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Muito mato e água parada em terreno ao lado da Escola Municipal em tempo integral "Prof.ª Rosiclair da Silva Costa" no CAIC

A comunidade de pais e responsáveis pelos alunos da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Professora Rosiclair da Silva Costa, localizada na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, na Vila dos Comerciários, está apreensiva com a iminente volta às aulas em meio a uma epidemia de dengue que tem assustado a cidade de Paranaguá. Com a data de retorno marcada para o dia 11 de fevereiro, as preocupações se concentram principalmente em garantir um ambiente seguro para as crianças.

O Artigo 227 da Constituição Federal estabelece que "é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à educação, entre outros". Diante disso, os pais e a comunidade escolar estão se perguntando o que o município está fazendo ou planejando fazer para tranquilizar os pais e garantir a segurança das crianças quando retornarem às aulas.

Uma das principais preocupações recai sobre um terreno com mata ao lado da Escola Professora Rosiclair da Silva Costa, que, segundo relatos, necessita urgentemente de limpeza. Além disso, há áreas com água parada, o que representa um potencial foco de proliferação do mosquito Aedes

aegypti, transmissor da dengue. Os moradores locais têm alertado que este terreno, que ocupa uma quadra inteira, tem sido utilizado como depósito de lixo por anos, causando inundações nas ruas adjacentes durante períodos de chuva.

Uma professora da escola enfatiza que o Estado deve garantir um ambiente seguro para que as crianças possam estudar, e que não é justo repassar à escola a responsabilidade de cuidar de um grande número de crianças em um ambiente propício para a propagação de epidemias. Ela também ressalta o direito dos pais de decidirem se enviarão ou não seus filhos para a escola, especialmente quando as autoridades não conseguem garantir a segurança e a saúde dos munícipes.

A situação gera apreensão entre os professores, que se sentem inseguros ao pensar no possível retorno das aulas em um ambiente potencialmente arriscado. Eles pedem a intervenção das autoridades e destacam que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) deve ser invocado para proteger os estudantes.

Diante dessas preocupações, a esperança é que haja bom senso por parte das autoridades locais, que tomem medidas para limpar o terreno e garantir que os alunos possam voltar às aulas em um ambiente seguro, tomando medidas de prevenção contra a dengue, como o uso de repelentes. A comunidade escolar aguarda ansiosamente por ações concretas que assegurem o bem-estar das crianças no ambiente escolar.











Fotos e Texto: Edye Venancio




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Manifestação na Avenida Bento Munhoz da Rocha em Paranaguá

Na manhã de hoje, caminhões e carros formaram longas filas na movimentada Avenida Bento Munhoz da Rocha, em Paranaguá, enquanto manifestantes exigiam respostas da atual gestão em relação à crescente epidemia de dengue que assola a cidade. Os protestos têm como principal objetivo obter informações precisas sobre o número de pessoas contaminadas e as medidas tomadas pelo poder público para conter a disseminação da doença.

A população local enfrenta dificuldades consideráveis no acesso à assistência médica, especialmente devido à superlotação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e aos longos tempos de espera para consultas nos postos de saúde. Os manifestantes expressaram preocupação com a falta de médicos disponíveis nos estabelecimentos de saúde e clamam por uma solução urgente para o problema.

Os cidadãos estão ansiosos por informações transparentes e atualizadas sobre a situação da dengue em Paranaguá. Eles pedem que a gestão atual forneça dados precisos sobre o número de casos confirmados, bem como medidas eficazes que estão sendo implementadas para combater a epidemia.

Este protesto destaca a crescente preocupação da comunidade local com a falta de atendimento médico adequado em meio à epidemia de dengue e ressalta a importância de uma resposta imediata por parte das autoridades competentes. A população aguarda ansiosamente por soluções que possam aliviar essa situação crítica de saúde pública.


Texto: Edye Venancio
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Todos contra a Dengue: voluntários na incansável guerra contra o mosquito transmissor nos Bairros de Paranaguá

Em um momento crucial em que a epidemia de dengue ameaça a população de Paranaguá, os cidadãos estão demonstrando união e conscientização em relação à prevenção da doença. Nas redes sociais, muitos moradores dos bairros têm compartilhado imagens das ações de limpeza em suas casas, eliminando potenciais criadouros de mosquitos transmissores da dengue. A mensagem é clara: a dengue é uma ameaça mortal e ninguém deseja ser a próxima vítima.

Paulo Henrique Rolim, um morador engajado nessa causa, expressou o seu alívio ao ver a comunidade se mobilizando. Ele enfatizou que a cidade está passando por mudanças positivas, com uma redução no acúmulo de lixo, um aumento nas ações sociais e um envolvimento mais sério das comunidades. Mesmo com alguns desafios e resistência, vereadores têm cumprido o seu papel fazendo apenas belos discursos e como sempre lamentando sem trazer soluções, e a população tem se conscientizado de que é fundamental prevenir a doença.

Apesar de algumas ações terem nuances políticas, a crise atual demanda a união de todos, e qualquer ajuda é bem-vinda. O foco está na prevenção, pois a dengue é consequência de sujeira, lixo, entulho e desleixo das autoridades. A proliferação do mosquito começa nos locais onde seus ovos são depositados, e é crucial eliminá-los antes que se transformem em ameaças à saúde pública.

O comprometimento demonstrado por cidadãos como Paulo Henrique Rolim reflete a preocupação compartilhada por muitos em Paranaguá. A cidade enfrenta um desafio sem precedentes, mas a centelha de mudança no comportamento da população é motivo de esperança. Unidos, os habitantes de Paranaguá estão determinados a superar essa epidemia e a transformar a cidade em um local mais seguro e saudável. Afinal, Paranaguá merece o melhor de cada um de nós.


Texto: Edye Venancio
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Edificação abandonada no Aero Parque em Paranaguá "de criadouro de mosquitos à local para se usar drogas"

A cidade de Paranaguá enfrenta uma epidemia de dengue, um desafio inesperado que preocupa a população. Apesar de uma campanha em andamento para eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti, parece que a prefeitura não está cumprindo sua parte no combate à doença. Uma preocupação que ressurge após uma reportagem exibida pela TVCi alguns meses atrás, que prometia a resolução de um problema específico no Aero Parque.

As imagens recentemente divulgadas sugerem que, até o momento, nada mudou no local, deixando a comunidade perplexa. A população se pergunta por que a situação persiste e qual o motivo da demora em resolver esse problema crítico, que oferece um ambiente propício para a reprodução do mosquito transmissor da dengue. Além disso, o Aero Parque parece ser frequentado por usuários de drogas, causando inquietação e medo entre aqueles que o utilizam para a prática de esportes ou simplesmente para transitar na região.

Os cidadãos de Paranaguá clamam por uma resposta efetiva da prefeitura e não apenas em forma de notas ou declarações. Eles exigem ação imediata para resolver a situação, garantir a segurança da comunidade e eliminar os criadouros do mosquito da dengue.

 



Texto: Edye Venancio
Fotos: Via WhatSapp

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Epidemia da Dengue: quase 600 casos em Paranaguá

A cidade de Paranaguá enfrenta um alarmante aumento no número de casos de dengue, com um salto de 463 para 556 infectados em apenas uma semana. O rápido avanço da doença levou autoridades de saúde e o prefeito Dr. Edson Kersten a classificar a situação como uma epidemia, um termo usado para descrever a rápida propagação de uma doença infecciosa em uma área específica, afetando simultaneamente um grande número de pessoas.

 Em uma entrevista concedida à TVCi, o prefeito Dr. Edson Kersten expressou profunda preocupação com a situação e fez um apelo à população para que se envolva ativamente no combate ao Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. Ele destacou a importância da eliminação dos criadouros do mosquito como medida essencial para controlar a disseminação da doença.

A dengue, transmitida pelo Aedes aegypti, é uma doença viral que pode causar sintomas graves e até mesmo ser fatal. O combate ao mosquito, que se reproduz em água parada, é fundamental para prevenir novos casos.

Autoridades de saúde reforçam que a cooperação da comunidade é vital para controlar a epidemia. Medidas simples como eliminar água parada, manter recipientes fechados e usar repelente podem fazer uma grande diferença na prevenção.

A situação em Paranaguá é um lembrete urgente da importância da prevenção e do combate constante ao Aedes aegypti, não apenas durante os surtos, mas como uma prática contínua de saúde pública.

 








Texto: Edye Venancio


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Dengue em Paranaguá: são quase 300 casos

A cidade de Paranaguá enfrenta uma situação preocupante com o surto de dengue, que vem causando comoção e medo entre os moradores. Com quase 300 casos confirmados da doença, a população se mobiliza em uma luta conjunta contra o mosquito Aedes Egypt, responsável por esse alarmante número de infectados.

Recentemente, foram realizados mutirões envolvendo Agentes Comunitários de Saúde, voluntários de diversas secretarias e moradores, percorrendo os bairros para disseminar informações e solicitar a colaboração de todos os cidadãos. A cidade registra um total de 253 casos, sendo o bairro da Ponta do Cajú o mais afetado, com 50 casos confirmados.

"É necessário que todos trabalhem juntos, cada um fazendo a sua parte, iremos eliminar esse mal que vem tirando o sono de muita gente. Essa doença não é brincadeira", alerta um dos voluntários envolvidos na campanha.

O surto de dengue em Paranaguá ressalta a importância da união da comunidade e da adoção de medidas preventivas para combater a proliferação do mosquito transmissor.  (Edye Venancio)


Epidemia é a propagação de uma doença infecciosa, que surge rapidamente em determinada localidade ou em grandes regiões e ataca ao mesmo tempo um grande número de pessoas.

Os vírus, bactérias ou outros microrganismos são os responsáveis por provocar as epidemias. Eles se propagam através do ar, da saliva, da água, do sangue ou por meio de animais denominados hospedeiros.
Diversas epidemias já ocorreram ao longo dos séculos, entre elas, a peste bubônica ou peste negra, que assolou a Europa e a Ásia, entre os anos de 1333 a 1351, e provocou milhões de mortes. A Varíola matou milhões de pessoas entre os anos de 1896 a 1980.

No sentido figurado, epidemia é qualquer coisa que virando moda, passa a ser usada por um grande número de pessoas. É também uma expressão usada para generalizar um grande número de determinadas ocorrências. Ex.: epidemia de fumo, epidemia de homicídios etc. (significados.com)

Texto: Edye Venancio
Foto: timbonet.com.br
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Governo e prefeitura de Paranaguá promovem mutirão contra a dengue

Mais de 600 pessoas participaram nesta segunda e terça-feira (30 e 1º), em Paranaguá, de um grande mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. As ações foram coordenadas pela Secretaria Estadual da Saúde, em parceria com a prefeitura municipal, e mobilizaram diversas entidades do poder público, empresas, associações e voluntários da comunidade.  A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) também intensificou as ações de orientação, limpeza e dedetização na área portuária. As medidas foram desde a eliminação de possíveis criadouros do mosquito até orientação aos dois mil funcionários que atuam na área administrativa e no cais do Porto de Paranaguá todos os dias.

Um panfleto contendo dicas sobre como se proteger da dengue e sobre os sintomas da doença está sendo distribuído nos portões de entrada dos trabalhadores portuários. Também foram reforçadas as orientações sobre a eliminação de recipientes que podem acumular água e de outros possíveis criadouros do mosquito.

Mesmo com chuva, as equipes da Prefeitura e da Secretaria percorreram diversos bairros da cidade, atingindo cerca milhares de domicílios e estabelecimentos comerciais. O objetivo foi eliminar os potenciais criadouros do mosquito e orientar a população sobre os cuidados necessários para evitar o avanço da doença. Devido ao tempo ruim, as ações continuarão sendo realizadas até este sábado (5), com o mutirão chegando a Ilha dos Valadares.

De acordo com a prefeitura, o número de casos neste ano já chega a 183. Esta é a primeira vez que uma cidade do litoral paranaense registra circulação viral da dengue e a situação já é de alerta, já que o verão – considerado o período mais crítico para a doença – ainda nem começou.

Segundo o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, o momento é de reforçar as ações de prevenção e focar no combate ao mosquito. “Não podemos deixar que o mosquito encontre condições para se proliferar. Temos que acabar com a água parada, eliminando todo e qualquer objeto, recipiente ou local que possa acumular água e se tornar um criadouro”, ressaltou Caputo Neto.

FOCOS – Atualmente, 58% dos criadouros encontrados em Paranaguá são considerados lixo, como copos descartáveis, garrafas pet, latas, sucata, sacolas plásticas e outros itens recicláveis. O descarte destes objetos a céu aberto e de forma inadequada favorece a reprodução do mosquito. No mutirão, foi verificado, inclusive, lixo sendo despejado na beira de rios, o que também traz prejuízos ambientais.

Outros vilões da dengue são os depósitos ao nível do solo (poços, cisternas e caixas d'àgua) e objetos como pneus e câmaras de ar, que juntos representam 23% do total de criadouros.

Há também a preocupação com os depósitos naturais, como os ocos de árvore, bromélias e outras plantas. “Muita gente não percebe que esses locais também podem acumular água e causar sérios problemas. Neste mutirão, pudemos encontrar várias larvas do mosquito neste tipo de depósito, então é preciso que todos fiquem atentos”, relatou a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Dengue, Zika e Chikungunya, Themis Buchmann.

Na última semana, Kersten decretou estado de emergência em saúde devido ao aumento no número de casos de dengue na cidade. A medida foi tomada para agilizar alguns trâmites, como a contratação de pessoal e serviços emergenciais no combate à doença.

O decreto também trouxe mais uma arma para os profissionais que atuam diretamente no enfrentamento do mosquito. Com a lei municipal (3.219/2015), fica autorizado que agentes de saúde e servidores municipais participantes das ações de fiscalização entrem em casas fechadas ou abandonadas, mediante apoio da Guarda Civil Municipal.

APOIO POPULAR – Nos primeiros dois dias de limpeza, a população cumpriu um papel importante na luta contra o mosquito. A aposentada Agda Moreira, moradora do bairro Costeira, disse que separou uma manhã inteira para fazer faxina em casa e agora promete que isso se tornará rotina. “A gente tem medo, porque sabe que esse mosquito mata. Tento deixar tudo organizado e limpo, mas com o perigo da dengue eu e meus vizinhos vamos nos cuidar ainda mais”, declarou a dona de casa.

Em toda a visita a uma casa ou comércio, os voluntários distribuíram material educativo com informações sobre como se proteger da dengue e deixar o local livre do mosquito. Para o comerciante Airton do Carmo José, essa ação é essencial para chamar a atenção principalmente para aqueles criadouros que não estão à vista.

Durante o trabalho em sua distribuidora, foram encontradas algumas larvas do mosquito em garrafas de vidro que estavam prestes a ser transportadas para outro local. “A partir de agora vamos ter mais cuidado para deixar as garrafas armazenadas sempre com a boca para baixo. Desta forma, evita que ela acumule água da chuva”, disse o comerciante. PARCERIA – O prefeito de Paranaguá, Edison Kersten, comemorou a boa adesão da população e disse que a parceria com diversas entidades será mantida. “Temos que parabenizar todos que nos auxiliaram nesta luta e dizer que o trabalho continua. O combate à dengue tem que ser feito todos os dias. Só assim vamos reduzir os riscos de uma epidemia”, afirmou.

 

PESQUISA – Paralelamente ao mutirão, a equipe de entomologia da Secretaria Estadual da Saúde está coletando ovos, larvas, pulpas e mosquitos para realizar um estudo sobre o comportamento do inseto no Litoral. A intenção é mapear os locais que têm registros de circulação do mosquito e embasar atividades de combate, se necessário, com o uso do fumacê (UBV pesada).

NÚMEROS – Desde agosto deste ano, o Estado do Paraná já contabiliza 518 casos confirmados de dengue e nenhuma morte. Os números são do boletim informativo da doença, divulgado na última semana pela Secretaria Estadual da Saúde.

O relatório aponta ainda que Santa Isabel do Ivaí, na região Noroeste, já apresenta incidência de casos superior a 300 ocorrências por 100 mil habitantes, o que o coloca em situação de epidemia. Assim como em anos anteriores, a situação é mais crítica nas regiões Noroeste, Norte e Oeste do Estado.

Além da dengue, o mosquito Aedes aegypti também transmite a febre Chikungunya e a Zika, relacionada ao surto de microcefalia no nordeste do país. “Vivemos uma tríplice ameaça, o que só reforça a necessidade de se intensificar as medidas de prevenção e eliminação deste mosquito”, alerta a chefe do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte.

Até o momento, o Paraná registra apenas 11 casos importados de chikungunya, ou seja, paranaenses que se infectaram fora e foram tratados no Estado. Quanto à Zika, são cinco casos importados e dois autóctones, quando a infecção ocorre dentro do próprio Estado. Trata-se de um casal de moradores de São Miguel do Iguaçu, que não tiveram histórico de viagem. Ambos foram tratados e passam bem.

 

VEJA ALGUMAS DICAR PARA PREVENIR A DENGUE

 

PLANTAS E JARDINS:

 

- Encha de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta;

 

- Se não colocou areia e acumulou água no prato, lave-o uma vez por semana;

 

- Plantas aquáticas devem ter água trocada e o vaso lavado uma vez por semana.

 

LIXO: Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada;

 

- Descarte adequadamente todo objeto que possa acumular água, como potes, latas, garrafas;

 

- Mantenha o saco de lixo bem fechado e fora do alcance de animais até o recolhimento;

 

- Não jogue lixo e demais objetos em terrenos baldios.

 

CAIXA D’ÁGUA, CALHAS E LAJES:

 

- Não deixe a água da chuva acumulada sobre a laje;

 

- Remova folhas e galhos que possam impedir que a água corra pela calha;

 

- Mantenha a caixa d’água sempre fechada com tampa adequada.

 

TONÉIS E DEPÓSITOS:

 

- Mantenha bem tampados tonéis e barris;

 

- Lave semanalmente os tanques utilizados para armazenar água;

 

- Guarde garrafas sempre de cabeça para baixo;

 

- Mantenha pneus velhos, sacos e lonas abrigados da chuva para não acumular água.












    

    

    

    







Fonte: AEN


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