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Secretaria do Trabalho representa Paranaguá no seminário do SINE em Porto Alegre


Encontro reuniu autoridades e representantes de municípios para compartilhar boas práticas e aprimorar serviços de intermediação de mão de obra



Nos dias 25 e 26 de março, Porto Alegre (RS) foi palco do seminário técnico regional do Sistema Nacional de Emprego (SINE) da região Sul, promovido pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). O evento teve como foco a troca de experiências, a implementação de boas práticas e o fortalecimento das ações de intermediação de mão de obra nas agências SINE da região.

Durante o seminário, foi apresentado o projeto de cooperação técnica entre o MTE e a AFD, que visa aplicar as ferramentas do France Travail, o serviço público de emprego francês, nas agências SINE do Brasil. O coordenador do projeto, Ambroise Le Moal, destacou que o objetivo é personalizar o atendimento aos trabalhadores, oferecendo soluções mais adequadas às suas necessidades.

O diretor de Trabalho, Emprego e Renda do MTE, Tiago Oliveira Motta, participou do evento e ressaltou a importância de adotar novas tecnologias e boas práticas para aprimorar o atendimento nas agências do SINE. Ele também lembrou as ações de destaque em diversas regiões do sul do Brasil.

A representante da Secretaria do Trabalho, Comércio, Emprego e Assuntos Sindicais de Paranaguá, Alessandra Bukarewicz, destacou a importância do seminário para o fortalecimento do setor de intermediação de mão de obra na cidade. Ela ressaltou que a prefeitura está investindo na capacitação da equipe de atendimento e no aprimoramento dos serviços prestados pelo SINE. "Com o crescimento trabalhista em Paranaguá, o SINE tem um grande potencial a ser explorado e a ampliação das vagas, especialmente com projetos em parceria com o governo do estado, será fundamental para o sucesso do sistema", afirmou.

O seminário também promoveu a colaboração entre os participantes por meio de grupos de trabalho, visando a criação de soluções coletivas e o aprimoramento das estratégias adotadas pelo SINE, contribuindo para o avanço da empregabilidade e qualificação profissional na Região Sul.










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Fonte: PMP
 Jornalista: Edye Venancio/Foto: Bruno Francisco Moreira
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De limpeza de escola a salvamento de animais: a rotina solidária da equipe do IAT no RS

Mesmo que lentamente, a água começa a baixar em alguns pontos do Rio Grande do Sul. A lama, porém, fica como cicatriz da intensidade das chuvas. Foi o que aconteceu com a Escola Estadual de Ensino Médio General Souza Doca, na pequena Muçum, cidade a 152 quilômetros de Porto Alegre. Nesta quarta-feira (15), dois caminhões-pipa cedidos pelo Instituto Água e Terra (IAT) passaram o dia limpando o colégio do barro que impregnou paredes, carteiras e quadros-negros.

Essa foi a primeira grande ação de limpeza urbana organizada pela força-tarefa do órgão ambiental em solo gaúcho. O comboio de ajuda às vítimas das enchentes conta com 22 técnicos, 11 caminhões-pipa, sete caminhonetes 4x4 e cinco embarcações. Vai ficar pelo menos até 22 de maio ajudando a população de cidades como Santa Cruz do Sul, Canoas, Porto Alegre, Muçum, Lajeado, Sinimbu e Rio Pardo, arrasadas pelos efeitos de um dos mais intensos desastres climáticos do País.

O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

“É o que precisamos, deste apoio do IAT na limpeza urbana, para que Muçum possa ficar mais próxima do normal”, afirma Mateus Trojan, prefeito do município gaúcho de 4,6 mil habitantes.

A atuação do grupo voluntário, contudo, não se restringe a tentar devolver o mínimo de funcionalidade aos municípios, muitos deles devastados. Há animais perdidos, se esquivando da água escura como podem. Idosos que precisam de atendimento, postos de saúde fechados. Além das escolas, creches atoladas na lama. O cenário é de terra arrasada.

“Cada cena corta o coração. Ver idosos fazendo fila para encher uma garrafa com dois litros de água é algo que não imaginava”, conta Jonas André Bankersen, chefe do escritório de Irati do IAT e também coordenador da força-tarefa em solo gaúcho. “Mas tudo tem valido muito a pena. Ajuda o outro vale a pena”, acrescenta.

Parte do trabalho, como a distribuição de donativos, medicamentos e o resgate de pessoas e animais, é feito com apoio de cinco embarcações que passam o dia cortando as águas contaminadas em busca de um grito de socorro.

“É algo muito diferente de tudo que já tinha visto. Queda de barreira, lama e muita chuva. Buscamos ajudar naquilo que é mais necessário para o momento, seja distribuindo cestas básicas para aquelas pessoas que não querem deixar suas casas ou resgatando animais e pessoas, com o apoio das nossas embarcações”, afirma o chefe regional do IAT de União da Vitória, Augusto Arruda Lindner, um dos coordenadores da missão paranaense.

Lindner é engenheiro florestal e tem experiência em operações de salvamento. No fim do ano passado, atuou por 45 dias na operação de apoio aos desalojados pelas tempestades que castigaram o Sul do Paraná. Ainda assim, ele se emocionou. Por volta do meio-dia desta quarta-feira (15), ele já havia perdido o número de cães e gatos que ajudou a retirar de casas ilhadas. “É assustador”, diz.

As buscas são incansáveis. Ainda há cachorros, gatos e até galinhas precisando de ajuda, subindo em telhados, como o cavalo Caramelo, no esforço para preservar a vida.

“Mesmo com barcos temos dificuldades para chegar a determinados locais porque há muitos fios de postes caídos. E, quando chegamos perto, percebemos como os bichos estão assustados”, completa a engenheira agrônoma do núcleo de Patrimônio Natural do IAT, Jessica Viatroski, que precisou tomar vacina antirrábica depois de ser mordida por um dos cães que ajudou a salvar. 

CAMINHÕES – Os caminhões-pipa integram o projeto Patrulha Ambiental, inciativa da Sedest executada pelo IAT. Desde 2019, foram entregues aos municípios 733 veículos, incluindo também caminhões-baú, compactadores, modelos limpa-fossas, e poliguindastes, totalizando um investimento de R$ 206,8 milhões.

CAMPANHA SOS RS – Em pouco mais de uma semana de arrecadações, a campanha SOS RS, do Governo do Paraná, já reuniu 6,5 mil toneladas de ajuda humanitária para as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. O volume total de donativos contabiliza alimentos, água potável, roupas e produtos de higiene e limpeza doados em todas as cidades paranaenses até esta terça-feira (14). Apenas o Instituto Água e Terra recebeu 10 toneladas de doações.

Mais de 300 caminhões já foram encaminhados ao Rio Grande do Sul. As entregas ocorrem de forma constante e saem a partir de centros de distribuição em Curitiba e cidades do Interior. Elas estão recebendo escoltas especiais da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e guardas municipais. A campanha segue até o dia 22 de maio. As entregas podem ser feitas em unidades do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil, sedes do Instituto Água e Terra e espaços da Secretaria da Cultura.

O Paraná também tem prestado apoio às cidades gaúchas com o envio de forças de segurança e equipamentos. Já foram enviados bombeiros para trabalhar nos resgates, policiais militares para ajudar a coibir roubos e saques nos locais mais afetados, policiais civis para apoiar as autoridades locais e profissionais da Polícia Científica.

O Governo do Estado enviou também caminhões para desobstrução de rodovias, caminhões-tanque, viaturas, embarcações e helicópteros, que estão sendo usados em diversas frentes de trabalho, além de bolsas de sangue, medicamentos, profissionais de outras áreas e técnicos da Defesa Civil.

Fonte: AEN




















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Com 104 agentes e muita tecnologia, forças de segurança do PR seguem apoiando o RS

As forças de segurança do Paraná têm feito a diferença no atendimento às vítimas das enchentes e na manutenção da ordem no Rio Grande do Sul. Primeira unidade da Federação a enviar apoio ao estado vizinho logo após o início da tragédia ambiental, o Paraná está com um contingente de 104 agentes de segurança em solo gaúcho. São 37 bombeiros, 28 policiais militares, 35 policiais civis e quatro técnicos de perícia da Polícia Científica.

Esse efetivo realizou até terça-feira (14) 1.030 resgates de pessoas e 461 de animais. A grande maioria desse trabalho foi executado pelo Corpo de Bombeiros, mas tanto a Polícia Militar quanto a Civil também prestam esse apoio quando necessário. A PM e a PCPR estão focadas na manutenção da ordem pública no Rio Grande do Sul, com patrulhamento nas ruas e nos abrigos (são 70 mil desabrigados), bem como apoio nas investigações de crimes. Já a Polícia Científica vem ajudando as autoridades gaúchas na remoção e identificação de cadáveres.

O Paraná também enviou três helicópteros para auxiliar nas buscas – um do Corpo de Bombeiros, um da Polícia Militar e um da Polícia Civil. E eles têm feito diferença no Rio Grande do Sul. Uma das aeronaves é o Falcão 12 do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA). O helicóptero conta com câmera termal, que mescla imagens normais com projeções de calor, capaz de identificar possíveis vítimas mesmo no escuro. A aeronave também tem deslocamento rápido, o que facilita o acesso a locais críticos.

Outra tecnologia do Falcão 12 é um sistema que permite identificar alvos a 4,5 quilômetros de distância. O sistema permite inclusive a identificação de placas de veículos e até mesmo monitoramente de residências. A aeronave ainda possui farol de busca de longo alcance e alto-falante, além de um sistema que permite a comunicação com outras unidades policiais. É uma das mais tecnológicas em apoio às operações no estado.

Já a aeronave que presta apoio aos salvamentos do Corpo de Bombeiros realizou 151 resgates nos cinco primeiros dias de operação – média de 30,2 ocorrências diárias.

CORPO DE BOMBEIROS – Primeira das forças paranaenses a chegar ao Rio Grande do Sul, o Corpo de Bombeiros do Paraná já fez mais de mil salvamentos. No total, foram 1.016 pessoas resgatadas e 457 animais salvos pela corporação desde 2 de maio. Além dos resgates, os bombeiros paranaenses fizeram transporte de medicamentos, de profissionais (médicos e militares) e ações de ajuda humanitária, levando água, alimentos, produtos de limpeza e higiene a quem precisa.

A segunda equipe enviada ao Rio Grande do Sul tem 37 bombeiros – três a mais do que na primeira leva. A corporação atua com 11 viaturas e 6 embarcações. Agora a demanda por resgates reduziu após o momento mais crítico da tragédia ambiental, quando a primeira equipe atendeu diversas ocorrências em sequência, muitas delas graves, como de pessoas penduradas em árvores à espera de socorro.

Mesmo com a queda de ocorrências, aponta o coronel Manoel Vasco de Figueiredo Junior, comandante do Corpo de Bombeiros, a situação segue preocupante. Além de a água não baixar, muita gente ainda precisa de ajuda humanitária. Além disso, os bombeiros estão tendo de retirar pessoas de suas casas novamente, já que elas retornaram após serem resgatadas na primeira leva. A criminalidade também prejudica o trabalho dos socorristas, que muitas vezes precisam de apoio da polícia para fazer resgates e transporte de mantimentos.

“Inicialmente, atuamos em várias cidades, de acordo com a necessidade mais urgente. Atualmente, estamos estabelecidos na cidade de Canoas, que está dividida em cinco equipes de atuação – a nossa e mais quatro –, cada uma responsável por um quadrante. Nesse espaço, fazemos todas as operações de resgate, remoção de pessoas e ajuda humanitária que se faça necessária”, explica Vasco.

POLÍCIA MILITAR – A Polícia Militar do Paraná está desde 8 de maio patrulhando diariamente as ruas de Porto Alegre para conter a onda de crimes que tomou conta da capital gaúcha na catástrofe das chuvas. A corporação está com 28 policiais no Rio Grande do Sul: 12 das Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone), 12 do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e quatro do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). As equipes da PM atuam com oito viaturas e uma embarcação.

Enviados para auxiliar na segurança pública, os policiais militares do Paraná realizaram o resgate de 21 pessoas e quatro animais.

O tenente da Rone Bruno Carassai, que participa da missão, explica que o cenário segue grave no Rio Grande do Sul, com casos de assaltos, furtos, saques e até abusos sexuais. “O crime que mais vem demandando trabalho das nossas equipes são os saques em residências e assaltos a voluntários. É um absurdo ver gente que perdeu tudo ainda ser vítima de quem se aproveita desse momento de dificuldade”, lamenta o tenente

Além das patrulhas nas ruas e nos abrigos, os PMs do Paraná também estão tendo de acompanhar os voluntários nas ações solidárias. Isso porque muitos estão sendo assaltados quando vão entregar mantimentos às vítimas. Já no segundo dia de missão, a equipe prendeu um indivíduo que estava assaltando os voluntários.

Por outro lado, o tenente Carassai diz que a onda de solidariedade motiva as equipes a ajudar o povo gaúcho. “Por onde passamos, as pessoas veem que a gente é de fora e agradece. Recebemos também muito apoio dos voluntários, que muitas vezes nos fornecem nossa alimentação”, enfatiza.

POLÍCIA CIVIL – A Polícia Civil do Paraná vem prestando apoio à corporação irmã gaúcha na crise das enchentes. São 35 policiais civis paranaenses reforçando a segurança no Rio Grande do Sul – 30 deles em terra, de diversas divisões, e cinco da equipe aérea da corporação, que atua com um helicóptero. De domingo (12) até terça-feira (14), a PCPR atendeu 16 ocorrências de apoio à Polícia Civil gaúcha.

Mas é na segurança dos abrigos que a Polícia Civil mais vem colaborando na tragédia gaúcha. Em apenas três dias, os policiais civis paranaenses fizeram 64 rondas nos abrigos das vítimas das enchentes em Porto Alegre e cidades vizinhas. O objetivo é evitar crimes como furtos, assaltos, violência doméstica e até os casos de abusos contra mulheres.

Já os policiais dos grupos de elite da Polícia Civil – agentes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) – estão focados em ocorrências mais sensíveis, como no patrulhamento de regiões mais perigosas onde atuam facções criminosas.

Coordenador da operação, o delegado Ivo Viana, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), explica que apesar da queda de ocorrências, a situação nos abrigos preocupa. “Temos que fazer monitoramento constante porque é um grande volume de pessoas no mesmo espaço. Isso envolve famílias inteiras, crianças, que por mais que tenha uma organização nesses abrigos, essas pessoas estão dentro do caos”, diz o delegado. “O fato de estamos nos abrigos traz tranquilidade a quem é do bem e inibe quem pensa em cometer crimes”.

Viana também diz que pelo fato de a água ter baixado um pouco, muitas pessoas já estão retornando para suas casas, o que preocupa não só pela movimentação de pessoas, mas também pelo risco de que a água volte a subir com a previsão de mais chuva. “Estamos monitorando isso porque muita gente está se antecipando em voltar para casa neste momento”, afirma o delegado, que é gaúcho de Santa Maria. “É um grande orgulho poder ajudar os meus conterrâneos atuando pela Polícia Civil do Paraná".

POLÍCIA CIENTÍFICA – A primeira equipe da Polícia Científica do Paraná retorna nesta quinta-feira (16) do Rio Grande do Sul. Após dez dias, a equipe será rendida por outra também com quatro peritos. Nos oito primeiros dias de apoio ao Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (IGP-RS), a Polícia Científica paranaense ajudou a recolher 12 corpos de vítimas das enchentes. A maioria desses corpos foi identificada por exames de papiloscopia, porém alguns tiveram que passar por exames de DNA.

“Estamos o dia todo de prontidão no 15º Batalhão da Brigada Militar. Assim que somos acionados, vamos ao ponto para onde os corpos estão sendo levados, recolhemos e encaminhamos ao Departamento de Medicina Legal do Rio Grande do Sul”, explica o técnico em perícia oficial Fernando Anselmo Nunes.

Nunes afirma que como a água está alta a demanda ainda não está muito grande, o que é um componente adicional da tragédia humanitária. Assim que a água baixar, acredita o técnico, o trabalho vai aumentar. “Quando a água baixar o cenário deve mudar para pior, conforme as próprias autoridades gaúchas acreditam. Devem começar a aparecer corpos inclusive nas residências”, disse Nunes.

A Polícia Científica também enviou ao Rio Grande do Sul um caminhão refrigerado e um drone com câmara térmica.

Fonte: AEN-PR








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Paraná vai mandar mais 50 bombeiros para o Rio Grande do Sul neste domingo

O Paraná vai reforçar a equipe que já atua nas operações de busca e salvamento em apoio às forças de segurança do Rio Grande do Sul neste domingo (10). O governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou o envio de mais 50 bombeiros militares para auxiliar nos trabalhos de busca por sobreviventes e ajuda humanitária no estado gaúcho, que enfrenta a maior tragédia natural de sua história. 

Pelo menos 42 pessoas já morreram e 46 estão desaparecidas. São 8.282 desalojados, 3.193 desabrigados e 88 municípios afetados. 

O novo grupo sairá do Quartel do Corpo de Bombeiros em Curitiba em 15 viaturas. Ele é composto por 45 bombeiros dos Comandos Regionais de Bombeiros (CRBM) de Cascavel, Londrina e Curitiba e do Comando do Corpo de Bombeiros (CCB). Os demais integrantes são do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), inclusive o líder, major Gabriel Greinert. 

Esses reforços se juntam aos 11 profissionais do Estado que já estão em operação no Rio Grande do Sul. O Paraná enviou na quarta-feira quatro militares do Batalhão da Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA). Esse primeiro grupo foi encorpado na sexta-feira (8) e no sábado (9) com a chegada de mais sete bombeiros e três cães. A tropa paranaense conta com apoio de uma aeronave. 







AEN - PR

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Dez lendários caminhões Peterbilt novos desembarcam no Porto de Paranaguá

Dez caminhões novos Peterbilt, modelo 389, desembarcaram no porto de Paranaguá.

As máquinas vieram diretamente do porto de Jacksonville, na Flórida, e agora seguem para colecionadores de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A lendária marca americana foi fundada em 1939 e incorpora a herança Peterbilt com um design comprovado, um verdadeiro clássico.

Componentes leves, como a cabine de alumínio e o único capô de alumínio da indústria, bem como uma variedade de suspensões dianteiras e traseiras leves, permitem maior capacidade de carga e economia de combustível.

Sem contar o conforto da cabine, além da alta tecnologia que facilita sua condução, tem cama de casal, TV e frigobar.

É o preferido de nove entre cada 10 caminhoneiros!


Fonte: Portos do Paraná

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