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Alerta aos Ciclistas: furtos de bicicletas são frequentes no centro de Paranaguá

Se você precisa se deslocar para o centro de Paranaguá, seja para trabalhar ou realizar outras atividades, é recomendado que utilize uma bicicleta antiga. Infelizmente, se estiver com uma bicicleta nova ou seminova, existe o risco de ter que retornar a pé, utilizar o transporte público ou encontrar outro meio de locomoção.

Os furtos de bicicletas têm sido frequentes na região, e embora se conheça a identidade dos responsáveis por esses crimes, pouco tem sido feito para punir os culpados. Enquanto isso, cidadãos honestos, que muitas vezes adquirem suas bicicletas em parcelas a longo prazo, continuam pagando por elas, enquanto os ladrões as exibem livremente ou as trocam por drogas.

É lamentável que essa situação persista, causando frustração e desânimo naqueles que utilizam a bicicleta como meio de transporte sustentável. É fundamental que as autoridades locais adotem medidas mais efetivas para combater esses furtos e proteger os direitos dos cidadãos que investem em suas bicicletas.

Enquanto isso, aconselha-se a adoção de precauções, como trancar adequadamente a bicicleta em locais seguros e utilizar dispositivos de segurança adicionais. Além disso, considerar o uso de bicicletas mais antigas pode reduzir a atratividade para os ladrões.

É necessário que a comunidade se una e exija uma ação mais enérgica das autoridades competentes para lidar com essa questão. Somente assim poderemos garantir um ambiente seguro e propício para o uso das bicicletas como meio de transporte em Paranaguá.

Muito mato e água parada em terreno ao lado da Escola Municipal em tempo integral "Prof.ª Rosiclair da Silva Costa" no CAIC

A comunidade de pais e responsáveis pelos alunos da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Professora Rosiclair da Silva Costa, localizada na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, na Vila dos Comerciários, está apreensiva com a iminente volta às aulas em meio a uma epidemia de dengue que tem assustado a cidade de Paranaguá. Com a data de retorno marcada para o dia 11 de fevereiro, as preocupações se concentram principalmente em garantir um ambiente seguro para as crianças.

O Artigo 227 da Constituição Federal estabelece que "é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à educação, entre outros". Diante disso, os pais e a comunidade escolar estão se perguntando o que o município está fazendo ou planejando fazer para tranquilizar os pais e garantir a segurança das crianças quando retornarem às aulas.

Uma das principais preocupações recai sobre um terreno com mata ao lado da Escola Professora Rosiclair da Silva Costa, que, segundo relatos, necessita urgentemente de limpeza. Além disso, há áreas com água parada, o que representa um potencial foco de proliferação do mosquito Aedes

aegypti, transmissor da dengue. Os moradores locais têm alertado que este terreno, que ocupa uma quadra inteira, tem sido utilizado como depósito de lixo por anos, causando inundações nas ruas adjacentes durante períodos de chuva.

Uma professora da escola enfatiza que o Estado deve garantir um ambiente seguro para que as crianças possam estudar, e que não é justo repassar à escola a responsabilidade de cuidar de um grande número de crianças em um ambiente propício para a propagação de epidemias. Ela também ressalta o direito dos pais de decidirem se enviarão ou não seus filhos para a escola, especialmente quando as autoridades não conseguem garantir a segurança e a saúde dos munícipes.

A situação gera apreensão entre os professores, que se sentem inseguros ao pensar no possível retorno das aulas em um ambiente potencialmente arriscado. Eles pedem a intervenção das autoridades e destacam que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) deve ser invocado para proteger os estudantes.

Diante dessas preocupações, a esperança é que haja bom senso por parte das autoridades locais, que tomem medidas para limpar o terreno e garantir que os alunos possam voltar às aulas em um ambiente seguro, tomando medidas de prevenção contra a dengue, como o uso de repelentes. A comunidade escolar aguarda ansiosamente por ações concretas que assegurem o bem-estar das crianças no ambiente escolar.











Fotos e Texto: Edye Venancio