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Rua do bairro 7 de Setembro continua aguardando o prometido asfalto

Os moradores do Bairro 7 de Setembro, localizado na Ilha dos Valadares, em Paranaguá, continuam demonstrando sua frustração diante das promessas não cumpridas pelas autoridades locais. Em um vídeo divulgado de matéria postada anteriormente, mostra-se a realidade dessa rua denominada Bertoldo Mathias. Os moradores destacaram a ausência do tão aguardado asfalto nas ruas, ressaltando que as garantias feitas pelas autoridades até o momento não passaram de meras promessas.

Apesar das expectativas geradas entre os moradores, a realidade continua a mesma: ruas sem asfalto e problemas de infraestrutura persistem, deixando a comunidade descontente e em busca de soluções concretas.

Diante desse cenário, os moradores reiteram a importância de se cobrar ações efetivas por parte das autoridades responsáveis, destacando a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura do bairro. Enquanto isso, eles permanecem atentos e determinados a buscar uma resposta satisfatória para os problemas enfrentados no dia a dia.

A pergunta que se faz é essa: Cadê o vereador do Sete de Setembro que quer ser reeleito pela terceira vez? 

Imagens de 7 de abril de 2021




Produzido por Edye Venancio
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Muito mato e água parada em terreno ao lado da Escola Municipal em tempo integral "Prof.ª Rosiclair da Silva Costa" no CAIC

A comunidade de pais e responsáveis pelos alunos da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Professora Rosiclair da Silva Costa, localizada na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, na Vila dos Comerciários, está apreensiva com a iminente volta às aulas em meio a uma epidemia de dengue que tem assustado a cidade de Paranaguá. Com a data de retorno marcada para o dia 11 de fevereiro, as preocupações se concentram principalmente em garantir um ambiente seguro para as crianças.

O Artigo 227 da Constituição Federal estabelece que "é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à educação, entre outros". Diante disso, os pais e a comunidade escolar estão se perguntando o que o município está fazendo ou planejando fazer para tranquilizar os pais e garantir a segurança das crianças quando retornarem às aulas.

Uma das principais preocupações recai sobre um terreno com mata ao lado da Escola Professora Rosiclair da Silva Costa, que, segundo relatos, necessita urgentemente de limpeza. Além disso, há áreas com água parada, o que representa um potencial foco de proliferação do mosquito Aedes

aegypti, transmissor da dengue. Os moradores locais têm alertado que este terreno, que ocupa uma quadra inteira, tem sido utilizado como depósito de lixo por anos, causando inundações nas ruas adjacentes durante períodos de chuva.

Uma professora da escola enfatiza que o Estado deve garantir um ambiente seguro para que as crianças possam estudar, e que não é justo repassar à escola a responsabilidade de cuidar de um grande número de crianças em um ambiente propício para a propagação de epidemias. Ela também ressalta o direito dos pais de decidirem se enviarão ou não seus filhos para a escola, especialmente quando as autoridades não conseguem garantir a segurança e a saúde dos munícipes.

A situação gera apreensão entre os professores, que se sentem inseguros ao pensar no possível retorno das aulas em um ambiente potencialmente arriscado. Eles pedem a intervenção das autoridades e destacam que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) deve ser invocado para proteger os estudantes.

Diante dessas preocupações, a esperança é que haja bom senso por parte das autoridades locais, que tomem medidas para limpar o terreno e garantir que os alunos possam voltar às aulas em um ambiente seguro, tomando medidas de prevenção contra a dengue, como o uso de repelentes. A comunidade escolar aguarda ansiosamente por ações concretas que assegurem o bem-estar das crianças no ambiente escolar.











Fotos e Texto: Edye Venancio




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Valetão à céu aberto preocupam moradores da Serraria do Rocha em Paranaguá

Moradores da Serraria do Rocha, situada na Rua Alípio dos Santos, têm se mobilizado para exigir uma solução da Secretaria Municipal de Obras para um problema persistente com um valetão na região. O acúmulo de água no local tem gerado incômodo há bastante tempo, colocando em risco a saúde pública devido à preocupação com a proliferação do mosquito da dengue.

De acordo com relatos de um dos moradores afetados, apesar das frequentes abordagens às autoridades competentes, até o momento nenhuma medida efetiva foi tomada para resolver a questão. Inclusive, mencionou-se que um vereador esteve no local para uma sessão de fotos, prometendo ações concretas para resolver o problema, mas desde então não houve mais nenhum acompanhamento por parte do mesmo.

O comprometimento das autoridades locais também foi destacado, sendo mencionado que até mesmo o prefeito foi prometido a visita ao local para uma avaliação in loco da situação e uma resolução definitiva. No entanto, até o momento, essa promessa ainda não foi cumprida, deixando os moradores frustrados com a falta de ação por parte do poder público.

Enquanto isso, o valetão problemático continua lá, representando não apenas um incômodo diário para os residentes locais, mas também uma preocupação constante com a propagação de doenças como a dengue, especialmente em um momento em que a saúde pública é uma prioridade global.

Os moradores esperam que suas demandas sejam atendidas prontamente e que medidas eficazes sejam tomadas para resolver essa situação crônica que tem afetado a qualidade de vida de todos na comunidade. Enquanto isso, permanecem atentos e determinados a continuar pressionando as autoridades responsáveis até que uma solução seja alcançada.

 

Texto: Edye Venancio

Fotos: Morador do Bairro
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Cavalos soltos espalham lixo pelas ruas da Ilha dos Valadares

Moradores da Ilha dos Valadares têm enfrentado um problema inusitado: cavalos soltos que circulam pelas ruas, espalhando lixo e causando transtornos. Embora alguns neguem a presença desses animais, a realidade vivenciada pelos residentes mostra o contrário.

Os animais foram flagrados revirando sacos de lixo deixados em frente às casas, resultando em sacos rasgados, furados e espalhados, gerando um mau cheiro insuportável. Em um incidente recente, os cavalos foram vistos entrando no quintal de uma residência na Rua 44, próxima ao Postinho de Saúde.

A situação causa indignação e perplexidade entre os moradores, que se perguntam se as autoridades locais tomarão providências para resolver o problema. Enquanto isso, os cavalos continuam a perambular livremente, agravando a questão do lixo na região.






Fotos e texto: Edye Venancio


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