulha Maria da Penha


Fonte; PMP
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Blitz educativa abre o agosto lilás em Paranaguá com ação contra violência doméstica

Iniciativa da Patrulha Maria da Penha, em parceria com a Prefeitura, Polícia Militar e Secretaria da Mulher, mobiliza motoristas e a população com panfletagem, conscientização e relatos emocionantes de vítimas do feminicídio.

Na tarde desta segunda-feira (4), a Prefeitura de Paranaguá deu início à campanha “Agosto Lilás” com uma blitz educativa realizada em frente à sede do Executivo, na Rua Júlia da Costa. A ação contou com a participação da Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Militar, Secretaria Municipal da Mulher e Poder Judiciário, teve como objetivo conscientizar a população sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Faixas com frases de impacto chamavam a atenção dos motoristas, que receberam panfletos com orientações sobre como identificar e denunciar situações de violência. A iniciativa, que leva o lema “Se souber de algum caso, denuncie”, busca reforçar o combate diário à violência contra as mulheres.

A coordenadora da Patrulha Maria da Penha, GCM Márcia Garcia, destacou a importância da ação: “Essa blitz é só o início. Durante todo o mês, teremos atividades como palestras e outras blitzes em diferentes pontos da cidade. Nossa luta é constante, durante os 365 dias do ano”, afirmou.

Segundo Márcia, a campanha também celebra mais um ano da Lei Maria da Penha e vem reforçando a ideia de que nenhuma forma de violência é aceitável.

“Mulher não se bate, não se xinga, não se pressiona. Nenhuma mulher merece violência”, concluiu.

A secretária municipal da Mulher, Daiane Machado Avila Christakis, lembrou que há um cronograma do Agosto Lilás que inclui eventos que culminarão em uma grande palestra no dia 28, auditório da ISULPAR, às 19h, onde serão apresentadas pelas funcionárias da secretaria dados sobre a casa de acolhimento e ponto de atendimento à mulher e uma palestra ministrada por Larissa Sayuri, servidora da Secretaria Estadual da Mulher, da Igualdade Racial e da Pessoa Idosa.Ela fez questão de ressaltar essa ação que visa a reflexão da população sobre o tema. “Essa ação é simbólica e impactante. Parar o trânsito para falar de violência é parar o cotidiano para refletir. É preciso mudar a cultura que normaliza a agressão. Mulher não é propriedade de ninguém”, enfatizou. Representando o Poder Judiciário, a chefe administrativa da Central de Medidas Socialmente Úteis (CEMSU), Thais Felix Zuba de Oliva reforçou que a rede de proteção deve ser fortalecida com informação, acolhimento e apoio da sociedade. “A violência só será combatida com empatia, justiça e o envolvimento de todos”, destacou. Relatos emocionantes marcaram a ação, como o da senhora Grace Kelly de Oliveira Campus, mãe de Ana Beatriz Veloso, vítima de feminicídio em abril deste ano.

“Minha filha levou um tiro e morreu. Luto por justiça, e por todas as outras mães que perderam suas filhas. A mulher não é propriedade do homem. Precisamos mudar essa mentalidade e lutar por um futuro diferente”, declarou. Também participou da blitz Rosania Domingos Santos, mãe da youtuber Isabelly Cristine Santos, morta com um tiro na cabeça no dia 14 de fevereiro de 2018, em Pontal do Paraná, no litoral do estado. “Antes, lutei sozinha por justiça. Hoje, estamos unidas. A força da mulher, especialmente da mãe, é imensa. Não podemos nos omitir”, disse Rosania.

A Policial Militar Renata Mendes Passos Venancio participou ativamente da abertura da campanha Agosto Lilás, em Paranaguá, e destacou a importância da ação realizada em parceria com a Guarda Civil Municipal e outras instituições.

"Estamos iniciando hoje as atividades do Agosto Lilás, mês dedicado à prevenção e ao combate à violência doméstica. Essa blitz educativa, organizada pela Guarda Municipal com o apoio da Polícia Militar, tem como objetivo conscientizar o maior número possível de pessoas sobre essa grave realidade. Queremos que todos sejam aliados nessa luta. Mesmo que você não esteja vivendo uma situação de violência, é provável que conheça alguém que esteja e que precise de orientação ou apoio", afirmou Renata. Durante a blitz, panfletos informativos foram entregues à população, contendo orientações sobre os tipos de violência e os canais de denúncia. Segundo a policial, o objetivo é ampliar o alcance das informações e fortalecer a rede de proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade. 

Atuação da Polícia Militar

Renata também explicou como a Polícia Militar atua ao ser acionada em casos de violência doméstica.

"Quando uma ocorrência é registrada, a equipe de rádio patrulha realiza o primeiro atendimento e providencia os encaminhamentos necessários. Se for constatado flagrante, a vítima é levada à delegacia. Caso precise ser acolhida em um local seguro ou necessite de abrigo, também prestamos esse suporte imediato", explicou. Após esse primeiro atendimento, entra em ação a Patrulha Maria da Penha, composta por ela e o Sargento Gonçalves.

"Realizamos visitas periódicas às vítimas, acompanhamos a evolução do caso, damos orientações e, se necessário, encaminhamos a mulher para serviços como inserção no mercado de trabalho, acesso a creches ou outros atendimentos da rede municipal de apoio. Toda essa estrutura está disponível na Casa da Mulher Parnanguara", destacou a policial.  

A importância da denúncia

Renata foi enfática ao reforçar a necessidade da denúncia:

"Calar-se nunca é o melhor caminho. A violência precisa ser denunciada sempre, seja pela própria vítima ou por alguém que tenha conhecimento do caso. Só assim conseguiremos agir e romper o ciclo de agressões", finalizou.

A blitz educativa foi apenas o primeiro passo de uma série de ações previstas para o Agosto Lilás em Paranaguá, reafirmando o compromisso do município com o fim da violência contra a mulher.


















Jornalista: Edye Venancio
Foto de capa: Edye Venancio
Fotos: Moyses Zanardo

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Após pedido de ajuda em bilhete, Polícia Militar prende homem suspeito de agressão à esposa

Denúncia foi realizada pela funcionária de um supermercado, após a vítima escrever um bilhete pedindo que a polícia fosse chamada, pois corria risco de morte.

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) prendeu nesta segunda-feira (03) um homem sob suspeita de agressão à esposa, em Sarandi, no Noroeste do Estado. A denúncia foi feita pela funcionária de um supermercado, após a vítima escrever um bilhete pedindo que a polícia fosse chamada, pois, segundo ela, corria risco de morte.

A PMPR recebeu uma ligação, via 190, de uma funcionária de um mercado da cidade, onde a vítima, que fazia compras com o marido, solicitou um papel e caneta emprestados. No bilhete, ela escreveu o endereço da residência e o pedido de ajuda: “Chama a polícia que ele vai me matar”.

Após a denúncia, rapidamente a viatura mais próxima da residência foi acionada, chegando ao local e realizando contato com a vítima. Assustada, ela abriu o portão para que os policiais abordassem o suspeito, que possui passagem por violência doméstica. Ele foi encaminhado para a 9ª Subdivisão Policial (SDP) em Maringá, onde continua preso.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Hudson Teixeira, destacou a ação rápida da Polícia Militar. “A equipe policial foi rapidamente ao endereço indicado e encontrou a mulher assustada. O agressor, que já tinha passagem por violência contra mulher, foi detido e encaminhado à delegacia. O Paraná não é lugar pra ‘machão de cozinha’”, afirmou.

MULHER SEGURA — As forças de segurança do Paraná têm trabalhado para reduzir os índices de criminalidade no Estado. Prova disso são os recentes dados divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), que indicaram queda nos homicídios dolosos, furtos e roubos, além da redução no número de feminicídios nas cidades que contaram com o programa Mulher Segura, braço da Operação Vida realizada em municípios com altos índices criminais.

No caso de crimes contra a mulher, além de combate ao feminicídio e violência doméstica, o Mulher Segura promove o empoderamento feminino e palestras de conscientização sobre direitos da mulher para homens e mulheres.

Houve uma redução de 18% nos crimes de feminicídios nas 20 cidades que receberam o programa no ano passado (foram 37 casos em 2024 e 45 em 2023). De maneira geral, esse ainda é um problema a ser enfrentado pelas forças de segurança e toda a sociedade: foram 109 casos de feminicídio no último ano.

No início de fevereiro, a Sesp anunciou que a Operação Mulher Segura será ampliada para os 399 municípios em 2025. O Governo do Estado também destinará novos recursos para a realização de palestras ministradas por policiais, ampliando o alcance das ações preventivas. Desde sua implantação, já foram realizadas 421 palestras para mais de 51 mil pessoas.

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Fonte: AEN-PR

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Tribunal do Júri de Matinhos condena a 20 anos de prisão homem que agrediu e matou mulher por afogamento e foi denunciado pelo MPPR por feminicídio

O Tribunal do Júri de Matinhos, no Litoral do estado, condenou a 20 anos de reclusão um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná como responsável pela morte da companheira no dia 1º de janeiro de 2019. De acordo com as investigações, na data do crime, ele teria agredido a vítima, que tinha 24 anos, na residência onde passavam o verão, no Balneário Inajá, jogando-a em seguida na piscina da casa, causando sua morte por afogamento.

 Na sessão de julgamento, ocorrida nesta quarta-feira, 16 de agosto, o Conselho de Sentença, reconheceu as qualificadoras sustentadas pela 2ª Promotoria de Justiça de Matinhos – o feminicídio e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Foram considerados como elementos para aumento da pena o fato de o crime ter sido praticado na presença da filha do casal (uma criança) e que deixou órfãos e em desamparo material três filhos da vítima.

 

Processo número: 0000026-56.2019.8.16.0116

 

Fonte: MPPR

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Dia Internacional da Mulher

Essa é uma data que jamais devemos esquecer, 08 de março, Dia Internacional da Mulher, mulher que a cada dia busca o seu espaço, mostrando a sua capacidade e acima de tudo, conquistando o seu lugar ao lado do homem que como de costume trabalhava e deixava a mulher cuidando dos afazeres da casa.

O tempo passou, uma nova mentalidade mudou a realidade em quase todos os países, hoje a mulher trabalha, estuda, cuida da casa e dos filhos. Tarefa fácil? Não! Nem um pouco, mas elas são guerreiras, são mulheres de verdade que a cada dia buscam o seu lugar na história e servem de exemplo para muitas.

Ao conquistar o seu espaço ou lutando para conquistar, muitas vezes a mulher tem que enfrentar certas consequências, certos comportamentos de um machismo que insiste em se manter de forma velada. Ainda há muitos com mentalidade antiga, achando que está no século XV ( a mulher era submissa à figura masculina, quer no lar, quer fora dele, isto é, nos trabalhos realizados nas cidades ou no campo, ou ainda nas esferas eclesiásticas. Essa ideia nasceu de um preconceito muito comum: o de se achar que, por ter sido uma sociedade orientada pela religião cristã católica, a figura da mulher estaria diretamente associada ao pecado, seja pela narrativa do Gênesis, em que se tem Eva como aquela que induz Adão a pecar, seja pelo corpo feminino, que poderia levar à concupiscência e à luxúria). (https://brasilescola.uol.com.br/historia/a-situacao-da-mulher-na-idade-media.htm)

Nos dias atuais vemos o homem perdendo o seu espaço ou tendo que provar a sua competência diante das qualidades da mulher e isso é levado ou direcionado a um comportamento muitas vezes de violência, atitude essa condenada por uma sociedade que cobra de todos o respeito a mulher, que gera vidas, educa, sustenta e acima de tudo, prova que  é um ser admirado, iluminado por Deus e merece todo o nosso respeito e admiração. 

Que jamais esqueçamos que crimes contra a mulher, violência doméstica, feminicídio, existe lei contra esse tipo de atitude. Que possamos nos conscientizar e fazer a nossa parte como cidadão, denunciando esse tipo de crime, deixando a justiça agir nesses casos.

Nesse Dia Internacional da Mulher, fica registrado nesse blog todo meu carinho, respeito e meu muito obrigado a todas as mulheres que fizeram, fazem e farão parte da nossa história, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. 


Texto: Edye Venancio

Imagem de Sabrina B. por Pixabay 


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Marido ciumento mata mulher e enteada de 15 anos a facadas em João Pessoa

Mãe e filha foram encontradas mortas na casa em que moravam em João Pessoa (PB) na manhã desta quinta-feira (1º). Um homem identificado pela polícia como Givanildo Marcolino dos Santos é o suspeito de matar a mulher Cláudia Bernardino dos Santos, de 44 anos, e a enteada, Vitória Sousa, de 15 anos. O crime ocorreu na madrugada desta quinta-feira. As duas foram mortas a facadas.

De acordo com a polícia, o suspeito morava com a mulher e a filha dela há mais de dez anos. No entanto, o casamento dos dois estava tumultuado porque o homem era muito ciumento. um policial que atendeu à ocorrência, o suspeito sentia muito ciúmes da enteada.

— Ele morava com as vítimas há mais de 10 anos e atentou conta a vida das duas com uma faca de mesa. O casamento estava tumultuado porque ele tinha um ciúme possessivo da Vitória

Vizinhos da família relataram que nunca suspeitaram do homem e que ele era “uma pessoa normal” e “sempre foi tranquilo“ Após cometer os crimes, o suspeito ligou para a filha e disse que "havia feito uma besteira". Sem acreditar no pai, a jovem entrou em contato com outra filha da vítima que foi até o local e verificou que a mãe e a irmã estavam mortas. O suspeito fugiu. A polícia ainda não tem pistas de seu paradeiro.








Fonte: R7
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