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Mostrando postagens com marcador Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social. Mostrar todas as postagens
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Movimentação de cargas por Paranaguá cresce acima da média nacional

A movimentação do Porto de Paranaguá cresceu cinco vezes mais do que média dos portos brasileiros no primeiro quadrimestre de 2016, segundo dados da Secretaria de Portos da Presidência da República. Enquanto a movimentação portuária brasileira cresceu 2,4% no período, as importações e exportações de Paranaguá aumentaram 16,2%.

Entre os principais portos do Brasil, aqueles com mais de 5 milhões de toneladas movimentadas de janeiro a abril deste ano, Paranaguá foi o que teve o maior salto de movimentação em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro quadrimestre de 2015, o porto paranaense movimentou 12,47 milhões de toneladas e neste ano já foram 14,49 milhões de toneladas.


Outros portos importantes do Brasil também tiveram avanço de movimentação, mas em proporções menores do que Paranaguá. O Porto de Santos teve crescimento de 7,4% na sua movimentação e o Porto de Rio Grande teve alta de 9,35%. Os dados estão no portal Web Portos, do Governo Federal.

GRANEIS SÓLIDOS – No que diz respeito aos graneis sólidos, que representam mais da metade da movimentação de cargas do Brasil, o Porto de Paranaguá também é um dos que apresentaram maior avanço em todo o País. De janeiro a março, Paranaguá embarcou 8,58 milhões de toneladas de carga deste tipo e apresentou crescimento de 38% nas exportações de granéis sólidos, marca três vezes superior da média nacional de 11,4% no período.



Para o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o desempenho operacional acima da média é fruto dos investimentos feitos nos últimos cinco anos, de R$ 511,9 milhões, para melhorar a infraestrutura e logística do Porto de Paranaguá.



“Os produtores agrícolas aproveitaram o câmbio para negociar grãos com o mercado externo no começo do ano. No entanto, o crescimento de Paranaguá é muito superior ao apresentado pelos demais portos brasileiros, o que mostra que nos preparamos e recuperamos a confiança do campo com agilidade e eficiência”, afirma o secretário.


CARGAS DE OUTROS ESTADOS – No começo do ano, o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), com base nos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), apontou que a movimentação de cargas por Paranaguá de produtos vindos de outros estados cresceu. Nos primeiros meses de 2016, o porto conseguiu atrair mais cargas de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.



“O produtor hoje vê o Porto de Paranaguá como uma opção mais eficiente e com menor custo para atender o escoamento da sua produção. Nos colocamos à disposição do produtor para escoar a sua produção com prontidão e é isso que estamos fazendo nos últimos anos”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Fonte: APPA

Movimentação de cargas por Paranaguá cresce acima da média nacional

A movimentação do Porto de Paranaguá cresceu cinco vezes mais do que média dos portos brasileiros no primeiro quadrimestre de 2016, segundo dados da Secretaria de Portos da Presidência da República. Enquanto a movimentação portuária brasileira cresceu 2,4% no período, as importações e exportações de Paranaguá aumentaram 16,2%. 


Entre os principais portos do Brasil, aqueles com mais de 5 milhões de toneladas movimentadas de janeiro a abril deste ano, Paranaguá foi o que teve o maior salto de movimentação em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro quadrimestre de 2015, o porto paranaense movimentou 12,47 milhões de toneladas e neste ano já foram 14,49 milhões de toneladas. 
Outros portos importantes do Brasil também tiveram avanço de movimentação, mas em proporções menores do que Paranaguá. O Porto de Santos teve crescimento de 7,4% na sua movimentação e o Porto de Rio Grande teve alta de 9,35%. Os dados estão no portal Web Portos, do Governo Federal.

GRANEIS SÓLIDOS – No que diz respeito aos graneis sólidos, que representam mais da metade da movimentação de cargas do Brasil, o Porto de Paranaguá também é um dos que apresentaram maior avanço em todo o País. De janeiro a março, Paranaguá embarcou 8,58 milhões de toneladas de carga deste tipo e apresentou crescimento de 38% nas exportações de granéis sólidos, marca três vezes superior da média nacional de 11,4% no período.


Para o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o desempenho operacional acima da média é fruto dos investimentos feitos nos últimos cinco anos, de R$ 511,9 milhões, para melhorar a infraestrutura e logística do Porto de Paranaguá. 


“Os produtores agrícolas aproveitaram o câmbio para negociar grãos com o mercado externo no começo do ano. No entanto, o crescimento de Paranaguá é muito superior ao apresentado pelos demais portos brasileiros, o que mostra que nos preparamos e recuperamos a confiança do campo com agilidade e eficiência”, afirma o secretário. 

CARGAS DE OUTROS ESTADOSNo começo do ano, o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), com base nos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), apontou que a movimentação de cargas por Paranaguá de produtos vindos de outros estados cresceu. Nos primeiros meses de 2016, o porto conseguiu atrair mais cargas de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.


“O produtor hoje vê o Porto de Paranaguá como uma opção mais eficiente e com menor custo para atender o escoamento da sua produção. Nos colocamos à disposição do produtor para escoar a sua produção com prontidão e é isso que estamos fazendo nos últimos anos”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Fonte: APPA

Cresce movimentação de cargas de outros Estados por Paranaguá

O Porto de Paranaguá vem ganhando espaço na movimentação de cargas de outros Estados. Principal porto de escoamento de produtos agrícolas e de carne de frango do País, o terminal paranaense vem conquistando cargas principalmente do Centro-Oeste e do Sul do País. Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás aumentaram seus volumes de exportação pelo porto paranaense em até 97% no primeiro bimestre em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados são de um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes) com base nos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A maior alta foi verificada nos embarques de produtos provenientes de Goiás, que somaram 157,5 mil toneladas, 97% mais do que as 79,5 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado. Em receita, a evolução foi de 8,8%, para US$ 67,3 milhões. Entre os destaques nas exportações estão carne de frango in natura, cereais, couro, carne de peru, soja em grão, máquinas agrícolas e açúcar bruto.

“O Porto de Paranaguá se modernizou nos últimos anos. Hoje não há filas de caminhões na estrada para escoamento de grãos e essa rapidez e produtividade representa, para os exportadores, redução de custos e mais eficiência”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes. Além disso, a logística de transporte, com rodovias e ferrovias mais eficientes, também contribuem para o transporte de mercadorias de outros Estados até Paranaguá.

De acordo com ele, mesmo com a grande oferta de terminais para escoamento da produção no País – como os da região Norte (mais próximos geograficamente) e de Santos – os produtores de grãos do Centro-Oeste vêm optando por Paranaguá.

“O produtor hoje vê o Porto de Paranaguá como uma opção mais eficiente e com menor custo para atender o escoamento da sua produção. Nos últimos cinco anos, realizamos o maior pacote de investimentos em estrutura que os portos do Paraná já viram e agora colhemos o reconhecimento do setor produtivo”, afirma o diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Ao todo, de acordo com ele, R$ 511,9 milhões já foram investidos em reformas e expansões da infraestrutura, como aquisição de novos shiploaders, reforma do cais e campanhas de dragagem. Outros R$ 428 milhões estão programados para os próximos anos.

SOJA – Maior produtor de soja do País, o Mato Grosso ampliou em 460% seus embarques do produto por Paranaguá. Foram 119,2 mil toneladas de soja em grão no primeiro bimestre, contra 21,3 mil toneladas nos primeiros dois meses de 2015. Ao todo, a movimentação de produtos daquele estado foi 50% maior na mesma base de comparação, com 581,3 mil toneladas. Além da soja em grão, contribuíram para o avanço as exportações de cereais, farelo de soja, carne de frango in natura e madeira.

As exportações de produtos vindos do Mato Grosso do Sul, por sua vez, aumentaram 55,9% no primeiro bimestre, para 753,9 mil toneladas, impulsionadas pelos embarques de cereais, farelo de soja e celulose. A receita de exportações aumentou 4%, para US$ 224,5 milhões.

SANTA CATARINA - Mesmo Santa Catarina, que é conhecido por ser um Estado com eficiência portuária, vem concentrando parte dos seus embarques por Paranaguá. “Trata-se de uma mudança em relação ao que porto paranaense vivenciou alguns anos atrás, quando assistia à migração de cargas paranaenses para São Francisco do Sul. Agora os produtores de lá estão vindo para cá. Isso ocorre principalmente com soja em grão e carne de frango”, lembra Suzuki Júnior, do Ipardes.

Na mesma base de comparação, as exportações catarinenses de soja em grão por Paranaguá cresceram 232%, para 156,8 mil toneladas. Os embarques de carne de frango aumentaram 396%, para 2.194 toneladas.

Os dados do Ipardes mostram que houve, no total, um aumento de 13,9% na quantidade exportada por Santa Catarina pelo terminal, de 152,4 mil para 173,7 mil toneladas. Em receita, no entanto, a alta foi mais expressiva, de 43%, de US$ 50,2 milhões para US$ 71,8 milhões. Outros destaques foram os embarques de couro e óleo de soja bruto.

Fonte: APPA

O Paraná dobrou as exportações para a Índia em 2015

A Índia foi o grande destaque das exportações do Paraná em 2015. Os embarques para o país dobraram em relação a 2014, somando US$ 481,4 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). As exportações foram puxadas por produtos como óleo de soja, açúcar, madeira, ouro e papel. A performance surpreendente fez com que a Índia ganhasse posições no ranking dos principais mercados do Paraná e ficasse, pela primeira vez, entre os dez maiores destinos de exportação do Paraná. Passou de 19o para 8o lugar. O maior mercado do Paraná é a China, seguida pela Argentina e os Estados Unidos. 

AGRONEGÓCIO – Para a Índia, o resultado foi puxado pelas exportações de óleo de soja, cujo volume de exportações cresceu 105%, chegando a US$ 330,4 milhões. As exportações de açúcar bruto, por sua vez, avançaram 300%, para US$ 85,7 milhões. As vendas de madeira somaram US$ 10,39 milhões, 159% superiores aos números de 2014. A Índia também passou a importar novos produtos do Paraná em 2015. É o caso de produtos de ouro, que totalizaram, no ano passado, US$ 1,27 milhão. As exportações de papel também decolaram em 2015. A Índia comprou US$ 1,243 milhão, 279% mais do que em 2014. 

DIVERSIFICADA - “A Índia tem uma pauta diversificada de compras de produtos paranaenses. Ao contrário da China, que importa muito soja em grão para processar, a Índia já compra o óleo processado, de maior valor agregado. Trata-se de um mercado interessante que pode se desenvolver”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes). 


O Paraná, de acordo com Suzuki Júnior, tem condições de desenvolver mais o mercado indiano, não apenas por causa do dólar favorável, que vai favorecer as vendas externas, mas também porque conta com infraestrutura logística competitiva, com custos menores que outros Estados. 

MOTOR MUNDIAL - O crescimento das importações se ampara no avanço da economia indiana. O ritmo de crescimento da Índia já supera o da China - que até agora era o país que mais crescia no clube das grandes economias. A previsão é que o país se torne o grande motor da economia mundial nos próximos anos. 

A Índia cresceu 7,3% nos últimos três meses de 2015, acima dos 6,8% verificados na China e a expectativa é que o avanço no ano fiscal completo chegue a 7,6%. 

O país tem hoje 1,2 bilhão de habitantes e, como não tem uma política para conter o crescimento de sua população, como a China (com sua política do filho único), espera-se que o país seja o mais populoso do mundo por volta de 2035. 

Fonte: AEN