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Morador pode impedir instalação de ponto de ônibus em frente à residência?

 


Calçadas e vias públicas são destinadas ao uso coletivo, e a definição dos locais de embarque e desembarque cabe ao poder público; porém, situações que envolvam acessibilidade, bloqueio de garagem ou danos comprovados podem ser questionadas administrativamente ou na Justiça

A instalação de um ponto de ônibus em frente a uma residência pode gerar dúvidas e até conflitos entre moradores e o poder público. Mas, afinal, o proprietário do imóvel pode impedir que a Prefeitura coloque um ponto de transporte coletivo em frente à sua casa?

Em regra, não. Calçadas e vias públicas integram o patrimônio público, e cabe ao município planejar e organizar o sistema viário e o transporte coletivo, definindo os locais considerados adequados para embarque e desembarque de passageiros.

Isso significa que a Prefeitura, dentro das normas urbanísticas, de trânsito e de acessibilidade, não precisa obter autorização individual dos proprietários dos imóveis localizados próximos ao ponto de ônibus.

Interesse coletivo

A definição de um ponto de ônibus deve levar em consideração critérios técnicos, como circulação dos veículos, segurança dos passageiros, acessibilidade, fluxo de pedestres e atendimento à população.

Segundo a explicação jurídica apresentada para a questão, o interesse coletivo relacionado ao transporte público pode prevalecer sobre o interesse particular do proprietário, desde que a instalação seja realizada de acordo com a legislação e não provoque uma violação concreta de direitos.

“A calçada e a via pública não pertencem ao proprietário do imóvel. Cabe ao poder público organizar esses espaços de acordo com o interesse coletivo e critérios técnicos.”, explica o entrevistado.

A instalação, portanto, não depende simplesmente da concordância do morador. Entretanto, isso não significa que o município possa instalar um ponto de ônibus de qualquer maneira.

Morador pode contestar em determinadas situações

Existem situações em que o cidadão pode apresentar uma reclamação ou solicitar a revisão do local escolhido.

Um dos exemplos é quando a estrutura provoca obstrução da entrada ou saída de veículos, interfere na acessibilidade, causa danos ao imóvel ou gera outros problemas concretos que possam ser comprovados.

“O morador não pode simplesmente dizer que não quer o ponto de ônibus em frente à sua casa. É necessário demonstrar a existência de um problema concreto e, nesses casos, solicitar que o órgão responsável faça uma avaliação técnica.”, destaca o entrevistado.

Também podem ser questionadas situações relacionadas à obstrução de calçadas, dificuldades para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, danos à estrutura do imóvel ou alterações no funcionamento do local que provoquem impactos excessivos à vizinhança.

Como fazer uma reclamação?

O primeiro passo para o morador que se sentir prejudicado é procurar a Prefeitura e registrar formalmente a reclamação.

Dependendo do município, o atendimento pode ser feito pela Ouvidoria Geral, Secretaria de Trânsito, Secretaria de Mobilidade Urbana ou órgão responsável pelo transporte coletivo.

É importante apresentar provas do problema, como fotografias, vídeos e outros documentos que demonstrem a situação.

“É importante que a reclamação seja acompanhada de elementos que permitam ao poder público verificar o problema. Fotos, vídeos e informações sobre os horários e a frequência das ocorrências podem ajudar na análise técnica.”, orienta o entrevistado.

No protocolo, o morador pode solicitar uma vistoria técnica e pedir que o órgão responsável avalie a possibilidade de alteração do ponto para outro local próximo, caso sejam constatados problemas que justifiquem a mudança.

E se a Prefeitura não resolver?

Caso a reclamação administrativa seja negada ou não seja solucionada, o cidadão ainda pode buscar outros meios legais, especialmente se houver indícios de ilegalidade ou prejuízo relevante e comprovado.

Entre as possibilidades estão a apresentação de representação ao Ministério Público, quando houver questão de interesse público ou eventual irregularidade, e a busca pelo Poder Judiciário.

Nessa situação, o morador pode procurar orientação de um advogado especializado ou, quando preencher os requisitos, buscar atendimento pela Defensoria Pública.

“A discussão judicial não deve estar baseada apenas na insatisfação do morador com a localização do ponto. É necessário demonstrar uma possível ilegalidade, abuso ou prejuízo concreto que justifique a intervenção judicial.”, esclarece o entrevistado.

O ponto principal

A simples instalação de um ponto de ônibus em frente a uma residência não dá ao proprietário o direito de impedir unilateralmente a decisão do município.

Por outro lado, o poder público também deve respeitar as regras de trânsito, acessibilidade, segurança e utilização adequada do espaço público.

Assim, quando houver um problema concreto, o caminho mais adequado é registrar a reclamação, apresentar provas e solicitar uma avaliação técnica antes de buscar medidas judiciais.


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Entre o humano e a inteligência artificial: defendo a valorização da profissão e do trabalho autoral


Em um cenário cada vez mais marcado pelo uso da inteligência artificial na produção de conteúdo, profissionais do jornalismo reforçam a importância da formação, da apuração e da autoria. Para muitos, o reconhecimento da profissão ainda está aquém da relevância que o jornalista exerce na construção da informação e da visibilidade de pessoas, empresas e instituições.

Ser jornalista vai muito além de entrevistar, fotografar, filmar ou escrever notícias. É uma profissão construída com anos de estudo, dedicação e compromisso com a informação de qualidade. São quatro, cinco ou até seis anos de formação acadêmica, somados à experiência adquirida diariamente nas ruas, redações e coberturas.

Apesar da importância da profissão, muitos jornalistas ainda convivem com a falta de reconhecimento. Muitos preferem o copia e cola e quando fazem isso se quer dão os créditos para quem produziu um texto, fez ou faz um registro através de uma foto ou imagem em movimento. 

Enquanto inúmeras pessoas desejam aparecer na mídia, conceder entrevistas ou ter suas histórias divulgadas, poucas compreendem o trabalho que existe por trás de cada reportagem. Como diz o apresentador Sikêra Júnior, " Isso dá trabalho".

O jornalista é o profissional que transforma fatos em informação de interesse público, com clareza, objetividade e responsabilidade. Muitas vezes somos invisíveis para quem consome a notícia, mas essenciais para quem deseja ter sua história contada, por esse motivo classifico como importante a nossa profissão.

Com o avanço da inteligência artificial, a produção de textos passou a contar com novas ferramentas tecnológicas. No entanto, eu continuo defendendo que a sensibilidade, a experiência e a capacidade crítica do jornalista continuam sendo insubstituíveis.

Não vejo problema no uso da inteligência artificial como ferramenta, longe disso. Cada profissional segue a metodologia que considera mais adequada. Eu, particularmente, prefiro o caminho tradicional, valorizando o olhar humano, a criatividade e a autoria. Afinal, foram anos de estudo, leitura, pesquisa e dedicação para desenvolver uma identidade profissional e a autenticidade é o que conta.

Outro ponto que destaco é a preocupação com a ética e o respeito aos direitos autorais. Na minha opinião, a tecnologia não deve substituir a responsabilidade intelectual nem servir como justificativa para reproduzir conteúdo sem a devida atribuição.

É preciso reconhecer quem realmente produz conhecimento. Copiar um texto pronto e assumir sua autoria desvaloriza não apenas o trabalho do jornalista, mas de qualquer profissional que dedica tempo e talento para criar conteúdo original. É preciso um pouco de simancol, fazer isso prova a sua falta de ética e carência de capacidade intelectual e talento.

Entre o tradicional e o artificial, continuo escolhendo o primeiro. Tudo o que conquistei foi resultado de esforço, talento e dedicação. O reconhecimento pode não vir de todos, mas a importância do jornalismo permanece indispensável para uma sociedade bem informada.

Para finalizar, fica uma reflexão: embora nem sempre sejam lembrados, os jornalistas continuam sendo protagonistas na construção da informação, contribuindo para dar voz à sociedade e visibilidade a histórias que merecem ser contadas. Aos que valorizam e reconhecem o nosso trabalho, fica aqui o meu muito obrigado.

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Texto: Jornalista Edye Venancio

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A verdade tem três lados: o compromisso do jornalismo com a escuta e a imparcialidade


Mais do que relatar fatos, o bom jornalismo exige equilíbrio, escuta e responsabilidade. Entender que toda história tem mais de uma versão é o primeiro passo para se aproximar da verdade.


No exercício do jornalismo, compreender que há três verdades — a de um lado, a do outro e a dos fatos — é fundamental para garantir a credibilidade da informação. A função do jornalista vai além de reproduzir falas: ele precisa investigar, confrontar versões e buscar a essência do acontecimento com base em evidências e contexto.

Ouvir os dois lados é uma prática que sustenta a ética profissional e assegura o direito do público a uma informação justa e completa. Em tempos de polarização e notícias rápidas, o cuidado em checar dados e ouvir todas as partes envolvidas se torna ainda mais necessário.

Cabe ao jornalista uma análise profunda, livre de julgamentos pessoais, antes de apresentar o resultado ao público. Só assim é possível construir uma narrativa fiel à realidade, onde o compromisso maior é com os fatos — e não com opiniões.

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Texto: Jornalista Edye Venancio

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Anderson Cantarelli e Edye Venancio fortalecem conexão com o público no programa matinal da Rádio Difusora AM 1460

No dia 5 de outubro de 2008, o radialista Anderson Cantarelli comandou mais uma edição do seu programa matinal na Rádio Difusora AM 1460, em Paranaguá-Pr. Com uma seleção de músicas e informações que conquistavam os ouvintes todas as manhãs, o programa mantinha forte conexão com o público local.

Durante as transmissões, a interação entre os profissionais do rádio era destaque. Entre os participantes estava Edye Venancio, que contribuía com opiniões e comentários que enriqueciam o conteúdo do programa. Essa troca de ideias entre os colegas ajudava a manter a audiência e fortalecia a reputação da emissora como uma referência em comunicação na região.

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Produzido por Edye Venancio
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Blog Edye Venancio: Informação é tudo!

O Blog Edye Venancio é uma ferramenta essencial para quem deseja se manter atualizado sobre as notícias de Paranaguá e do litoral paranaense. Acompanhando o site, é possível obter informações detalhadas sobre diversos temas, como Câmara Municipal de Vereadores, futebol, saúde, educação e notícias policiais.

Nos dias de hoje, estar bem informado é crucial. Acompanhar as atualizações do Blog Edye Venancio garante que você não será facilmente manipulado, mantendo-se sempre bem informado sobre os acontecimentos locais.


Clique no link abaixo e se informe!


Texto: Edye Venancio

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Aliança Notícias: informando você de segunda à sexta-feira pela 98,3

Hoje, estive ao lado do amigo André Luiz como convidado especial no programa "Aliança Notícias", que vai ar de segunda a sexta-feira pela 98,3 Aliança FM em Paranaguá. O informativo, apresentado por Ceres Martins e Jessé Jorge, é uma fonte confiável para quem busca se manter bem informado sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.


Texto: Edye Venancio

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O rádio e a sua inovação: Eu ouço, vivo, faço e recomendo doses diárias

O rádio ainda é um meio de comunicação muito importante, pois ele tem a capacidade de atingir um grande número de pessoas ao mesmo tempo. Mesmo com tantos outros meios de comunicação, o rádio continua sendo a companhia de muitos pela sua forma imediata em informar e entreter. Sendo assim, ainda é bastante utilizado por todos diariamente, em diferentes momentos e faixas etárias.

Por meio do rádio podemos receber diversas informações daquilo que acontece naquele exato momento  e a comunicação com os seus ouvintes é de forma imediata e não mediatizada. Põe a população em contato direto com o acontecimento, proporcionando-lhes informações confiáveis, novas e importantes.

Ao contrário do que muitos disseram, o rádio jamais irá acabar e, agora, inclusive, os meios digitais estão auxiliando nessa inclusão para atrair um público jovem. E uma das opções é a rádio web que vem conquistando gradualmente o seu público desde o surgimento desse meio na internet. Gostaria de convidá-lo a ouvir a minha clicando nesse link Rádio Web Ilha dos Valadares

É possível que rádio tradicional continue a existir, mas tudo depende do apoio que ela receberá no futuro e isso depende de muitos fatores, como o interesse das pessoas e dos investidores na rádio, a disponibilidade de recursos financeiros e tecnológicos para mantê-la e a valorização dos profissionais que trabalham nesse meio.

Os profissionais estão diminuindo, o interesse deles por esse meio de comunicação também e um dos fatores é a falta de reconhecimento e valorização do trabalho por eles realizados. Um ambiente de trabalho harmonioso facilita o crescimento de todos, principalmente quando ela investe na saúde dos trabalhadores, oferecendo oportunidades de treinamento e capacitação profissional e o entendimento das novas tendências tecnológicas existentes e utilizadas.

Além disso, o rádio é uma ótima forma de levar a informação aos ouvintes, seja apenas através do áudio como também utilizando imagens em movimento e paradas graças à tecnologia que vem sendo usada e sendo acompanhadas por internautas nas redes sociais e YouTube ao vivo. Por essa razão, entretém a população afim de informar cumprindo o real papel de um meio de comunicação.

Criar estratégias de marketing para promover a rádio e fazer com que esse meio chegue a todos os locais, incluindo a periferia é o que se deve ser feito. Quem ouve a rádio são as pessoas por menos poder aquisitivo e isso não vem sendo pensado.

Sendo assim é importante valorizar esse meio de comunicação, valorizar o trabalho desses profissionais e acima de tudo dar todo o suporte para esses trabalhadores que vivem diariamente o rádio, informando e entretendo os ouvintes. Os profissionais de rádio desejam apenas que o seu trabalho seja reconhecido e valorizado e os ouvintes cobram isso.

 

Eu ouço, vivo, faço e recomendo doses diárias de rádio.

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Texto: Edye Venancio


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Dia Nacional do Rádio: celebrando uma paixão centenária

Hoje, 7 de setembro, o Brasil comemora o Dia Nacional do Rádio, uma data que remonta à primeira transmissão radiofônica no país, realizada em 1922 durante as celebrações do centenário da independência. O marco foi protagonizado por Roquete Pinto, conhecido como o "pai do rádio brasileiro".

Antes da chegada da televisão, o rádio era a principal fonte de entretenimento, música e informação para a população, incluindo os moradores de Paranaguá. Ao longo do tempo, esse meio de comunicação evoluiu com a era digital, tornando-se mais acessível e abrangente por meio de dispositivos móveis e redes sociais.

Neste dia especial, é essencial reconhecer e parabenizar os profissionais do rádio, que continuam a desempenhar um papel fundamental na disseminação de informação e cultura. São comunicadores talentosos, cujas vozes inspiram e conectam pessoas em todo o mundo.

O jornalista Edye Venancio, com mais de 20 anos de carreira, recorda sua trajetória no meio radiofônico, desde a Ilha do Mel FM até a Difusora AM 1460, revitalizada pelo Padre Sérgio Sviental Campos. Ele destaca o fascínio e a paixão que o rádio proporciona, reafirmando sua importância como um veículo essencial de comunicação.

Viva o rádio! Parabéns aos milhares de ouvintes que compartilham dessa paixão e mantêm viva a magia do rádio.

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08 de novembro de 2008

23.08.2011

Texto: Edye Venancio
 

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O Rádio e a TV de todo o Brasil estão de luto

Perdemos um de nossos principais rostos, uma de nossas melhores vozes.

Ricardo Eugênio Boechat, ou apenas Boechat, carregava em seu “bom dia” mais do que notícias. Espalhava pelo Rádio informação, análise crítica, humor e jornalismo de qualidade e credibilidade a milhões de brasileiros que o acompanhavam todas as manhãs.
Apaixonado pela profissão, fazia da redação a sua casa e encerrava sua jornada com um “boa noite” rico em verdade na tela da TV.
E assim, todos os dias, contávamos com sua companhia. Boechat era sinônimo de bom jornalismo.
Boechat era Rádio. Boechat era TV.
Nossas sinceras homenagens a esse profissional brilhante e nossos profundos sentimentos aos seus familiares, amigos e colegas de trabalho.

Fonte: Aerp/Sert-PR

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Dia do Radialista

Desde 2006, os radialistas no Brasil têm o privilégio de comemorar o seu dia em duas datas: 21 de setembro, uma data simbólica, e 7 de novembro, a data oficial. Essa mudança foi estabelecida por uma lei sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em homenagem ao músico e radialista Ary Barroso. A lei federal, ao entrar em vigor, proporcionou uma dupla comemoração para esses profissionais apaixonados por seu trabalho.

No dia 21 de setembro, a celebração se mantém como uma tradição simbólica, enquanto em 7 de novembro os radialistas celebram oficialmente sua contribuição ao meio de comunicação que chega a todos os lares do país.

"Parabéns a todos que levam a informação correta e necessária aos ouvintes, sem fazer média ou puxar o saco de ninguém, apenas informando com verdades", destaca um profissional da área. A importância dos radialistas é inegável, e eles continuam a desempenhar seu papel com seriedade e paixão.

Neste contexto de celebração, é justo homenagear Celso Luiz, um nome de destaque na rádio. Antes de ingressar na profissão, ele já era um ouvinte dedicado e, há quase 20 anos, contribui ativamente na Ilha do Mel FM em Paranaguá. Com mais de 30 anos de experiência, Celso Luiz é um exemplo do compromisso e dedicação que representam todos os profissionais do rádio.



Fotos e texto: Edye Venancio


LEI Nº 11.327, de 24 de julho de 2006 

Institui o Dia do Radialista. 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Fica instituído, no calendário das efemérides nacionais, o Dia do Radialista, a ser comemorado no dia 7 de novembro, data natalícia do compositor, músico e radialista Ary Barroso. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Brasília, 24 de julho de 2006; 

185º da Independência e 118o da República. 

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA João Luiz Silva Ferreira

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