ENCOMENDAS DE BOLOS

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Desemprego fica em 11,6% em dezembro, com 12,2 milhões de desocupados


A taxa média de desemprego do país fechou o trimestre móvel encerrado em dezembro de 2018 em 11,6% – queda de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre julho a setembro (11,9%). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando a taxa média fechou o trimestre em 11,8%, o quadro é de estabilidade, embora a taxa media anual tenha recuado 0,4 ponto percentual, passando de 12,7%, em 2017, para 12,3% em 2018.

A população desocupada fechou o trimestre encerrado em dezembro em 12,2 milhões de pessoas, caindo 2,4% (menos 297 mil pessoas) em relação ao trimestre de julho a setembro de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve estabilidade.

Os dados da Pnad Contínua indicam que entre 2014 e 2018, o contingente médio de desempregados passou de 6,7 para 12,8 milhões, um aumento de mais 6,1 milhões de pessoas, quase dobrando entre os dois períodos ao crescer 90,3%.


A população ocupada aumentou fechou dezembro em 93,0 milhões, um crescimento de 0,4%, mais 381 mil pessoas em relação ao trimestre de julho a setembro de 2018 e 1,0% (894 mil pessoas) em relação a igual trimestre de 2017. Ao longo de todo o ano passado a taxa média de ocupação cresceu 1,3%, em relação a 2017, ao passar de 90,6 milhões para 91,9 milhões de pessoas ocupadas.

Subutilização
Também houve queda de 0,3% na taxa de subtilização da força de trabalho, que fechou dezembro em 23,9% em relação ao trimestre anterior, quando ela estava em 24,2%.

A população subutilizada em dezembro era de 27 milhões de pessoas. Embora estável em relação ao trimestre julho-setembro, em relação ao mesmo trimestre de 2017 houve um acréscimo de 2,1%, mais 560 mil pessoas nesta categoria de subutilização.

Os dados da Pnad contínua indicam que a taxa média anual de subutilização cresceu 76,8% entre 2014 e 2018, o equivalente a mais 11,9 milhões de pessoas, com a média anual de subutilizados passando de 15,5 milhões em 2014 para 27,4 milhões em 2018.

Já o número de pessoas desalentadas ficou estável no trimestre encerrado em dezembro em relação ao imediatamente anterior em 4,7 milhões de pessoas. Frente ao mesmo trimestre de 2017, no entanto, percentualmente, a taxa subiu 8,1%, mais 355 mil pessoas.

De 2014 para 2018, a média anual dos trabalhadores enquadrados na categoria dos desalentados chegou a crescer 209,1%: de 1,9 milhão em 2014 para 4,7 milhões em 2018, mais 3,2 milhões de trabalhadores.

Matéria alterada às 10h31 para acréscimo de informação.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Marcello Casal

Consumo de energia dispara com o calor


A onda de calor neste início de ano está provocando o aumento do consumo de energia no Paraná. Na primeira quinzena de janeiro a demanda total de energia foi a maior para o período nos últimos cinco anos, 2,4% a mais que em 2018.

Em Foz do Iguaçu, cidade que historicamente apresenta a maior média de consumo de energia no Estado no verão, o aumento médio na demanda foi de 5,18% – praticamente o dobro de toda a região Oeste, com 2,6%. As regiões Norte e Noroeste apresentaram crescimento de 2,5%, a Centro-Sul 2,3% e a Região Leste, de 1,9%.

No Brasil, a onda de calor provocou quatro recordes sucessivos na demanda de energia no Sistema Interligado Nacional nas duas primeiras semanas do ano, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O pico anterior havia sido registrado em 2014.

Os números refletem, principalmente, o crescimento no uso de aparelhos de ar-condicionado para refrigeração de residências e shopping centers, no comércio de rua e na indústria. “Com preços cada vez mais acessíveis, o uso destes equipamentos passou a fazer parte da rotina da maioria das famílias paranaenses”, disse o gerente de Inovação da Copel, Gustavo Klinguelfus. “No entanto, é preciso ter em mente que, dependendo da sua potência, eles podem trazer um aumento significativo no consumo de energia”, afirmou.

DICAS – Um aparelho de ar-condicionado ligado oito horas por dia chega a consumir 324 kWh no mês, algo como R$ 250 a mais na conta de luz (acesse tabela abaixo). Assim, é importante buscar o uso eficiente da energia elétrica sempre que possível. Conheça algumas dicas:

Regule o termostato do ar-condicionado para uma temperatura ambiente que proporcione conforto, sem excessos. Limpe ou troque os filtros periodicamente. Utilize cortinas e persianas e mantenha fechadas as portas e janelas nos ambientes durante o período de uso. E dê preferência aos equipamentos com Selo Procel, que indica uma boa eficiência energética.

Cada vez que a porta da geladeira é aberta, o ar quente entra, acionando o motor para restabelecer a temperatura interna. Evite abri-la com frequência, e cheque as borrachas de vedação.

Acione lâmpadas apenas quando a iluminação natural for insuficiente. Desligue-as quando não estiver no ambiente e prefiras as fluorescentes compactas e LED com selo Procel.

A instalação elétrica deve ter uma fiação adequada para cada unidade consumidora, evitando sobrecargas que geram aquecimento. Fios desencapados ou emendas mal-feitas também provocam perda de energia em forma de calor. Para identificar as chamadas “fugas de corrente”, desligue todas as luzes, retire os aparelhos das tomadas e verifique o medidor de energia – se ele continuar se movendo, chame um eletricista.

Acesse a tabela:

Simepar prevê chuva para essa quinta-feira em Paranaguá


Depois de uma quarta-feira super quente, o Simepar comunica que há possibilidade de tempo nublado com pancada de chuvas para a cidade de Paranaguá para essa quinta-feira (31), conforme o infográfico do Sistema Meteorológico do Paraná, há probabilidade de 50% disso acontecer, um alívio para quem vem sofrendo com as altas temperatura desse que é considerado por muitos o verão mais quente de todos os tempos. Vamos torcer que isso aconteça, uma chuvinha sempre será bem vinda para refrescar quem vive ou está no litoral.

Texto: Edye Venancio

TCE-PR julga irregulares contas de 2016 de autarquia de água e esgoto de Paranaguá

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) julgou irregulares as contas de 2016 da Central de Água, Esgoto e Serviços Concedidos do Litoral Paranaense (Cagepar), de responsabilidade do então diretor-geral, Mário Luiz Antonello. O motivo para a desaprovação das contas dessa autarquia ligada ao Município de Paranaguá foi a omissão em implantar um sistema de controle interno, obrigatório por lei.

A Coordenadoria de Gestão Municipal (CGM) do TCE-PR opinou pela irregularidade das contas, devido à ausência de relatório e parecer do Controle Interno na Prestação de Contas Anual (PCA) e ao atraso na entrega de dados ao Sistema de Informações Municipais-Acompanhamento Mensal (SIM-AM), com aplicação de multas ao gestor. Da mesma maneira entendeu o Ministério Público de Contas (MPC-PR).

Mário Luiz Antonello recebeu

TCE-PR julga irregulares contas de 2016 de autarquia de água e esgoto de Paranaguá
 multas: uma devido à irregularidade das contas e a outra pelo atraso na entrega dos dados da abertura do ano até o mês de outubro de 2016 ao SIM-AM. Marcelo Bassani, diretor-geral da Cagepar em 2017, também recebeu uma multa, pelo atraso na entrega dos dados de novembro, dezembro e do encerramento do ano ao SIM-AM. O envio dessas informações ao TCE-PR era de sua responsabilidade porque os prazos de encaminhamento venceram já na sua gestão. Os atrasos variaram de 200 a 474 dias.

O relator do processo, conselheiro Ivens Linhares, acompanhou a instrução da unidade técnica e o parecer ministerial, pela irregularidade com ressalva das contas, pela correção extemporânea dos dados do balanço patrimonial e os atrasos nas remessas de dados eletrônicos ao SIM-AM.

Devido à irregularidade e à ressalva relativa ao SIM-AM, o conselheiro aplicou duas multas a Mário Antonello, previstas no artigo 87, incisos III e IV, da Lei Orgânica do TCE-PR (Lei Complementar Estadual nº 113/2005). As duas sanções correspondem a 70 vezes o valor da Unidade Padrão Fiscal do Paraná (UPF-PR), que em janeiro vale R$ 101,57. Portanto, as multas somam R$ 7.109,90. Marcelo Bassani recebeu uma multa prevista no artigo 87, inciso III, da Lei Orgânica. Em janeiro, essa multa tem o valor de R$ 3.047,10.

Os membros da Segunda Câmara do TCE-PR acompanharam, por unanimidade, o voto do relator, na sessão de 27 de novembro. Os prazos para recurso contra a decisão passaram a contar em 17 de dezembro, primeiro dia útil após a publicação do Acórdão nº 3613/18 - Segunda Câmara, na edição nº 1.969 do Diário Eletrônico do TCE-PR (DETC).


Controle interno

A obrigatoriedade da existência de uma unidade de controle interno (UCI) em todos os órgãos públicos está prevista no artigo 37 da Constituição Federal. No Paraná, a atuação das UCIs foi normatizada nos artigos 4º a 8º da Lei Orgânica do TCE-PR (Lei Complementar Estadual nº 113/2005). O objetivo de um controle interno forte e atuante é formar uma rede de fiscalização, constituída também pelo controle externo (executado pelo Tribunal de Contas e o Poder Legislativo) e o controle social (exercido pelo cidadão).

Para orientar a atuação das UCIs, o TCE-PR elaborou, em 2017, o manual Diretrizes e Orientações sobre Controle Interno para os Jurisdicionados. O documento está disponível no portal do Tribunal na internet.


Fonte: TCPR






Funcionários do Meio Ambiente realizaram a limpeza em lago artificial na Praça de Eventos


Funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, estiveram no início da manhã desta quarta-feira (29), realizando a limpeza no lago artificial que fica localizado na Praça de Eventos em Paranaguá.
Para quem não sabe ou não se recorda, o local já ofereceu aos frequentadores a possibilidade de observar os peixes que ali ficavam, crianças acompanhadas dos pais ou responsáveis sempre estavam alí para matar a curiosidade, hoje só existe o lugar onde acumula água da chuva. Preocupado em manter o local limpo é que foi realizado essa ação através da secretaria mencionada, conforme você pode conferir nas fotos de Jean Domingues que trabalha nesse setor. 








Texto: Edye Venancio

Febre Amarela: Tire suas dúvidas


A febre amarela silvestre é uma doença infecciosa febril aguda causada pelo vírus da febre amarela. Ela é transmitida por mosquitos do gênero Haemagogos a pessoas não vacinadas que adentram áreas rurais, matas, rios, parques, reservas ou localidades que já tem casos confirmados da doença. A forma urbana da doença é quando ocorre transmissão da mesma pelo Aedes aegypti e não ocorre desde 1942.

Os sintomas iniciais da febre amarela são febre alta de início súbito, associada a dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômitos, dor no corpo, dor abdominal: ou seja se confundem com outras doenças como leptospirose, gripe ou dengue. A febre amarela pode ter evolução rápida, em cerca de 10% dos casos, para formas graves com icterícia (amarelão da pele), dor abdominal intensa, sangramentos em sistema digestivo (vômitos ou fezes com sangue), pele ou urina e falência renal. Por isso a importância de identificar a doença precocemente para realizar os cuidados médicos necessários.

A vacina está disponível nas unidades de saúde de todo estado. Quem tem entre 9 meses de idade e 59 anos e nunca tomou uma dose deve se vacinar. Confira abaixo informações específicas sobre vacinação, protocolos, boletins e fluxos próprios do Estado.

1. O que é a febre amarela?
É uma doença infecciosa causada por vírus, que se manifesta por febre, dor no corpo, amarelão, fraqueza e com alto risco de morte em suas formas graves.

2. Quais as áreas de risco para a transmissão?
Áreas onde já há casos confirmados da doença, mortes de macacos por febre amarela e detecção do vetor (mosquito). Ainda assim, as áreas consideradas de maior risco são os locais de matas, florestas, rios, cachoeiras, parques e o meio rural.

3. Qual é o transmissor (vetor) da febre amarela?
Na forma silvestre, o vetor (mosquito) é o Haemagogus e o Sabethes. Eles são encontrados em áreas silvestres e de mata. Já na febre amarela urbana (último registro em 1942), a doença é transmitida pelo Aedes aegypti e Albopictus. Daí a grande importância de controle desse vetor, pois além da dengue, zika e chikungunya, também pode transmitir a febre amarela.

4. Como ocorre a transmissão da doença ao homem?
Ao picar um macaco ou uma pessoa doente por febre amarela o mosquito adquire o vírus e depois de alguns dias, quando picar outros macacos ou humanos, transmitirá a doença.

5. Qual o papel dos macacos na transmissão da febre amarela?
Os macacos não transmitem a febre amarela. Adoecem e morrem da mesma forma que os humanos. Por isso, a morte de macacos é um sinalizador da presença do vírus na região.

6. Quanto tempo leva da picada até o início dos sintomas?
Geralmente de 3 a 6 dias após a picada, podendo levar até 15 dias.

7. Quais os sintomas da febre amarela?
Os sintomas iniciais incluem febre súbita, calafrios, dor de cabeça, dor nas costas, dor no corpo, náuseas, vômitos e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após os sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% dos casos apresenta um breve período de melhora e, então, desenvolvem uma nova
fase mais grave da doença. Nesses casos, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. De 20 a 50% das pessoas que desenvolvem a forma grave da doença morrem.

8. Os sintomas da febre amarela podem ser confundidos com os de outras doenças? É necessário fazer o diagnóstico diferencial para evitar dúvidas?
Os sintomas da febre amarela podem ser confundidos com outras infecções agudas febris. O diagnóstico da forma leve e da forma moderada é difícil, pois pode ser confundido com outras doenças infecciosas do sistema respiratório, digestivo ou urinário. Formas graves com quadro clínico clássico ou fulminante devem ser diferenciadas de malária, leptospirose, febre maculosa, dengue e outras arboviroses (doenças transmitidas por insetos), e também dos casos fulminantes de hepatite. É necessário fazer o diagnóstico diferencial para:
Dengue, zika, chikungunya ou outras arboviroses;

Leptospirose: verificar contato com águas de enchentes/roedores;
Hepatites agudas: verificar estado vacinal;
Febre maculosa: verificar contato com carrapatos;
Malária: viagem para áreas endêmicas.

09. Como é feito o diagnóstico da febre amarela?
Confirmação laboratorial dos casos suspeitos.

10. O vírus da febre amarela apresenta mutação?
O vírus da febre amarela e o vírus vacinal apresentam uma grande estabilidade genética. Até o momento, não foram detectadas mutações.

11. O que você deve fazer se apresentar os sintomas?
Ao identificar sintomas de febre amarela deve-se procurar um médico na unidade de saúde mais próxima e informar sobre qualquer viagem ou atividade em área de risco em até 15 dias antes do início dos sintomas. A observação da morte de macacos assim como picadas de mosquitos em áreas de risco devem ser informados ao médico e enfermeiros assim como o histórico de vacinação contra a febre amarela ou dengue.

12. Qual é o tratamento da febre amarela?
Não há tratamento específico para a doença. O médico deve tratar os sintomas, como febre, dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos, e oferecer suporte. Assim como na dengue, antiinflamatórios e salicilatos (AAS) devem ser evitados, pois o uso pode favorecer sangramentos. O paciente deve ser acompanhado de perto e o médico deve estar alerta para qualquer sinal de piora do quadro clínico.

13. Que época do ano há mais casos da doença?
A série histórica da doença no Brasil tem demonstrado maior número de casos humanos nos meses de dezembro a maio, devido aumento da temperatura na estação das chuvas, favorecendo a reprodução e proliferação de mosquitos (vetores) e, por consequência, o potencial de circulação do vírus.

14. Em que horário do dia há maior risco de ser picado pelo mosquito vetor?
Os vetores transmissores da febre amarela têm hábito diurno, realizando o repasto sanguíneo (alimentação) durante as horas mais quentes do dia.

15. A febre amarela é contagiosa?
A doença não é contagiosa, ou seja, não há transmissão de pessoa a pessoa ou de animais (macacos) às pessoas. É transmitida somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus da febre amarela.

16. Como a doença pode ser evitada?
A melhor forma de evitar é por meio da vacinação, que está disponível nas unidades de saúde. Também se recomenda proteção individual com o uso de roupas de mangas compridas, repelentes e mosqueteiros.

17. Quem tem indicação de tomar a vacina contra a febre amarela?
Todos os indivíduos de 9 meses a 59 anos de idade que moram em áreas com recomendação de vacinação e que nunca foram vacinados devem buscar uma unidade de saúde. O alerta se estende a quem mora em áreas rurais ou de matas e rios, ou que realizam atividades de trabalho ou lazer como pesca, agricultura, extrativismo de madeira e também os que planejam deslocamentos para áreas com casos confirmados da doença. Nesse caso, a vacina deve ser tomada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para o local de risco.

18. Já tomei uma dose da vacina contra febre amarela, devo tomar reforço?
Conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) apenas uma dose da vacina é indicada para a prevenção, mesmo que já tenha passado 10 anos da aplicação da mesma.

19. Quem necessita de prescrição médica para tomar a vacina?
Gestantes, mulheres que amamentam crianças menores de seis meses de idade, alérgicos a ovo, pessoas com o sistema imunológico debilitado em razão de doença ou tratamento e pessoas a partir de 60 anos de idade.

Gestantes, mulheres que amamentam e idosos deverão discutir risco-benefício da vacinação com seus médicos.

20. Se a pessoa perdeu o cartão de vacinação, ela pode ir ao posto se vacinar?
Sim, mas se a unidade de saúde tiver o registro que a pessoa já tomou a vacina, não será preciso revacinar. Atualmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica dose única.

21. Pode haver problema se a pessoa tomar a vacina e logo depois ingerir álcool?
Não há problema de associação de álcool com a vacina.

22. Quem toma a vacina pode tomar qualquer tipo de medicamento depois? Mesmo um remédio controlado? Existe alguma restrição? E os remédios que contem ácido acetilsalicílico, tipo AAS e aspirina?
Não há nenhum problema de interação medicamentosa entre a vacina e outros medicamentos, qualquer que seja o medicamento.

23. A vacina pode provocar reações adversas?
Sim, qualquer vacina pode provocar reações adversas leves, moderadas ou graves. Por esse motivo, orienta-se procurar uma unidade de saúde ao surgimento de qualquer sintoma pós-vacinação.

24. Quais os principais sintomas em caso de reação adversa?
A vacina pode provocar na maioria das vezes reações locais, dor de cabeça, febre e mal estar em algumas pessoas.

25. Onde posso obter mais informações sobre a febre amarela?
Informações podem ser obtidas através da unidade de saúde mais próxima de sua residência, site da Saúde do Viajante da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e o site do Ministério da Saúde.

26. O vetor que transmite a doença na área silvestre é o Haemagogus. Especialistas estão preocupados com o avanço da doença e com a possibilidade da expansão dela para a área urbana, onde seria transmitida pelo Aedes aegypti. Que impacto sanitário a entrada da febre amarela na área urbana causaria? A população está correndo esse risco?
A febre amarela urbana foi erradicada no Brasil na década de 40. Embora exista o risco de reurbanização da doença, até o momento, nenhum caso urbano, de transmissão pelo Aedes aegypti foi identificado.

27. Qual a origem do recrudescimento da febre amarela no Brasil? Pode-se atribuir ao desequilíbrio ambiental parte da responsabilidade pela epidemia?
A área de circulação do vírus da febre amarela, considerada de risco para a transmissão para humanos, vem crescendo de forma progressiva desde 2000. Mapas disponíveis no site do Ministério da Saúde mostram claramente essa expansão ao longo dos anos. Certamente, o processo de desmatamento com consequente desequilíbrio ambiental, aliado ao aumento do ecoturismo e da construção de moradias em áreas próximas a matas, tem contribuído para o aparecimento de epidemias de febre amarela, com surtos registrados há cerca de sete anos.

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde 
http://www.saude.pr.gov.br/module/conteud/conteudo.php?conteudo=3305

Primeiro caso de febre amarela é confirmado no Paraná


Um jovem de 21 anos que nunca havia sido vacinado é o primeiro caso de confirmação de febre amarela no Paraná. O caso foi identificado no sábado, quando uma força tarefa da Secretaria de Estado da Saúde foi ao Litoral para organizar, junto com o município de Antonina, as estratégias de enfrentamento da doença. O jovem está internado no Hospital Regional do Litoral e passa bem, com uma forma leve da febre amarela.


Com a formação do Centro de Operações em Emergências em Saúde (Coes) na secretaria estadual, uma equipe foi novamente ao Litoral nesta terça-feira (29), e foi criado um Coes na 1ª Regional de Saúde de Paranaguá para monitorar a doença.

O Centro de Operações em Emergências em Saúde também preparou um documento com o chamado fluxo de manejo clínico, para orientar os profissionais de saúde na identificação e tratamento da febre amarela, uma vez que o último caso da doença ocorreu em 2015, em que a doença foi contraída fora do Estado.

Várias medidas e estratégias de enfrentamento já estavam em andamento na Secretaria da Saúde, especialmente dirigidas aos sete municípios da 1ª Regional e municípios da 2ª Regional, pela proximidade com o Estado de São Paulo, onde muitos casos já haviam sido confirmados.

A equipe de reforço enviada pela Secretaria de Estado está visitando cada uma das cidades dessas duas regionais para identificar as dificuldades e fazer busca ativa em comunidades mais isoladas para convocar a população para tomar a vacina. A partir de quinta-feira (31), até 5 de fevereiro, uma busca corpo a corpo estará em curso em toda a área suspeita de circulação do vírus.

O alerta é estendido também a grupos estratégicos de pessoas nas áreas de risco, como caminhoneiros que descem ao Porto de Paranaguá, funcionários da Segurança Pública e trabalhadores de empresas que circulam pela Mata Atlântica. Até o momento, no entanto, não foram encontrados mais macacos mortos.

ALERTA - Os sintomas são febre com início súbito em pessoas que nunca tomaram a vacina contra a febre amarela ou com vacinação há menos de 10 dias e que tenham estado em áreas de matas, rios ou áreas de circulação viral comprovada nos últimos 15 dias.

Essas condições devem estar associadas a outros dois ou mais sinais, como cefaleia, náusea, vômitos, dor articular, dor abdominal, dor lombar, icterícia ou hemorragias.

A Secretaria da Saúde orienta que toda informação sobre macacos mortos e ocorrência de casos suspeitos sejam imediatamente notificados ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), que está em plantão permanente. Os telefones são (41) 99117-3500 e (41) 99917-0444.

Fonte: AEN




Primeira fase da revitalização da passarela será entregue aos moradores da Ilha dos Valadares

A primeira fase de revitalização da passarela Dr. Antônio José Sant' Anna Lobo Neto que beneficiará os moradores da Ilha dos Valadares, cerca de 30 mil habitantes, será entregue nesta terça-feira (29), em solenidade realizada em frente a entrada da passarela, às 10h.

Está sendo investido R$  1.1080.781,81 conforme você pode verificar na placa que fica ao lado dessa passarela.

Na minha opinião, sendo morador, o que deveria ser feito era confeccionar um projeto de uma ponte e apresentar ao governador do estado para que ele realizasse o sonho dos moradores, mas se depender da visão e da falta de vontade do vereador que se diz representante da Ilha dos Valadares, isso continuará sendo um sonho.

Texto: Edye Venancio


Tribunal do Júri de Paranaguá condena a 25 anos de prisão, por feminicídio, homem que matou mulher com um golpe de chave de fenda

O Tribunal do Júri de Paranaguá, no Litoral do estado, condenou a 25 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, um homem acusado de matar a mulher com quem conviva em março de 2017.

No dia 9 de março daquele ano, na semana de comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a vítima foi morta com um golpe de chave de fenda, na presença da filha, na residência do casal, situada na Ilha dos Valadares, no Município de Paranaguá. O motivo teria sido o fato de a vítima ter ido ao local de trabalho do réu e discutido por ciúmes.

Na sessão de julgamento, os jurados acataram todas as acusações formuladas pela 6ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, responsável pela denúncia, condenando o réu por homicídio duplamente qualificado: por motivo fútil e feminicídio (em razão da condição do sexo feminino e por envolver violência doméstica e familiar). O acusado já estava preso preventivamente desde 10 de março de 2017 e não poderá recorrer em liberdade.

A 6ª Promotoria de Justiça de Paranaguá ressalta a importância da condenação e da pena para a prevenção geral de crimes de feminicídio, que apresentam números bastante expressivos no litoral paranaense.

Fonte: MPPR

Inscrições gratuitas para cursos no Santuário do Rocio


O Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio ofertará cursos gratuitos neste ano de 2019. Os interessados poderão se inscrever de 28 de janeiro à 9 de fevereiro na secretaria através da Associação Pró Obras Sociais, que vem atendendo a população desde 2005, oferecendo formação nos seguintes cursos:  Básico em Logística Portuária e Inglês, Conferente de Contêineres e Inclusão Digital.

De acordo com a organização desses cursos, as vagas são destinadas a desempregados e para pessoas de pouca renda familiar, mas se houverem vagas remanescentes, são atendidas as demais inscrições por ordem de solicitação.     

Outras informações na secretaria do santuário ou através dos telefones: (41) 3423-2020 Whats: (41) 98730-6701

Texto: Edye Venancio
Informação e foto: Pastoral da Comunicação do Santuário do Rocio

Rio Branco perde Athletico Paranaense pelo placar de 2 a 0

O Rio Branco de Paranaguá fez a sua estreia diante da sua torcida, em seu estádio Nelson Medrado Dias, contra o Atlético Paranaense na tarde deste domingo (27) e o placar desse jogo foi Rio Branco 0 x 2 Athletico Paranaense. A torcida se fez presente, incentivou do começo ao fim o representante do litoral, esperava um bom resultado, mas ele não aconteceu. Esse foi o terceiro jogo do Rio Branco no Campeonato Paranaense, teve como primeiro adversário o Maringá empatando em 1 a 1, depois teve como adversário o Toledo, perdendo por 4 a 2, perdeu hoje para o Furacão e agora terá o Londrina fora de casa na próxima quarta-feira (30) no estádio do Café. Os jogadores lutaram o tempo todo durante os 90 minutos, infelizmente o resultado não veio e agora todos já pensando no próximo jogo contra o Tubarão. Lembrando que o Leão está no grupo B, ocupa a última colocação com apenas um ponto e essa situação preocupa a sua apaixonada torcida que vem há muito tempo esperando uma boa campanha e isso não vem acontecendo nos últimos anos, mas mantém a esperança.



Texto: Edye Venancio
Foto: Romeu Maia


COMUNICADO PARANAGUÁ SANEAMENTO: Rompimento de adutora afeta abastecimento

A Paranaguá Saneamento informa que, devido ao rompimento de uma adutora, moradores de 37 dos bairros de Paranaguá tiveram seu serviço de distribuição de água temporariamente interrompido. Equipes técnicas estão no local realizando a manutenção necessária. A previsão é de que a distribuição de água volte à normalidade durante o período da tarde de hoje.

Os bairros afetados são: AEROPORTO, ALBERTINA SALMON,  ALBOIT, ASA BRANCA, BEIRA RIO,  CENTRO HISTÓRICO, COLÔNIA PEREIRA, COLÔNIA SANTA RITA, CORREIA VELHO, D. PEDRO I, EMBOGUACU, GUARAITUBA, JARDIM AMERICA, JARDIM ARAÇÁ, JARDIM ELDORADO, JARDIM ESPERANÇA, JARDIM JACARANDÁ, JARDIM OURO FINO, JARDIM PARANAGUÁ, JARDIM VALE DO SOL, NILSON NEVES, PADRE JACKSON, PORTO DOS PADRES,  SANTOS DUMONT, SÃO VICENTE, SERRARIA DO ROCHA, VILA CRUZEIRO, VILA DO POVO, VILA GARCIA, VILA GUARANI, VILA HORIZONTE, VILA ITIBERÊ, VILA PARANAGÁA, VILA PORTUÁRIA, VILA PRIMAVERA, VILA RUTE E VILA SÃO VICENTE.

A Paranaguá Saneamento agradece a compreensão da comunidade e esclarece que, devido à pressurização da rede, pode ocorrer alteração da coloração da água. Desta forma, recomenda o fechamento dos registros de entrada de água dos imóveis até a pressurização das redes.

Caso seja identificada a coloração da água, comunicar a Paranaguá Saneamento por meio do telefone 0800 6058 115.

A concessionária pede a todos que adotem rotinas de uso consciente de água, evitando o desperdício.

Agradecemos a compreensão de todos.

Fonte: Paranaguá Saneamento


Visita ao navio-escolta Fragata Independência no Porto de Paranguá

O navio-escolta Fragata Independência, ancorado no Porto de Paranaguá chegou na sexta-feira (25) e está para visitação pública neste sábado (26) e domingo (27), das 13h30 às 17h.
Aproveitei a folga de hoje para levar o meu filho caçula Nícolas Piettro para conhecer a embarcação e essa visita foi pelo seu interior, onde acompanhamos atentamente as explicações do Capitão Marcos Paulo nosso anfitrião. 

Foi uma excelente experiência, saber que este navio já esteve em outros países como no Líbano em missão de paz onde ficaram por 6 meses e o seu próximo destino será o Rio de Janeiro. Assim que terminamos o passeio fiz uma foto de pessoas que aguardavam na fila em frente ao portão de entrada do porto esperando a sua vez para conhecer a fragrata.
De acordo com informações do site da APPA, a entrada é gratuita. O cadastro e acesso ao cais será realizado no prédio Dom Pedro II, na avenida Portuária, e será exigido documento de identificação original com foto (RG ou CNH – não serão aceitos documentos de entidades de classe ou similares). Crianças só terão o acesso liberado acompanhados dos pais ou responsáveis. O embarque no navio será realizado por ordem de chegada, respeitadas as prioridades definidas em lei. Por questões de segurança, não é recomendado o uso de vestimentas como saias, vestidos e salto alto. Aconselha-se o uso de sapatos ou tênis. Não será permitida a entrada com animais de estimação e pessoas em trajes de banho.

Fragata Independência: A Independência foi a quinta de uma série de seis fragatas da classe Niterói, ordenadas em 20 de setembro de 1970, como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a primeira construída pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. Com 129,2 metros de comprimento e 13,5 metros de largura, o navio tem capacidade para carregar 3.800 toneladas e 209 tripulantes.

Serviço: Visitação Pública – Fragata Independência
Data: 26 e 27/01 (sábado e domingo)
Horário: das 13h30 às 17h30
Local de acesso: Edifício D. Pedro II – Porto de Paranaguá
Endereço: Av. Portuária, s/n. Paranaguá - PR























































Texto e fotos: Edye Venancio