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Petroleiros suspendem greve; Petrobras informa que refinarias operam


A Federação Única dos Petroleiros (FUP) classificou como “vitoriosa” a greve temporária deflagrada nesta terça-feira (29) e suspensa hoje (31). Para o coordenador-geral da entidade sindical, José Maria Rangel, a paralisação chamou a atenção para uma pauta que extrapola às reivindicações da categoria.

“Conseguimos dialogar diretamente com a pauta da sociedade, que não aguenta mais pagar o preço abusivo que está sendo cobrado no litro da gasolina, do óleo diesel e também pelo botijão de gás”, disse Rangel em vídeo compartilhado pelas redes sociais.

Esta tarde, a Petrobras informou que todas as suas unidades já voltaram a operar. Em 95% delas, a greve já havia sido encerrada. Nos 5% restantes, equipes de contingência estavam atuando para normalizar a situação. Segundo a estatal, não houve impactos para a produção e nem há risco de desabastecimento.

No vídeo, o coordenador da FUP critica a gestão do atual presidente da Petrobras, Pedro Parente, pela política de preços atualmente em vigor. Os petroleiros criticam o aumento dos preços do gás de cozinha e derivados e cobram a retomada da produção plena das refinarias do país.

Rangel também critica a Justiça trabalhista, que julgou a greve ilegal. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou uma multa diária de R$ 500 mil ao movimento. Posteriormente, aumentou o valor de eventuais sanções para R$ 2 milhões. “A Justiça do Trabalho está ao lado do capital, da criminalização dos movimentos sociais.”

Esta manhã, a FUP recomentou que os petroleiros de todo o país suspendessem a greve e retornassem a suas atividades. No primeiro momento, a entidade chegou a anunciar que a suspensão representa um recuo momentâneo e necessário para a construção de uma paralisação por tempo indeterminado.

Fonte: Agência Brasil/Alex Rodrigues

Após 9 dias de paralisação, caminhões voltam a descarregar no Porto de Paranaguá


Após nove dias sem registrar a entrada de caminhões carregados de produtos, o Porto de Paranaguá voltou a receber suas primeiras cargas na tarde desta quarta-feira (30). Às 14h, os primeiros veículos deram entrada no Pátio de Triagem para aguardar o chamamento e descarregar nos terminais. Em duas horas de operação, 52 caminhões chegaram ao porto.

De acordo com o diretor presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Lourenço Fregonese, com a liberação da estrada, são aguardados 1168 caminhões nas próximas 24 horas, o que representa cerca de 42 mil toneladas de soja.

“No período de greve deixaram de ser movimentadas 648 mil toneladas de produtos no Porto de Paranaguá, incluindo líquidos, cargas gerais, grãos, fertilizantes e outros”, informa Fregonese.

Neste momento, dez navios estão atracados, sendo que cinco deles estão operando normalmente com granéis líquidos, açúcar e cargas gerais.

CAMINHÕES - Desde o início da paralisação, 18 mil caminhões deixaram de descarregar no Porto de Paranaguá.

FERROVIAS – O abastecimento do Porto via ferrovias se manteve igual no período. Ao todo 30% dos produtos chegam pelas ferrovias e já desembarcaram 248 mil toneladas desde o dia 21 de maio. A média de vagões que chega a Paranaguá é de 500 por dia.

EXPORTAÇÃO – O Corredor de Exportação dos Portos do Paraná deixou de embarcar cinco navios de farelo de soja e um de soja, totalizando 300 mil toneladas, aproximadamente.

CARGA GERAL - No segmento de carga geral (açúcar ensacado, celulose e cargas rodantes, por exemplo), três navios tiveram impactos nos seus embarques, totalizando 71 mil toneladas de mercadorias, aproximadamente.

IMPORTAÇÃO - Na movimentação de fertilizante e cereais, deixaram de ser descarregadas 20 mil tons/dia, ou seja, 185 mil toneladas até o momento.        

GRANÉIS LÍQUIDOS – Este segmento, que no início da paralisação não sofreu impactos significativos, agora já contabiliza 300 mil toneladas de líquidos, aproximadamente, que deixaram de ser operados pelos navios.

CONTÊINERES - No Terminal de Contêineres de Paranaguá – TCP, houve uma redução na logística de operação de 19,8% e existem contêineres chegando via ferrovia.

Fonte: APPA


Boletos bancários devem ser pagos mesmo sem ter sido entregues

A paralisação dos caminhoneiros autônomos prejudicou as operações dos Correios e serviços de entregas em todo o país, inclusive a entrega de boletos bancários. Ainda assim, o pagamento das contas precisa ser feito de qualquer forma.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orienta a população a entrar em contato com a empresa que gerou o boleto, antes do vencimento, para solicitar outra forma de pagamento, como a emissão de segunda via, por meio do site ou envio da fatura por e-mail sem custo adicional.

De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), o consumidor pode ainda solicitar à empresa apenas o número do código de barras da cobrança. O pagamento pode ser efetuado nos canais de atendimento bancário ou ainda nos correspondentes, como supermercados, casas lotéricas e agências dos correios, que possibilitam o pagamento de contas de água, luz e telefone com ou sem a fatura.

Uma das alternativas é tentar negociar a prorrogação do vencimento com a empresa, para evitar a cobrança de juros e multas ou ainda negociar a isenção desses encargos cobrados pelo atraso.

De acordo com o Idec, as companhias são obrigadas a oferecer alguma alternativa que pode ser também o depósito em conta ou mesmo presencial. Se, após o contato, a empresa não disponibilizar nenhuma outra forma de pagamento e o consumidor receber a conta com a cobrança de encargos, os valores poderão ser questionados no Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) ou na Justiça.

O Idec orienta ainda que, se o primeiro boleto emitido pela empresa chegar junto com a segunda via solicitada, somente a segunda via deve ser paga, e a outra pode ser ignorada.

Fonte: Agência Brasil/Andreia Verdélio

GEO SERVICE - Uma novidade em Paranaguá

●Empresa especializada em detecção de vazamentos de água em tubos pressurizados

●Manutenção Hidráulica
●Obras Civis
●Manutenção eletrotécnica


Rua dos expedicionários 648 - sala 03 Centro







Mesmo com liminar do TST, petroleiros deflagram paralisação hoje


A Federação Única dos Petroleiros (FUP)  anunciou hoje (30) que, mesmo com a liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que considerou a greve abusiva, a paralisação da categoria foi iniciada e atinge refinarias, terminais e plataformas da Bacia de Campos. O movimento programou atos e manifestações ao longo do dia.

Pelo balanço da FUP, os trabalhadores cruzaram os braços nas refinarias de Manaus (Reman), Abreu e Lima (Pernambuco), Regap (Minas Gerais), Duque de Caxias (Reduc), Paulínia (Replan), Capuava (Recap), Araucária (Repar), Refap (RS), além da Fábrica de Lubrificantes do Ceará (Lubnor), da Araucária Nitrogenados (Fafen-PR) e da unidade de xisto do Paraná (SIX).

A FUP informou que não houve troca dos turnos da 0h nos terminais de Suape (PE) e de Paranaguá (PR). Segundo a federação, na Bacia de Campo os trabalhadores também aderiram à paralisação em diversas plataformas.

Reivindicações

Os petroleiros afirmam que o movimento é uma reação à política de preços dos combustíveis, de crítica à gestão na Petrobras e contra os valores cobrados no gás de cozinha e nos combustíveis.

A paralisação dos petroleiros ocorre três dias depois de o presidente Michel Temer e equipe negociarem um acordo com os caminhoneiros. Por mais de uma semana, os caminhoneiros pararam o país, provocando desabastecimento nos postos de gasolina, supermercados e prejuízos à economia.

Fonte: Agência Brasil/Renata Giraldi
Foto: Marcello Cazal Jr

Senado aprova urgência para projeto que isenta diesel de PIS/Cofins


Após votar seis medidas provisórias (MPs) em uma segunda-feira (28) atípica, os senadores aprovaram, há pouco, o requerimento de urgência do projeto de lei que reonera setores da economia e contém um artigo que pode baratear o preço do diesel. Devido à crise gerada com a greve dos caminhoneiros, que já dura oito dias, os parlamentares imprimiram um ritmo acelerado de votações das MPs, e a maioria foi aprovada de forma simbólica.

Com a pauta livre, o Senado pode agora se debruçar sobre o projeto que retira a desoneração, ou seja, os benefícios fiscais concedidos pelo governo a 56 setores da economia. A matéria foi aprovada na semana passada pela Câmara após os deputados incluírem um trecho que estabelece alíquota zero do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) cobrados sobre o óleo diesel até o fim do ano. Embora não haja acordo em torno do projeto, os senadores já podem discuti-la em plenário a partir desta terça-feira (28).
Antes do requerimento de urgência, aprovado de forma simbólica, os parlamentares aprovaram cinco medidas provisórias enviadas pelo presidente Michel Temer e rejeitaram uma. Além do projeto que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, foi aprovada e encaminhada à sanção a matéria que autoriza a União a doar recursos ao Estado da Palestina para a restauração da Basília da Natividade. Durante as discussões, senadores criticaram medidas que podem gerar novos custos para os cofres públicos em meio à crise atual.


Apesar da urgência, não há consenso para a votação do projeto, tanto do lado do governo quanto da oposição. O líder do PT, senador Humberto Costa (PT-PE), defende a retirada do trecho que isenta o diesel do PIS/Cofins, alegando que o fim do tributo pode gerar consequências negativa no repasse de recursos para as áreas sociais.

Para o líder do governo, Romero Jucá (MDB-RR), o momento é de “calma” e “equilíbrio” para que a situação seja resolvida de forma definitiva. Segundo Jucá, não adianta votar com pressa a proposta sem conversar previamente com os outros atores: os deputados, que podem novamente analisar o texto; e o governo, que poderia se comprometer com algum veto ao projeto. “A matéria será apreciada oportunamente”, limitou-se a dizer o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), logo após a aprovação do requerimento de urgência.


Servidores de ex-territórios

Já as novas condições para a carreira dos servidores de ex-territórios da União tiveram que ser votadas de forma nominal. Os senadores mantiveram a medida provisória por 48 votos a 11. A MP trata de salários e demais vantagens dos funcionários civis e militares de Roraima, do Amapá e de Rondônia.
Alvo de divergências no plenário, a matéria amplia o escopo dos servidores que, após a Constituição Federal de 1988, optaram por integrar quadros da administração pública federal. De acordo com o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), a MP trará "enormes consequências orçamentárias e fiscais" para a União. Utilizando dados do Ministério do Planejamento, Ferraço afirmou que a despesa do governo federal pode aumentar, a cada ano, em R$ 2,4 bilhões.
Já os parlamentares favoráveis à MP, entre os quais os representantes dos estados cujos servidores serão beneficiados, defenderam a medida. As demais MPs aprovadas tratam dos fundos constitucionais de Desenvolvimento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e da liberação do pagamento do PIS/Pasep para idosos com mais de 60 anos.

Fonte: Agência Brasil/Victor Chagas

Governadora autoriza concurso público para o sistema socioeducativo



A governadora Cida Borghetti assinou nesta segunda-feira (28) o despacho que autoriza a abertura de concurso público para 69 vagas para o Departamento de Atendimento Socioeducativo (Dease) vinculado à Secretaria de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos.

As vagas são divididas para a área da saúde do sistema socioeducativo do Paraná, sendo 19 vagas no cargo de Agente de Execução, função Técnico de Enfermagem; 19 vagas para cargo de Agente Profissional, função psicólogo; 14 vagas para o cargo de Agente Profissional, função médico; 7 vagas para o cargo de Agente Profissional, função terapeuta ocupacional; 6 vagas para o cargo de Agente Profissional, função enfermeiro e 4 vagas para cargo de Agente Profissional, função odontólogo.

Segundo a governadora Cida Borghetti, as funções se referem aos atendimentos nas áreas de saúde priorizando os atendimentos nas unidades de socioeducação, demonstrando o compromisso do Governo do Estado no princípio da garantia dos direitos do adolescente em cumprimento de medidas socioeducativas.

Para o secretário estadual da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, Elias Gandour Thomé, os profissionais que serão contratados vão ubstituir os que hoje estão atuando nos Centros de Socioeducação devido ao Processo Seletivo Simplificado iniciado em 2016.


NOVAS CONTRATAÇÕES – Também foram autorizados na última semana pela governadora e anunciado pelo secretário da Justiça a contratação de 36 novos profissionais para atuarem nas unidades socioeducativas do Estado. Esses servidores já estavam aprovados pelo último concurso.
Fonte: AEN

Ministério Público do Paraná toma providências para atenuar prejuízos à população com a paralisação dos caminhoneiros


O Ministério Público do Paraná vem adotando medidas institucionais para evitar ou atenuar prejuízos à população pela paralisação dos caminhoneiros. Na última sexta-feira, 25 de maio, o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) de Proteção à Saúde Pública encaminhou ofício circular ressaltando a importância da interlocução com a Defesa Civil e com a Secretaria de Estado da Saúde, no sentido de assegurar condições mínimas e efetivas para defesa da saúde e da vida das pessoas que dependem das estruturas de saúde no Paraná.

Entre os aspectos a serem observados, está a previsão, conforme acordo entre os manifestantes e o governo do Paraná, para que caminhões com adesivo de identificação da Defesa Civil possam circular pelas rodovias transportando insumos hospitalares, produtos químicos, ração animal, alimentos para hospitais e penitenciárias, combustível para os serviços de segurança e de urgência e emergência, além de cargas vivas.

No documento, o Caop também propõe aos promotores de Justiça alguns encaminhamentos para atender as peculiaridades e necessidades dos municípios de cada comarca (ou seja, quais as principais carências de insumos em cada ponto de atenção de suas redes). Além disso, a Promotoria de Proteção à Saúde Pública de Curitiba instaurou procedimento administrativo (nº 0046.18.068035-0) para acompanhar os reflexos da paralisação de caminhoneiros sobre as ações e serviços de saúde destinados à população usuária do Sistema Único de Saúde (SUS).
Preços dos combustíveis – Devido às recentes notícias de aumento nos preços dos combustíveis em todo o Paraná, o Caop de Defesa do Consumidor e da Ordem Econômica também divulgou material de apoio em relação a medidas a serem adotadas em caso de constatação de reajustes abusivos, quando o abastecimento for normalizado.
Nesse sentido, a Promotoria de Justiça de Cândido de Abreu emitiu recomendação administrativa para que os postos de combustíveis da cidade não aumentem de forma arbitrária os preços dos produtos comercializados. Além disso, deve ser priorizado o abastecimento de veículos destinados à manutenção de serviços públicos essenciais, especialmente nas áreas de saúde, transporte escolar e segurança pública. Para ler a notícia completa, clique aqui.
Recomendação semelhante foi feita em Toledo, pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca (acesse a notícia), e na comarca de Morretes (leia aqui). Em Curitiba, a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor instaurou inquérito civil, nos dias que antecederam o desabastecimento, para apurar se os aumentos nos preços dos combustíveis comercializados nos postos correspondem efetivamente aos reajustes praticados pelas distribuidoras. Leia mais.
Outras ações – No Sudoeste do estado, o MPPR adotou medidas para garantir a liberação de caminhões carregados com cargas vivas e/ou alimentos para animais de criação, como aves ou suínos. Em uma das iniciativas, integrantes da 1ª e 2ª Promotorias de Justiça de Chopinzinho e da 1ª Promotoria de Justiça de Dois Vizinhos reuniram-se com as lideranças do movimento dos caminhoneiros e conseguiram viabilizar a circulação de veículos que transportam ração para atender as criações de aves nas duas comarcas. Segundo levantamentos a que o MPPR teve acesso, seriam perto de 18 milhões de animais nas propriedades das duas cidades.
Já no município de Salto do Lontra, a Promotoria de Justiça expediu recomendação administrativa a diversos órgãos públicos visando garantir a liberação de veículos que contenham carga viva e/ou alimentos animais de criação, como aves ou suínos. O documento foi direcionado às Polícias Militar e Rodoviária Estadual e órgãos de Vigilância Sanitária dos Municípios que integram a comarca. O MPPR recebeu notícias de que, nos últimos dias, por conta da greve, muitos animais teriam morrido de fome e outros poderiam estar sob condições cruéis, presos nos veículos parados nas rodovias, o que motivou a atuação.

Fonte: MPPR

Campanha de vacinação contra gripe é estendida até 9 de junho


Os paranaenses que pertencem ao público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe têm agora até o dia 9 de junho para procurar a vacina nos postos de atendimento. Com a medida, espera-se aumentar a taxa de cobertura vacinal, especialmente entre crianças de 6 meses a 4 anos e pessoas com doenças crônicas. O anúncio foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde nesta segunda-feira (28).

“Por conta das dificuldades para locomoção da população devido à falta de combustível causada pelas paralisações nas estradas, decidimos estender a campanha até 9 de junho. Ficará a critério dos municípios a realização ou não do ‘Dia D’ de vacinação no final da campanha”, explica o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

Até agora, a campanha já atingiu 76% do público-alvo, estimado em 2,3 milhões de pessoas. O Paraná é o Estado com maior cobertura vacinal na região sul do país. Ainda assim, o índice de cobertura vacinal em alguns grupos preocupa. Entre crianças de 6 meses e 4 anos, por exemplo, só 54,5% foram vacinadas. A vacinação entre pessoas com doenças crônicas também está abaixo do esperado. Pouco mais da metade das 739 mil doses disponibilizadas para esse grupo foram aplicadas.


Como lembra a superintendente da Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, das 14 mortes causadas pela gripe registradas no Estado, 11 eram pessoas a partir de 60 anos com alguma doença crônica. “São pessoas mais frágeis, com menos resistência. Elas precisam se vacinar para terem menor risco de complicações caso tenham contato com o vírus da gripe”, alerta.
PROTEÇÃO  O técnico em informática Jefferson Detoni conta que se vacinou já no início da campanha. Ele faz parte do público-alvo da vacinação por conta da necessidade de passar regularmente por hemodiálise. “Participo da vacinação desde a primeira campanha. Além de me proteger da gripe, deixo de ser um vetor da doença. Não pego gripe e nem passo para os outros”, conta.


Entre as doenças e condições clínicas que incluem as pessoas no público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe está diabetes, doenças crônicas respiratórias, renais, cardíacas, hepáticas e neurológicas, transplantados, obesidade grau III, portadores de trissomias (Sídrome de Down, Sídrome de Klinefelter, Síndrome de Wakany, dentre outras) e imunossupressão (comprometimento do sistema imunológico). Essas pessoas devem levar a indicação médica para poder receber a vacina contra a gripe.
Fonte: AEN

Petrobras reduz preço da gasolina em 2,8% nas refinarias

A Petrobras reduziu, pela quinta vez consecutiva, o preço da gasolina nas refinarias. A partir de amanhã (29), o combustível terá redução de 2,8% no preço e passará a custar R$ 1,9526 por litro. Desde 16 de maio, a gasolina não custava menos do que R$ 2.
Apesar disso, no mês de maio a gasolina acumula uma alta de 8,6%, já que, em 28 de abril, o litro do combustível tinha o custo de R$ 1,7977.

Fonte: Agência Brasil/Vitor Abdala


Brasil, país que explora o seu povo que sempre acaba pagando a conta

A manifestação e paralisação dos caminhoneiros é justa, injusto é você morar num país que explora o seu povo com altos impostos e o que se vê é ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres. É inadmissível o Brasil produzir petróleo e vender os seus derivados de uma forma tão cara, o consumidor sente no bolso e lamenta saber que em outros países como no Paraguai, vizinho ao nosso, a gasolina é vendida por um valor bem menor que aqui e somos nós que fornecemos. O povo brasileiro está sentindo na pele, muitos estão sendo prejudicados por conta dessa situação, mas entendem que isso é necessário para que o governo possa tomar consciência de que  precisamos ser menos explorados e pagarmos por produtos e serviços de uma forma justa. Hoje a população e o próprio governo estão conscientes que o serviço prestado pelos caminhoneiros é fundamental, necessário e acima de tudo merece respeito porque sem esses trabalhadores o país para. Ver a população espalhada pelo país a favor dessa paralisação, se manifestando, como aqui em Paranaguá, é a prova de que o descontentamento é geral. Chega de exploração, chega de pagarmos tão caro por tudo num pais tão rico com um povo tão miserável e desassistido em todos os setores. 

                                                  Texto: Edye Fernandes

                                                   Foto: Walter Guimarães


Abcam confirma acordo com governo e pede fim da paralisação


A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) confirmou hoje (28) a assinatura do acordo para pôr fim à paralisação dos caminhoneiros autônomos. O governo federal decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro, valor referente ao que seria a retirada do PIS/Cofins e da Cide sobre esse combustível. Depois desse período, o preço do diesel será ajustado mensalmente. Além disso, a alíquota da Cide sobre o diesel será zerada até o final do ano.

“A Abcam considera o acordo assinado uma vitória, já que o anterior previa uma redução de apenas 10% por apenas 30 dias. Entretanto, a associação acredita que até dezembro deste ano o governo encontre soluções para que essa redução seja permanente”, informou a associação, em nota.
Ministros que integram o gabinete de crise e representantes da área econômica do governo passaram o dia reunidos, ontem (27), no Palácio do Planalto, para calcular os impactos do acordo, assinado à noite por lideranças dos caminhoneiros autônomos.
“Sendo assim, já que o objetivo foi alcançado, a Abcam pede a todos os caminhoneiros que voltem ao trabalho”, diz a nota da entidade.
Em mensagem, o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, pediu que os caminhoneiros voltem satisfeitos e orgulhosos. “Conseguimos parar este país e sermos reconhecidos pela sociedade brasileira e pelo governo. Nossa manifestação foi única, como nunca ocorreu na história. Seremos lembrados como aqueles que não cederam diante das negativas do governo e da pressão dos empresários do setor. Teremos o reconhecimento da nossa profissão, de que nosso trabalho é primordial para o desenvolvimento deste país. Voltem com a sensação de missão cumprida, mas lembrando que a luta não termina aqui”, disse.
Fonte: Agência Brasil/Andreia Verdélio

Petroleiros deflagram greve de 72 horas a partir de quarta-feira


No momento em que o governo federal negocia o fim da paralisação dos caminhoneiros, que entrou hoje (27) no sétimo dia, os petroleiros organizam uma greve nacional “de advertência“. A paralisação de 72 horas será a partir da próxima quarta-feira (30). A mobilização é liderada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e sindicatos filiados.

Os petroleiros preparam para hoje atrasos e cortes de rendição nas quatro refinarias e fábricas de fertilizantes: Rlam (BA), Abreu e Lima (PE), Repar (PR), Refap (RS), Araucária Nitrogenados (PR) e Fafen Bahia.
Para amanhã (28), a FUP e seus sindicatos promovem o Dia Nacional de Luta, com atos públicos e mobilizações.

Em nota, a FUP informou que a paralisação dos petroleiros pretende pressionar o governo federal a reduzir os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, também é uma manifestação contra a eventual proposta de privatização da Petrobras e a gestão do presidente da empresa, Pedro Parente.

“A greve de advertência é mais uma etapa das mobilizações que os petroleiros vêm fazendo na construção de uma greve por tempo indeterminado, que foi aprovada nacionalmente pela categoria”, diz o comunicado da FUP.

Fonte: Agência Brasil

Porto de Antonina recebe o primeiro simulado do Plano de Emergência Individual

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) realizou, na última quarta-feira (23), o primeiro simulado do Plano de Emergência Individual (PEI) no Porto de Antonina. Na ocasião, a equipe da Appa levou menos de uma hora para conter um acidente fictício com o vazamento de aproximadamente mil litros de óleo diesel no mar.
De acordo com o diretor-presidente da Appa, Lourenço Fregonese, o tempo de resposta no simulado comprovou o preparo dos técnicos que atuam na área de emergências ambientais. “É nesse momento que é colocado em avaliação o preparo dos agentes. Nos últimos anos, temos investido em planejamento, segurança e capacitação dos profissionais, medidas indispensáveis no setor portuário”, comentou.

Durante a operação, a equipe dos portos do Paraná teve de demonstrar capacidade e agilidade para contenção e recolhimento do líquido, proteção de áreas sensíveis e atendimento à fauna petrolizada, combatendo as possíveis consequências que um acidente dessa magnitude pode gerar. Toda a ação foi acompanhada por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), unidade Paraná, que contribuíram para a realização e avaliaram o desempenho da equipe.

“Os simulados servem como um exercício indispensável, para a escolha dos melhores caminhos e correção de possíveis falhas. O que se percebeu, nessa situação, foi um tempo rápido de resposta e uma série de melhorias e avanços, na comparação com outros simulados já realizados pelo órgão em outros locais”, disse o responsável pelo Núcleo de Emergências Ambientais do Ibama Paraná e analista ambiental, José Joaquim Crachineski.

O SIMULADO – Cerca de 30 pessoas da área ambiental da Appa participaram da ação, que envolveu diferentes etapas, como a identificação do risco; o diagnóstico da situação; a definição das medidas cabíveis; a resolução; e a comunicação pública sobre o problema.

Conforme previsão documental, bambolês foram usados na representação do óleo, por guardar semelhança com a atuação do material na água. Para a operação, cinco embarcações foram utilizadas, além de materiais como barreiras de contenção e absorventes, recolhedor, tanque de armazenamento flutuante e itens para tratamento da fauna.

Segundo o diretor de Meio Ambiente da Appa, Bruno Guimarães, o resultado apontou o preparo dos agentes para resolver possíveis ocorrências dessa natureza. “A equipe agiu rápido e conseguiu, de maneira correta e tranquila, identificar a intensidade do problema e propor a melhor solução. Por isso, o tempo de resposta foi muito menor que o previsto no Plano, que, nesses casos, estabelece a solução em até duas horas”, explicou.

PEI – O Plano de Emergência Individual foi elaborado pela Appa em 2013, mas em Antonina passou a ser feito em 2017. O documento aponta, detalhadamente, a estrutura dos portos paranaenses, sua localização e as medidas de segurança e prevenção a acidentes que devem ser tomadas, além de estabelecer um programa de preparo para responder a acidentes de diferentes naturezas.

CPA – Como forma de reforço às ações previstas no Plano, em 2016 foi inaugurado o Centro de Prontidão Ambiental (CPA) da Appa, onde está instalada a Alpina Briggs – empresa especializada no atendimento a emergências envolvendo hidrocarbonetos e produtos químicos diversos, contratada pela Appa. No local, com rápido acesso à água, atuam mais de 20 funcionários, mantendo a condição de alerta 24 por dia, durante todo o ano.

Fonte: APPA

Conta de luz terá bandeira tarifária mais cara em junho


As contas de luz em junho terão bandeira tarifária vermelha no patamar 2, o maior patamar entre as faixas tarifárias. Com isso, haverá cobrança extra nas contas de luz de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A cobrança da nova bandeira foi anunciada hoje (25) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De acordo com a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e a redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, há a necessidade de usar energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.
"Com o fim do período úmido, os reservatórios do Sul apresentaram redução de volume provocando o aumento do risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD). Além disso, a previsão de chuvas é baixa quando comparada à média histórica. O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada", disse a agência.
Em maio, vigorou a bandeira tarifária amarela, em que há adicional de R$ 1 na conta de energia do consumidor a cada 100 kWh consumidos. Nos quatro primeiros meses dos ano, vigorou a bandeira verde, em que não há cobrança extra na conta de luz.
Na terça-feira (22), o presidente da Aneel, Romeu Rufino chegou a afirmar que a tendência era de manutenção da bandeira amarela. Segundo Rufino não houve alterações relevantes nas condições que levaram a agência a adotar a bandeira amarela agora em maio.
Sistema
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. No patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3,00 a cada 100 kWh; já no 2, o valor extra sobe para R$ 5,00.


Com a adoção da bandeira vermelha, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado, entre outros.




Fonte: Agência Brasil/Luciano Nascimento

PF investiga se há prática criminosa em paralisação de caminhoneiros


A Polícia Federal (PF) instaurou uma investigação para apurar a possível prática de locaute (do inglês lock out, designa greve de trabalhadores com apoio da classe patronal) na paralisação de milhares de caminhoneiros que, desde a última segunda-feira (21), interditam parcialmente as estradas de quase todo o país. Em nota, a PF se limitou a informar que está investigando a associação para a prática de crimes contra a organização do trabalho, a segurança dos meios de transporte e outros serviços públicos.


A mobilização dos caminhoneiros vinha sendo monitorada por um gabinete de crise coordenado pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que disse haver indícios de locaute no movimento.
Nesta sexta-feira, o presidente Michel Temer autorizou o uso de forças federais de segurança para liberar as rodovias bloqueadas caso as estradas não sejam liberadas pelos caminhoneiros.

“Quero anunciar um plano de segurança imediato para acionar as forças federais de segurança para desbloquear as estradas. Estou solicitando aos governadores que façam o mesmo. Não vamos permitir que a população fique sem os gêneros de primeira necessidade, que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas e que crianças fiquem sem escolas”, disse Temer durante pronunciamento no Palácio do Planalto.
Ontem (24), nove das 11 entidades representativas do setor de transporte assinaram um acordo com o governo federal para tentar pôr fim à paralisação. Em troca do compromisso da Petrobras de manter, pelos próximos 30 dias, o preço reduzido do óleo diesel nas refinarias e do governo estudar formas de baratear o preço dos combustíveis, as lideranças sindicais que assinaram o acordo prometeram suspender o movimento por 15 dias. A proposta, no entanto, foi recusada pela União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) e pela Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam).
Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, disse não acreditar que os caminhoneiros retornem à normalidade nos próximos dois dias. “Este final de semana vai ser para montarmos as estratégias que adotaremos a partir de segunda-feira. Na minha visão, não vamos encerrar o movimento tão cedo.”

Fonte: Agência Brasil/Alex Rodrigues

Estado reajusta auxílio-transporte de 15 mil servidores públicos

A governadora Cida Borghetti assinou decreto nesta quinta-feira (24) que formaliza o reajuste de 4,08% no auxílio-transporte para servidores efetivos da administração direta e autárquica e para temporários contratados por regime especial com remuneração até R$ 2.659,60.

O benefício alcança cerca de 15 mil servidores estaduais. O reajuste é retroativo a abril e o valor passa de R$ 155,79 para R$ 162,15 por mês. Até agora, o auxílio era pago para quem ganhava até R$ 2.555,34. “É mais uma medida que atende servidores que têm menores salários”, afirma a governadora.

O valor é depositado diretamente na conta-corrente do servidor beneficiado, juntamente com o vencimento mensal. A vantagem tem natureza indenizatória, com objetivo de custear o deslocamento do servidor ao trabalho. O reajuste tem como parâmetro o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).


Fonte: AEN

Greve dos caminhoneiros diminui em 27% operações de granéis no Porto de Paranaguá


A greve nacional dos caminhoneiros nas estradas brasileiras está impactando as operações de granéis vegetais e fertilizantes no Porto de Paranaguá. A movimentação diária caiu 27%, de 150 mil toneladas para 110 mil toneladas nesta quinta-feira (24). Depois de quatro dias de paralisação total das atividades rodoviárias, os estoques de grãos para exportação nos armazéns estão a 51% da capacidade total do porto. Deste modo, o porto registrou uma queda nas exportações de granéis de 15 mil toneladas por dia, passando de 85 mil para 60 mil toneladas diárias.

Já a importação de fertilizantes foi interrompida em berços de atracação em que o transporte da carga é feito por caminhões. Apenas os berços que operam com esteiras continuam funcionando. Com isso, a movimentação de desembarque de fertilizantes caiu de 25 mil toneladas ao dia para 10 mil toneladas.

A movimentação de granéis líquidos, no entanto, mantém sua média diária de 40 mil toneladas. Os desembarques continuam normais enquanto os tanques dos terminais ainda não estão completos.

Fonte: APPA