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Política de gênero impede mulher cristã de adotar

Mãe cristã luta contra o estado por adoção. Conheça a história de Jessica Bates, a mãe que alegou ser impedida de adotar por se recusar a apoiar a transição de sexo dos filhos.

Jessica Bates é cristã, viúva, mãe de 5 e vive no estado de Oregon, nos Estados Unidos. Ela já estava há meses em um processo de adoção quando percebeu muita ênfase nas políticas de gênero para poder seguir com a adoção de duas crianças.

De acordo com reportagem do The Daily Wire: "Existe uma política do Departamento de Serviços Humanos que diz que os pais ou cuidadores em potencial devem 'respeitar, aceitar e apoiar' a hipotética orientação sexual infantil, identidade de gênero ou expressão de gênero".

Para o consultor jurídico Johannes Widmalm-Delphonse: "Isso significa que os cuidadores devem concordar em usar os pronomes preferidos. Eles têm que levar as crianças para eventos afirmativos como as paradas do orgulho [LGBT]. Eles até têm que levar crianças para receber injeções de hormônio do sexo oposto como parte de uma transição de gênero".

Jessica comunicou ao estado que não poderia cumprir essa política por causa de suas crenças religiosas.

Como consequência, seu pedido foi suspenso e, dois meses depois, sua adoção foi negada.

Por causa disso, Jessica conseguiu ajuda do grupo Alliance Defending Freedom (ADF).

Christina Kiefer, conselheira sênior da Alliance Defending Freedom, diz que as ações do estado são simplesmente outro exemplo de colocar “ideologia e política sobre as crianças”.

Para o conselheiro da Aliança Defendendo A Liberdade: "Isso viola a Primeira Emenda – viola sua liberdade de expressão e também viola seu livre exercício, colocando-a na escolha de abandonar suas crenças religiosas ou abrir mão da chance de ter a oportunidade de adotar uma criança."

Jessica agora possui uma ação federal contra Oregon, na esperança de eliminar a política do Departamento de Serviços Humanos que ela acredita discriminar as pessoas de fé, afirma Amanda Prestigia no jornal Daily Wire.

Bates aguarda resposta para sua liminar, pedindo ao tribunal que permita que ela continue no processo de adoção enquanto o processo ocorre.

A ADF informou ao Daily Wire que outras pessoas em Oregon os contataram com histórias semelhantes em outros estados.

Widmalm-Delpphonse disse também que os pais biológicos que desejam criar seus filhos de acordo com sua fé também começam a encontrar problemas.

As pautas relacionadas à ideologia de gênero estão presentes na sociedade e são motivos de discussão frequente, como se vê nesse caso.

Investigando o assunto, a  Brasil Paralelo produziu dois documentários sobre o tema: A Face Oculta do Feminismo e As Grandes Minorias, ambos disponíveis em nossa plataforma.

São conteúdos que vão te ajudar a conhecer as raízes de cada um dos movimentos e suas principais transformações através dos anos.

E para quem quer se aprofundar mais ainda no assunto, também temos os cursos “A História do Feminismo” e “Aborto: Quem é a Verdadeira Vítima?”.

Saiba mais

Fonte: Brasil Paralelo


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Calor extremo pode afetar 1 bilhão de pessoas se temperatura subir 2°C

Pelo menos 1 bilhão de pessoas serão afetadas pelo calor extremo se as temperaturas globais aumentarem 2ºC, alertaram os especialistas na Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP26). Se não formos capazes de evitar que o aquecimento do planeta exceda os 1,5ºC, o número de pessoas que serão expostas a estresse térmico extremo – uma combinação potencialmente fatal de calor e umidade – pode aumentar até 15 vezes, comparativamente aos dias de hoje.

 

"O número de pessoas que vivem em áreas afetadas por estresse térmico extremo aumenta de 68 milhões hoje para cerca de 1 bilhão", diz estudo publicado no Met Office e divulgado na COP26.

 

O principal objetivo da cúpula climática, que ocorre em Glasgow, no Reino Unido, é conseguir limitar o aquecimento global a 1,5ºC, mas os delegados têm advertido de que "há muito trabalho" ainda a ser feito para alcançar essa meta.

 

Um aumento de 4ºC, alerta ainda o estudo, "pode fazer com que quase metade da população mundial viva em áreas potencialmente afetadas".

 

O estresse térmico é definido como uma temperatura global do chamado bulbo úmido (padrão internacional para medir o estresse de calor a que as pessoas são sujeitas) acima dos 32ºC, uma medida que avalia a combinação de fatores como a temperatura, a umidade, a velocidade do vento e a radiação solar. Quando essa medida atinge os 35ºC, o corpo humano não consegue arrefecer com o suor e até as pessoas saudáveis que estejam à sombra podem morrer em apenas seis horas.

 

Nessas condições, as pessoas sujeitas a esse estresse térmico extremo podem sofrer com exaustão pelo calor e com sintomas que incluem sudorese intensa e pulso acelerado, o que por sua vez pode sobrecarregar o coração e outros órgãos, levando à falência do organismo.

 

"Acima desse nível, as pessoas passam a estar em risco extremo. Os membros vulneráveis da população e quem tiver trabalhos físicos ao ar livre corre maior risco de efeitos adversos à saúde. Atualmente, a métrica é usada em vários locais, como regiões da Índia, mas a nossa análise mostra que com um aumento de 4ºC, o risco de calor extremo pode afetar pessoas em grandes áreas da maioria dos continentes do mundo", explicou no documento Andy Hartley, líder de Impactos Climáticos do Met Office.

 

O calor é o impacto mais óbvio do aquecimento global, estando o calor extremo em várias regiões do mundo a triplicar nas últimas décadas. No verão de 2020, mais de um quarto da população dos Estados Unidos, por exemplo, sofreram os efeitos do calor extremo, com sintomas que incluíam náuseas e cólicas. Pelo menos 166 mil pessoas morreram devido a ondas de calor nas duas décadas até 2017, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

 

O estudo do Met Office baseou-se na pesquisa do projeto Helix, financiado pela União Europeia, que também mapeia os riscos crescentes de inundações, incêndios florestais, secas e insegurança alimentar. De acordo com essa análise, praticamente todo o mundo habitado é afetado por, pelo menos, um desses impactos.

 

"A nova análise combinada mostra a urgência de limitar o aquecimento global bem abaixo dos 2°C. Quanto maior for o aquecimento, mais graves e generalizados são os riscos para a vida das pessoas. Mas ainda é possível evitar esses riscos mais elevados se agirmos agora", afirmou Richard Betts, MBE da Universidade de Exeter e do Met Office, que liderou o projeto Helix.

 

Os países tropicais, incluindo o Brasil, a Etiópia e a Índia, são os mais atingidos pelo estresse extremo de calor, com algumas regiões atingindo temperaturas para lá do limite da capacidade humana. Albert Klein Tank, diretor do Met Office Hadley Center, alertou que essa pesquisa demonstra que são várias as regiões do mundo onde se prevê que ocorram os impactos mais graves.

 

"No entanto, espera-se que todas as regiões do mundo - incluindo o Reino Unido e a Europa - sofram impactos contínuos das mudanças climáticas", acrescentou.

 

Qualquer um desses impactos climáticos, afirmou Andy Wiltshire, chefe do Sistema Terrestre e Ciência da Mitigação, "apresenta uma visão assustadora do futuro". Mas, as alterações climáticas "severas causarão muitos impactos, e os nossos mapas mostram que algumas regiões vão ser afetadas por vários fatores".

 

Por isso, segundo ele, é urgente que sejam reduzidas rapidamente as emissões poluentes. "Se quisermos evitar as piores consequências das alterações climáticas não mitigadas".


Por RTP - Glasgow (Escócia)

© Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil


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Dez lendários caminhões Peterbilt novos desembarcam no Porto de Paranaguá

Dez caminhões novos Peterbilt, modelo 389, desembarcaram no porto de Paranaguá.

As máquinas vieram diretamente do porto de Jacksonville, na Flórida, e agora seguem para colecionadores de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A lendária marca americana foi fundada em 1939 e incorpora a herança Peterbilt com um design comprovado, um verdadeiro clássico.

Componentes leves, como a cabine de alumínio e o único capô de alumínio da indústria, bem como uma variedade de suspensões dianteiras e traseiras leves, permitem maior capacidade de carga e economia de combustível.

Sem contar o conforto da cabine, além da alta tecnologia que facilita sua condução, tem cama de casal, TV e frigobar.

É o preferido de nove entre cada 10 caminhoneiros!


Fonte: Portos do Paraná

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Como ser ético e trapaceiro ao mesmo tempo

Numa pequena cidade dos Estados Unidos, havia uma igreja bem tradicional e uma fábrica de cerveja. O pastor não poupava ataques à cervejaria em suas pregações. 

Por razões pouco esclarecidas, a fábrica resolveu fazer uma doação de 150 mil dólares para a igreja, gerando um grande tumulto na cidade. 

Os membros mais ortodoxos foram unânimes em denunciar que aquela quantia era um suborno satânico, que não poderia ser aceito. 

Passada a exaltação dos primeiros dias, acalmados os ânimos, os mais ponderados começaram a analisar os benefícios que aquele dinheiro poderia trazer às instalações da igreja e, consequentemente, para toda a comunidade, como a reforma do salão de festas, por exemplo. 

Reuniu-se, então, a igreja em assembleia para uma tomada de decisão. Depois de muita discussão a proposta foi aceita e registrou-se o seguinte no livro de atas:

“Por maioria de votos, resolveu-se aceitar a doação de 150 mil dólares feita pela cervejaria na firme convicção de que o diabo ficará furioso quando souber que o seu dinheiro vai ser usado para a glória de Deus”.
Fonte: sitedopastor/
Foto: karaminholas
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O Paraná dobrou as exportações para a Índia em 2015

A Índia foi o grande destaque das exportações do Paraná em 2015. Os embarques para o país dobraram em relação a 2014, somando US$ 481,4 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). As exportações foram puxadas por produtos como óleo de soja, açúcar, madeira, ouro e papel. A performance surpreendente fez com que a Índia ganhasse posições no ranking dos principais mercados do Paraná e ficasse, pela primeira vez, entre os dez maiores destinos de exportação do Paraná. Passou de 19o para 8o lugar. O maior mercado do Paraná é a China, seguida pela Argentina e os Estados Unidos. 

AGRONEGÓCIO – Para a Índia, o resultado foi puxado pelas exportações de óleo de soja, cujo volume de exportações cresceu 105%, chegando a US$ 330,4 milhões. As exportações de açúcar bruto, por sua vez, avançaram 300%, para US$ 85,7 milhões. As vendas de madeira somaram US$ 10,39 milhões, 159% superiores aos números de 2014. A Índia também passou a importar novos produtos do Paraná em 2015. É o caso de produtos de ouro, que totalizaram, no ano passado, US$ 1,27 milhão. As exportações de papel também decolaram em 2015. A Índia comprou US$ 1,243 milhão, 279% mais do que em 2014. 

DIVERSIFICADA - “A Índia tem uma pauta diversificada de compras de produtos paranaenses. Ao contrário da China, que importa muito soja em grão para processar, a Índia já compra o óleo processado, de maior valor agregado. Trata-se de um mercado interessante que pode se desenvolver”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes). 


O Paraná, de acordo com Suzuki Júnior, tem condições de desenvolver mais o mercado indiano, não apenas por causa do dólar favorável, que vai favorecer as vendas externas, mas também porque conta com infraestrutura logística competitiva, com custos menores que outros Estados. 

MOTOR MUNDIAL - O crescimento das importações se ampara no avanço da economia indiana. O ritmo de crescimento da Índia já supera o da China - que até agora era o país que mais crescia no clube das grandes economias. A previsão é que o país se torne o grande motor da economia mundial nos próximos anos. 

A Índia cresceu 7,3% nos últimos três meses de 2015, acima dos 6,8% verificados na China e a expectativa é que o avanço no ano fiscal completo chegue a 7,6%. 

O país tem hoje 1,2 bilhão de habitantes e, como não tem uma política para conter o crescimento de sua população, como a China (com sua política do filho único), espera-se que o país seja o mais populoso do mundo por volta de 2035. 

Fonte: AEN
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Professores da rede estadual são selecionados para intercâmbio nos EUA (dentre eles professor de Paranaguá)

O Paraná terá dois representantes no Programa Líderes em Educação, o International Leaders in Education Program (Ilep 2016), promovido pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação e pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos. 

Fernanda Pedrita Vicenti, do Colégio Estadual São Cristóvão, de Cascavel, vai se juntar ao colega Jean Paulo Bernardo Xavier, do Colégio Estadual Professora Maria de Lourdes Morozowski, de Paranaguá, para um intercâmbio de cinco meses nos Estados Unidos. 

O intercâmbio será realizado de 5 de janeiro a 10 de maio de 2016 e oferecerá novas experiências pedagógicas e culturais aos profissionais que lecionam a disciplina de Língua Inglesa. Foram escolhidos para o curso seis professores brasileiros para integrar o grupo de 70 docentes de vários países. 

Fernanda será a sexta representante brasileira, já que ficou em primeiro lugar na classificação internacional para suplente. “Espero aperfeiçoar a metodologia de ensino com a troca de experiências com profissionais de outros países e a descoberta de novas tecnologias e, assim, trazer novidades para a sala de aula e contribuir para o desenvolvimento da educação no Paraná”, disse Fernanda. 

Para Fernanda, a experiência cultural também vai melhorar o desenvolvimento das atividades em sala. “O intercâmbio é muito importante para o professor que trabalha com línguas estrangeiras. Esse contato também contribui para o avanço na carreira e para a qualidade do ensino na educação pública.” 

PROGRAMA – O Programa Líderes em Educação oferece aos profissionais que trabalham com a língua inglesa a oportunidade de aperfeiçoamento e conhecimento de novas ferramentas pedagógicas. 

Nos cinco meses de intercâmbio, os professores terão aulas de metodologias do ensino da Língua Inglesa, currículo, plano de aula e novas tecnologias educacionais. Além disso, poderão conhecer novos métodos educacionais e trocar experiências e habilidades com colegas de diferentes países. 

PROFESSORES SELECIONADOS 

Ana Maria Fernandes - Rio de Janeiro (RJ) 

Fernanda Pedrita Vicenti – Cascavel (PR) 

Jean Paulo Bernardo Xavier - Paranaguá (PR) 

Luiz Cláudio dos Santos - Vila Velha (ES) 

Ricardo Marques Jacó - Araripina (PE) 

Rita de Cássia Barreto de Oliveira - Embú das Artes (SP)


Fonte: AEN
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