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Complexo Esportivo Mário Marcondes Lobo na Ilha dos Valadares pede socorro

Quem viu como era o Complexo Esportivo Mário Marcondes Lobo, inaugurado em 22 de dezembro de 2007 na Ilha dos Valadares, e assiste a este vídeo agora, fica decepcionado e triste com o total descaso de quem deveria cuidar, zelar e oferecer à população de quase 30 mil habitantes um espaço para lazer, prática esportiva e outras atividades.

A obra foi inaugurada no governo Roberto Requião, e, como todos sabem, havia segurança até algum tempo atrás, como pode ser comprovado pelos moradores próximos.

Não havia facilidade para a entrada de pessoas com outras intenções, e o respeito prevalecia. 

Hoje, a realidade é outra. Usuários de drogas utilizam o local como um mocó, e lá são encontrados lixo, fezes e cachimbos para uso de crack. O total abandono não se resume a isso. Para quem tinha a melhor piscina da cidade, hoje ela é vista de outra forma: sem água, com limo e correndo o risco de rachar pela falta de cuidado.

Na mesma piscina, frequentemente são encontrados preservativos, indicando que muitos utilizam o local para a prática de sexo. Animais entram com facilidade e defecam por ali. Cavalos são amarrados em árvores, não há proteção, não há contenção, e o barranco que antes existia foi dividido ao meio, acabando com um dos cartões postais da Ilha dos Valadares.

No dia 06 de novembro de 2016, às 13h41, Fabio Santos, eleito vereador, esteve visitando o local, espero que ele faça algo em prol da população insulana que vem cobrando há muito tempo um espaço para lazer, sendo ele da base de apoio do prefeito, não acredito muito nisso não. Só espero que ele não espere o final do seu mandato para fazer vídeozinho contando histórias, prometendo que irá trazer verba para revitalizar esse complexo que poderia muito bem ser utilizado como base da Polícia Militar, Guarda Civil Municipal e Corpo de bombeiros.



 



Vídeos, fotos e texto: Edye Venancio


Rua da Praia ou Rua dos Nóias? Cuidado com os assaltos em Paranaguá...

Acabou aquele tempo em que as pessoas de bem podiam caminhar a qualquer hora da noite ou madrugada pelas ruas da cidade de Paranaguá. 

Eu vivenciei isso quando por muitas vezes saia às 5h da manhã da Ilha do Mel FM, emissora de rádio em que trabalhava e ia caminhando pelo centro da cidade, passava pela Praça de Eventos (hoje batizada de Praça Mário Roque) até pegar a passarela para atravessar o Rio Itiberê e chagar na minha casa na Ilha dos Valadares. Ou saía de casa às 4h à pé para entrar no ar às 5h e fazia isso na maior tranquilidade, sem a preocupação que temos hoje, pois e a realidade é outra, muitos usuários de drogas estão circulando pela cidade, usando material cortante, simulacro de arma ou arma de verdade para assaltar as pessoas e a Rua da Praia em Paranaguá é um dos locais em que são registrados esses crimes. 

Recentemente um adolescente ficou só de cueca, os elementos levaram toda a roupa da vítima e pelas informações que estão circulando por aí, eles cometem esse crime, pegam uma bateira e atravessam para a ilha. 

O povo está cansado dessa situação e temos vistos em muitos bairros os moradores se reunindo e dando aquela famosa coça nos autores até a chegada da Polícia Militar ou Guarda Civil Municipal. 

Pela lei isso não é o certo a ser feito, mas a lei que tanto respeitamos é a mesma que beneficia os bandidos. A polícia perde tempo em prender e eles saem antes da elaboração do Boletim de Ocorrência. 

Esse é o nosso país e aqui em Paranaguá não é diferente, a população vive sem segurança, não pode sair às ruas para realizar um passeio com a sua família com medo dos assaltos, furtos. 

As escolas e centros de educação infantil são frequentemente alvos de furtos por falta de vigias, levam de tudo um pouco, cobra-se guardas civis municipais para realizarem a segurança do patrimônio público, mas os políticos querem colocar câmeras de segurança que não resolvem (os bandidos estão roubando até isso). 

A falta de segurança será um dos problemas que o prefeito Marcelo Roque terá que enfrentar na cidade assim que assumir em janeiro o cargo de administrador municipal e provar que tem competência para resolver esse e outros problemas, incluindo a questão da saúde.

Texto: Edye Venancio
Foto: tbesportes.com/wp

Morador cobra segurança na Ilha dos Valadares

Ouço muitos elogios em algumas rádios à Policia Militar, porém gostaria de mencionar que há uns 03 anos atrás a Polícia Militar estava mais presente em rondas na Ilha dos Valadares, assim como a Guarda Municipal. Na minha rua sempre passavam à noite e de madrugada fazendo rondas. Hoje em dia isso não acontece mais e nem a Polícia Militar e nem a Guarda Civil estão fazendo isso. 

Pelo que sei e acompanho novas contratações aconteceram nas duas corporações, novas viaturas também foram compradas.

O que está faltando????
SUGESTÃO!!!
Gostaria de sugerir que os carros não ficassem rondando a cidade de norte a sul, gastando gasolina , mas que ficassem em regiões específicas monitorando o que acontece nos bairros, economizando combustível. POIS QUEM PAGA A GASOLINA SÃO OS CONTRIBUINTES.


Fonte: Walter Guimarães
Foto: lh3.googleusercontent

Alunos inseguros em Paranaguá: dupla armada numa bicicleta roubando celulares

Na noite desta quinta-feira (28), por volta de 19h, estudantes que estavam no ponto de ônibus no Bairro Porto Seguro em frente ao Instituto Federal do Paraná em Paranaguá foram abordados por dois elementos numa bicicleta que na hora do ocorrido estavam de moletom preto e cinza, um deles portava uma arma de fogo e ameaçaram atirar se os dois jovens não passasse os seus celulares. Apenas um celular foi levado pelos marginais. Rapidamente um dos estudantes correu até a guarita da instituição comunicando sobre esse fato mas nada foi feito, facilitando assim que esses autores saíssem do local sem nenhum problema. Não há segurança naquela região, o que se vê é que Paranaguá se tornou uma terra sem lei, eis aí um alerta para que os estudantes possam estudar e sair do local tranquilamente. Que as autoridades tomem conhecimento desse fato, que a secretaria de segurança da cidade resolvam de vez essa situação antes que aconteça o pior, pois não é a primeira vez que os meios de comunicação estão alertando sobre isso.

Texto: Edye Venancio

Paranaguá precisa de oração: é uma tragédia atrás da outra

Quanta coisa tem acontecido nesta cidade portuária nos últimos anos, um município que poderia ser uma metrópole e a cada dia está parando no tempo, não oferece perspectiva de vida para ninguém e vem acontecendo uma tragédia atrás da outra. 

Pessoas morrendo por dengue, postos de saúde sem médicos, centros municipais de educação e escolas necessitando de revitalização, escândalos com o dinheiro público, pessoas públicas sendo citadas pelo Ministério Público e que terão que devolver milhões aos cofres da prefeitura, outras fazendo pouco caso do que está acontecendo e a população se revoltando, indo à câmara de vereadores cobrando mais ações dos legisladores. 

O que está acontecendo com esse povo meu Deus? Está mais do que na hora de todos começarem a orar, quem ora se protege, encontra a paz e é disso que precisamos.

Chega de tragédia, chega de desgraça, chega de mortes, chega dessa maldita droga e álcool que vem acabando com a juventude, com as famílias, com a sociedade por conta desse vício. 

Quem se entrega à isso está assinando o seu atestado de óbito. Incluo nesse desabafo a banalização do sexo, não há mais respeito ao corpo que é tempo do espirito santo e vemos uma geração perdida. Só Deus na causa! Não queremos mais do que todos desejam, precisamos viver felizes, necessitamos de paz e de uma cidade que ofereça aquilo que todos merecem e pagam por isso através de altos impostos e nada tem em troca, apenas migalhas, promessas e lindos discursos.


Texto: Edye Venancio
Fotos:  Iroze Benck Picanço/adcampinagrande


Motorista e usuários de ônibus madrugueiros são atacados no Viaduto da Vila São Carlos

Na madrugada desta segunda-feira, a cidade de Paranaguá testemunhou mais um fato que reflete a crescente insegurança que assola as ruas. O incidente, ocorrido por volta das 2h20 em um viaduto na Vila São Carlos, envolveu o ônibus madrugueiro, tornando-se mais um capítulo lamentável nas estatísticas que colocam a cidade entre as mais inseguras do estado e se continuar assim, do Brasil.

Moradores expressam a vergonha e preocupação com a situação, observando como a atmosfera pacata da cidade há muito tempo deu lugar a uma constante apreensão. O medo de sair às ruas com a família tornou-se uma realidade diária, e a tranquilidade que antes permeava os espaços públicos é agora substituída pelo alerta constante.

No episódio de hoje, usuários do transporte público foram vítimas de uma ação criminosa quando o ônibus foi atacado por uma chuva de pedras no viaduto da Vila São Carlos. O resultado desse ato covarde foi a lesão de três passageiros, que vivenciaram de perto a vulnerabilidade imposta por tais atos.

A Polícia Militar foi prontamente acionada para lidar com a situação e prestar todo o apoio necessário às vítimas. A comunidade espera que as autoridades intensifiquem os esforços na segurança pública, restaurando assim a sensação de segurança que, lamentavelmente, se perdeu nas ruas da cidade.


Texto: Edye Venancio

Insegurança cresce em Paranaguá: Moradores da Ilha dos Valadares clamam por mais policiamento

Tempos atrás, caminhar tranquilamente pelas ruas da cidade, mesmo durante a madrugada, era uma realidade para os moradores de Paranaguá. O centro da cidade era um local seguro, independentemente da hora, e havia respeito pelos trabalhadores que acordavam cedo para garantir seu sustento diário.

Nos dias atuais, essa tranquilidade desapareceu, e o medo tomou conta da população. Adolescentes entre 13 e 16 anos andam armados, intimidando e assaltando as pessoas, muitas vezes em troca de drogas. A situação é crítica até na Ilha dos Valadares, onde os próprios moradores estão sentindo a insegurança aumentar. Várias pessoas já foram vítimas de assaltos na região.

Jovens de bem não podem mais se vestir bem sem correr o risco de serem roubados. Casos recentes incluem o furto de uma corrente de prata de um trabalhador próximo ao Colégio Cidália Rebello Gomes, na Rua 33, Vila Rocio, e o assalto a um casal de idosos por marginais encapuzados. Recentemente, um trabalhador foi agredido com coronhadas e teve suas sacolas de compras roubadas por volta das 00h15.

A Polícia Militar e Civil, com base em informações dos moradores da Ilha, estão em busca dos autores desses crimes e prometem dar uma resposta à sociedade em breve. Entretanto, enquanto essa resposta não chega, os moradores clamam por mais segurança e solicitam policiamento ostensivo ou rondas da guarda civil municipal, seja de carro ou de moto.

A falta de segurança na Ilha dos Valadares está levando a população a se armar, e muitos já falam em realizar um protesto na câmara dos vereadores para cobrar mais ações dos eleitos e da própria prefeitura, que conhece o problema, mas ainda não deu a resposta esperada pelos moradores.


Foto e texto: Edye Venancio



Vídeo mostra enorme fila na noite de sexta-feira de usuários esperando a balsa e funcionários da empresa com medo de calote

Na noite desta sexta-feira, trabalhadores da empresa responsável pelo transporte de carros e caminhões entre a Ilha dos Valadares e o continente demonstraram indignação e preocupação. Segundo relatos de proprietários de veículos que aguardavam em uma longa fila, surgiram boatos de que os funcionários não receberiam suas rescisões. Diante da incerteza, os trabalhadores decidiram continuar o serviço, com o objetivo de dividir o que fosse arrecadado entre eles como uma espécie de vale.

A situação permanece indefinida, pois a empresa atual de travessia não realizará mais o serviço, e ainda não há informações sobre o reaproveitamento dos funcionários na nova empresa que assumirá a operação.









Fotos de 27 de agosto de 2014




Fotos e texto: Edye Venancio



Insegurança na Ilha dos Valadares: cadê as rondas?

Em meio ao crescente clima de insegurança que assola os bairros, a necessidade de rondas policiais se torna cada vez mais evidente. Os cidadãos, com medo e vulneráveis, recorrem a medidas como instalação de câmeras de monitoramento, contratação de vigias e reforço nas medidas de proteção em suas residências para se sentirem seguros. No entanto, na Ilha dos Valadares, em Paranaguá, a situação toma contornos ainda mais preocupantes.

A ilha, notoriamente isolada pela interdição de sua passarela, enfrenta um dilema único em relação à segurança pública. Antes, a presença policial era constante e reconfortante para os moradores, que se sentiam protegidos pela prontidão da Polícia Militar em responder às ocorrências. Contudo, com a interdição da passarela e a consequente dependência da balsa, esse sentimento de segurança foi abalado.

O acesso limitado à ilha, aliado à não operação 24 horas da balsa, gera preocupações legítimas entre os residentes. O temor de que situações adversas ocorram e a polícia não consiga chegar a tempo assombra a comunidade. Quem será responsabilizado se algo grave acontecer? É uma pergunta que paira no ar, carregada de incertezas e apreensão.

Diante desse cenário, a população clama por soluções. Sugestões como a realização de rondas policiais com motocicletas são levantadas, na esperança de uma resposta rápida e eficaz às demandas de segurança da ilha.

É necessário um olhar atento das autoridades competentes para revisar, analisar e resolver essa questão premente. A segurança dos moradores da Ilha dos Valadares não pode ser negligenciada. A comunidade anseia por medidas que restaurem sua sensação de segurança e confiança nas instituições responsáveis pela manutenção da ordem pública.

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Texto: Edye Venancio