PM-PR prepara greve contra Richa
Funcionários da Super Rádio Tupi entram em greve
- Fim da postura de NÃO-PREVISÃO de pagamento do 13°salário do ano de 2015.- Pagamento imediato do 13° SALÁRIO do ano de 2015.- Fim do pagamento parcelado dos salários ordinários.- Pagamento integral do salário do mês de janeiro de 2016 até o dia 5 de fevereiro.- Regularização imediata do Plano de saúde dos funcionários- Pagamento imediato das obrigações da empresa que são descontadas dos trabalhadores: INSS, FGTS e Plano de Saúde.- Regularização imediata dos plantões de Carnaval, de forma que nenhum trabalhador faça mais do que 2 horas extras além da carga horária regulamentada.- Revisão imediata das condições de trabalho dos Motoristas.- Fim das jornadas de trabalho abusivas que passam de 2 horas extras além da carga horária prevista em lei.
Apesar da empresa alegar-se vítima da crise, o sindicato buscou informações sobre os 23 donos do grupo e constatou que a grande maioria dos donos do grupo estão ligados a políticos ou a empresários milionários, de forma que fica difícil acreditar que tais pessoas não tenham recursos para colocar as contas da rádio em dia. A rádio TUPI vendeu recentemente um prédio que era localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro e comprou o atual que é localizado no bairro de São Cristóvão. Até hoje os trabalhadores se perguntam porque não quitaram as dívidas da empresa com a diferença do valor da venda.
Funcionários da BRF Brasil Foods realizaram uma mobilização em frente a empresa em Paranaguá
No início da tarde desta quarta-feira, por volta das
12h, (09.12.2015), trabalhadores da BRF Brasil Foods em Uberlândia uniram-se em
uma mobilização para pressionar a empresa por um reajuste salarial mais
substancial. A empresa ofereceu um aumento de apenas 5%, o que desencadeou a
insatisfação entre os funcionários, que alegam que a proposta não condiz com os
lucros da companhia.
Segundo relatos dos trabalhadores locais, a empresa
registrou um lucro expressivo de 300%, o que aumenta a expectativa por um
aumento significativo nos salários. Em Paranaguá, os funcionários também
expressaram apoio à demanda por um reajuste de pelo menos 13%.
Até o momento, a BRF Brasil Foods em Uberlândia não se
pronunciou sobre as reivindicações dos funcionários. Uma reunião está agendada
para o dia 16 de dezembro, onde espera-se chegar a um acordo. No entanto, caso
não haja uma resolução satisfatória, os trabalhadores cogitam a possibilidade
de iniciar uma greve.
Ouça o que diz o Presidente do Sindicato da Alimentação de Paranaguá sobre essa mobilização realizada hoje http://www.4shared.com/mp3/j64VyKjTba/0912_-_Adilson_Presidente_do_S.html
Greve dos bancários pode acabar nesta segunda-feira
Bancários de Curitiba fazem assembleia de avaliação da greve
Bancários aprovam greve para a próxima terça-feira
Protestos e Greve na UFPR e IFPR em Paranaguá
Trabalhadores do Instituto Federal do Paraná (IFPR) se reuniram na Praça Fernando Amaro, no centro de Paranaguá, para protestar contra o governo. Eles exigem reajuste salarial, reestruturação da carreira, garantia da autonomia e do caráter público das universidades, além de mais investimentos na educação.
A partir desta quarta-feira (12), os professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) iniciaram uma greve por tempo indeterminado. Segundo a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (Apufpr), a paralisação é uma resposta aos cortes de recursos federais nas instituições de ensino. Professores e técnicos criticam os cortes no orçamento e a infraestrutura precária das instituições. Outros servidores já estão em greve há mais de dois meses.
A Apufpr alerta que a greve afetará cerca de 30 mil estudantes, incluindo os alunos do setor de educação profissional e tecnológica da UFPR. Em nota, a reitoria da UFPR informou que respeita o direito à greve dos professores e garantiu que a paralisação não afetará o processo de inscrições do vestibular 2015-2016, nem a realização da Feira Cursos e Profissões, prevista para os dias 20 e 21 de agosto. As inscrições para o vestibular começam nesta sexta-feira (14) e terminam no dia 11 de setembro.
Servidores da Justiça Federal mantem a greve e esperam pela votação de projeto de lei em Brasília
Nesta sexta-feira (26), a greve dos servidores da Justiça Federal completou um mês em todo o país. Durante a paralisação, os serviços têm funcionado com apenas 30% do efetivo, conforme determina a legislação, resultando em maior lentidão nos atendimentos. Apesar das portas estarem abertas, a agilidade habitual foi comprometida.
Em uma assembleia realizada em Paranaguá, Jonas Tomas Ruppert, técnico judiciário e coordenador do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Paraná (Sinjuspar), manifestou sua insatisfação com a proposta do governo. O reajuste oferecido prevê aumentos escalonados: 5% em 2016, 5% em 2017, 4,75% em 2018 e 4,5% em 2019. Segundo Ruppert, a proposta está aquém das expectativas, especialmente considerando a previsão de inflação de 8%, o que resultaria em uma perda de 3% no poder de compra dos servidores.
Os trabalhadores estão sem reajuste salarial desde 2006 e reivindicam a recomposição inflacionária para manter o mesmo poder aquisitivo de 18 anos atrás. Ruppert enfatizou: "Nenhum trabalhador, seja da iniciativa privada ou servidor público, deve ficar com o seu salário defasado. Não estamos pedindo aumento, mas a recomposição inflacionária."
Na próxima terça-feira (30), o Senado votará o projeto de lei que trata do reajuste salarial. Caso não seja sancionado pela então presidente Dilma Rousseff, os servidores poderão deflagrar uma nova greve, desta vez por tempo indeterminado.
Texto: Edye Venancio















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