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Paranaguá realiza Dia D de multivacinação neste sábado - UBS Emir Roth com atendimento à população da Ilha dos Valadares

 

Ação acontece na Unidade de Saúde Emir Roth, na Ilha dos Valadares, com aplicação de vacinas contra gripe, Covid-19, febre amarela e demais imunizantes do calendário nacional.


A Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (Semsa), promove neste sábado (10) o Dia D de Multivacinação, com aplicação de doses contra gripe (Influenza), Covid-19, febre amarela, sarampo e outras vacinas do Calendário Nacional de Imunizações.

Na Ilha dos Valadares, a vacinação ocorrerá das 8h às 17h, na Unidade Básica de Saúde Emir Roth. Estarão disponíveis vacinas para todas as faixas etárias, desde crianças a partir de 6 meses até idosos. A iniciativa visa facilitar o acesso de quem trabalha durante a semana, garantindo que todos possam colocar a carteira vacinal em dia. Para ser vacinado, é necessário apresentar o Cartão SUS, a carteira de vacinação e um documento da criança.

Mais de 10 mil profissionais de saúde estarão mobilizados em todo o Paraná durante a campanha. A expectativa é de aplicar 300 mil doses em todo o estado. A ação é realizada em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems) e o Ministério da Saúde.

A secretária municipal de Saúde, Patricia Muzetti Vianna Scacalossi, destacou a importância da campanha. “É essencial que a população aproveite essa oportunidade para atualizar suas vacinas. A participação dos grupos prioritários fortalece a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Contamos com a colaboração de todos para o sucesso dessa ação pública em nosso município”, reforçou.

Segundo a chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Sesa, Virgínia Dobkowski Franco dos Santos, os preparativos estão praticamente concluídos. “Estamos finalizando a confirmação dos locais de vacinação. Esperamos atingir ou até superar a meta prevista”, afirmou.rio apresentar o Cartão SUS, a carteira de vacinação e um documento da criança.

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Texto: Jornalista Edye Venancio

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Nova centralização de vacinação em Unidade de Saúde visando eficiência e evitando desperdício de doses

A partir da próxima segunda-feira, 23 de outubro, importantes mudanças na distribuição e aplicação de vacinas entrarão em vigor na cidade. O objetivo é melhorar a logística de vacinação, reduzir o desperdício de doses e tornar o processo mais acessível à população.

 

COVID-19

A partir dessa data, a vacinação contra a Covid-19 não ocorrerá mais no Terminal Urbano. Agora, a aplicação das vacinas será centralizada na Unidade de Saúde localizada na Avenida Gabriel de Lara. A ampliação do público-alvo para a partir dos 6 meses de idade busca garantir maior proteção à comunidade.

Além do novo local, é importante destacar que a imunização contra a Covid-19 continuará disponível na Unidade de Saúde do Caic, mantendo a facilidade de acesso.

 

BCG

A vacina BCG, destinada aos recém-nascidos, também será centralizada na Unidade de Saúde da Avenida Gabriel de Lara. Essa medida visa evitar o desperdício de doses valiosas. Cada frasco de BCG contém 20 doses, e uma vez aberto, todas as doses devem ser utilizadas em um curto período de tempo. A centralização proporciona um uso mais eficiente dessa vacina essencial para a saúde dos bebês.

 

INFLUENZA

A vacina contra a gripe, disponível para todas as faixas etárias, também será centralizada na Unidade de Saúde da Avenida Gabriel de Lara.

A aplicação das três vacinas, Covid-19, BCG e Influenza, estará disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Essas mudanças visam tornar o processo de vacinação mais eficiente, garantindo que as doses sejam aplicadas da maneira mais eficaz possível, ao mesmo tempo em que facilitam o acesso da população a essas importantes medidas de prevenção.


Texto: Edye Venancio

Fonte/Foto: PMP


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No Paraná, campanha da gripe termina com 89% do grupo de risco vacinado

Até esta segunda-feira (23), o Paraná já vacinou 89% do público-alvo da campanha da gripe. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde era chegar a 80%. Foram mais de 2,6 milhões de paranaenses vacinados em menos de um mês. Mesmo com o fim da campanha, algumas unidades de saúde continuam aplicando a vacina nas pessoas que fazem parte dos grupos de risco. 


Para aumentar esses números, o Paraná solicitou ao Ministério da Saúde o envio de novas vacinas. “Apesar da ótima adesão dos cidadãos, nossa vontade é aumentar ainda mais o número de vacinados no Estado e garantir a imunização da população que corre mais riscos no agravo da doença”, afirma o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto. 

DOSES EXTRAS - Na última sexta-feira (20), o Paraná recebeu mais mil 30 mil doses extras de vacina (1% do total que veio para o Estado). As doses serão distribuídas por algumas Regionais de Saúde. A estratégia para a distribuição será definida em reunião com a Comissão estadual de Infectologia nesta terça-feira (24) e o envio deve acontecer no dia seguinte (25). 

GESTANTES - “Quem faz parte do público-alvo e não foi imunizado, ainda pode procurar uma unidade de saúde com vacinas disponíveis e solicitar sua dose”, afirma o coordenador estadual de Imunização, João Luís Crivellaro. A maior preocupação agora é com as gestantes, único grupo em que o Estado não atingiu a meta. 

“Vacinamos apenas 68% deste público. A orientação é dar prioridade às mulheres grávidas para que possamos chegar a, pelo menos, 80% e atingir a meta da vacinação em gestantes”, complementa Crivellaro. Crianças que foram vacinadas pela primeira vez também devem retornar e receber a segunda dose 30 dias depois da primeira vacina. 

OCORRÊNCIAS - Até esta segunda-feira foram registrados 595 casos de Influenza no Estado, sendo 561 de H1N1. Os dados são referentes a quadros de gripe que demandaram a internação dos pacientes, as Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), somados a casos confirmados em 23 Unidades Sentinelas da gripe espalhadas pelo Paraná. 

“Mesmo com a imunização, os cuidados não podem parar. Lavar as mãos frequentemente e manter os ambientes arejados ainda são as medidas mais eficientes para evitar o contágio da gripe”, explica a chefe do Centro de Epidemiologia da Secretaria de Estado da Saúde, Julia Cordellini. 

ÓBITOS - Já foi confirmada a presença dos vírus em 19 das 22 Regionais de Saúde do Estado e óbitos em 15 regiões. Do início de 2016 até agora foram 37 mortes por H1N1 em Antonina (1), Curitiba (5), Quitandinha (1), São José dos Pinhais (1), Rio Azul (1), Chopinzinho (1), Francisco Beltrão (1), Marmeleiro (3), Foz do Iguaçu (7), Espigão Alto do Iguaçu (1), Nova Aurora (1), Campo Mourão (2), Umuarama (1), Maringá (2), Apucarana (3), Londrina (2), Andirá (1), Cornélio Procópio (1), Toledo (1) e Nova Tebas (1). 

Fonte: AEN
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Mais de 1,4 milhão de paranaenses já foram vacinados contra a gripe

Em uma semana de campanha, o Estado do Paraná já vacinou cerca de 1,4 milhão de pessoas contra o vírus da gripe. Isso representa 53% do público-alvo estimado para este ano, que envolve idosos (maiores de 60 anos), crianças (maiores de 6 meses e menores de 5 anos), gestantes, mulheres que deram a luz nos últimos 45 dias, doentes crônicos, trabalhadores de saúde, população indígena e privados de liberdade. 


Segundo o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, o bom desempenho nos primeiros sete dias de campanha mostra que o Paraná acertou ao antecipar o início da vacinação. “As temperaturas estão caindo e o risco de transmissão da gripe só aumenta. Por isso, é importante que quem ainda não se vacinou, vá à unidade de saúde mais próxima para se proteger”, ressaltou. 

O apelo se deve ao fato de a vacina demorar pelo menos 15 dias para conceder proteção adequada ao indivíduo. Neste ano, a dose disponível na rede pública é eficaz contra os três tipos de vírus da gripe mais circulantes no país: Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. 
LOGÍSTICA - A antecipação da campanha no Paraná foi possível devido a um amplo esquema de logística adotado pelo Governo do Estado. O trabalho agilizou a distribuição das doses e garantiu o abastecimento das unidades de saúde cinco dias antes do início da campanha nacional, lançada no último sábado (30). 

Até o momento, o Ministério da Saúde enviou 2,1 milhão de doses, o equivalente a 72% da cota de vacinas que o Paraná tem direito ao longo da campanha. Um novo lote, com 312 mil doses, deve chegar ao Estado na próxima quinta-feira (5) e logo em seguida será descentralizado aos municípios. 

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide de Oliveira, a recomendação é que as prefeituras deem seguimento a campanha e remanejem, se necessário, doses de uma unidade de saúde para outra. “Enquanto as novas doses não chegam do Ministério, os municípios devem otimizar o estoque e disponibilizar mais vacinas onde a demanda é maior”, detalhou. 
2,9 MILHÕES - Até o dia 20 de maio, o Estado espera imunizar pelo menos 2,9 milhões de paranaenses. A preocupação é maior com as gestantes, que constituem o grupo com a menor cobertura vacinal até agora (39%). 

Para o coordenador estadual de Imunização, João Luis Crivellaro, o grupo dos doentes crônicos também demanda atenção especial. “Trata-se de pessoas com a saúde mais frágil e que precisam ser protegidas. Quem tem doença de base apresenta alto risco de desenvolver o quadro grave de gripe”, alertou. 


Fonte: AEN
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Com temperaturas mais baixas, cuidados para evitar a gripe devem ser reforçados

A chegada do outono e a queda das temperaturas demandam um cuidado maior para prevenir a gripe. É durante esse período que aumentam os casos da doença e as medidas de controle devem ser intensificadas para diminuir a transmissão do vírus. 

A chefe do Centro de Epidemiologia da Secretaria estadual da Saúde, Julia Cordellini, explica que, se não for tratada adequadamente, uma gripe pode evoluir para quadros mais graves e, até mesmo, levar à morte. “O Paraná está preparado para prestar assistência adequada aos pacientes, mas nossa verdadeira intenção é a conscientizar os paranaenses sobre métodos de prevenção”, fala. 

Para evitar a gripe, ela recomenda lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar, e ao chegar da rua. Outra orientação é cobrir a boca e o nariz com um lenço descartável quando for tossir ou espirrar. As superfícies e objetos que entram em contato frequente com as mãos, como mesas, teclados, maçanetas e corrimãos, devem ser limpos com álcool. Objetos de uso pessoal, copos, talheres e alimentos não devem ser compartilhados. Também é necessário evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas. 

Julia orienta que os pacientes com febre a partir de 38ºC, tosse ou dor de garganta devem procurar atendimento médico. “A automedicação pode ser prejudicial à saúde. Não é recomendado usar medicamentos sem antes receber orientação médica”, conta. 

Ela alerta que se a pessoa tiver dificuldade de respirar, dores fortes no corpo e desidratação, o quadro pode estar se agravando. Nesses casos, deve-se procurar a Unidade de Saúde mais próxima com urgência. O Governo do Paraná disponibiliza medicamento antiviral gratuitamente para tratamento mediante receita médica. 

NÚMEROS – Em 2016, até esta quarta-feira (30), foram registrados três casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) relacionados aos vírus Influenza, causador da gripe. Trata-se de moradores de Cianorte, Maringá e Paranavaí que evoluíram para a forma grave da doença, o que exigiu a internação dos pacientes. 

Além desses, também foram identificados 12 casos de Síndromes Gripais (SG) de qualquer gravidade nas unidades sentinelas: Metropolitana (2 casos), União da Vitória (2), Cascavel (1), Campo Mourão (2), Maringá (3), Londrina (2) e Ivaiporã (1). Em 2015, os números totais de Influenza foram 233 casos, com 26 óbitos durante todo o ano. 

MONITORAMENTO – O Paraná atualmente conta com 50 Unidades Sentinelas, voltadas ao monitoramento de casos de gripe. Portanto, os números divulgados não representam a totalidade de casos no Estado. 

“Nossas unidades de monitoramento de Síndromes Respiratórias e Gripais coletam material para exames realizados pelo Laboratório Central do Estado, que identifica os vírus mais circulantes no Paraná, o que auxilia na produção das vacinas do ano posterior”, ressalta a chefe do Centro de Epidemiologia. 

VACINA – Outra forma de prevenir a doença é a vacinação. A campanha nacional está programada pelo Ministério da Saúde (MS) para começar em 30 de abril em todo o País. Conforme aconteceu em anos anteriores, a Secretaria Estadual da Saúde solicitou a antecipação da campanha. No entanto, não houve resposta do governo federal sobre essa possibilidade. 

“O frio chega mais cedo nos estados do Sul do Brasil. Então, é comum precisarmos adiantar a campanha no Estado para que a população possa ser imunizada o quanto antes”, explica o coordenador estadual de Imunização, João Luís Crivellaro. 

O Ministério da Saúde informou que vai iniciar o envio das vacinas ao Paraná após o dia 4 de abril e ficará a critério do Estado definir se irá ou não antecipar as aplicações. “Vamos aguardar o recebimento das doses, organizar a distribuição nos municípios e analisar a possibilidade de antecipar a campanha no Paraná”, afirma Crivellaro. 

O público-alvo da campanha 2016 segue os critérios adotados no ano passado. Serão beneficiadas crianças com idade acima de seis meses e até cinco anos incompletos; idosos com mais de 60 anos; gestantes; mulheres que passaram pelo parto há menos de 45 dias; e pessoas com comorbidades, como doentes renais crônicos, cardiopatas e diabéticos. 

Serão aproximadamente três milhões de doses aplicadas no Estado durante a campanha 2016. Algumas doses também são destinadas a trabalhadores da área da saúde, que têm contato direto com o vírus; povos indígenas; e população à privada de liberdade. 

SEMINÁRIO – A Secretaria de Estado da Saúde promove em 12 de abril o quinto Seminário sobre Influenza e Outras Doenças. O evento reunirá profissionais de saúde e a população em geral para tratar de informações sobre casos, protocolos clínicos e experiências anteriores no Estado. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link:http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=3096 . 

Fonte: AEN
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