Temporal causa estragos na Vila do Almeida em Guaraqueçaba-Pr
COPEL: desligamento programado para Guaraqueçaba-Pr
16 de março de 2023, quinta-feira, das 10h45 às 16h45
O desligamento
programado pela COPEL poderá ser cancelado, sem prévio aviso, devido à
condições atmosféricas adversas ou por motivo de força maior. Nesse caso o
mesmo será reprogramado para uma nova data a ser informada.
Os serviços programados
podem ser concluídos antes do horário previsto. Para a segurança dos
consumidores, a COPEL alerta que eventuais reparos nas instalações elétricas
internas ou em equipamentos elétricos devem ser feitos com a chave geral
desligada e os aparelhos desconectados das tomadas, mesmo durante a interrupção
do fornecimento. Consumidores atendidos em alta tensão não devem aproveitar
esse desligamento para realizar manutenção nas instalações internas sem a
prévia solicitação à COPEL.
Para que possamos
avisá-lo com eficiência, mantenha sempre seu cadastro atualizado através do
site www.copel.com.
Lembre-se que você
também pode consultar os desligamentos programados pelo site www.copel.com ou
pelo Copel Mobile.
Atenciosamente
Companhia Paranaense de Energia.
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Ilha dos Valadares: alguém lembra do índio?
Estátua do índio Carijó na Ilha dos Valadares vira memória e levanta questionamentos sobre representatividade cultural.
Instalada como homenagem aos povos originários, a escultura foi alvo de vandalismo e segue esquecida, enquanto moradores cobram símbolos que representem a identidade local.
No século XVI, os índios Carijós tiveram papel fundamental na história do Paraná. Durante as bandeiras paulistas, muitos foram capturados e levados como escravos para trabalhar nos engenhos de São Vicente e do Nordeste. Os que permaneceram foram explorados na busca por ouro ou fugiram rumo ao interior do país, como Goiás. Com o tempo, foram sendo exterminados ou assimilados, dando origem a comunidades caboclas e caiçaras.
A importância histórica desse povo originário levou à criação de uma estátua em sua homenagem, instalada na Praça Cyro Abalém, na Ilha dos Valadares, obra do artista local Deocir Gomes. A placa original trazia um texto explicativo, destacando que, embora o verdadeiro índio Carijó não exista mais em sua forma original, seus descendentes ainda vivem de forma aculturada e merecem reconhecimento.
No entanto, desde sua inauguração, a presença da estátua dividiu opiniões. Parte dos moradores não se identificava com a homenagem, sugerindo que a obra deveria retratar um pescador, figura mais próxima da história da Ilha. O ponto mais crítico dessa controvérsia ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2013, às 08h09, quando a estátua foi encontrada vandalizada. Os responsáveis nunca foram identificados.
Mais de um ano depois, em 18 de março de 2014, o que restava do monumento foi visto em uma fábrica de artefatos de cimento no bairro 7 de Setembro, longe do seu local original e da vista da comunidade.
Enquanto isso, a ausência de uma nova representação no espaço da praça alimenta boatos e piadas entre os moradores. Alguns comentam que no lugar do índio poderá surgir um gorila, um Pinóquio gigante ou até um boi de mármore — figuras sem qualquer ligação com a identidade insulana. Outros, mais conscientes, cobram que ali seja instalada uma homenagem legítima aos moradores ilustres da Ilha dos Valadares, gente simples, pescadores, professores, artistas, que de fato compõem a história viva da comunidade.
A estátua do índio Carijó permanece como símbolo de um debate maior: quem decide o que deve ser lembrado em nossos espaços públicos? E, mais importante ainda, será que um dia os próprios insulanos poderão escolher a imagem que melhor os representa?
Estátua do índio Carijó na Ilha dos Valadares vira memória e levanta questionamentos sobre representatividade cultural
Instalada como homenagem aos povos originários, a escultura foi alvo de vandalismo e segue esquecida, enquanto moradores cobram símbolos que representem a identidade local.
Gaeco apresenta balanço das mortes ocorridas em confrontos com forças policiais no Paraná em 2022
Durante o ano de 2022, foram registradas no Paraná 488 mortes ocasionadas a partir de confrontos com policiais. O balanço é do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), unidade do Ministério Público do Paraná, e aponta um aumento de 17,3% em relação aos registros de 2021, quando ocorreram 416 mortes em circunstâncias semelhantes. Entretanto, as mortes do segundo semestre de 2022 (234) apresentaram redução de 8% em relação ao primeiro semestre (254).
São contabilizadas para o levantamento as ocorrências com policiais civis e militares e guardas municipais. A maior parte dos registros vem de confrontos com policiais militares: 483 (75 mortes a mais do que o registrado em 2021). Também houve dois casos envolvendo policial civil (um em Guaíra e outro em Quitandinha) e três com guardas municipais (dois em Curitiba e um em Araucária). As cidades que mais registraram vítimas em situações envolvendo agentes de segurança foram Curitiba (121), Londrina (50) e Foz do Iguaçu (22). Os casos de mortes de civis em confrontos foram registrados em 366 situações.
Estratégia – O
controle estatístico das mortes em confrontos policiais pelo Gaeco faz parte de
estratégia institucional de atuação do MPPR com o objetivo de contribuir para a
diminuição da violência das abordagens conduzidas pela polícia. As iniciativas
do Ministério Público com esse intuito são constantemente discutidas com
representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública, da Polícia Civil e
da Polícia Militar.
Nesse contexto, o Ministério Público do Paraná, a exemplo dos demais MPs do Brasil, aderiu ao programa nacional “O MP no enfrentamento à morte decorrente de intervenção policial”, instituído pelo Conselho Nacional do Ministério Público, por meio da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança. A iniciativa do CNMP tem como objetivo assegurar a correta apuração das mortes de civis em confrontos com policiais e guardas municipais, garantindo que toda ação do Estado que resulte em morte seja investigada.
Recortes – Nos
confrontos com policiais militares, 247 vítimas eram pardas (51%), 33 negras
(7%) e 203 brancas (42%). Em relação à faixa etária, 287 vítimas em confrontos
com policiais militares tinham entre 18 e 29 anos (59,42%) ; 166 tinham idade
entre 30 e 59 anos (34,37%) e 30 tinham entre 13 e 17 anos (6,21%).
Veja aqui as tabelas com os dados comparativos por semestre desde 2015 e as cidades com maior número de mortes .
Fonte: MPPR
Quem foi Che Guevara?
Enquanto muitos afirmam que “Che” foi um assassino impiedoso e violento, outros se referem a ele como o símbolo da esperança.
Ernesto Guevara ficou tão famoso que existem milhares de produtos com seu rosto disponíveis na internet e diversas celebridades já foram vistas homenageando o revolucionário cubano. Mas será que todas essas pessoas realmente conhecem a história de quem foi Che Guevara?
Conheça a
história de Che e entenda:
. as acusações
de crimes contra os direitos humanos;
os casos de
homofobia;
. como a ideologia marxista ainda influencia a nossa sociedade.
Quem foi Che Guevara?
Ernesto Guevara de la Serna, conhecido pelo apelido “Che”, nasceu em 14 de julho de 1928, na cidade de Rosário, na Argentina. Nascido em uma família rica, Che era médico, atuou como jornalista e foi um dos líderes da Revolução Cubana.
Devido aos seus anos de luta socialista, Che Guevara tornou-se símbolo do que ficou conhecido como “contracultura”.
Durante a
faculdade, parou o curso de medicina por um tempo para viajar de moto pela
América Latina.
A mudança
revolucionária
A viagem causou uma mudança abrupta na vida de Che Guevara. A cada país que passava, via pobreza e miséria para uns e riqueza concentrada no bolso de poucos.
Confrontando-se com a pobreza, Che decide-se por seguir o marxismo radicalmente. Para ele, a luta de classes era a melhor explicação para o que presenciou, e a luta comunista-socialista a melhor solução.
Em 1952, já
graduado em medicina, passou imediatamente a viajar pela América Latina,
cuidando dos mais pobres.
Porém, Che ficou insatisfeito com o que fazia, passando a acreditar que estava cuidando dos sintomas, e não da doença. Tudo isso levou o médico a mudar de profissão: seu novo foco seria atacar o sistema que ele acreditava causar todos os problemas.
Contudo, ao
chegar no poder de Cuba, a conduta de Che mudou radicalmente, sendo acusado de
cometer diversos crimes e ferindo gravemente os direitos humanos.
Diversas atitudes tomadas por Che Guevara como guerrilheiro e político de Cuba são apontadas como crimes contra os direitos humanos:
fuzilamentos
sem julgamento;
campos de trabalho
forçado;
homofobia e
intolerância religiosa;
incentivo a
uma guerra nuclear.
Segundo o
livro da autora Lillian Guerra, diversas pessoas foram torturadas e
assassinadas por serem católicos, testemunhas de Jeová ou homossexuais.
Em 1964, Che
Guevara representava Cuba na Conferência das Nações Unidas, em Nova York. Nesse
período, seu cargo oficial era de embaixador de Cuba. As informações sobre os
fuzilamentos já eram de ciência de muitos chefes de Estado, que indagaram o
guerrilheiro sobre as medidas descabidas que tomava.
Em resposta,
Che disse:
“Sim, temos
fuzilado. Fuzilamos e seguiremos fazendo isso enquanto for necessário. Nossa
luta é uma luta à morte”.
Che era marxista cuja base principal influência era o revolucionário bolchevique Lênin. Após estudar a invasão bolchevique na Rússia, Che começou a planejar o mesmo na América Latina.
Che Guevara
morreu na Bolívia, em 1967, após uma tentativa frustrada de instaurar um regime
socialista. Saber quem foi Che Guevara é conhecer parte importante do espírito
socialista latino. E para entender as ações do revolucionário, seus planos e a
sua influência no continente americano, primeiro se deve entender a revolução
de Lênin.
A influência
bolchevique no mundo
A importância desse momento na história levou a Brasil Paralelo a desenvolver um documentário que explica detalhadamente a influência bolchevique no mundo.
Invasão
Bolchevique é um documentário Original BP que revela como a Rússia se tornou o
berço do comunismo no mundo, desde a formação de partidos comunistas até mesmo
nas mudanças da cultura ocidental.
Descubra o
padrão na formação do comunismo;
Entenda as
origens do pensamento revolucionário;
Conheça o fato
mais importante da história da Rússia.
Assista agora
ao filme Invasão Bolchevique e compreenda com detalhes a influência comunista
no século XX e XXI.
Para assistir,
basta assinar o streaming da Brasil Paralelo.
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Fonte: BRASIL PARALELO (contato@brasilparalelo.com.br)
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