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Piana participa da posse de Dom Paulo Alves Romão como bispo de Paranaguá, no Litoral

Dom Paulo atuou como bispo titular de Calama e auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro até ser nomeado pelo papa Leão XIV para a diocese no Litoral do Estado. Ele nasceu em Barra do Jacaré, no Norte Pioneiro.

O governador em exercício Darci Piana participou neste sábado (27) da posse canônica do bispo dom Paulo Alves Romão, que assumiu a diocese de Paranaguá, no Litoral do Estado. Nomeado pelo papa Leão XIV, ele é natural de Barra do Jacaré, no Norte Pioneiro, e mais recentemente atuou como bispo titular de Calama e auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro.
                                
“Um novo bispo traz novas esperanças. Tenho certeza de que dom Paulo fará um trabalho muito importante para esta diocese e para o povo do nosso Litoral, que por sinal vem crescendo muito e recebendo grandes investimentos. A Igreja sempre ajuda e faz bem para o povo, e juntos vamos fazer ainda mais pelo Paraná”, afirmou Piana.
                                
                                    
“Dom Paulo está preparado para ajudar Paranaguá, terra a qual sou cidadão honorário e não só daqui, mas também de Matinhos e de Guaratuba, com muita honra. Agora, com um novo bispo, teremos novas ideias, novos desafios e um novo trabalho para ser realizado”, acrescentou. “Seja o bom pastor da nossa Diocese de Paranaguá, do povo do Litoral e do Paraná inteiro.”
                                    

O bispo dom Paulo Romão se diz feliz em ser ordenado para uma diocese marcada pela fé e pela perseverança de tantas gerações. “Chego com o coração cheio de gratidão e humildade. O Santo Padre, o Papa Leão XIV, me confiou a missão de servir como pastor desta Igreja. Recebo este chamado não como honra, mas como serviço e dom de Deus. Venho para caminhar com a comunidade, para aprender e, juntos, sermos uma só família no Senhor”, disse o novo bispo.

                                  

Com a nomeação, ele será o 5º bispo diocesano de Paranaguá. “Coloco o início deste novo tempo nas mãos de Nossa Senhora do Rosário, nossa Mãe Padroeira, pedindo que ela nos ensine a viver com fé, confiança e entrega total a Deus. Trago apenas o desejo sincero de amar esta diocese como a minha família e de me gastar por inteiro no serviço a todos”, acrescentou.
                               
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) parabenizou Dom Paulo Romão pela nomeação. “Recebemos, com alegria, a notícia de sua nomeação como novo bispo da Diocese de Paranaguá. Fraternalmente, rogamos a Deus que conduza seu pastoreio junto a essa porção do Povo de Deus. Nossa Senhora do Rosário, padroeira da Diocese de Paranaguá, seja guia e intercessora em sua missão”, afirmou a entidade em nota.

                                 

QUEM É – Dom Paulo Alves Romão nasceu em 6 de abril de 1964, em Barra do Jacaré, no Norte Pioneiro paranaense, área abrangida pela Diocese de Jacarezinho. Após concluir os estudos de Filosofia na Faculdade Eclesiástica de Filosofia João Paulo II, no Rio de Janeiro, e de Teologia no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro, obteve o doutorado em Teologia Pastoral pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro  (PUC-Rio).

                                 

Foi ordenado sacerdote em 28 de junho de 1997, para a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Exerceu os cargos de vigário paroquial, membro do Conselho Presbiteral, pároco de Bom Pastor (no Vicariato Norte), professor da PUC e do Seminário Maior São José, diretor do Departamento Arquidiocesano de Educação Religiosa, coordenador da Pastoral Universitária e assistente Eclesiástico do Movimento Comunhão e Libertação.
Foi nomeado bispo titular de Calama e auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro em 7 de dezembro de 2016, recebendo a ordenação episcopal em 28 de janeiro de 2017. Agora, segue para Paranaguá após ser ordenado bispo pelo Papa Leão XIV.

                             

TURISMO E FÉ – O Dia Mundial do Turismo, celebrado neste 27 de setembro, foi celebrado com uma missa em homenagem ao turista, realizada no Palácio Iguaçu na sexta-feira (26). A cerimônia foi celebrada pelo padre José Aparecido na capela da sede do Poder Executivo Estadual e contou com orações dedicadas aos visitantes e a todos que compõem a cadeia do turismo no Estado.

                           

A celebração buscou refletir sobre a importância da acolhida e do impacto humano que o turismo gera. Com caráter ecumênico, a missa reuniu autoridades e representantes do setor, simbolizando o reconhecimento do turista como um agente de troca cultural e de desenvolvimento social e econômico. A cerimônia foi direcionada para valorizar a experiência do visitante e a contribuição que ele traz para cada destino paranaense.

                           

O turismo religioso representa o terceiro segmento com maior número de atrativos no Paraná, atrás apenas do turismo cultural e do ecoturismo. Com 494 locais mapeados, o Estado oferece uma diversidade de destinos que atraem visitantes em busca de experiências espirituais e culturais.

















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Foto: Igor Jacinto/Vice-Governadoria

Fonte: AEN-PR

Atenção eleitor de Paranaguá documento da CNBB lhe ajudará a agir com consciência na hora de votar

Atenção parnanguaras, esse é um trecho de um documento da CNBB sobre as eleições e é importante que o eleitor tenha a plena consciência do poder que eles tem nas mãos que se chama título eleitoral e é com esse documento que você fará a escolha do seu candidato à prefeito e a vereador. 

Antes de se iludir com certos discursinhos decorados feitos para impressionar, é necessário saber se o seu candidato está fazendo algo por você, pelo seu bairro e não apresentando apenas certas indicações para chamar a atenção daqueles que estão desinformados e se quer sabem o que significa essa palavra. 

Aqueles que muitas vezes entram mudos e saem calados nas sessões ou se quer representam a população da forma como deveriam, estão sujeitos a não serem reeleitos isso é mais do que obvio, a população está participando das sessões e observando atentamente o comportamento dos seus legisladores e isso serviu de alerta para que muitos começassem a se mexer. 

Ainda sobre esse documento, vale muito à pena você ler atentamente para lhe ajudar a mudar a sua maneira de agir na eleição. O povo anda cansado de muito blá blá blá e muito pouca ação, ninguém aguenta mais a ausência de uma resposta sobre certas questões seja no caso da segurança, saúde, saneamento básico, falta de médicos nos postos de saúde, mortes por dengue e no trânsito. 

O parnanguara não aguenta mais e nesse ano dará uma resposta nas urnas.

Leia trecho deste documento da CNBB Os cristãos leigos e leigas não podem “abdicar da participação na política” (Christifideles Laici, 42). A eles cabe, de maneira singular, a exigência do Evangelho de construir o bem comum na perspectiva do Reino de Deus. Contribui para isso a participação consciente no processo eleitoral, escolhendo e votando em candidatos honestos e competentes. Associando fé e vida, a cidadania não se esgota no direito-dever de votar, mas se dá também no acompanhamento do mandato dos eleitos.

As eleições municipais têm uma atração e uma força próprias pela proximidade dos candidatos com os eleitores. Se, por um lado, isso desperta mais interesse e facilita as relações, por outro, pode levar a práticas condenáveis como a compra e venda de votos, a divisão de famílias e da comunidade. Na política, é fundamental respeitar as diferenças e não fazer delas motivo para inimizades ou animosidades que desemboquem em violência de qualquer ordem.

Para escolher e votar bem é imprescindível conhecer, além dos programas dos partidos, os candidatos e sua proposta de trabalho, sabendo distinguir claramente as funções para as quais se candidatam.

É fundamental considerar o passado do candidato, sua conduta moral e ética e, se já exerce algum cargo político, conhecer sua atuação na apresentação e votação de matérias e leis a favor do bem comum. A Lei da Ficha Limpa há de ser, neste caso, o instrumento iluminador do eleitor para barrar candidatos de ficha suja.

É preciso estar atento aos custos das campanhas.

A compra e venda de votos e o uso da máquina administrativa nas campanhas constituem crime eleitoral que atenta contra a honra do eleitor e contra a cidadania. Exortamos os eleitores a fiscalizarem os candidatos e, constatando esse ato de corrupção, a denunciarem os envolvidos ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral, conforme prevê a Lei 9840, uma conquista da mobilização popular há quase duas décadas.

A Igreja Católica não assume nenhuma candidatura, mas incentiva os cristãos leigos e leigas, que têm vocação para a militância político-partidária, a se lançarem candidatos.


Texto: Edye Venancio
Fotos: noticias.portalvox/redefonte/temaquiperto


Assembleia da CNBB: aprovado o documento dos leigos

Aparecida (RV) – Penúltimo dia de trabalhos da 54ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, em Aparecida, SP. Como de costume o dia teve início com a Santa Missa na Basílica Nacional, hoje presidida por Dom Alberto Taveira Correa, Arcebispo de Belém, PA. Concelebraram os bispos do Regional Norte 2.


Ontem tivemos a aprovação do documento final desta Assembleia, “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade. Sal da terra e luz do mundo”. A partir da publicação posterior desse documento, as comunidades, paróquias e dioceses do Brasil terão um novo referencial da reflexão da Igreja sobre a identidade e a atuação dos leigos.

Sobre o documento nós ouvimos Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina e membro da Comissão para o tema central....

Na manhã de ontem tivemos durante uma sessão de trabalhos a exposição sobre a questão indígena no País feita por Egon Heck, do secretariado do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), organismo da CNBB. Ele recordou que a convicção que amadureceu nos “44 anos de militância junto aos povos indígenas, da maioria das regiões do país, é a de que de fato não existe espaço de sobrevivência e dignidade para os povos indígenas no atual modelo neoliberal”.

Tivemos ontem um breve informe sobre a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Como todos sabem, a imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul no ano de 1717 e, portanto, em 2017 a aparição da imagem completará 300 anos.

O Arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani Tempesta também falou ontem em plenário sobre os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos no Rio de Janeiro. Ele disse que será montada na Vila Olímpica uma capela inter-religiosa, com a nomeação de um padre que ficará responsável para coordenar os trabalhos. “Os atletas do mundo inteiro terão lugar de culto, de celebração conforme a religião de cada um. Nós estamos com essa responsabilidade. A Igreja Católica está muito à vontade em ter esse trabalho devido ao nosso relacionamento não só com os irmãos cristãos, mas também com outras religiões”, declarou. Além disso, nas igrejas próximas aos locais onde vão acontecer os jogos estão previstas celebrações em outros idiomas como forma de acolher atletas e turistas.

No final da última sessão, os bispos voltam a ter informações sobre o projeto “Comunhão e Partilha” da CNBB, que surgiu na assembleia geral de 2012 com a finalidade de criar e administrar um fundo financeiro para ajudar na formação dos futuros padres nas dioceses e prelazias. Dom Alfredo Shaffler, bispo de Parnaíba (PI), foi presidente da Comissão e continua membro da mesma. Ele diz que no ano que vem, 2017, quando o projeto completará cinco anos, os bispos vão fazer uma avaliação da iniciativa.

A CNBB divulgou, na tarde de ontem, quarta-feira, a mensagem para as eleições municipais deste ano. O texto foi aprovado durante a Assembleia Geral. Os bispos dirigem ao povo brasileiro "uma mensagem de esperança, ânimo e coragem".

A mensagem aborda o momento atual, ressalta o papel dos leigos como sujeitos na política e apresenta os critérios que podem ajudar os brasileiros a escolher seus prefeitos e vereadores neste ano.

Os cristãos leigos e leigas – destaca a mensagem - não podem “abdicar da participação na política” (Christifideles Laici, 42). A eles cabe, de maneira singular, a exigência do Evangelho de construir o bem comum na perspectiva do Reino de Deus. Contribui para isso a participação consciente no processo eleitoral, escolhendo e votando em candidatos honestos e competentes. Associando fé e vida, a cidadania não se esgota no direito-dever de votar, mas se dá também no acompanhamento do mandato dos eleitos.

As eleições municipais têm uma atração e uma força próprias pela proximidade dos candidatos com os eleitores. Se, por um lado, isso desperta mais interesse e facilita as relações, por outro, pode levar a práticas condenáveis como a compra e venda de votos, a divisão de famílias e da comunidade. Na política, é fundamental respeitar as diferenças e não fazer delas motivo para inimizades ou animosidades que desemboquem em violência de qualquer ordem.

Para escolher e votar bem é imprescindível conhecer, além dos programas dos partidos, os candidatos e sua proposta de trabalho, sabendo distinguir claramente as funções para as quais se candidatam.

É fundamental considerar o passado do candidato, sua conduta moral e ética e, se já exerce algum cargo político, conhecer sua atuação na apresentação e votação de matérias e leis a favor do bem comum. A Lei da Ficha Limpa há de ser, neste caso, o instrumento iluminador do eleitor para barrar candidatos de ficha suja.

É preciso estar atento aos custos das campanhas.

A compra e venda de votos e o uso da máquina administrativa nas campanhas constituem crime eleitoral que atenta contra a honra do eleitor e contra a cidadania. Exortamos os eleitores a fiscalizarem os candidatos e, constatando esse ato de corrupção, a denunciarem os envolvidos ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral, conforme prevê a Lei 9840, uma conquista da mobilização popular há quase duas décadas.

A Igreja Católica não assume nenhuma candidatura, mas incentiva os cristãos leigos e leigas, que têm vocação para a militância político-partidária, a se lançarem candidatos.

De Aparecida, SP, para a Rádio Vaticano, Silvonei José.
(from Vatican Radio)