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Forças de segurança cumprem 22 mandados de busca e apreensão no Litoral

A Secretaria de Estado da Segurança Pública, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, cumpre 22 mandados de busca e apreensão em uma operação integrada nos municípios de Matinhos, Paranaguá, Pontal do Paraná e Guaratuba, no Litoral. A ação desta terça-feira (06) tem como objetivo combater o tráfico de drogas e investigar casos de homicídios.

Cerca de 150 agentes de diferentes órgãos participam da força-tarefa, que integra a atuação do Verão Maior Paraná. A coordenação estratégica é da Secretaria, com equipes das polícias Militar, Civil, Penal e Científica nas ruas. As unidades de elite da Polícia Militar e da Polícia Civil também estão participando das buscas.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública também orienta que a população pode fazer denúncias através do Disque-Denúncia 181. A ligação é gratuita. Também é possível fazer o registro pela internet, no site do Disque-Denúncia, onde deve ser preenchido um formulário com as informações sobre o crime. Tanto pelo telefone quanto pela internet é possível manter o anonimato.


Fonte: AEN-PR



Megaoperação cumpre mandados contra facção criminosa em todo o Paraná

As polícias Civil e Militar do Paraná deflagraram nesta quinta-feira (17) uma megaoperação contra membros de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. Mais de 1.500 policiais estão mobilizados na operação batizada de Alexandria, que visa cumprir 757 mandados de prisão e quatro de busca e apreensão. A ação acontece em Curitiba e municípios da Região Metropolitana, em mais 72 cidades do interior do Estado e, ainda, em oito unidades prisionais do Paraná. A operação conta com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Departamento de Execução Penal do Paraná (Depen).

Por decisão do Poder Judiciário, 237 telefones serão bloqueados, assim como 28 contas bancárias que, além do bloqueio, terão os valores sequestrados. 

"Essa operação demonstra que é necessário que a atuação contra o crime organizado, especialmente com relação a essa facção que domina os presídios, seja feita de maneira integrada, passando inicialmente pela rede de informações, pela polícia atuante, pelo nosso sistema de inteligência dentro dos presídios, pela polícia preventiva, que faz o trabalho ostensivo nas ruas e também pela polícia de investigação”, disse o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita.

“Somente com o trabalho integrado de todas essas áreas é que podemos fazer frente, acompanhar a movimentação e, no momento devido, fazer o combate à facção, o que resulta em um trabalho efetivo de desarticulação dessa quadrilha responsável por muitos crimes no Paraná", explica Mesquita. 
A investigação começou em agosto de 2014, no Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), depois que os policiais apreenderam diversos cadernos com anotações e detalhes da atuação da facção no Paraná. Cerca de 30 mil ligações foram interceptadas com autorização judicial.
A polícia tem mais de 1.700 horas de conversas dos membros da facção, envolvendo doze estados – Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Alagoas, Ceará, Goiás, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Norte. O conteúdo das conversas interceptadas mostra que diversos crimes foram cometidos em benefício da organização criminosa, como tráfico de drogas, roubos de carros e residências, tráfico de armas e homicídios. 


CONCEITO – O nome da operação foi inspirado na Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria, que foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Ela existiu até a Idade Média, quando, supostamente, foi destruída por um incêndio cujas causas são controversas. O local continha praticamente todo o saber da Antiguidade.

Fonte: AEN

Operação da Polícia Civil já prendeu 130 suspeitos em todo o Paraná

A Operação Cidadania, deflagrada pela Polícia Civil do Paraná nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (25) prendeu 138 suspeitos, a maioria traficantes. Sete adolescentes foram apreendidos. A operação de combate ao tráfico de drogas envolve 800 policiais civis e abrange 20 cidades. “Ações como esta serão contínuas nas localidades em que verificarmos a necessidade de uma presença policial mais repressiva”, afirmou o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita. “No caso de Fazenda Rio Grande, um bairro inteiro, o Jardim Europa, foi ocupado, por terem sido detectados diversos pontos de venda e de armazenamento de drogas”, disse ele.

Cerca de 70% do total das prisões em Fazenda Rio Grande ocorreram no Jardim Europa, de acordo com o delegado-titular do município, Fábio Machado. “Grande parte dos casos relacionados ao tráfico de drogas e porte de armas ocorre naquela localidade”, explicou. Seis pessoas foram presas, além da apreensão de uma pistola 9 mm, com a numeração suprimida e mais de 50 munições. “A suspeita é que a arma tenha sido utilizada em três assassinatos praticados em Fazenda Rio Grande”, acrescentou o delegado. A operação ocorreu de forma conjunta com policiais militares, além de auxílio de escolta da Polícia Rodoviária Federal.

EFICIÊNCIA - No período de janeiro a novembro deste ano, os registros policiais relacionados ao tráfico de drogas tiveram acréscimo de 19% em Fazenda Rio Grande, passando de 58 para 69 ocorrências, o que demonstra maior eficácia no trabalho policial para coibir essa modalidade criminosa. As autuações relacionadas a drogas para consumo pessoal também aumentaram, em 20%, passando de 75 para 90 ocorrências.

RESPOSTA DA POLÍCIA - No interior, a ação foi coordenada pela Divisão Policial do Interior (DPI) e ocorreram nove prisões na Subdivisão Policial de Ponta Grossa, 17 em Guarapuava, dez em Umuarama, seis em Paranaguá, seis em Maringá, oito em Telêmaco Borba, 11 em Jacarezinho, 15 em Apucarana, quatro em São Mateus do Sul, quatro em União da Vitória, sete em Foz do Iguaçu, oito em Paranavaí, cinco em Cornélio Procópio, cinco em Cascavel, dois em Campo Mourão, cinco em Cianorte, três em Arapongas, uma em Laranjeiras do Sul, uma em Pato Branco, dois em Francisco Beltrão e três em Toledo.

“É uma resposta da polícia ao tráfico, que é um dos principais responsáveis pelos crimes contra a vida, como latrocínio e homicídio”, disse o delegado-geral da Polícia Civil, Julio Reis. “Ações como se refletem na redução dos principais indicadores criminais, como demonstra o último relatório estatístico criminal da Secretaria da Segurança Pública. No caso dos homicídios, temos o menor índice dos últimos seis anos em todo o Paraná”, afirmou.

Além das prisões de traficantes, foram cumpridos mandados de prisão contra homicidas e suspeitos de roubos. “Nas ações desencadeadas nas 22 subdivisões policiais, em todo o Estado, juntamente com as prisões, tivemos quase 52 quilos de maconha apreendidos, além de cocaína, crack e ecstasy”, informou o delegado-titular da Divisão Policial do Interior (DPI), Valmir Soccio.

BALANÇO – Participam da operação equipes do Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), do Cope (Centro de Operações Policiais Especiais), do Denarc (Divisão Estadual de Narcóticos), Divisão Policial da Capital (DPCAP), Divisão de Polícia Metropolitana (DPMetro), Divisão Policial do Interior (DPI) e Divisão de Crimes contra o Patrimônio (DCCP). Oito cachorros farejadores participam da ação policial – sendo seis da Polícia Civil e dois da Militar. As forças policiais tinham 161 mandados de prisão a serem cumprido.


Fonte: AEN