
O mundo está cheio de pessoas sendo manipuladas e dizendo amém. Liberte-se!.
Até quando você vai dizer amém a um sistema que controla?
O conhecimento liberta. Liberte-se!
Leia, pesquise, se aprofunde e não acredite em tudo que é dito
O mundo está cheio de manipuladores de mente. Não se deixe levar!

Na tarde desta terça-feira, um incidente no bairro Sete de Setembro, na Ilha dos Valadares, trouxe à tona a negligência na manutenção de sua infraestrutura. Uma moradora, nas proximidades do Cemitério São Francisco de Assis, foi vítima de um acidente atribuído às deploráveis condições da via. Relatos indicam a ausência de calçamento e asfalto, com a lama predominando na área.
Este episódio é apenas o mais recente em uma série de problemas enfrentados pelos moradores do Sete de Setembro, onde promessas de melhorias por parte das autoridades locais têm se mostrado ineficazes. O bairro, conhecido por seu estado de abandono, sofre com a falta de infraestrutura básica, incluindo manilhamento adequado e pavimentação.
Os moradores expressam crescente frustração com a situação, que parece se agravar sem a devida atenção dos responsáveis. A questão não é apenas de conforto, mas também de segurança, como demonstra o recente acidente. A comunidade clama por ações imediatas principalmente por parte do vereador do bairro que só aparece em época de eleição e só sai nas fotos ao lado do prefeito. As condições precárias das vias chamam a atenção dos moradores e isso têm afetado significativamente a qualidade de vida no bairro.
A espera por soluções concretas continua, enquanto os
moradores do Sete de Setembro enfrentam as consequências de um ambiente abandonado.
A falta de conclusão do muro no cemitério da Ilha dos Valadares tem gerado crescente descontentamento entre os seus mais de 35 mil habitantes. Os moradores da ilha, que têm seus entes queridos sepultados no Cemitério São Francisco de Assis, estão exigindo ações efetivas por parte das autoridades responsáveis e apontando a falta de fiscalização e cobrança por parte daqueles que se intitulam representantes da comunidade.Os moradores da Ilha dos Valadares expressam sua frustração com a situação e questionam a inação das autoridades locais, que, segundo eles, não têm tomado medidas concretas para resolver o problema. A ausência de fiscalização e cobrança por parte dos representantes da comunidade também tem sido alvo de críticas, pois muitos esperam que os líderes locais desempenhem um papel ativo na resolução desse impasse.
O cemitério da Ilha
dos Valadares é um local de significado profundo para a comunidade insulana, e
a falta de conclusão do muro tem gerado preocupações entre os moradores. A
expectativa é que as autoridades tomem medidas imediatas a partir dessa
terceira matéria feita do local para abordar essa questão e garantir a
preservação e segurança desse espaço vital para a comunidade.
Produzido por Edye Venancio

O Cemitério São Francisco de Assis, localizado na Ilha dos Valadares, enfrenta uma necessidade urgente de um espaço amplo para que os moradores possam velar seus entes queridos adequadamente. Atualmente, o local é caracterizado por um pequeno espaço ocupado pela capela velório, que não atende às necessidades da população em termos de acomodação.
Além disso, a falta de segurança é um problema frequente, com relatos comuns de usuários de drogas, consumo de bebidas, atos de vandalismo e até mesmo atividades sexuais ocorrendo durante a noite. Esses incidentes demonstram a ausência de respeito pelos que descansam no cemitério.
Com urgência, é necessário a construção de um muro ao redor do cemitério, bem como a implementação de um sistema de iluminação adequado. Além disso, uma revitalização geral é imprescindível para melhorar as condições do local. É importante que sejam tomadas medidas para garantir a segurança dos visitantes e criar um ambiente respeitoso e digno para aqueles que estão lá para honrar seus entes queridos.
O vereador que faz parte da base de apoio do prefeito deve assumir a responsabilidade de cobrar essas melhorias. Afinal, ele foi eleito com o propósito de criar leis, fiscalizar o executivo e demonstrar sua competência como legislador. No entanto, até o momento, tem-se observado poucos avanços nesse sentido. Portanto, é importante que o vereador se empenhe mais na sua função e cumpra com as expectativas da população que o elegeu.

Recebi recentemente algumas fotos de uma amiga que passou em frente ao Cemitério São Francisco de Assis, localizado na Ilha dos Valadares, no bairro 7 de Setembro. Ela testemunhou uma cena que lhe causou revolta, ao constatar que o local estava desprotegido. Isso ocorreu no início da noite da última sexta-feira (18).
Há muito tempo, os moradores têm cobrado a construção de um muro para proteger o cemitério. Inicialmente, a obra foi iniciada, mas posteriormente foi abandonada, deixando os materiais utilizados no processo espalhados pela área. Recentemente, visitei o local e tirei algumas fotos para comprovar a negligência que sempre comentei no Facebook sobre o descaso em relação ao cemitério.
Enquanto esse muro não for construído ao redor do cemitério, cenas como essas serão presenciadas com frequência. Isso é lamentável, especialmente para as pessoas que têm seus entes queridos sepultados ali. O cemitério deveria ser um lugar de descanso para aqueles que já partiram.
Devemos ser justos e reconhecer que foram erguidas algumas fileiras de blocos na parte da frente do cemitério. No entanto, até que a obra seja totalmente concluída, continuaremos presenciando essa triste situação em um local que deveria ser respeitado e cuidado.


Uma bela celebração ocorreu na manhã desta
quarta-feira (2), dedicada a lembrarmos aqueles que já se foram e que deixaram
saudades. Uma missa foi realizada no Cemitério São Francisco de Assis,
localizado na Ilha dos Valadares, bairro 7 de Setembro, e contou com a
participação da comunidade da Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes.
Mauro Pontes e Karina Pontes foram responsáveis pela
animação dos cânticos, e outros membros colaboraram para a realização deste
evento religioso. Após a missa, o Padre Binu Joseph percorreu os túmulos
aspergindo água sobre eles, enquanto as pessoas o acompanhavam cantando e
rezando.
O clima estava favorável, o local estava limpo e bem
cuidado, mas uma questão lamentável é a falta de conclusão do muro que foi
iniciado.
Moradores das proximidades atravessam por uma abertura
nessa proteção em construção e caminham entre os túmulos, em uma área dedicada
aos falecidos.
De acordo com informações que obtive, à noite, muitas
vezes o local é frequentado por pessoas que fazem uso de álcool e drogas, sem
haver qualquer segurança. Essa falta de segurança é comum naquela região, que
possui muitos espaços públicos, como escolas e centros municipais de educação
infantil (CMEIs). Os moradores da Ilha dos Valadares desejam que a capela
velório seja ampliada, para que todos possam ter um espaço maior, com
banheiros, para velar seus entes queridos.
Foto e texto: Edye Venancio
Moro desde os meus 6 anos aqui na Ilha dos Valadares e
quando vim para cá a situação era bem pior do que se vê hoje, mas isso não quer
dizer que como morador tenho que aceitar as coisas como são.
O que seria de nós se nossos pais, mesmo sem muita cultura não lutassem para que hoje estivéssemos melhor?
Quero o melhor para os meus filhos e netos e creio que a maioria dos moradores desejam isso. A ilha cresceu assustadoramente, não há espaço para mais ninguém e ela deveria ser planejada bem no início, mas isso não foi feito.
Hoje vemos ruas estreitas e sem calçada, calçamento feito nas coxas, que amenizaram um pouco a vida de todos, mas quando começaram a utilizarem caminhões pesados, os calçamentos começaram a quebrar e aí passaram-se anos e nada de reposição e muito menos continuação daquelas ruas que iniciaram o trabalho.
Entra prefeito e sai prefeito e nada muda. Assume administrador, promete mil coisas e nada é feito, apenas pinturinhas de meio fios, extraem matinhos, limpam a Praça Cyro Abalém para dar a impressão de ilha cuidada para aqueles que atravessam a passarela.
A coleta do lixo vem sendo realizada regularmente, mas
quando quebra o caminhão e os lixos se acumulam, o que se vê é que os cavalos
fazem a festa, rasgam os sacos e espalham tudo aquilo que estão nas sacolas .
Atualmente a Ilha dos Valadares conta com um secretário regional e com apenas alguns incansáveis trabalhadores que se revezam na coleta do lixo, colocação e confecção de bloquetes e outros trabalhos de limpeza, incluindo entulhos. São trabalhadores que merecem todo o respeito dos moradores e acima de tudo reconhecimento. O que me deixa indignado é ver uma ilha com uma população comparada a muitas cidades por aí ou até com mais moradores do que muitos municípios espalhados pelo país, sem um caminhão de lixo e ter que recolhê-lo em caminhão caindo aos pedaços e chamado pela população de 'TRANSFORMER", isso é vergonhoso. Será que o prefeito tem conhecimento disso? Espero que sim.
Pelo que se sabe, hoje o caminhão que atravessa a balsa para recolher o lixo daqui precisa terminar o serviço de coleta realizada em outros bairro e depois das 16h30 atender a Ilha dos Valadares. Antes o serviço era feito durante o dia e isso só aconteceu por que segundo o secretário "o caminhão quebrou" como vinha sempre acontecendo toda a semana. Muitos comentam que haviam dois caminhões em galpão no Jardim Iguaçu, se estavam quebrados ou não não sei dizer, só sei que hoje em dia os moradores não sabem exatamente o horário que o caminhão irá passar. Cadê essa informação senhor secretário? O povo quer saber! Cadê a sua assessoria de comunicação?
É inadmissível uma ilha como a nossa conviver com lixo
espalhados, cavalos, cachorros e até pinto se alimentando deles e nada vemos
como solução para acabar de vez como esse problema. Será que o Secretário
Municipal de Meio Ambiente conhece a nossa realidade? Será se conhece a ilha?
Somos nós que pagamos o salário deles e eles ganham muito bem para pensarem
numa solução para o caso e são cercados de cargos comissionados que são seus
"braços direito" para fazerem o seu trabalho. Não vou dizer que o
povo tem uma parte desta culpa, mas não interessa, pagamos os nossos impostos e
temos que ter uma contra partida, mas cadê? Só em época de eleição é que
aparecem algumas benfeitorias, depois que passa continuamos com o mesmo
problema. Espero que o prefeito, seus secretários e os vereadores da Ilha dos
Valadares que foram eleitos pelo povo e que estarão indo de casa em casa no
próximo ano pedindo o voto dos eleitores para se reelegerem e ficarem mais 4
anos, tenham conhecimento dos problemas que a população insulana enfrenta
diariamente e olha que eu não citei e nem mostrei aqui as ruas com lama e sem
calçamento, que eles aproveitem esse último ano no cargo para resolverem de vez
essa situação porque a população está cansada de tantas promessas e da inércia
de quem deveria fazer algo e pelo que sei muito pouco ou quase nada foi feito.
Na manhã deste dia 2 de novembro, fiéis de Paranaguá se reuniram no cemitério São Francisco de Assis na Ilha dos Valadares para celebrar o Dia de Finados. Sob a liderança do Padre Binu, da Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes, a comunidade enfrentou a chuva e o frio para honrar seus entes queridos e rezar por suas almas.
A santa missa,
tradicionalmente celebrada em cemitérios por todo o país nesta data, foi
conduzida com fervor pelo Padre Binu, que destacou a importância do momento
para os cristãos. "Participar de celebrações como essa faz um bem para
todos os cristãos", afirmou o sacerdote, enfatizando que é por meio das
orações que os pedidos chegam a Deus.
Durante a celebração, as preces foram direcionadas não apenas aos entes falecidos, mas também a todos que necessitam de conforto espiritual. "Há muitas pessoas que precisam desse conforto, e isso só se consegue quando rezamos, seja por nós, familiares, amigos, inimigos e por aqueles que já faleceram", ressaltou Padre Binu.
Após a missa,
acompanhado pela comunidade, o sacerdote percorreu as sepulturas do cemitério,
aspergindo água benta sobre os túmulos. Este gesto simbólico representa a
bênção e a lembrança dos que ali repousam, fortalecendo a fé dos presentes e
honrando a memória dos falecidos.
A despeito das condições climáticas adversas, a presença massiva dos fiéis demonstrou o valor e a importância desse momento de reflexão e fé para a comunidade de Paranaguá.