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Prefeito acompanha obras do Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil em Paranaguá

Unidade voltada à saúde mental de crianças e adolescentes recebe investimento de cerca de R$ 2,6 milhões por meio do Novo PAC

Na manhã de sexta-feira, dia 10, o prefeito de Paranaguá, Adriano Ramos esteve no bairro Leblon acompanhando o andamento das obras do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPS IJ), em Paranaguá. A construção da unidade representa um investimento de R$ 2.607.935,47 e integra o programa Novo PAC, do Governo Federal.
Durante a visita, o prefeito destacou a importância do equipamento público para o município.

Segundo ele, o CAPS IJ será fundamental no cuidado com a saúde mental de crianças e adolescentes, reforçando o compromisso da gestão com políticas públicas voltadas à qualidade de vida da população.
“Esse é um grande investimento para cuidar da saúde mental das nossas crianças e adolescentes. Entendemos que investir desde a infância é garantir um futuro mais humano, inclusivo e saudável”, afirmou Adriano Ramos.
A obra está sendo executada pela empresa Construções LMS Ltda., com participação do Ministério da Saúde e do Governo Federal.

A unidade tem como objetivo ampliar o acesso ao atendimento especializado em saúde mental, fortalecendo a rede pública de saúde no município.
A construção teve início em agosto de 2025 e segue conforme o cronograma estabelecido.
Fotos: Moyses Zanardo

Sesa recomenda atualização da caderneta de vacinação antes da volta às aulas

Faltando menos de 15 dias para o início do ano letivo, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) orienta pais e responsáveis a atualizarem a carteirinha de vacinação de crianças e adolescentes. A medida visa garantir a proteção individual e coletiva, prevenindo o aumento da circulação de viroses comuns neste período de retomada das atividades escolares em ambientes fechados.

A obrigatoriedade da atualização vacinal está prevista na Lei Estadual nº 19.534/2018, regulamentada pela Instrução Normativa Conjunta nº 01/2018 - Seed/Sesa. O documento exige que alunos de até 18 anos apresentem a declaração de vacinação no momento da matrícula ou rematrícula em todas as escolas do Paraná, abrangendo a educação infantil, ensino fundamental e médio.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a atualização das vacinas garante a proteção dos estudantes. “Iniciar o ano letivo com as vacinas em dia é uma grande conquista, pois garante mais proteção ao aluno. É essencial disseminar informações sobre a importância da imunização para combater doenças evitáveis”, destacou.

Entre as doenças que podem ser prevenidas com a vacinação estão a Covid-19, doenças diarreicas, doenças pneumocócicas e meningites. O Paraná disponibiliza 18 vacinas do calendário oficial para crianças e adolescentes gratuitamente nas salas de vacinação do estado.

As escolas, em parceria com as secretarias de saúde municipais, devem promover ao longo do ano ações de educação em saúde voltadas à imunização, com campanhas intensificadas para ampliar a conscientização.

O secretário da Educação, Roni Miranda, reforçou a importância da vacinação. “Garantir um ambiente escolar seguro e saudável é responsabilidade de todos. As ações em prol da saúde coletiva são essenciais para um aprendizado efetivo”, afirmou.

Vacinas obrigatórias

Confira as vacinas ofertadas gratuitamente para crianças e adolescentes no Paraná:

  • Hepatite B: protege contra doença viral que afeta o fígado. Administrada ao nascer, seguida da vacina pentavalente.

  • BCG: previne formas graves de tuberculose. Dose única logo após o nascimento.

  • Pentavalente: protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite. Três doses aos 2, 4 e 6 meses, com reforços aos 15 meses e 4 anos.

  • VIP (Poliomielite): protege contra os sorotipos 1, 2 e 3. Três doses aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses.

  • Pneumocócica 10-valente: previne pneumonia e meningite. Duas doses aos 2 e 4 meses, reforço aos 12 meses.

  • Rotavírus: protege contra diarreia e desidratação. Duas doses aos 2 e 4 meses.

  • Meningocócica C: protege contra meningite. Duas doses aos 3 e 5 meses, reforço aos 12 meses.

  • Covid-19: protege contra formas graves da infecção. Doses a partir dos 6 meses.

  • Febre Amarela: dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos.

  • Tríplice Viral: protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Primeira dose aos 12 meses e reforço com tetraviral aos 15 meses.

  • Varicela: protege contra catapora. Primeira dose aos 15 meses e reforço aos 4 anos.

  • HPV: protege contra câncer de colo do útero e verrugas genitais. Dose única entre 9 e 14 anos.

  • Meningocócica ACWY: protege contra meningite. Dose única entre 11 e 14 anos.

  • Dupla Adulto (dT): protege contra difteria e tétano. Dose a cada 10 anos após a última vacina.

  • dTpa: protege gestantes contra coqueluche, difteria e tétano, assegurando proteção ao bebê nos primeiros meses.


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Texto: Jornalista Edye Venancio

Fonte: AEN-PR

Prevenção e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes: caminhada pela Ilha dos Valadares

A cidade de Paranaguá, especificamente na Ilha dos Valadares, se mobiliza em uma caminhada com um propósito urgente: prevenir e combater o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Este tema é de extrema importância, pois a violência sexual contra os mais vulneráveis é uma realidade alarmante que demanda atenção e ação coletiva.

A caminhada terá início às 14h em frente ao Colégio Cidália Rebello Gomes, na Ilha dos Valadares, e contará com paradas estratégicas em frente a outros colégios da região. O trajeto culminará na praça Ciro Abalem, situada em frente à passarela, um espaço emblemático para conscientização e mobilização.

Este evento não apenas marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio, mas também serve como um chamado à ação para a comunidade. É uma oportunidade de unir forças, promover a conscientização e fortalecer os laços de proteção para garantir um ambiente seguro e saudável para todas as crianças e adolescentes.

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Texto: Edye Venancio



Vacinação contra dengue é iniciada em Paranaguá

A Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu início à vacinação contra a dengue, mirando crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público preconizado pelo Ministério da Saúde. Três unidades básicas de saúde (UBS) estrategicamente localizadas estão prontas para administrar a vacinação: na Vila Guarani (UBS Simão Aisenmann), na Ilha dos Valadares (UBS Emir Roth) e no Porto Seguro (UBS Maria Vargas Batista), das 8h às 17h.

No primeiro dia da campanha, nesta segunda-feira, 6, 24 crianças e adolescentes já receberam a vacina. Contudo, a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleonice Ferreira, espera um aumento nos números nos próximos dias. "Temos vacinas suficientes e é fundamental que protejamos nossos jovens contra a dengue, por isso reforçamos aos pais e responsáveis que procurem uma das três unidades de saúde para iniciar a imunização desses jovens", ressaltou.

A vacinação consiste na aplicação de duas doses, com um intervalo de 90 dias entre elas. É necessário que os pais ou responsáveis acompanhem as crianças ou adolescentes, portando um documento de identificação, a caderneta de vacinação e o Cartão SUS. Se o jovem já teve dengue, é preciso esperar seis meses após a infecção para se imunizar.

A vacina, capaz de gerar uma resposta imunológica contra os quatro sorotipos do vírus (DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4), é uma ferramenta importante na luta contra a doença. Ela introduz no organismo um vírus atenuado, incapaz de causar a doença, preparando o sistema imunológico para uma possível infecção futura.

Texto: Edye Venancio

Image by Richard Duijnstee from Pixabay

Diretoria do Rio Branco Sport Club declara apoio a Pioli

O anúncio aconteceu em um reunião organizada na noite da quarta-feira (14), para tratar do esporte amador e profissional de Paranaguá.

Em nome da diretoria do Rio Branco, o presidente do clube Thiago Campos declarou apoio à candidatura de André Pioli da coligação "Paranaguá vai mudar". Campos discursou falando que Pioli é hoje o candidato mais preparado para administrar a cidade Paranaguá. 

Também estiveram presentes líderes de muitos projetos sociais que trabalham com crianças e adolescentes da cidade. "eu vou ser o prefeito que vai investir sim no esporte e além disso, quero apoiar os projetos que são desenvolvidos em nossa cidade com os nossos atletas das mais variadas idades", disse Pioli. 

André Pioli explicou ainda em como vai aliar a educação ao esporte durante o seu trabalho no Palácio São José. "O alicerce de tudo é a educação e aliada ao esporte ela pode ser ainda mais benéfica, eu vou ser o prefeito que vai colocar a Fundação de Esportes para atuar nos bairros e no contraturno das escolas integrais vamos ter professores de educação física e das mais variedades modalidades esportivas para trabalhar com as nossas crianças"



Fonte: Assessoria de André Pioli



Três adolescentes sofrem afogamento na Ilha do Mel: uma ainda está desaparecida

Três adolescentes, todas do sexo feminino com idades de 13, 15 e 16 anos, foram vítimas de um afogamento na Praia Grande da Ilha do Mel, na quinta-feira, 7 de outubro de 2023. O Corpo de Bombeiros, com o apoio da Polícia Ambiental, atendeu prontamente à ocorrência.

As vítimas estão sendo transportadas para Paranaguá, onde o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) aguarda para levá-las ao hospital mais próximo. De acordo com informações iniciais, as três adolescentes estavam desfrutando da praia quando entraram no mar e encontraram-se em situação de afogamento. Duas delas conseguiram se libertar das águas turbulentas e prontamente acionaram os bombeiros, que iniciaram as buscas.

As operações de resgate foram suspensas devido ao anoitecer, sendo retomadas na manhã desta sexta-feira. Até o início da tarde, a terceira adolescente ainda não havia sido localizada. Uma força-tarefa composta pelo Batalhão da Polícia Ambiental, Corpo de Bombeiros e homens da Polícia Militar está empenhada na busca. Pescadores locais também foram informados e estão colaborando com as buscas.

De acordo com informações dos bombeiros, as adolescentes haviam sido salvas no dia anterior por surfistas. Uma das vítimas foi atendida e liberada, enquanto a outra foi encaminhada ao Hospital Regional do Litoral. Ambas estão fora de perigo.

Esta situação de emergência reforça a importância da segurança nas praias e a necessidade de precauções adicionais durante a temporada de banho de mar. A comunidade local, autoridades e serviços de resgate estão unidos na esperança de encontrar a terceira adolescente e garantir sua segurança.


Texto: Edye Venancio



Foto apenas para ilustrar o fato

Brasil tem cerca de 90 mil crianças de 10 a 14 anos casadas

Imagine que sua filha vai se casar. Engravidou do primeiro namorado, um rapaz mais velho que ela conheceu na vizinhança. Vai deixar de estudar por causa da gravidez e do marido. O jovem casal vai morar na casa dos pais dele. No entanto, ela só tem 12 anos.
O casamento de crianças e adolescentes brasileiros, como na situação narrada acima, é o tema da pesquisa Ela vai no meu barco, realizada pelo Instituto Promundo, ONG que desde 1997 estuda questões de gênero.
De acordo com o Censo 2010, pelo menos 88 mil meninos e meninas com idades de 10 a 14 anos estavam casados em todo o Brasil. Na faixa etária de 15 a 17 anos, são 567 mil.
A partir dos dados do Censo, a equipe de pesquisadores - financiada pela Fundação Ford, com apoio da Plan International e da Universidade Federal do Pará (UFPA) - foi ao Pará e ao Maranhão, Estados onde o fenômeno do casamento infanto-juvenil é mais comum, e mergulhou no universo das adolescentes que tão cedo têm que se transformar em adultas.
Numa pesquisa qualitativa, foram entrevistadas 60 pessoas, entre garotas de 12 a 18 anos, seus maridos (todos com mais de 20 anos), seus parentes e funcionários da rede de proteção à infância e adolescência no Brasil.
A idade média das jovens entrevistadas foi de 15 anos; seus maridos são, em média, nove anos mais velhos.
Mas os pesquisadores descobriram que, no Brasil, o casamento de crianças e adolescentes é bem diferente dos arranjos ritualísticos existentes em países africanos e asiáticos, com jovens noivas prometidas pelas famílias em casamentos arranjados pelos parentes ou até mesmo forçados.
O que acontece no Brasil, por outro lado, é um fenômeno marcado pela informalidade, pela pobreza e pela repressão da sexualidade e da vontade femininas.
Normalmente os casamentos de jovens são informais (sem registro em cartório) e considerados consensuais, ou seja, de livre e espontânea vontade.
Naturalização
Entre os motivos para os casamentos, a coordenadora do levantamento, Alice Taylor, pesquisadora do Instituto Promundo, destaca a falta de perspectiva das jovens e o desejo de deixar a casa dos pais como forma de encontrar uma vida melhor.
Muitas fogem de abusos, escapam de ter de se prostituir e convivem de perto com a miséria e o uso de drogas. As entrevistas das jovens, transcritas no relatório final da pesquisa sob condição de anonimato, mostram um pouco do que elas enfrentam, como esta que diz ter saído de casa por causa do padrasto, que a maltratava.
"Porque eu tava entrando na minha adolescência, eu queria sair, eu queria curtir, queria andar (…). Eu me relacionei com ele, namorei com ele três meses, ele me convidou pra morar na casa dele, aí eu fui pra casa dele. Não gostava muito dele, eu só fui mesmo pelo fato de o meu padrasto (me maltratar), aí na convivência nossa ele (o marido) me fez aprender a gostar dele, e hoje eu sou louca por ele", conta uma das garotas.
A jovem casou-se aos 12 anos, grávida, com um homem de 19. No relatório, os pesquisadores afirmam que ela relatou ser abusada pelo padrasto, mas não fica claro o tipo de abuso.
Também em Belém, outra jovem entrevistada, que casou grávida aos 15 anos, diz que a mãe "achou por bem a gente se casar logo, pra não haver esses falatórios que ia haver realmente". O rapaz era cinco anos mais velho.
Em São Luís, uma das meninas mais novas entrevistadas relata que se casou aos 13 com um homem de 36 anos. E mostra a falta de perspectiva como fator fundamental para a decisão, ao dizer o que poderia acontecer caso não estivesse casada: "Acho que eu estaria quase no mesmo caminho que a minha irmã, que a minha irmã tá quase no caminho da prostituição".
A coordenadora da pesquisa de campo em Belém, Maria Lúcia Chaves Lima, professora da UFPA, disse que as entrevistadas falaram de modo natural sobre suas uniões conjugais, mesmo sendo tão precoces.
"É uma realidade naturalizada e pouco problematizada na nossa região", afirma.
Segundo Lima, a gravidez ainda é a grande motivadora do casamento na adolescência, e a união é vista como uma forma de controlar a sexualidade das meninas.
"A lógica é: 'melhor ser de só um do que de vários'. O casamento também aparece como forma de escapar de uma vida de limitações, seja econômica ou de liberdade", diz.
Legislação atrasada
O casamento infantil, reconhecido internacionalmente como uma violação aos direitos humanos, é definido pela Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (CRC) – que o Brasil assinou e ratificou em 1990 – como uma união envolvendo pelo menos um cônjuge abaixo dos 18 anos.
No Brasil, acontece mais frequentemente a partir dos 12 anos, o que faz com que os pesquisadores definam o fenômeno como casamento na infância e na adolescência.
Segundo a pesquisa, estimativa do Unicef com dados de 2011 aponta que o Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em números absolutos de mulheres casadas antes dos 15 anos: seriam 877 mil mulheres com idades entre 20 e 24 anos que disseram ter se casado antes dos 15 anos.
Mas essa estimativa exclui, por falta de dados, países como China, Bahrein, Irã, Israel, Kuait, Líbia, Omã, Catar, Arábia Saudita, Tunísia e os Emirados Árabes Unidos, entre outros.
De qualquer modo, os pesquisadores alertam para a falta de discussão sobre o tema no Brasil e a necessidade de mudanças na legislação. No Brasil, a idade legal para o casamento é estabelecida como 18 anos para homens e mulheres, com várias exceções listadas no Código Civil.
A primeira exceção — compartilhada por quase todos os países do mundo — permite o casamento com o consentimento de ambos os pais (ou com a autorização dos representantes legais) a partir dos 16 anos.
Outra exceção é que a menor pode se casar antes dos 16 anos em caso de gravidez. E a última, prevista no Código Civil, é que o casamento antes dos 16 anos também é permitido a fim de evitar a "imposição de pena criminal" em casos de estupro.
Na prática, essa exceção permite que um estuprador evite a punição ao se casar com a vítima.
Sonhos que envelhecem cedo
De acordo com as entrevistas e a análise dos pesquisadores, o que acontece, na maioria das vezes, é que, em vez de serem controladas pelos pais, as garotas passam a ser controladas pelos maridos. Qualquer sonho de escola ou trabalho envelhece cedo, na rotina de criar os filhos e se adequar às exigências do cônjuge.
O título da pesquisa, Ela vai no meu barco, vem de uma frase de um dos maridos entrevistados, de 19 anos, afirmando que a jovem mulher, de 14 anos, grávida à época do casamento, tinha de seguir sua orientação.
"Ela vai no sonho que eu pretendo pra mim, né? Ela vai seguindo… Acho que é uma desvantagem de a pessoa não ser bem estruturada, né? Geralmente cada um leva as suas escolhas, né? Mas por ela ser mais nova e eu ser mais velho, tipo assim, ela vai no meu barco", resume ele.
Casadas, as jovens muitas vezes enfraquecem seus laços de amizade, sua vida social e passam a se dedicar apenas ao marido e aos filhos. São alvo do controle e do ciúme dos maridos, e algumas relataram casos de violência.
"Queremos alertar que essa situação não é apenas restrita aos rincões do país. As entrevistas foram feitas em Belém e São Luís, o que mostra que é uma questão que ocorre nos centros urbanos", afirma Alice Taylor.
5 principais razões de casamento infanto-juventil no Brasil
•    Gravidez indesejada;
•    Controle dos pais sobre a sexualidade das filhas, com a ideia de que, "se começou a ter relação sexual, é melhor casar logo";
•    Pobreza da família e necessidade de um provedor financeiro;
•    Falta de perspectiva de vida das jovens, sem interesse especial pela escola e sem futuro profissional, o que amplia a vontade de sair da casa dos pais;
•    Desejo expresso dos maridos de se casarem com garotas mais jovens e mais "obedientes" a eles.
Fonte: Pesquisa "Ela vai no meu barco"
Fonte: R7