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Mostrando postagens com marcador Dom Edmar Peron Bispo da Diocese de Paranaguá. Mostrar todas as postagens
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Paróquia São João Batista realiza Formação Litúrgica

Aprendi que não basta apenas ler como se lê um livro qualquer, a liturgia da palavra é um momento especial onde todos prestam atenção em você e procuram entender de forma clara tudo aquilo que está lendo e um bom preparo ajuda para isso. 

Não há necessidade alguma de ler rápido como se estivesse narrando uma partida de futebol, ou não vendo a hora daquilo acabar para que você volte para o banco aonde estava. 

Na minha opinião o que se precisa é de técnica, concentração, uma boa dicção e passar aquilo que você está lendo para que seja entendido. 

Como eu disse, não é um simples texto, é a palavra de Deus e é necessário um certo preparo para que isso seja e bem feito. 

Todos quando vão à igreja querem sair de lá com uma excelente homilia do sacerdote, nem sendo muito longa e nem muito curta, o que ele deseja é entender aquilo que foi dito na primeira e segunda leitura e no evangelho e para isso uma boa leitura ajuda e muito a comunidade neste momento especial que é a celebração. 

Adianta você ir a missa e sair de lá sem entender o que o padre disse? Ele também tem que se preparar para não fugir do assunto, falar aquilo que o povo quer ouvir e evitar falar bobagem.

Essa Formação Litúrgica que terá a participação de Dom Edmar Peron Bispo da Diocese de Paranaguá neste dia 31 de julho na Paróquia de São João Batista no Bairro Parque São João onde tem como Administrador Paroquial Padre Eliel Venâncio servirá para colaborar ainda mais com as comunidades para que estejam preparados para levar a palavra de Deus à todos de uma forma simples e que seja e bem entendida. 

Texto: Edye Venancio


A Liturgia é o culto sagrado que os antigos levitas ofereciam a Deus e que hoje é prestado pelo próprio Cristo, que se fez Sacerdote e Vítima de nova e definitiva Aliança, estendido até nossos dias pela celebração da Eucaristia, que unindo o nosso sacrifício ao de Cristo nos faz também “hóstias vivas”.


A Liturgia católica, instituída por Jesus, visa celebrar (=tornar célebre), dar importância, honrar, exaltar, em comunidade, a Santíssima Trindade de modo especial e celebrar os “santos mistérios”.

O Concílio Vaticano II, através da Constituição Dogmática Sacrosanctum Concilium (SC) expôs de modo admirável o que é a Liturgia e como ela deve se realizar.

“Na liturgia Deus fala a seu povo. Cristo ainda anuncia o Evangelho. E o povo responde a Deus, ora com cânticos, ora com orações.” (SC,13).

Pela Liturgia a Igreja celebra o mistério de seu Senhor “até que Ele venha” e até que “Deus seja tudo em todos”(1Cor 11,26;15,28).

A Liturgia é uma ação sagrada, com ritos, na Igreja e pela Igreja, pela qual se realiza e se prolonga a obra sacerdotal de Cristo, para a santificação dos homens e a glorificação de Deus. (cf. SC,7)

Assim, para celebrar bem a Liturgia é preciso ter uma profunda noção do que é o Cristianismo; o conhecimento da história da salvação, da obra de Cristo e da missão da Igreja.

Sem isto a Liturgia não pode ser bem compreendida e amada, e pode se transformar em ritos vazios.

Podemos dizer que o último tempo da história da salvação – o tempo de Cristo e da Igreja – é o tempo da Liturgia, uma vez que ela torna presente a obra redentora de Cristo pela celebração dos Sacramentos. Assim, somos também nós participantes da história da salvação.

A Liturgia é a própria história da salvação em exercício, já que nela se celebra (torna presente) tudo o que Deus realizou ao longo dos séculos para salvar os homens.

Fonte: cleofas

Missa na Ilha da Cotinga será presidida pelo Bispo Dom Edmar Peron e celebrada por Padre Binu

Venha celebrar com o Padre Binu Joseph e toda comunidade da Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes de uma santa missa na Ilha da Cotinga na Igreja de Nossa Senhora das Mercês neste dia 17 de abril. "Um momento de espiritualidade, de louvor ao Senhor pai de todos os povos e criatura. Momento de homenagem aos índios e de celebrar a memória dos primeiros povos que habitavam estas terras". Nossa senhora das Mercês, libertadoras dos cativos: escravos africanos, índios e todos que de alguma forma se sentem presos subjulgados da sua condição de filhos de Deus. 

A igreja foi construída em 1677 pelos colonizadores através de mão de obra escrava. Foi reformada em 1993 e em 2000, mas o descuido e a ação de vândalos, deixaram apenas ruínas. São 365 degraus de escada íngreme e a sua subida é de grande sacrifício mas que vale á pena. Cercada de vegetação nativa, o que resta da igreja permanece sem preservação, não há um cuidado especial com esse que poderia ser e é 
um ponto turístico, mas completamente abandonado pelo poder público assim como outros locais de uma cidade que sonha em ser turística, mas não coloca em pratica uma política para esse setor, apenas promessas e mais promessas. 

No dia 17 de abril às 10h, dia do evento, tenho certeza que alguém estará lá realizando a limpeza do local para se passar uma imagem de que há cuidados sim, só que não. 
A missa será presidida por Dom Edmar Peron bispo da Diocese de Paranaguá e celebrada pelo padre Binu Joseph.

Saída do trapiche da Rua da Praia (Posto Mediterrâneo) às 8h, 8h30, 9h e 9h30 e será cobrad 12 reais (ída e volta). Na Ilha da Cotinga será servido almoço pelo valor de R$ 12,00 que inclui arroz, farofa, maionese e dois espetinhos de carne. Logo após o almoço será realizado uma visita à aldeia indígena e o retorno à partir das 14h. Sem dúvida será um dia especial como foi no ano passado onde eu tive o prazer que fazer essas fotos.

Fotos e texto: Edye Venancio