



Padre Armando Russo, renomado sacerdote natural de Miranda (MS), faleceu na madrugada desta segunda-feira, 18. Com 91 anos, ele estava prestes a celebrar seu aniversário no final do mês e completava mais de seis décadas de dedicação ao sacerdócio, tendo sido ordenado em 1949 nos Estados Unidos.
O Padre Russo residia em Curitiba, onde estava ativamente envolvido nas atividades do Santuário do Perpétuo Socorro. Além disso, mantinha um programete de rádio com duração de alguns minutos na Rádio Difusora AM 1460, e demonstrava um profundo carinho por suas visitas à emissora e pela amizade que nutria há muitos anos com o senhor Mário Mikosz.
João Carlos Borges Mourad,
também conhecido como "Mura-Mura," compartilhou suas reflexões sobre
o sacerdote, com quem mantinha uma amizade de mais de duas décadas desde seu
tempo na emissora AM. Ele destacou a influência notável de Padre Armando Russo,
tanto dentro como fora da igreja, ressaltando sua admiração pelo legado do
sacerdote. Segundo Mourad, Padre Russo foi um exemplo importante para a Diocese
e a cidade por onde passou.
Mourad recordou a trajetória do Padre Russo na Rádio, realçando seu papel inspirador nos cursilhos e nas missas. Além disso, ele compartilhou suas experiências pessoais, lembrando com carinho que Padre Russo
celebrou seu casamento no Santuário do Rocio. O sacerdote, para Mourad, era um ícone da religião e da Diocese, caracterizado por sua fé e devoção. Ele transmitiu muitos ensinamentos e serviu como um exemplo admirável para todos.O corpo do Padre Armando Russo será velado a partir das 13h no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizado no Alto da Glória em Curitiba. A Missa de corpo presente está agendada para as 15h, e o sepultamento ocorrerá às 17h no Cemitério do Parque Iguaçu.
Que o Padre Armando
Russo descanse em paz, deixando um legado duradouro de fé e inspiração.

Uma tragédia abalou a tranquilidade da Cachoeira Salto da Fortuna no último sábado, 16 de junho, por volta das 17h30. Dois jovens irmãos, Maiqui Cristopher Melinski, 25 anos, e sua irmã Maiuly Cristie Melinski, 22 anos, perderam a vida após um trágico incidente.
O afogamento ocorreu quando Maiqui Cristopher se encontrava em apuros nas águas da cachoeira. Percebendo a situação perigosa do irmão, Maiuly Cristie não hesitou em entrar na água para tentar salvá-lo, mas ambos acabaram se afogando.
O Corpo de Bombeiros foi imediatamente acionado para o local e realizou esforços hercúleos na tentativa de resgatar os jovens. Tragicamente, o corpo de Maiuly foi recuperado praticamente sem vida, enquanto Maiqui ainda estava desaparecido quando as buscas foram suspensas com o cair da noite.
As operações de resgate foram retomadas na manhã de domingo, 17 de junho, e por volta das 10h15, o corpo de Maiqui Cristopher Melinski foi finalmente encontrado, encerrando o angustiante mistério.
Ambos os irmãos, naturais da Fazenda Rio Grande, Região Metropolitana de Curitiba, tiveram seus corpos encaminhados ao Instituto Médico-Legal de Paranaguá para a realização de exames de necrópsia. Após os procedimentos legais, os corpos serão liberados aos familiares para que possam realizar o sepultamento.
Além da atuação heróica dos Bombeiros, equipes da
Polícia Militar de Morretes também colaboraram ativamente nas operações de
resgate e busca dos corpos, demonstrando uma ação coordenada e incansável
diante da triste tragédia que abalou a comunidade local.


Moradores do bairro Jardim Samambaia em Paranaguá expressaram sua preocupação com a situação da Escola Municipal Ednéia Marise Marques Garcia. O senhor Celso Luiz Johnsson, conhecido como o "Mago das Bolhas" e um amigo da escola, revelou sua inquietação com a atual condição do estabelecimento de ensino.
A escola enfrenta
uma falta de iluminação noturna e necessita de segurança, permitindo acesso
livre durante a noite. Isso levanta questões sobre a necessidade de vigilância
neste local público e se os responsáveis estão cientes dessa situação.
Celso Luiz Johnsson relata sua própria experiência de se aventurar a apagar as luzes do ginásio novo, expondo-se a riscos pessoais, uma ação que sua esposa, Alzira, tenta impedir devido ao perigo envolvido. Os moradores do bairro compartilham do sentimento de abandono em relação à escola e esperam uma resposta das autoridades responsáveis.
A falta de
iluminação e segurança na Escola Municipal Ednéia Marise Marques Garcia é uma
questão que preocupa a comunidade local, que clama por medidas para garantir a
integridade do patrimônio público e a segurança dos moradores daquela região.
A cidade de Paranaguá tem sido alvo de discussões recorrentes sobre a necessidade de um cuidado mais efetivo com seu ambiente urbano. Por anos, os residentes têm clamado por uma atenção maior em relação à limpeza, abordando questões como o acúmulo de lixo em diversos bairros, entulho, esgoto a céu aberto e tratamento de esgoto de qualidade. O resultado desse descaso com setores essenciais na administração municipal é visível nos dias atuais.
A população local encontra-se sensibilizada e apreensiva devido ao considerável aumento de casos de dengue na região. O mosquito transmissor desta doença não faz distinção de suas vítimas, tornando-se uma ameaça para todos os moradores.
Em resposta a essa crise de saúde pública, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina está colaborando ativamente com o município. Eles anunciaram a alocação de recursos no valor de R$ 4 milhões, a serem direcionados para o programa "Dengue: Somos Todos Responsáveis." Esses fundos estão disponíveis desde o dia 21 de janeiro e têm como objetivo principal financiar ações imediatas para combater a dengue e melhorar a limpeza urbana.
Os recursos serão repassados ao Município de Paranaguá, que deverá utilizá-los na limpeza e remoção de resíduos acumulados, visando a eliminação de possíveis focos do mosquito da dengue. A ação colaborativa entre a administração dos portos e o município é vista como um passo importante na luta contra a proliferação da doença.
A batalha contra a dengue está em andamento, e
agora é crucial que cada cidadão também faça a sua parte. Uma cidade limpa é
uma cidade mais saudável, livre de contaminação e doenças transmitidas por
vetores.
Texto: Edye Venancio
Moradores da Ilha dos Valadares enfrentam um problema persistente: cavalos e cachorros vagando livremente pelas ruas e becos da ilha, causando transtornos e prejuízos. Os animais, em busca de alimento, destroem sacos de lixo e deixam fezes pelo caminho, tornando a convivência na comunidade desafiadora.
Em um episódio que
parece saído de uma comédia, os moradores estão clamando por uma solução chegando
ao ponto de dizer que não são cavalos, mas dinossauros. O apelo foi direcionado
ao secretário regional Maurício Assunção, em busca de respostas para um dilema
que tem perdurado por anos e nada é feito.
A presença de cavalos e cachorros soltos pelas ruas da Ilha dos Valadares tem gerado crescente frustração entre os residentes. Além de representar riscos à segurança pública, a situação também é prejudicial para o ambiente, já que os animais reviram sacos de lixo em busca de comida e deixam resíduos nas vias públicas.
"Não é cavalo! Aqui na ilha não temos cavalos andando soltos por aí, isso aí é dinossauro", expressou um dos moradores, ilustrando a estranheza da situação.
Os habitantes da
ilha esperam que o secretário regional tome medidas concretas para resolver
esse problema que, até o momento, não recebeu uma solução eficaz. Enquanto
isso, a comunidade se vê forçada a espantar esses animais indesejados e limpar
as consequências de sua presença.
Grupo “Caveiras do Remo” saiu às 5h30 do Palco Tutóia e concluiu mais uma jornada desafiadora, marcada por superação, amizade e paixão pelo stand-up paddle.
A jornada exigiu preparo físico e resistência dos participantes, como destacou o remador Joanir Ennes. “Mesmo já remando há algum tempo, percebi que esse percurso não foi tão simples assim devido às condições do mar, mas chegamos, isso é o que importa. Mais uma travessia realizamos e já estamos pensando na próxima”, afirmou.
O grupo, formado por praticantes de stand-up paddle, tem como objetivo aliar esporte e qualidade de vida. Para Jessé Pedro, as travessias são fundamentais para aliviar o estresse do dia a dia. “Vivemos uma vida estressante devido à profissão que escolhemos, e quando estamos realizando esses passeios e travessias, aproveitamos para relaxar e desestressar, contando com a ajuda dos amigos que compartilham da mesma paixão. Nosso grupo é grande, e quando nos reunimos, a experiência é muito gratificante”, disse.
A importância da convivência e da amizade também foi ressaltada por Giuliano Nunes, outro integrante do grupo. “Uma vida agitada, sem momentos de lazer, pode nos levar a uma vida sem sentido. Por isso, buscamos praticar essa atividade e escolhemos o stand-up paddle, que nos proporciona a oportunidade de desestressar. Estamos sempre cercados de grandes amigos, e a cada dia vemos novos praticantes se juntando a nós, o que é muito positivo”, destacou.
O “Caveiras do Remo” segue conquistando novos adeptos e se consolidando como um exemplo de união entre esporte, lazer e bem-estar, enfrentando não apenas as águas das baías da região, mas também os desafios da rotina.
Nesta tarde de
sexta-feira, 15, moradores e visitantes que passaram pela Praça da Paz no
Bairro Rocio testemunharam uma cena preocupante. O local, que é um dos
principais cartões postais da cidade e abriga uma das maiores festas religiosas
do estado do Paraná, parece ter sido tomado por uma densa vegetação, resíduos
acumulados e uma notável falta de manutenção.

Para os
frequentadores assíduos, como Celso Luiz Jhonsson, conhecido como o "Mago
das Bolhas", a situação atual é um descaso inaceitável. Ele ressaltou que
a praça, um importante ponto turístico e religioso, agora parece estar mais
propensa a abrigar a proliferação do mosquito da dengue devido ao crescimento
descontrolado da vegetação e ao acúmulo de lixo. Além disso, problemas como um
semáforo com defeito e a estrutura adjacente da capela e da construção dos
padres também estão em estado de abandono.
Jhonsson expressou sua indignação com a situação: "Sinceramente, é um descaso público e uma falta de respeito com moradores e turistas. Não sei de quem é a responsabilidade por manter o local limpo, mas adquirir uma roçadeira e contratar alguém para realizar o serviço não deve ser um custo proibitivo. Espero que a sugestão seja levada a sério e que, em breve, possamos ver este local icônico recuperado, afinal, ele está situado em frente ao Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio."
A atual condição da Praça da Paz é motivo de preocupação não apenas para os residentes locais, mas também para a comunidade católica que anseia pela celebração da padroeira do estado do Paraná. A necessidade de ações imediatas para revitalizar esse espaço de importância cultural e religiosa é evidente, e espera-se que as autoridades competentes tomem as medidas necessárias para restaurar a beleza e a importância desse local para todos os interessados.
Em meio a crescente preocupação com a propagação da dengue, a Secretaria Municipal de Saúde emitiu um comunicado urgente, direcionado especialmente às crianças e idosos que estejam apresentando sintomas da doença. A medida visa garantir o diagnóstico e tratamento adequados, minimizando os riscos para a comunidade local.
Os principais
sintomas da dengue, de acordo com as autoridades de saúde, incluem febre alta
súbita, dor atrás dos olhos, extremo cansaço, náuseas, vômitos, manchas na pele
(notadamente no tórax e membros superiores) e dores nas articulações. Diante
desses indícios, é imperativo que crianças e idosos busquem ajuda médica com a
máxima urgência.
A orientação das
equipes médicas é clara: evite a automedicação a todo custo. A autoadministração de medicamentos pode agravar o quadro da doença e dificultar
o diagnóstico correto. Portanto, qualquer tratamento farmacológico deve ser
iniciado apenas após consulta e orientação médica.
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada ao lado do Posto de Saúde da Baduca é o local designado para o atendimento de casos suspeitos de dengue. No entanto, devido à alta demanda, a UPA está enfrentando uma circulação intensa de pessoas. As autoridades pedem à população que demonstre paciência, pois há muitos em busca de assistência médica.
A situação atual
exige a colaboração de todos para conter a propagação da dengue. Buscar ajuda
médica em caso de sintomas é a melhor maneira de garantir um tratamento
adequado e evitar complicações mais graves. A prevenção e o cuidado com a saúde
são fundamentais neste momento de alerta.
Convênios assinados no Palácio Iguaçu, nesta segunda-feira, dia 14, preveem investimentos do Governo do Paraná e do município em duas obras ...