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Percorrendo as ruas de Paranaguá-Pr

Após um período afastado, retornei em 2023 à emissora onde trabalhei por mais de 13 anos para concluir a minha formação. Foi um período rápido, mas suficiente devido ao estágio. Dedico estas imagens da cidade de Paranaguá e do cotidiano de um repórter de rua a todos os ouvintes que sempre me acompanharam. Mesmo estando fora do rádio, muitos ainda me associam a esta emissora, que foi administrada pelo saudoso Dr. José Francisco Soares Linhares e hoje é dirigida por seu neto Leonardo Linhares. Que sejamos sempre lembrados pela contribuição que demos. A todos os ouvintes, meu muito obrigado.


Produzido por Edye Venancio








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Dia Nacional da Consciência Negra

No Brasil, o Dia Nacional da Consciência Negra ganha destaque como uma oportunidade para a população refletir profundamente sobre a inserção e reconhecimento do povo negro na sociedade brasileira. Esta data, celebrada em 20 de novembro, coincide com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ícone da resistência negra e da luta contra a escravidão.

A celebração do Dia Nacional da Consciência Negra não é apenas um feriado, mas um momento de conscientização e ativismo em todo o país. Organizações e entidades promovem palestras, eventos culturais e atividades diversas, visando não apenas celebrar a cultura afro-brasileira, mas também combater o desenvolvimento do preconceito racial.

Embora a visibilidade dessa data tenha crescido significativamente nos últimos anos, sua origem remonta à década de 1960, quando movimentos sociais e ativistas começaram a reivindicar o reconhecimento e a valorização da história e cultura negra no Brasil.

Antes de qualquer julgamento baseado em preconceitos raciais, é fundamental compreender a origem e a história do povo negro. Muitos brasileiros carregam consigo uma mistura de raças, e a cor negra é parte fundamental dessa identidade. É importante reconhecer que milhões de africanos foram trazidos à força para o Brasil como escravos e desempenharam um papel crucial na construção e progresso do país.

Nesse sentido, é essencial respeitar e valorizar a cor, a raça e a história do povo negro, reconhecendo suas contribuições para a formação da identidade nacional brasileira. O Dia Nacional da Consciência Negra é uma oportunidade não apenas de celebração, mas também de reflexão e comprometimento com a luta contra o racismo e a promoção da igualdade racial em nossa sociedade.

 Texto: Edye Venancio

Fonte: Calendáriobr
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STJ: Homem não é mais obrigado a dividir bens nem bancar a ex

A notícia de que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que a partilha do patrimônio de casal que vive em união estável não é mais automática e que as partes vão ter de provar que contribuíram com dinheiro ou esforço para a aquisição dos bens vai mexer com a vida de muita gente. Essa mulherada que ainda acha que o que o homem tem de mais sexy é o cartão de crédito, o carro e o apartamento, vai acabar com uma mão na frente e outra atrás.
Se a bonita só entrar com a fachada na união estável, sem comprovar que suou a camisa (e não daquele jeito que vocês estão pensando), não terá direito ao patrimônio erguido só pelo cara. O mesmo, a princípio, deve vale para mulheres bem sucedidas. Caso seja ela a responsável exclusiva pela construção do patrimônio, se o fulano não comprovar que entrou com grana ou com esforço, vai ele para a rua da amargura.
No mínimo, é justo. Para se partilhar um patrimônio de casal que vive em união estável, o ideal é mesmo que cada um prove que contribuiu com dinheiro ou esforço para a aquisição dos bens. Alguém aí pode berrar, dizendo que há muitas mulheres que abandonam a vida profissional para cuidar da família e dos filhos. A Justiça precisa olhar caso a caso, mas se dedicar exclusivamente ao lar não deixa de ser um baita esforço para o enriquecimento mútuo.
Por outro lado, acho que ex-marido pagar pensão à mulher pro resto da vida é uma aberração. O STJ vem, de fato, entendendo que a obrigação de pagar pensão alimentícia à ex-cônjuge é medida excepcional. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, em um um julgamento recente, o STJ decidiu converter a pensão definitiva da mulher, de 55 anos, em transitória. Ela receberá quatro salários por apenas dois anos. Procurada, a assessoria de comunicação do STJ não tinha informações sobre o caso. Rosane Collor também teve de se contentar com uma pensão por apenas três anos paga pelo ex-presidente Fernando Collor.
As mulheres podem e devem bancar seu próprio sustento. No caso de Rosane Collor, ela teve direito a alimentos “compensatórios” por não ter trabalhado para seguir a vida política do ex. Mas até isso foi uma opção de vida dela. Depois não adianta chorar. É uma ótima lição para essa mulherada que quer viver à sombra do marido, achando que é dele a obrigação de bancar a fofa a vida toda.
Agora, é bom que se diga e não custa lembrar: uma coisa é pensão para ex-mulher. Outra, muito diferente, é pensão para filho. Bancar a mulher não deve, mesmo, ser uma função do ex. Mas colaborar com o bem-estar das crianças que teve é, sim, obrigação do pai. Esse monte de homem que casa, faz filho, separa e se faz de morto na hora de pagar pensão para as crianças merece o que a lei destina a eles: cadeia.
Fonte: diarioparaibano



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