Temporal causa estragos na Vila do Almeida em Guaraqueçaba-Pr






Temporal no inicio da tarde desta quinta-feira (09), causou estragos na vila de pescadores denominada Vila do Almeida em Guaraqueçaba-Pr. Os prejuízos foram enormes, casas destelhadas, ranchos onde são guardadas as canoas foram destruídos, árvores foram arrancadas, moradores nesse momento estão sem energia elétrica e aguardam os funcionários da COPEL. 





















Texto: Edye Venancio

 

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Caminhão perde o controle na BR 277 e colide com guindaste

 

Informações da PRF
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COPEL: desligamento programado para Guaraqueçaba-Pr

Para efetuar serviços de manutenção, melhoria e extensão da rede elétrica, comunicamos que haverá interrupção do fornecimento de energia elétrica, conforme período especificado abaixo:

 

16 de março de 2023, quinta-feira, das 10h45 às 16h45

 

O desligamento programado pela COPEL poderá ser cancelado, sem prévio aviso, devido à condições atmosféricas adversas ou por motivo de força maior. Nesse caso o mesmo será reprogramado para uma nova data a ser informada.

 

Os serviços programados podem ser concluídos antes do horário previsto. Para a segurança dos consumidores, a COPEL alerta que eventuais reparos nas instalações elétricas internas ou em equipamentos elétricos devem ser feitos com a chave geral desligada e os aparelhos desconectados das tomadas, mesmo durante a interrupção do fornecimento. Consumidores atendidos em alta tensão não devem aproveitar esse desligamento para realizar manutenção nas instalações internas sem a prévia solicitação à COPEL.

 

Para que possamos avisá-lo com eficiência, mantenha sempre seu cadastro atualizado através do site www.copel.com.

 

Lembre-se que você também pode consultar os desligamentos programados pelo site www.copel.com ou pelo Copel Mobile.

 

Atenciosamente

Companhia Paranaense de Energia.

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Deputado Federal Níkolas Ferreira discursando sobre o Dia internacional mulher

 




Quem entrava ou entra mudo e saia calado nas sessões da câmara ou fala com um ovo na garganta sem ter uma boa oratória ver um deputado desses dar um show de oratória em Brasília, deve sentir uma enorme vergonha.


Texto: Edye Venancio 
Vídeo: Rede Social do parlamentar 
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Conheça a história de Pedrinho Matador, o maior assassino em série do Brasil

 


Pedro Rodrigues Filho, conhecido como Pedrinho Matador, foi o maior serial killer da história de nosso país. No dia 5 de março de 2023, Pedrinho foi morto a tiros por homens encapuzados no bairro Ponte Grande, em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo.

Sua trajetória no mundo do crime começou por volta dos 14 anos de idade, quando empurrou o primo em um moedor de cana-de-açúcar.

Sem se preocupar com dinheiro, fama ou poder, matava quem descumprisse seu código de conduta pessoal.

Aos 18 anos de idade, foi condenado a 128 anos de prisão e levado a uma Presídio de Segurança Máxima, acusado  de ser o responsável por um massacre no dia do casamento de um rival do tráfico.

Depois de condenado, sua pena foi estendida para mais de 400 anos de prisão pelos assassinatos que cometeu dentro e fora da cadeia.

A história de Pedro não é um caso isolado.

A impunidade e a sensação de falta de segurança são alguns dos problemas do Brasil que une a todos nós.

Pensando nisso, a Brasil Paralelo resolveu investigar o caso. E o resultado você confere assistindo a "Entre Lobos: Uma Investigação inédita sobre a criminalidade no Brasil".

O filme revela pela primeira vez as verdadeiras causas da insegurança que afeta todos os brasileiros.

Ele também mostra o mundo real do combate ao crime, dando voz aos agentes de segurança pública que arriscam suas vidas todos os dias.

Para assistir à trilogia, basta assinar o streaming da  Brasil Paralelo.

Você também pode ter acesso ao curso "Segurança Pública: O Controle do Crime ao Longo da História" disponível em nosso melhor plano.

Toque no botão abaixo,  faça a sua assinatura e  junte-se aos mais de 560 mil brasileiros que decidiram apoiar a Brasil Paralelo.


Nós contamos com você.




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Ilha dos Valadares: alguém lembra do índio?

Estátua do índio Carijó na Ilha dos Valadares vira memória e levanta questionamentos sobre representatividade cultural.

Instalada como homenagem aos povos originários, a escultura foi alvo de vandalismo e segue esquecida, enquanto moradores cobram símbolos que representem a identidade local.

No século XVI, os índios Carijós tiveram papel fundamental na história do Paraná. Durante as bandeiras paulistas, muitos foram capturados e levados como escravos para trabalhar nos engenhos de São Vicente e do Nordeste. Os que permaneceram foram explorados na busca por ouro ou fugiram rumo ao interior do país, como Goiás. Com o tempo, foram sendo exterminados ou assimilados, dando origem a comunidades caboclas e caiçaras.

A importância histórica desse povo originário levou à criação de uma estátua em sua homenagem, instalada na Praça Cyro Abalém, na Ilha dos Valadares, obra do artista local Deocir Gomes. A placa original trazia um texto explicativo, destacando que, embora o verdadeiro índio Carijó não exista mais em sua forma original, seus descendentes ainda vivem de forma aculturada e merecem reconhecimento.

No entanto, desde sua inauguração, a presença da estátua dividiu opiniões. Parte dos moradores não se identificava com a homenagem, sugerindo que a obra deveria retratar um pescador, figura mais próxima da história da Ilha. O ponto mais crítico dessa controvérsia ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2013, às 08h09, quando a estátua foi encontrada vandalizada. Os responsáveis nunca foram identificados.

Mais de um ano depois, em 18 de março de 2014, o que restava do monumento foi visto em uma fábrica de artefatos de cimento no bairro 7 de Setembro, longe do seu local original e da vista da comunidade.

Enquanto isso, a ausência de uma nova representação no espaço da praça alimenta boatos e piadas entre os moradores. Alguns comentam que no lugar do índio poderá surgir um gorila, um Pinóquio gigante ou até um boi de mármore — figuras sem qualquer ligação com a identidade insulana. Outros, mais conscientes, cobram que ali seja instalada uma homenagem legítima aos moradores ilustres da Ilha dos Valadares, gente simples, pescadores, professores, artistas, que de fato compõem a história viva da comunidade.

A estátua do índio Carijó permanece como símbolo de um debate maior: quem decide o que deve ser lembrado em nossos espaços públicos? E, mais importante ainda, será que um dia os próprios insulanos poderão escolher a imagem que melhor os representa?

Estátua do índio Carijó na Ilha dos Valadares vira memória e levanta questionamentos sobre representatividade cultural

Instalada como homenagem aos povos originários, a escultura foi alvo de vandalismo e segue esquecida, enquanto moradores cobram símbolos que representem a identidade local.










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Gaeco apresenta balanço das mortes ocorridas em confrontos com forças policiais no Paraná em 2022

Durante o ano de 2022, foram registradas no Paraná 488 mortes ocasionadas a partir de confrontos com policiais. O balanço é do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), unidade do Ministério Público do Paraná, e aponta um aumento de 17,3% em relação aos registros de 2021, quando ocorreram 416 mortes em circunstâncias semelhantes. Entretanto, as mortes do segundo semestre de 2022 (234) apresentaram redução de 8% em relação ao primeiro semestre (254).

 


São contabilizadas para o levantamento as ocorrências com policiais civis e militares e guardas municipais. A maior parte dos registros vem de confrontos com policiais militares: 483 (75 mortes a mais do que o registrado em 2021). Também houve dois casos envolvendo policial civil (um em Guaíra e outro em Quitandinha) e três com guardas municipais (dois em Curitiba e um em Araucária). As cidades que mais registraram vítimas em situações envolvendo agentes de segurança foram Curitiba (121), Londrina (50) e Foz do Iguaçu (22). Os casos de mortes de civis em confrontos foram registrados em 366 situações.

 

Estratégia – O controle estatístico das mortes em confrontos policiais pelo Gaeco faz parte de estratégia institucional de atuação do MPPR com o objetivo de contribuir para a diminuição da violência das abordagens conduzidas pela polícia. As iniciativas do Ministério Público com esse intuito são constantemente discutidas com representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública, da Polícia Civil e da Polícia Militar.

 


Nesse contexto, o Ministério Público do Paraná, a exemplo dos demais MPs do Brasil, aderiu ao programa nacional “O MP no enfrentamento à morte decorrente de intervenção policial”, instituído pelo Conselho Nacional do Ministério Público, por meio da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança. A iniciativa do CNMP tem como objetivo assegurar a correta apuração das mortes de civis em confrontos com policiais e guardas municipais, garantindo que toda ação do Estado que resulte em morte seja investigada.

 

Recortes – Nos confrontos com policiais militares, 247 vítimas eram pardas (51%), 33 negras (7%) e 203 brancas (42%). Em relação à faixa etária, 287 vítimas em confrontos com policiais militares tinham entre 18 e 29 anos (59,42%) ; 166 tinham idade entre 30 e 59 anos (34,37%) e 30 tinham entre 13 e 17 anos (6,21%).

Veja aqui as tabelas com  os dados comparativos por semestre desde 2015  e as cidades com maior número de mortes .

Fonte: MPPR

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Quem foi Che Guevara?

Enquanto muitos afirmam que “Che” foi um assassino impiedoso e violento, outros se referem a ele como o símbolo da esperança.

Ernesto Guevara ficou tão famoso que existem milhares de produtos com seu rosto disponíveis na internet e diversas celebridades já foram vistas homenageando o revolucionário cubano. Mas será que todas essas pessoas realmente conhecem a história de quem foi Che Guevara?

Conheça a história de Che e entenda:

 . o seu papel na Revolução Cubana;

. as acusações de crimes contra os direitos humanos;

os casos de homofobia;

. como a ideologia marxista ainda influencia a nossa sociedade.


Quem foi Che Guevara?

Ernesto Guevara de la Serna, conhecido pelo apelido “Che”, nasceu em 14 de julho de 1928, na cidade de Rosário, na Argentina. Nascido em uma família rica, Che era médico, atuou como jornalista e foi um dos líderes da Revolução Cubana.

Devido aos seus anos de luta socialista, Che Guevara tornou-se símbolo do que ficou conhecido como “contracultura”.

Durante a faculdade, parou o curso de medicina por um tempo para viajar de moto pela América Latina.


A mudança revolucionária

A viagem causou uma mudança abrupta na vida de Che Guevara. A cada país que passava, via pobreza e miséria para uns e riqueza concentrada no bolso de poucos.

Confrontando-se com a pobreza, Che decide-se por seguir o marxismo radicalmente. Para ele, a luta de classes era a melhor explicação para o que presenciou, e a luta comunista-socialista a melhor solução.

Em 1952, já graduado em medicina, passou imediatamente a viajar pela América Latina, cuidando dos mais pobres.

Porém, Che ficou insatisfeito com o que fazia, passando a acreditar que estava cuidando dos sintomas, e não da doença. Tudo isso levou o médico a mudar de profissão: seu novo foco seria atacar o sistema que ele acreditava causar todos os problemas.

Contudo, ao chegar no poder de Cuba, a conduta de Che mudou radicalmente, sendo acusado de cometer diversos crimes e ferindo gravemente os direitos humanos.

Diversas atitudes tomadas por Che Guevara como guerrilheiro e político de Cuba são apontadas como crimes contra os direitos humanos: 

fuzilamentos sem julgamento;

campos de trabalho forçado;

homofobia e intolerância religiosa;

incentivo a uma guerra nuclear.

 

Segundo o livro da autora Lillian Guerra, diversas pessoas foram torturadas e assassinadas por serem católicos, testemunhas de Jeová ou homossexuais.

 

Em 1964, Che Guevara representava Cuba na Conferência das Nações Unidas, em Nova York. Nesse período, seu cargo oficial era de embaixador de Cuba. As informações sobre os fuzilamentos já eram de ciência de muitos chefes de Estado, que indagaram o guerrilheiro sobre as medidas descabidas que tomava.

 

Em resposta, Che disse:

“Sim, temos fuzilado. Fuzilamos e seguiremos fazendo isso enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta à morte”.

Che era marxista cuja base principal influência era o revolucionário bolchevique Lênin. Após estudar a invasão bolchevique na Rússia, Che começou a planejar o mesmo na América Latina.

Che Guevara morreu na Bolívia, em 1967, após uma tentativa frustrada de instaurar um regime socialista. Saber quem foi Che Guevara é conhecer parte importante do espírito socialista latino. E para entender as ações do revolucionário, seus planos e a sua influência no continente americano, primeiro se deve entender a revolução de Lênin.

A influência bolchevique no mundo

A importância desse momento na história levou a Brasil Paralelo a desenvolver um documentário que explica detalhadamente a influência bolchevique no mundo.

Invasão Bolchevique é um documentário Original BP que revela como a Rússia se tornou o berço do comunismo no mundo, desde a formação de partidos comunistas até mesmo nas mudanças da cultura ocidental.

 

Descubra o padrão na formação do comunismo;

Entenda as origens do pensamento revolucionário;

Conheça o fato mais importante da história da Rússia.

 

Assista agora ao filme Invasão Bolchevique e compreenda com detalhes a influência comunista no século XX e XXI.

 

Para assistir, basta assinar o streaming da Brasil Paralelo.

 

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Fonte: BRASIL PARALELO (contato@brasilparalelo.com.br)

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