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Dia do Professor: reconhecimento, respeito e gratidão a quem forma gerações


Neste 15 de outubro, data dedicada aos educadores, o agradecimento vai a todos os profissionais que dedicam suas vidas a ensinar, formar cidadãos e transformar a sociedade por meio do conhecimento.

No Dia do Professor, nada mais justo do que reconhecer e agradecer o trabalho incansável desses profissionais que têm como missão principal o ensino e a formação humana. Com dedicação, preparo constante e amor pela profissão, os professores não apenas transmitem conhecimento, mas também moldam valores e inspiram vidas.

Como ex-aluno do Colégio Estadual Cidália Rebello Gomes na Ilha dos Valadares, do Colégio Estadual Alberto Gomes Veiga, tradicional local de ensino em Paranaguá e do Centro Universitário Internacional - UNINTER, onde me formei jornalista, me senti na obrigação de agradecer aos meus grandes professores. mestres.

Lembrar de um professor é lembrar de um verdadeiro mestre — alguém que estuda, se atualiza, leciona com paixão e se emociona ao ver seus alunos alcançando conquistas, seja na vida acadêmica ou pessoal. São figuras fundamentais não apenas na formação escolar, mas na construção de uma sociedade mais justa, ética e solidária.

Neste 15 de outubro, fica o reconhecimento sincero a todos os professores. Que seu trabalho seja valorizado por todos, não apenas com palavras, mas com ações e políticas que respeitem sua importância. E que nunca falte força, sabedoria e bênçãos em sua nobre jornada.

Texto: Jornalista Edye Venancio


Califórnia reinstitui exigência de escrita cursiva nas escolas públicas

Desde o início de 2024, a Califórnia reintroduziu a exigência de que alunos do primeiro ao sexto ano nas escolas públicas aprendam a escrever em cursiva, uma prática que foi interrompida em 2010. Essa medida coloca a Califórnia em linha com quase duas dezenas de outros estados dos EUA que tornaram a educação em cursiva obrigatória em algum grau. A revitalização da escrita cursiva na Califórnia tem gerado discussões nos círculos educacionais e científicos sobre seu real valor, implicações globais e benefícios cognitivos potenciais.

A neurocientista Claudia Aguirre, baseada na Califórnia, sugere que pesquisas recentes em neurociência apoiam a ideia de que a escrita cursiva, em comparação com a digitação, pode ativar vias neurais específicas que aprimoram o aprendizado geral e o desenvolvimento da linguagem. Kelsey Voltz-Poremba, professora assistente de terapia ocupacional na Universidade de Pittsburgh, observa que crianças pequenas podem achar a cursiva mais fácil de aprender, permitindo que concentrem mais energia cognitiva em habilidades visuais-motoras avançadas, resultando em melhores resultados de aprendizado.

No entanto, o debate em torno da educação em cursiva persiste devido a opiniões divergentes sobre se a cursiva é superior à impressão para o desenvolvimento infantil. Pesquisas da professora Karin James, da Universidade de Indiana, enfatizam as redes cerebrais ativadas pela escrita à mão, enquanto outros estudos, como os da professora Virginia Berninger na Universidade de Washington, sugerem que a cursiva, a impressão e a digitação envolvem funções cerebrais relacionadas, mas distintas.

Apesar dos benefícios potenciais, a instrução em cursiva nos EUA carece de padronização entre os distritos escolares e instrutores. Enquanto alguns estados adicionaram requisitos de escrita cursiva aos padrões educacionais, a fiscalização e o financiamento permanecem inconsistentes. Professores na Califórnia agora enfrentam o desafio de integrar a cursiva em salas de aula que anteriormente não a exigiam.

A mudança para longe das telas na educação pode ser benéfica, à medida que pais expressam cada vez mais preocupações com as dificuldades de seus filhos na escola devido à forte dependência de computadores e dispositivos semelhantes. Os movimentos necessários para digitar prejudicam o desenvolvimento de habilidades de processamento sensorial associadas à formação e compreensão de letras.

Diante das preocupações sobre o impacto potencial nos resultados educacionais, alguns educadores temem que abrir mão da cursiva possa levar a uma queda no desempenho de leitura. Um pequeno estudo italiano sugeriu que ensinar cursiva no primeiro ano do ensino fundamental poderia melhorar as habilidades de leitura.

Embora os EUA atualmente ocupem a nona posição no ranking global de 2022 do Programa de Avaliação Internacional de Alunos (PISA) da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para o desempenho de leitura entre alunos de 15 anos, alguns países da Europa Ocidental, incluindo Espanha, Itália, Portugal e França, continuam a ensinar cursiva. O Reino Unido mantém a prática da escrita unida nas salas de aula de inglês, enquanto a Suíça ensina apenas o script básico. A Finlândia, por outro lado, removeu a escrita cursiva de suas escolas em 2016.

O debate em curso levanta questões sobre o valor da escrita cursiva. Pesquisas indicam que não há desvantagem em aprender cursiva, com benefícios associados ao ato de escrever em si, em vez do estilo específico. O desafio permanece em encontrar um equilíbrio entre as habilidades tradicionais de escrita à mão e o uso de tecnologia no cenário educacional atual.


Extraído do 

From the start of 2024, the state of California reinstated the requirement that first through sixth graders in public schools learn to write in cursive


Colégio Cidália Rebello Gomes da Ilha dos Valadares realiza eleição. Duas chapas concorrem

A eleição para direção do Colégio Cidália Rebello Gomes, aguardada com expectativa pelos pais e alunos, foi adiada devido ao mau tempo e ao número reduzido de votantes. Inicialmente prevista para ocorrer nesta quinta-feira, a eleição foi remarcada para daqui a 15 dias, em 18 de dezembro.

A disputa entre as duas chapas é marcada por diferentes abordagens e promessas para o futuro da instituição de ensino. A Chapa 2, liderada pelas professoras Nase Alexandrino e Regina Kuvada, traz como lema "Mudar é preciso, renovar é necessário, se está bom, pode melhorar". Enquanto isso, a Chapa 1, encabeçada pelo professor Edmir Gomes da Silva, aposta na continuidade, com o lema "Em time que está ganhando não se mexe".

O embate ideológico entre as chapas reflete-se nas postagens nas redes sociais. Denize S. Rocha, cujo post foi compartilhado pela professora Nase, enfatiza a importância de evitar acomodação e excesso de confiança, alertando para os perigos do ego inflado. Por outro lado, o professor Edmir, em sua postagem, destaca a experiência da chapa 1 e a confiança em seguir os passos já estabelecidos.

Diante dessas abordagens distintas, cabe aos pais e alunos decidir o rumo que desejam para o Colégio Cidália Rebello Gomes. Com o auxílio das redes sociais, que permitem uma visão instantânea do que ocorre dentro e fora da sala de aula, espera-se que a comunidade escolar exerça seu direito de escolha de forma consciente.

Boa sorte a todas as chapas e que a eleição, quando realizada, seja marcada pela democracia e pela busca pelo melhor para a instituição educacional.

 

Texto: Edye Venancio

Fotos: Facebook dos mencionados

                       

Denize S. Rocha postou em seu facebook que foi compartilhada pela professora Nase, leia abaixo:



“Com o passar dos anos adquirimos experiência de vida e principalmente conhecimento, que carregamos ao longo de nossa carreira profissional. Mas quando ficamos por muito tempo fazendo as mesmas atividades, passamos a torná-las rotineiras, sentindo total controle e inevitavelmente uma confiança excessiva. Confiamos tanto em nosso conhecimento e habilidade que muitas vezes perdemos ou erramos, por simples distrações causadas pelo excesso de confiança.
Quando acreditamos sermos os “experts”, acabamos não ouvindo opiniões de outras pessoas, não observando fatores ambientais, tudo pelo ego inflado, o que possibilita tomada de ações precipitadas na maioria das vezes, que nos levam a grandes quedas. Lembrem-se, autoconfiança em excesso pode ser confundida com arrogância”.


O professor Edmir Gomes da Silva, vem para essa eleição, acreditando que a sua chapa e diretoria poderá seguir aquilo que já vem sendo realizado: "
Com fé em Deus seguiremos nossos passos por um Cidália cada vez melhor. Experiência temos. Não estamos no "achismo". Temos os pés no chão!", disse o professor em seu facebook.



Texto: Edye Venancio
Fotos: Facebook dos mencionados



IV SEPIN - Seminário de extensão, ensino, pesquisa e inovação reúne alunos do Instituto Federal do Paraná em Praia de Leste

Durante quatro dias, iniciando nesta segunda-feira (19), alunos do Instituto Federal do Paraná provenientes de 25 cidades do estado estão reunidos em Praia de Leste, cidade do município de Pontal do Paraná, para participar do Seminário de Extensão, Ensino, Pesquisa e Inovação. Com o tema "Irradiando ciência, tecnologia e cultura", o evento visa proporcionar um espaço de discussão e aprendizado para aproximadamente 800 participantes de diversas regiões do Paraná.

No primeiro dia do evento, os alunos tiveram a oportunidade de mergulhar no cotidiano portuário com uma palestra sobre a "Importância dos portos no contexto nacional", ministrada por Leandro Klaus, chefe da divisão comercial do Porto de Paranaguá e Antonina. Em seguida, os professores Emerson Luis Tonetti e Leandro Angelo Pereira, do campus Paranaguá, abordaram os "Tópicos Ambientais do Paraná", destacando as cidades e suas características ambientais. A professora Patrícia Martins, especialista em História, conduziu uma palestra sobre "Dinâmicas do território cultural caiçara, reflexões sobre historiedade, patrimônio e populações litorâneas".

Até quarta-feira, estão programadas diversas atividades, incluindo oficinas, discussões e trocas de experiências. Os alunos também aguardam com expectativa as visitas técnicas ao Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR, ao centro da cidade e ao porto de Paranaguá. Todos são bem-vindos ao nosso litoral e à cidade de Paranaguá.

























Fotos e texto: Edye Venancio