Subscribe Us

Informe-se!

O mundo está cheio de pessoas sendo manipuladas e dizendo amém. Liberte-se!.

Informe-se!

Até quando você vai dizer amém a um sistema que controla?

Informe-se!

O conhecimento liberta. Liberte-se!

Informe-se!

Leia, pesquise, se aprofunde e não acredite em tudo que é dito

Informe-se!

O mundo está cheio de manipuladores de mente. Não se deixe levar!

Mostrando postagens com marcador Bezerra da Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bezerra da Silva. Mostrar todas as postagens

Bezerra da Silva: canção popular critica o "safado" em letra direta e sem rodeios

Com versos fortes e sem meias palavras, compositor usa a música como desabafo para expor a decepção com alguém que considerava amigo, destacando o valor da verdade e da justiça




Safado é safado mesmo

Interpretação: Bezerra da Silva

Composição de Carlinhos Russo / Jorge Laureano / Zezinho Do Valle

Aí, uns e outros

Você que tá me ouvindo
Se você não gostar
É porque a carapuça é contigo mesmo, safadão

E por falar em safado
Onde anda você? (Você)
Para quem não é safado
Não tem nada a ver, meu irmão, podes crer

E por falar em safado
Onde anda você? (Você)
Para quem não é safado
Não tem nada a ver (certo)

Só o safado entende a mensagem
Que mando na minha canção
Isto não é homenagem
É esculacho no duro pra um vacilão

Pois o safado jamais mereceu
Homenagem de um homem de bem
Quem dá cobertura a safado
É porque é safado também

Embora um tanto tarde
Eu vim realmente a te conhecer
Minha amizade era cega
E não via o safado que havia em você

Mas hoje em dia lhe enxergo
E agradeço a Deus por ter deixado ver
Este safado que existe
Estampado em você, você

Mas hoje em dia lhe enxergo
E agradeço a Deus por ter deixado ver
Este safado que existe estampado em você
E por falar

E por falar em safado
Onde anda você? (Você)
Para quem não é safado
Não tem nada a ver (meu irmão, podes crer)

E por falar em safado
Onde anda você? (Você)
Para quem não é safado
Não tem nada a ver (certíssimo)

Só o safado entende a mensagem
Que mando na minha canção
Isto não é homenagem
É esculacho no duro pra um vacilão

Pois o safado jamais mereceu
Homenagem de um homem de bem
Quem dá cobertura a safado
É porque é safado também

Embora um tanto tarde
Eu vim realmente a te conhecer
Minha amizade era cega
E não via o safado que havia em você

Mas hoje em dia lhe enxergo
E agradeço a Deus por ter deixado ver
Este safado que existe
Estampado em você, você

Mas hoje em dia lhe enxergo
E agradeço a Deus por ter deixado ver
Este safado que existe estampado em você
E por falar

E por falar em safado
Onde anda você? (Você)
Para quem não é safado
Não tem nada a ver (meu irmão, podes crer)

E por falar em safado
Onde anda você? (Você)
Para quem não é safado
Não tem nada a ver

Em meio ao universo da música popular brasileira, uma canção vem chamando atenção por sua mensagem direta e contundente. A letra, marcada por críticas e desabafos, tem como alvo um "safado" que, segundo os autores, enganou e traiu a confiança de quem o considerava um verdadeiro amigo.

"Se você não gostar, é porque a carapuça é contigo mesmo", dispara o compositor logo nos primeiros versos, deixando claro que a mensagem é para quem se sentir atingido. Em seguida, ele provoca: "E por falar em safado, onde anda você?" A canção é categórica ao afirmar que a crítica não se dirige a quem é honesto: “Para quem não é safado, não tem nada a ver”.

A letra destaca que somente o “safado” é capaz de entender a profundidade da crítica. “Isto não é homenagem, é esculacho no duro pra um vacilão”, diz um dos versos mais marcantes. O autor ressalta que quem dá apoio a pessoas de má índole também compartilha do mesmo caráter: “Quem dá cobertura a safado é porque é safado também”.

Ao longo da canção, o compositor admite ter demorado para perceber a verdadeira face da pessoa criticada. “Minha amizade era cega e não via o safado que havia em você”, revela, finalizando com um sentimento de alívio e gratidão por finalmente enxergar a verdade.

A composição de Carlinhos Russo / Jorge Laureano / Zezinho Do Valle ganhou força nas redes sociais e vem sendo interpretada por muitos como um recado claro a situações vividas por qualquer pessoa que já se sentiu traída ou enganada por alguém de confiança.

Bezerra da Silva, renomado sambista brasileiro, lançou uma extensa discografia ao longo de sua carreira, marcada por capas de álbuns que refletem a crítica social e o humor característicos de suas músicas. Abaixo, apresento uma seleção de algumas capas emblemáticas de seus discos:

  1. Eu Não Sou Santo (1990)
    Nesta capa provocativa, Bezerra aparece crucificado, vestindo roupas de malandro e segurando armas, simbolizando a marginalização e a criminalização dos habitantes das favelas.

  2. Se Não Fosse o Samba (1989)
    A imagem mostra Bezerra sendo abordado por um policial, ilustrando a ideia de que o samba foi sua salvação diante das adversidades da vida.

  3. Alô Malandragem, Maloca o Flagrante (1986)
    A capa apresenta um personagem com uma televisão na cabeça, representando a manipulação da informação e a alienação social.

  4. Presidente Caô Caô (1992)
    Bezerra é retratado como presidente, com uma faixa presidencial, ironizando a política brasileira e seus líderes.

  5. Partideiro da Pesada (1991)
    Nesta capa, Bezerra aparece cercado por figuras estereotipadas, como um homem mascarado e uma mulher com uma espada, satirizando os clichês da malandragem.






Texto: Jornalista Edye Venancio














Alerta Bíblico: Reconhecendo falsos profetas

A Bíblia nos alerta sobre os falsos profetas, indivíduos que se apresentam como mensageiros de Deus, mas distorcem a verdade e manipulam os outros. Eles podem ser persuasivos e convincentes, explorando as fraquezas e desejos das pessoas. Para reconhecê-los, a Bíblia nos oferece algumas orientações importantes:

Estude a Bíblia: Se alguém prega algo que vai contra a Bíblia, é um falso profeta. É crucial conhecer as Escrituras para discernir entre o certo e o errado.

Frutos: Jesus disse: “Pelos seus frutos vocês os reconhecerão.” Uma árvore boa produz bons frutos, enquanto uma árvore ruim produz frutos ruins. Avalie as ações e o caráter daqueles que se apresentam como líderes espirituais.

Teste as profecias: Não trate com desprezo as profecias, mas ponha à prova todas as coisas. Se uma profecia não se cumprir, não vem do Senhor.

Evite divisões: Tome cuidado com aqueles que causam divisões e põem obstáculos ao ensino. Eles não estão servindo a Cristo, mas a seus próprios interesses.

Discernimento espiritual: Não creia em qualquer espírito, mas examine os espíritos para ver se procedem de Deus. Muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.

Deus está atento e esclarecerá todas as coisas no grande dia do Senhor. Ele também está levantando pessoas como João Batista para proclamar a verdade e advertir contra os enganos.

 

Reflexão Musical: Bezerra da Silva e o Caráter

A música “Safado é safado mesmo” de Bezerra da Silva traz uma reflexão sobre o caráter e a hipocrisia. A letra adverte contra aqueles que se escondem atrás de uma falsa moralidade e convida os ouvintes a examinarem suas próprias ações: “Quem dá cobertura a safado é porque é safado também...”

Esta música ressalta a importância de ser verdadeiro e honesto, alertando contra a bajulação e a hipocrisia. A Bíblia também adverte sobre a hipocrisia e a bajulação vazia. Em Provérbios 15:4, está escrito: “A língua sincera é árvore de vida, mas a língua mentirosa fere o espírito.”

Antes de qualquer comentário ou julgamento, é importante refletir se temos o caráter necessário para servir de bom exemplo em um mundo cheio de interesses e falsidade. Lembre-se, Deus sabe de tudo e conhece nossos corações.

Antes de qualquer comentário é bom rever se você tem caráter o suficiente para pagar de bom exemplo nesse mundo de tantas pessoas falsas, traíras, demagogas, baba-ovos e interesseiros. Fazer isso no facebook é fácil, quero ver no dia a dia. Não esqueça, Deus sabe de tudo e mais ainda que você não é um santo.

Texto: Edye Venancio 

Image by Pexels from Pixabay

Bezerra da Silva: Vírus da corrupção

REFRÃO
Ele vai subir novamente lá no morro
Apertando mão em mão, pedindo voto de novo.
A rapaziada já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Toda favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!

Quando ele está em campanha
Diz que vai resolver toda situação.
Depois de tá eleito adianta o seu lado
E dá uma banana para o meu povão
Perde a credibilidade, a moral e o pudor
Tira o pão da boca das crianças
Do aposentado e do trabalhador!

Ele vai subir novamente lá no morro
Apertando mão em mão, pedindo voto de novo.
A rapaziada já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Toda favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!

Na eleição passada,
Através do morro ele se elegeu.
Nada fez pelo pobre favelado
E num boeing de luxo desapareceu.
Foi comemorar a vitória em sua mansão
No distrito federal.
Eu só fui saber que ele estava vivo
Pq saiu como corrupto no jornal.

De norte a sul,
De leste a oeste meu irmão.
Como tem político contaminado
Com o vírus da corrupção! (2x)

Ele vai subir novamente lá no morro
Apertando mão em mão, pedindo voto de novo.
A rapaziada já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Toda favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!

Bezerra da Silva - O Vírus da Corrupção

Juiz Sérgio Moro entrando para a história do Brasil

"Pois o safado jamais mereceu homenagem de um homem de bem, quem dá cobertura à safado, é porque é safado também..." 
essa é uma das frases da música "Safado é safado mesmo" do Bezerra da Silva. 

E se encaixa muito bem para quem vive dessa forma num país classificado como "país da impunidade, dos corruptos e da injustiça".

A honestidade, o bom caráter, a confiança, o respeito e outros adjetivos parece que perderam o seu valor, só parece. Quem quiser ser um bom exemplo para a sua família, filhos e sociedade tem que começar desde cedo porque o país tem esse governo e outros pela escolha do seu povo que deixa se manipular, que se contenta com migalhas. 

O juiz Sérgio Moro pode não mudar o país, mas já entrou para a história fazendo o que muitos se quer tiveram coragem, bater de frente com esses políticos que se acham os poderosos e intocáveis, que se revezam no poder há anos e só pensam no seu bolso, deixando de lado o povo que permanece cego, mas cheio de esperança de um dia ver tudo melhorar. 

O tempo passa e quando se descobre escândalos como esses, vemos as raposas querendo aparecer na mídia, posando de salvadores da pátria, mas fazem o mesmo jogo. Isso é Brasil, país da impunidade, da demagogia e hipocrisia. 

Texto: Edye Venancio

É ladrão que não acaba mais (Bezerra da Silva)

Quando Cabral aqui chegou

E semeou sua semente
Naturalmente começou
A lapidação do ambiente...

Roubaram o ouro
Roubaram o pau
Prá ficar legal
Ainda tiraram o couro
Do povo
Desta terra original...

E só deixaram
A má semente
Presente de Grego
Que logo se proliferou
E originou a nossa gente...

É ladrão que não acaba mais
Tem ladrão que não acaba mais
Você vê ladrão
Quando olha prá frente
Você vê ladrão
Quando olha prá trás...(2x)

Hiiiiiii!
A terra boa
Mas o povo
Continua escravizado
Os direitos são os mesmos
Desde os séculos passados
O Marajá
Ele só anda engravatado
Não trabalha, não faz nada
Mas tá sempre
Endinheirado...

E se entrar no supermercado
Você é roubado!
E se andar despreocupado
Você é roubado!
E se pegar o bonde errado
Você é roubado!
E também se votar prá deputado
Você é roubado!
Certo!

Tem sempre 171 armando fria
Tem ladrão lá no congresso
Na quitanda e padaria
Ladrão que rouba de noite
Ladrão que rouba de dia
Dentro da delegacia
Ninguém entendia
A maior confusão
O doutor delegado
Grampeou todo mundo
Porque o ladrão
Roubou outro ladrão

É ladrão que não acaba mais
Tem ladrão que não acaba mais
Você vê ladrão
Quando olha prá frente
Você vê ladrão
Quando olha prá trás...(2x)

Quando Cabral aqui chegou
E semeou sua semente
Naturalmente começou
A lapidação do ambiente...

Roubaram o ouro
Roubaram o pau
Prá ficar legal
Ainda tiraram o couro
Do povo
Desta terra original...

E só deixaram
A má semente
Presente de Grego
Que logo se proliferou
E originou a nossa gente...

É ladrão que não acaba mais
Tem ladrão que não acaba mais
Você vê ladrão
Quando olha prá frente
Você vê ladrão
Quando olha prá trás...(4x)

Cego, surdo e mudo: vivemos uma democracia?

A célebre frase da música Jornal da pedra: "Não vi, não sei, não conheço" interpretada por Bezerra da Silva suscita uma reflexão profunda sobre a liberdade de expressão no Brasil. Vivemos realmente em uma democracia? Onde está a liberdade de expressão? Para muitos, parece que ela é restrita a alguns, enquanto outros desejam apenas ser aplaudidos pelo pouco que fazem.

Como cidadãos e eleitores, temos o direito de expressar nossas opiniões. Afinal, somos nós que financiamos, através de impostos, o salário daqueles que deveriam trabalhar em benefício da população. No entanto, vemos muito pouco sendo feito. O povo só deseja uma coisa: respeito. Respeito pela opinião de todos, pelo trabalho honesto e pela competência. Se não há competência, é preciso ter a humildade de admitir e pedir para sair.

democracia, liberdade de expressão, Bezerra da Silva, cidadania, opinião pública, política, respeito, incompetência, Brasil,




Texto: Edye Venancio