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Ministério Público do Paraná realiza Operação Prumo II contra policial militar ligada ao tráfico de drogas

No Litoral do Paraná, o Ministério Público, por meio do Núcleo Regional de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), conduziu a Operação Prumo II. A operação investiga a relação de uma policial militar com o tráfico de drogas. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar e do Comando do 9º Batalhão de Polícia Militar.

As ordens judiciais foram emitidas pelo Juízo da Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual e cumpridas nos municípios de Paranaguá e Morretes. Um celular foi apreendido durante a operação. O nome "Prumo II" faz alusão à retidão moral que se espera dos agentes públicos


Texto: Edye Venancio



Descanse em paz Dicezar Mathias

Meus sentimentos a família do senhor Dicezar Mathias, estivador aposentado de 67 anos, faleceu em Itapoá, Santa Catarina. 

De acordo com informações preliminares, ele será sepultado na tarde de hoje em Paranaguá.

Meus sentimentos a família e amigos.

Descanse em paz.


Texto: Edye Venancio

 







Obra da Ponte Guaratuba-Matinhos avança na fase de fundação e confecção das vigas

Moradores e turistas que transitam entre Matinhos e Guaratuba já notam uma intensa movimentação de trabalhadores, guindastes e embarcações na Baía de Guaratuba devido às obras da emblemática ponte que ligará as duas cidades de forma definitiva. Orçada em R$ 386,9 milhões, a construção se aproxima dos 7% de execução do cronograma estipulado no contrato assinado pelo Governo do Estado com o Consórcio Nova Ponte, contratado via licitação com prazo de 24 meses para a conclusão do serviço.

Desde a emissão da Licença de Instalação pelo Instituto Água e Terra (IAT) e assinatura da ordem de serviço para início dos trabalhos na baía pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, no dia 30 de abril, o número de funcionários trabalhando mais do que dobrou, passando de 100 para 205. No ápice da obra, a estimativa do Consórcio é de que até 600 profissionais atuem nas diversas frentes de trabalho simultaneamente.

Neste momento, os esforços estão concentrados na fase de fundação, com a confecção das estacas e vigas de concreto pré-moldado que servirão de sustentação para o restante da estrutura, que terá 1.244 metros de extensão. “A partir da avaliação técnica prévia, o cronograma estipulado em contrato prevê que a etapa de fundação seja concluída em aproximadamente oito meses”, esclareceu o engenheiro civil Márcio Ramos de Araújo, que compõe a equipe de engenharia do Consórcio Nova Ponte.

No total, 64 estacas que pesam em média 470 toneladas serão fixadas ao longo do percurso, a maior parte dentro da água. O material para a produção das grandes peças de infraestrutura é produzido em uma usina de concreto montada na cabeceira da futura ponte do lado de Guaratuba, ao lado do desembarque do ferry boat, de onde é possível ver os enormes guindastes operando diariamente.

No canteiro de obras também há trabalhadores dedicados à montagem de peças metálicas que servem de molde para a concretagem das estacas e à fabricação das vigas pré-montadas que compõem a base da nova ponte. Cada peça demanda cerca de 40 a 50 metros cúbicos de concreto, pesando entre 75 e 85 toneladas após prontas. O transporte delas ao longo da baía será feito por treliças lançadeiras, que são grandes equipamentos metálicos muito comuns na construção civil para a movimentação de grandes estruturas.

Há ainda funcionários focados no transporte e manutenção da perfuratriz utilizada para abrir o espaço necessário entre as rochas onde as estacas serão fixadas. Segundo Araújo, o processo de perfuração é complexo por envolver vários tipos de rochas. “Na primeira estaca a perfuratriz avançou cerca de 50 centímetros por hora, demorando cerca de três dias para a conclusão do serviço, mas cada uma será instalada em um solo com rochas diferentes, então esse tempo pode variar”, relatou.

A ponte terá duas pistas em cada sentido, além de duas faixas de segurança, barreiras rígidas de concreto para prevenção de acidentes, calçadas com ciclovia e guarda-corpos nas extremidades.

NAVEGAÇÃO – Uma das partes mais complexas e que demanda mais material será a instalação da parte estaiada da ponte, em que a maior parcela do peso da estrutura é sustentada por cabos de aço de alta resistência ancorados por torres. A escolha arquitetônica tem como objetivo criar um vão-livre de 160 metros sob a ponte, o que permite um canal de navegação para embarcações com 17 metros de altura e 90 metros de largura, sem a necessidade de içamento da estrutura, como ocorre em outras pontes. Com isso, não haverá prejuízo para o tráfego marítimo.

Todas as etapas da obra são fiscalizadas pelo Consórcio Supervisor da Ponte de Guaratuba (CSPG), com acompanhamento também dos técnicos do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) e do Instituto Água e Terra (IAT). O intuito é garantir que todas os padrões de qualidade, segurança e ambientais exigidos pelo Governo do Estado sejam cumpridos.

Fonte: AEN-PR






Atravessando o Rio Itiberê em Paranaguá - Pr

 A travessia do Rio Itiberê a bordo de uma bateira é uma atividade que traz grande satisfação aos moradores e visitantes de Paranaguá. Utilizar esse meio de transporte não apenas encurta a distância, mas também oferece a oportunidade de observar o movimento constante das embarcações. Canoas, bateiras e barcos grandes vão e vêm pelo rio, proporcionando um espetáculo diário que merece ser apreciado. Esse cenário é uma das preciosidades de Paranaguá, destacando a importância cultural e a beleza natural da região.

Produzido por Edye Venancio

Morador da Ilha dos Valadares cobra benfeitorias em ruas do bairro 7 de Setembro

Acir Pereira de Oliveira, residente do bairro 7 de Setembro na Ilha dos Valadares, tem cobrado insistentemente ações dos representantes locais para beneficiar a região. Segundo ele, o bairro clama por melhorias há muito tempo, mas carece de um representante eficaz que fiscalize e promova benefícios para a população insulana. Em off ele falou da falta de ação do vereador Fabio Santos que esqueceu do bairro onde ele mora: "Esse vereador Fabio não faz nada por nós olha o estado dessa minha rua, ali na frente virando a esquerda fica uma grande bacia de água parada. É difícil tomara que o prefeito eleito olhe por nós".

Oliveira destacou a falta de asfalto em sua rua e o problema de lama em outra rua adjacente, causado pelo acúmulo de água. A situação precária das vias tem gerado transtornos constantes para os moradores. Em busca de uma solução, Oliveira entrou em contato com o jornalista Edye Venancio, que prontamente o entrevistou para dar voz às suas reivindicações.

Câmara Municipal de Paranaguá aprova reajuste dos subsídios de Prefeito, Vice-Prefeito, Secretários e Vereadores

Em uma sessão realizada em 21 de maio de 2024, a Câmara Municipal de Paranaguá, Estado do Paraná, aprovou o Projeto de Lei Nº 6395-2024, que estabelece novos subsídios para o Prefeito, Vice-Prefeito e Secretários Municipais, e o Projeto de Lei Nº 6396-2024, que fixa os subsídios dos Vereadores do município.

 

Conforme o Projeto de Lei Nº 6395-2024, os valores definidos são:

Prefeito Municipal: R$ 29.764,55

Vice-Prefeito Municipal: R$ 16.503,08

Secretários Municipais: R$ 16.503,08

Esses valores foram estabelecidos de acordo com o artigo 15, inciso III, da Lei Orgânica do Município de Paranaguá, além dos artigos 29, inciso V e 37, inciso XI, da Constituição Federal de 1988. A nova legislação entrará em vigor em 1º de janeiro de 2025, revogando quaisquer disposições contrárias.

O Projeto de Lei Nº 6396-2024 fixa o subsídio dos Vereadores do Município de Paranaguá em R$ 16.503,08, em conformidade com o artigo 15, inciso III-A, da Lei Orgânica Municipal e os artigos 29, inciso VI, alínea 'd', inciso VII, 37, inciso XI, e 39, § 4º, da Constituição Federal de 1988. Esta lei também entrará em vigor no início de 2025.

Os projetos foram assinados pelos vereadores Delegado Nilson Diniz, Ezequias Rederd (Maré) e Isabelle Dias, destacando a observância aos princípios de moralidade administrativa, a anterioridade da legislatura e a inalterabilidade dos subsídios durante o mandato eletivo. Estes princípios garantem que os subsídios sejam fixados em cada legislatura para vigorar na subsequente, respeitando os limites remuneratórios estabelecidos para o funcionalismo público.

Câmara Municipal de Paranaguá, Projeto de Lei, Prefeito, Vice-Prefeito, Secretários Municipais, Vereadores, Subsídio, Reajuste Salarial, Lei Orgânica, Constituição Federal, Paranaguá, Paraná, Mandato 2025-2028,


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Texto: Edye Venancio
























Jogo de abertura da Copa do Mundo de Futsal em Paranaguá com a presença de Falcão

 


Produzido por Edye Venancio





Eleitores da Ilha dos Valadares podem renovar representantes na Câmara Municipal

Os eleitores da Ilha dos Valadares terão mais uma oportunidade de decidir quem ocupará as 19 cadeiras da Câmara Municipal de Vereadores de Paranaguá. Insatisfeitos com a falta de progresso em diversas demandas, como manilhamento, calçamento e asfaltamento, moradores da comunidade insular têm buscado alternativas para representar seus interesses no Palácio Carijó.

Nos últimos 12 anos, bairros da Ilha, como o Sete de Setembro, têm reivindicado melhorias estruturais que facilitariam o acesso e resolveriam problemas históricos, como o escoamento inadequado de água. Entretanto, muitos residentes criticam que apenas ruas ligadas a parentes e aliados de gestores foram beneficiadas, enquanto boa parte da região segue abandonada.

Diante desse cenário, moradores decidiram lançar seus próprios nomes como pré-candidatos a vereador, determinados a lutar por mudanças efetivas. Entre os postulantes às eleições estão Ezequiel Mendes, Claudio Morango, Aldo José das Neves, Iara Peres, Adilson Macambira, Josuel Bernardo Benjamin, Aldemis Junior, Lena da Farmácia, Amauri Carvalho, Odival Luiz “Papai Querido”, Diego Alexandre, Altamir Luiz e Edye Venancio.

As eleições municipais representam uma chance de renovação ou de continuidade no legislativo de Paranaguá, e a Ilha dos Valadares busca protagonismo nas decisões que impactam diretamente a vida de seus moradores.

 Ilha dos Valadares, eleições municipais, Câmara de Vereadores de Paranaguá, infraestrutura, Sete de Setembro, manilhamento, calçamento, asfaltamento, pré-candidatos, Palácio Carijó, renovação política














Buscando a Reeleição

Alguns ex-vereadores e atuais vereadores também estão na corrida eleitoral. Oromar Quadros, que foi vereador em Guaraqueçaba e presidente da câmara por três vezes, Carlinhos da Ilha e Jacizinho, ambos vereadores de 2012 a 2016, estão buscando voltar à câmara. Os vereadores Lindonei Santos, Oziel Marques e Fabio Santos, amigo do atual prefeito e presidente da Câmara Municipal, buscam a reeleição. Fabio Santos está concorrendo para um terceiro mandato.

Agora, cabe ao eleitor decidir o futuro da representação da Ilha dos Valadares.






Texto: Edye Venancio




 




Descanse em paz Jane da Costa Martins Barboza

Hoje, a comunidade da Ilha dos Valadares tomou conhecimento do falecimento da senhora Jane da Costa Martins Barboza, de apenas 38 anos de idade. Seu falecimento deixa um vazio profundo nos corações daqueles que a conheciam e amavam.

Neste momento de luto, desejo que ela descanse em paz.





 Texto: Edye Venancio



Fejupa 2024: Festa Junina de Paranaguá promete animação e tradição

A Prefeitura de Paranaguá, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secultur), anuncia a nova edição da Festa Junina de Paranaguá, a conhecida Fejupa. O evento será realizado de 17 a 23 de junho na Praça de Eventos Mário Roque, reunindo a comunidade local, escolas municipais e outros participantes.

A programação inclui barracas com comidas típicas, shows e apresentações de quadrilhas. As inscrições para as apresentações de quadrilhas estão abertas e devem ser feitas pelo e-mail fejupaparanagua@gmail.com. Os interessados precisam enviar informações como nome do grupo, tempo de apresentação, número de integrantes e um breve descritivo. Os melhores grupos serão premiados.

Texto: Edye Venancio

Fonte: PMP


De limpeza de escola a salvamento de animais: a rotina solidária da equipe do IAT no RS

Mesmo que lentamente, a água começa a baixar em alguns pontos do Rio Grande do Sul. A lama, porém, fica como cicatriz da intensidade das chuvas. Foi o que aconteceu com a Escola Estadual de Ensino Médio General Souza Doca, na pequena Muçum, cidade a 152 quilômetros de Porto Alegre. Nesta quarta-feira (15), dois caminhões-pipa cedidos pelo Instituto Água e Terra (IAT) passaram o dia limpando o colégio do barro que impregnou paredes, carteiras e quadros-negros.

Essa foi a primeira grande ação de limpeza urbana organizada pela força-tarefa do órgão ambiental em solo gaúcho. O comboio de ajuda às vítimas das enchentes conta com 22 técnicos, 11 caminhões-pipa, sete caminhonetes 4x4 e cinco embarcações. Vai ficar pelo menos até 22 de maio ajudando a população de cidades como Santa Cruz do Sul, Canoas, Porto Alegre, Muçum, Lajeado, Sinimbu e Rio Pardo, arrasadas pelos efeitos de um dos mais intensos desastres climáticos do País.

O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

“É o que precisamos, deste apoio do IAT na limpeza urbana, para que Muçum possa ficar mais próxima do normal”, afirma Mateus Trojan, prefeito do município gaúcho de 4,6 mil habitantes.

A atuação do grupo voluntário, contudo, não se restringe a tentar devolver o mínimo de funcionalidade aos municípios, muitos deles devastados. Há animais perdidos, se esquivando da água escura como podem. Idosos que precisam de atendimento, postos de saúde fechados. Além das escolas, creches atoladas na lama. O cenário é de terra arrasada.

“Cada cena corta o coração. Ver idosos fazendo fila para encher uma garrafa com dois litros de água é algo que não imaginava”, conta Jonas André Bankersen, chefe do escritório de Irati do IAT e também coordenador da força-tarefa em solo gaúcho. “Mas tudo tem valido muito a pena. Ajuda o outro vale a pena”, acrescenta.

Parte do trabalho, como a distribuição de donativos, medicamentos e o resgate de pessoas e animais, é feito com apoio de cinco embarcações que passam o dia cortando as águas contaminadas em busca de um grito de socorro.

“É algo muito diferente de tudo que já tinha visto. Queda de barreira, lama e muita chuva. Buscamos ajudar naquilo que é mais necessário para o momento, seja distribuindo cestas básicas para aquelas pessoas que não querem deixar suas casas ou resgatando animais e pessoas, com o apoio das nossas embarcações”, afirma o chefe regional do IAT de União da Vitória, Augusto Arruda Lindner, um dos coordenadores da missão paranaense.

Lindner é engenheiro florestal e tem experiência em operações de salvamento. No fim do ano passado, atuou por 45 dias na operação de apoio aos desalojados pelas tempestades que castigaram o Sul do Paraná. Ainda assim, ele se emocionou. Por volta do meio-dia desta quarta-feira (15), ele já havia perdido o número de cães e gatos que ajudou a retirar de casas ilhadas. “É assustador”, diz.

As buscas são incansáveis. Ainda há cachorros, gatos e até galinhas precisando de ajuda, subindo em telhados, como o cavalo Caramelo, no esforço para preservar a vida.

“Mesmo com barcos temos dificuldades para chegar a determinados locais porque há muitos fios de postes caídos. E, quando chegamos perto, percebemos como os bichos estão assustados”, completa a engenheira agrônoma do núcleo de Patrimônio Natural do IAT, Jessica Viatroski, que precisou tomar vacina antirrábica depois de ser mordida por um dos cães que ajudou a salvar. 

CAMINHÕES – Os caminhões-pipa integram o projeto Patrulha Ambiental, inciativa da Sedest executada pelo IAT. Desde 2019, foram entregues aos municípios 733 veículos, incluindo também caminhões-baú, compactadores, modelos limpa-fossas, e poliguindastes, totalizando um investimento de R$ 206,8 milhões.

CAMPANHA SOS RS – Em pouco mais de uma semana de arrecadações, a campanha SOS RS, do Governo do Paraná, já reuniu 6,5 mil toneladas de ajuda humanitária para as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. O volume total de donativos contabiliza alimentos, água potável, roupas e produtos de higiene e limpeza doados em todas as cidades paranaenses até esta terça-feira (14). Apenas o Instituto Água e Terra recebeu 10 toneladas de doações.

Mais de 300 caminhões já foram encaminhados ao Rio Grande do Sul. As entregas ocorrem de forma constante e saem a partir de centros de distribuição em Curitiba e cidades do Interior. Elas estão recebendo escoltas especiais da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e guardas municipais. A campanha segue até o dia 22 de maio. As entregas podem ser feitas em unidades do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil, sedes do Instituto Água e Terra e espaços da Secretaria da Cultura.

O Paraná também tem prestado apoio às cidades gaúchas com o envio de forças de segurança e equipamentos. Já foram enviados bombeiros para trabalhar nos resgates, policiais militares para ajudar a coibir roubos e saques nos locais mais afetados, policiais civis para apoiar as autoridades locais e profissionais da Polícia Científica.

O Governo do Estado enviou também caminhões para desobstrução de rodovias, caminhões-tanque, viaturas, embarcações e helicópteros, que estão sendo usados em diversas frentes de trabalho, além de bolsas de sangue, medicamentos, profissionais de outras áreas e técnicos da Defesa Civil.

Fonte: AEN