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244,8 mil novas vacinas contra Covid-19 chegam ao Paraná nesta quinta

O Paraná vai receber as 244,8 mil doses de vacinas contra a Covid-19 nesta quinta-feira (13). O avião chegará no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 15h40. Logo em seguida os imunizantes serão levados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), obedecendo a mesma logística adotada desde o início da vacinação.

São 118 mil doses do imunizante Covishield, produzido pela AstraZeneca e Fiocruz, voltadas para completar o esquema vacinal (segunda dose) do público com idade entre 65 e 69 anos, e 126.800 doses da Coronavac, da parceria entre a Sinovac e o Instituto Butantan, que serão aplicadas em pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, gestantes e puérperas.

Esta será a 19ª remessa distribuída entre as 27 unidades da federação pelo Ministério. O lote conta com 3,7 milhões de doses da Covishield e quase 2 milhões de doses da Coronavac. Desde o início da campanha de vacinação, em janeiro, já foram enviadas 82 milhões de vacinas a todo o País.

Das que o Paraná recebeu, o Governo do Estado distribuiu entre os municípios 3,7 milhões de doses. O Estado atingiu na terça-feira (11) 3 milhões de doses aplicadas e a vacinação de 2 milhões de pessoas. De acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, até as 18 horas desta quarta-feira, 2.049.592 paranaenses tinham recebido a primeira dose e 1.083.000 a segunda, com aplicação total de 3.132.592 doses dos imunizantes.


Fonte: AEN - PR








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Ministério já distribuiu mais de 50 milhões de vacinas contra covid-19

O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 50 milhões de doses de vacina contra a covid-19 em todo o país desde o início da campanha. “Até o momento, mais de 31,9 milhões de doses foram aplicadas em todo o país”, informou hoje (15), em nota, a pasta.

A marca foi atingida nesta semana, com o envio de mais 6,3 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal, o que resultou em um total de 53,9 milhões de doses desde o início da campanha de vacinação.

Segundo o ministério, a remessa abrange 3,8 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e 2,5 milhões de doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan – ambas produzidas no Brasil a partir de matéria-prima importada. O envio será feito “de forma proporcional e igualitária” entre as unidades federativas, a partir de amanhã (16).

“Nessa leva, parte das vacinas será destinada para a primeira dose de idosos entre 60 e 69 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento e Forças Armadas”, informou o ministério. Outra parcela dos imunizantes vacinará, pela segunda vez, trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 69 anos, além de 100 mil moradores do Amazonas.


Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil – Brasília

© Tânia Rêgo/Agência Brasil


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Butantan envia mais 3,3 milhões de doses de vacina ao governo

O Instituto Butantan entregou hoje (15) ao Ministério da Saúde mais 3,3 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus. Ao todo, já foram fornecidos 20,6 milhões de doses do imunizante CoronaVac, desenvolvido em parceria com laboratório chinês Sinovac, para serem distribuídas a todas as regiões do país, por meio do Programa Nacional de Imunizações.

Pelo cronograma apresentado pelo Butantan, na próxima quarta-feira (17), deve ser enviada mais uma remessa com 2 milhões de vacinas e, até o fim do mês, o instituto prevê fornecer um total de 22,6 milhões de doses. Até o fim de abril, a previsão é que tenham sido entregues 46 milhões de doses, conforme o contrato com o governo federal.

De acordo com o Butantan, a produção da vacina foi acelerada e o quadro de funcionários responsáveis pelo envase do produto foi dobrado.

 

Vacinação em SP

O último balanço do governo de São Paulo aponta que 3,8 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus já foram aplicadas em todo o estado, sendo mais de 1 milhão da segunda dose.


Fonte: 

Por Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil - São Paulo

© REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados

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Paraná recebe nova remessa e ultrapassa 1 milhão de doses de vacina

 Mais 148.600 doses de vacina contra o novo coronavírus desembarcam nesta terça-feira (9) no Paraná. Com a nova remessa enviada pelo Ministério da Saúde do imunizante Coronavac, desenvolvido pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, o Estado ultrapassa a marca de 1 milhão de doses recebidas, chegando a 1.001.6000 vacinas.

A previsão é que o novo lote chegue às 19h ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Logo em seguida, os imunizantes são encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, que começa a distribuição às 22 Regionais de Saúde já na quarta-feira (10).

O Paraná tinha recebido, até o momento, 853 mil doses de vacinas contra a Covid-19 desde o início da campanha de imunização, em 18 de janeiro. Da Coronavac/Instituto Butantan foram 265.600 no primeiro lote, 39.600 no segundo lote, 147.200 no terceiro lote, 64.800 no quarto lote e 146.800 no quinto lote, além de mais 189.000 doses da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.

Até esta terça-feira (9), 413.611 paranaenses já tinham sido imunizados, com a aplicação de 545.966 vacinas entre a primeira e a segunda dose. Com as novas doses, o Estado dá continuidade à aplicação nos públicos prioritários, seguindo o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, na mesma linha do Programa Nacional de Imunizações (PNI).


Fonte: AEN-PR





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Ministério distribui mais 2,6 milhões de doses da CoronaVac

O Ministério da Saúde informou o início da distribuição de mais 2,6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac, produzida em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Segundo a pasta, a distribuição a estados e ao Distrito Federal ainda depende “da real entrega dos quantitativos de doses pelos laboratórios fornecedores dos imunizantes”. Em nota sobre o assunto, o Ministério da Saúde acrescentou que em razão de obstáculos na obtenção dos insumos ainda não há um “fluxo regular de produção da vacina”.

Este lote será destinado à vacinação de trabalhadores em saúde e idosos da faixa etária entre 75 e 84 anos. Ele compreende as duas doses, o que significa que será usado para imunizar 1,3 milhões de pessoas.

A entrega deve ser concluída nesta quarta-feira (10) de forma proporcional a cada estado e ao Distrito Federal.

Até o momento, foram distribuídas 20 milhões de doses aos estados e municípios e aplicadas 9,8 milhões de doses, sendo que 7,49 milhões (3,5% da população) receberam a primeira dose e 2,3 milhões (pouco mais de 1% dos brasileiros) receberam as duas doses.

Para março, a previsão inicial era a distribuição de 46 milhões de doses, mas caiu para 30 milhões, sendo 23,3 milhões do Instituto Butantan, 3,8 milhões da vacina Oxford/AstraZeneca e 2,9 milhões do consórcio Covax Facility.

 

Sinopharm

O Ministério da Saúde solicitou ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, apoio para conseguir avançar na compra de vacinas da farmacêutica estatal chinesa Sinopharm. O documento da pasta solicitou a ação do embaixador para obter 30 milhões de doses do imunizante, se possível para o 1º semestre de 2021.

 

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília © Tânia Rêgo/Agência Brasil


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Saúde inicia nova remessa de 2,5 milhões doses da CoronaVac

Mais 2.552.820 doses da vacina CoronaVac, contra a covid-19, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, estão sendo enviadas pelo Ministério da Saúde a todos os estados e o Distrito Federal nesta quarta-feira (3). Segundo a pasta, a distribuição das doses está sendo feita de forma proporcional e igualitária e é destinada a vacinar o restante dos trabalhadores da saúde, indígenas do estado do Amazonas e a população brasileira de 80 a 84 anos de idade.

De acordo com o quarto Informe Técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) da pasta, divulgado hoje, a nova remessa de vacinas do Butantan corresponde à entrega de duas doses. A orientação é que estados e municípios façam a reserva da segunda dose para garantir que o esquema vacinal seja completado no período recomendado de duas a quatro semanas.

 

Reforço

Desta vez, mais regiões estão sendo contempladas com o Fundo Estratégico, que destina 5% do total de doses para estados com cenário de maior emergência no momento. A medida está em vigor para estados do Norte desde a segunda pauta de distribuição. Nesta nova remessa, 127.641 mil doses foram divididas entre o Amazonas (30%), Pará (10%), Rondônia (5%), Roraima (5%), Ceará (10%), Paraíba (5%), Sergipe (5%), Paraná (10%), Santa Catarina (10%) e Goiás (10%), para ampliar ainda mais a vacinação dos grupos prioritários de idosos. No total, 60.781 pessoas estão sendo contempladas com a estratégia.

Com esse novo lote, o Ministério da Saúde contabiliza mais de 17 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o dia 18 de janeiro, quando começou a campanha de vacinação, sendo que dessas mais de 7,5 milhões de doses já foram aplicadas. A pasta prevê o envio de mais de 200 milhões de doses até julho, com meta de imunizar 50% da população brasileira vacinável.

 

Novos lotes

Ao longo de março, segundo o Ministério da Saúde, devem chegar novos lotes de vacinas. Além de remessas do Butantan, mais doses da AstraZeneca/Oxford, já produzidas no Brasil pela Fiocruz (3,8 milhões). Do mesmo laboratório, o Brasil também deve receber ao longo do mês mais 2 milhões de doses importadas da Índia e outras por meio do consórcio Covax Facility.

A pasta informou que assinou o contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech, responsável pela vacina indiana Covaxin. Das 20 milhões de doses acordadas, 8 milhões já devem estar disponíveis para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) ainda este mês.

 

Por Karine Melo - Repórter Agência Brasil – Brasília

© REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

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Governo inicia distribuição da segunda dose da vacina CoronaVac

O Governo do Paraná iniciou nesta terça-feira (2) a distribuição da segunda dose do primeiro lote das vacinas contra a Covid-19. Desta vez a carga será transportada via terrestre, por caminhões refrigerados que mantêm o imunizante nas condições ideais de armazenamento.

Serão distribuídas 132.779 doses da vacina CoronaVac, produzida em parceria com o Instituto Butantan. Ainda hoje e nos próximos dias serão atendidas as regionais de Paranaguá (1ª RS), Pato Branco (7ª RS), Francisco Beltrão (8ª RS), Foz do Iguaçu (9ª RS), Cascavel (10ª RS), Toledo (20ª RS) e os municípios da região de Curitiba.

A partir da próxima semana mais três caminhões iniciam as entregas das vacinas nas demais regionais do Estado, com três rotas definidas para Norte, Noroeste, Centro-Sul e Vale do Ivaí.

A primeira remessa do imunizante foi entregue para as regionais no dia 19 de janeiro e no dia seguinte (20) todos os 399 municípios já estavam com a quantidade de doses proporcional aos grupos elencados como prioridade para receber o imunizante neste momento.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destacou que a segunda dose é importante para garantir a eficácia da vacina e a proteção da população. “Estamos distribuindo de maneira organizada e muito segura a segunda dose da CovonaVac às nossas 22 Regionais, que estão organizando a logística de encaminhamento aos municípios”, disse. “Contamos com a boa conduta de todos para a aplicação ágil dessas doses”.

De acordo com o secretário estadual, apesar da velocidade de distribuição, é preciso otimizar ainda mais a aplicação das doses para proteger a população. “O Estado está fazendo a sua parte no que se refere ao armazenamento, transporte das vacinas e ao fornecimento dos insumos para a aplicação. Precisamos do apoio de todos os municípios para agilizar a aplicação dessas novas doses e avançar mais um passo”, acrescentou.

 

REGISTRO – A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti Lopes, destacou que a segunda dose vai reforçar a importância do registro do vacinado nos sistemas de controle. “A partir da aplicação da segunda dose as pessoas do grupo de risco estarão mais protegidas contra a Covid-19. Por isso é muito importante que tenhamos todos os dados dessas pessoas. Estamos acompanhando de perto para encerrar os grupos elencados como prioritários e seguir ampliando a imunização para mais pessoas”, disse.

 

MONODOSES – As vacinas CoronaVac enviadas para aplicação da segunda dose fazem parte do primeiro lote de vacinas enviados ao Paraná pelo Ministério da Saúde (MS), no dia 18 de janeiro. São as vacinas que o Instituto Butantan importou da China e disponibilizou ao Governo Federal para encaminhar aos estados. Nesse lote os frascos são monodoses, ou seja, contêm apenas uma dose do imunizante.

 

IMUNIZAÇÃO – Até esta terça-feira (2) foram vacinadas no Paraná 158.780 pessoas com a primeira dose. As Regionais de Saúde que mais imunizaram em números absolutos foram Curitiba e Região Metropolitana (2ª RS), com 39.968 pessoas; Maringá (15ª RS), com 12.979; Londrina (17ª RS), com 12.393; Cascavel (10ª RS), com 11.259; Guarapuava (5ª RS), com 7.473; e Ponta Grossa (3ª RS), com 6.909.


Fonte: AEN-PR

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Enfermeira Andrea Gomes de Moura é a primeira a receber a vacina contra a Covid-19 em Paranaguá

Chegou em Paranaguá no início da tarde desta terça-feira, 19, o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19. Para marcar o início da imunização, a primeira dose da vacina foi aplicada na Unidade de Saúde Ezequiel Luiz Dias do Nascimento, no Leblon.

Pelas mãos da técnica de enfermagem Vaniza Barboza Zague que tem 20 anos de carreira, a enfermeira Andréa Gomes de Moura recebeu a primeira dose da vacina Coronavac.

“É uma honra ser a primeira a ser vacinada em Paranaguá. Trabalhamos na Epidemiologia e sabemos a importância da vacinação e a expectativa para voltarmos a normalidade, mas mesmo assim, precisamos ter consciência que não podemos deixar os cuidados de lado mantendo a higienização das mãos, o uso de máscara e o distanciamento social. A Covid-19 tem deixado marcas tristes com pessoas adoecendo e até falecendo em decorrência da doença e a vacina é a expectativa de que algo melhor está por vir”, declara Andréa Gomes de Moura que é servidora de carreira com mais de 22 anos de profissão e atua na Departamento de Epidemiologia do Município.

O prefeito Marcelo Roque acompanhado da primeira dama, Amanda Roque, enfatizou a importância da data. “Este é um dia que foi muito aguardado. Agradecemos a todos os envolvidos, Governo Federal, o Governo Estadual que tem se empenhado na luta contra essa doença e aos profissionais de saúde que sempre estiveram na linha de frente no combate a Covid-19. A enfermeira Andrea representa todos os profissionais que se dedicam todos os dias a salvar vidas. Esperamos que em breve toda a população possa ser imunizada”, destaca o prefeito Marcelo Roque.

Neste primeiro momento, o público preconizado pelo Ministério da Saúde são os profissionais de saúde, idosos que residem em asilos e indígenas aldeados. “Sabemos que a ansiedade da população é grande, mas este é apenas o primeiro momento de vacinação e continuaremos fazendo tudo que pudermos para proteger os parnanguaras”, ressalta o prefeito lembrando todos os esforços para prevenir a doença com decretos, o trabalho de monitoramento dos casos suspeitos, a abertura do Hospital de Campanha, dispensação de Ivermectina, entre outras ações realizadas desde o início da pandemia e no decorrer do ano de 2020 continuando os trabalhos em 2021.

“Com essa dedicação que temos no Município de Paranaguá, com a austeridade da Secretaria Municipal de Saúde, com um prefeito que sempre se colocou como nosso parceiro no enfrentamento dessa pandemia, temos uma possibilidade de sairmos vitoriosos. Este é o primeiro passo para que possamos vencer essa doença. Não podemos esquecer que a vacina está chegando e chegará a todos os paranaenses ainda este ano conforme o compromisso do governador e do secretário de Estado da Saúde, mas não podemos esquecer as atitudes de prevenção para que, somadas à vacina, consigamos vencer a Covid-19”, enfatiza o diretor da 1.ª Regional de Saúde, José Carlos de Abreu.

“A ansiedade é grande, mas precisamos ter paciência. Este é o primeiro passo para retornar à normalidade, mas mesmo assim, todos nós precisamos continuar nos cuidando. A vacina nos dá esperança de que 2021 será diferente de 2020. Todos, de forma direta ou indireta fomos afetados pela Covid-19. Essa doença mudou a vida de todos, nos fazendo mudar a forma de ver o mundo e percebemos que falta faz um abraço. A esperança surge com a vacina e todos unidos, vamos continuar lutando e trabalhando pela saúde de todos”, frisa a secretária municipal de Saúde, Lígia Regina de Campos Cordeiro.

Também foram vacinadas as enfermeiras Suellen Lacerda Comunello Fernandes que atua na Unidade de Pronto Atendimento e Cecília Carolina Lopes Ferreira que trabalha nos atendimentos na Arena Albertina Salmon e na unidade de saúde do Leblon. Em seguida, a técnica de enfermagem, Vaniza Barboza Zague recebeu a dose aplicada pela enfermeira Andréa Gomes de Moura.

Além de profissionais de saúde e veículos de imprensa, vereadores também prestigiaram o evento. Após a solenidade que marcou o início da vacinação, a secretária municipal de Saúde, o prefeito Marcelo Roque e o diretor da 1.ª Regional de Saúde seguiram para o Hospital Regional do Litoral para evento que marca o início da vacinação também naquele estabelecimento hospitalar que atende todo o Litoral Paranaense.

No Hospital Regional do Litoral foram vacinados a fisioterapeuta Jane Rodrigues Nogueira, a enfermeira Susan Kelly da Silva, a técnica em enfermagem Eloina Buenos e o enfermeiro Felipe Borba.


Fonte: PMP

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Vacinas chegam às 22 Regionais de Saúde do Paraná

Pouco mais de 24 horas depois de desembarcarem no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, as doses da vacina contra a Covid-19 chegaram nas 22 Regionais de Saúde do Paraná. Segundo balanço parcial da Secretaria de Estado da Saúde, pelo menos 192 municípios já receberam os imunizantes.

As últimas doses chegaram a Cascavel, na região Oeste, por volta das 22h, por via terrestre. O atraso foi provocado pelas condições climáticas, que impossibilitaram o pouso programado para as 15h55 da aeronave que sairia de Pato Branco. Elas iriam abastecer as regionais de Cascavel, Foz do Iguaçu e Toledo.

Dessa maneira, mesmo diante dos desafios logísticos provocados pelo mau tempo, o Estado distribuiu os imunizantes em apenas um dia. A previsão é de entrega a todos os 399 municípios nas primeiras horas desta quarta-feira (20). A aplicação é de responsabilidade das secretarias municipais de Saúde, diante dos critérios do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19.

O Governo do Estado montou uma verdadeira força-tarefa, que incluiu três aeronaves, helicópteros e uma frota de caminhões, para que os imunizantes fossem entregues nas Regionais. O Paraná recebeu do Ministério da Saúde 265.600 doses da Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Metade deste lote foi distribuída para a primeira aplicação nos profissionais da saúde, indígenas, idosos institucionalizados e pessoas com deficiência severa.

O outro lote será encaminhado após três semanas, que é o intervalo de aplicação. O armazenamento está sendo feito no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), que conta com ampla estrutura de freezers e câmaras frias, além de questões de segurança.

“O compromisso do Governo do Estado sempre foi buscar o melhor para a população paranaense, para distribuir  vacinas que fossem certificadas pela Anvisa, respeitando o Programa Nacional de Imunização (PNI)”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “A Coronavac, que está sendo distribuída agora, garante que, no mínimo, não haja casos graves da doença. É um passo adiante para cuidar do povo. E ainda vamos receber mais vacinas”.

 

CHEGADA – O município de Curitiba retirou suas doses pela manhã, na sede do Cemepar. Os insumos para as demais cidades da 2ª Regional foram encaminhados por via terrestre. Foi também por veículos que as ampolas chegaram ao Litoral (1ª Regional), Ponta Grossa (3ª) e União da Vitória (6ª).

A aeronave que, ainda pela manhã, pousou no Aeroporto Municipal de Londrina, levou imunizantes das regionais de Londrina (17ª), Cornélio Procópio (18ª) e Jacarezinho (19ª). A primeira profissional da saúde do município-sede a ser vacinada foi enfermeira Fátima de Oliveira Hirth Ruiz, que trabalha no Hospital Universitário de Londrina e no Samu. Ela foi a primeira a atender um caso de Covid-19 na cidade. “Fui pega de surpresa. Não peguei Covid ao longo de todo esse tempo, não me afastei, e agora é uma esperança de maior controle, de voltar ao normal”, disse.

“Esperança é a palavra mais adequada para classificar a chegada das vacinas. Quero agradecer o Governo do Estado, que se empenhou na logística para que, tão logo chegassem no Paraná, as vacinas pudessem ser distribuídas de forma rápida e ágil aos municípios”, acrescentou o secretário municipal de Saúde de Londrina, Felippe Machado.

Outro avião levou as doses até Maringá e Apucarana, chegando também às regionais de Campo Mourão (11ª), Cianorte (13ª) e Paranavaí (14ª). “Esta é uma parceria entre as secretarias municipais, a Secretaria Estadual e o Ministério da Saúde. Todos estamos pensando na vida, aqui não tem discussão política, ideológica, partidária e eleitoral, é o cidadão acima de tudo e em primeiro lugar”, afirmou o prefeito de Maringá, Ulisses Maia. Em um ato simbólico, cinco servidores do Hospital Municipal foram vacinados.

As doses de Francisco Beltrão e Pato Branco chegaram na metade da tarde. Irati e Guarapuava receberam os imunizantes às 18h. Um pouco mais tarde, às 18h30, as vacinas chegaram em União da Vitória.

 

Confira o balanço da Secretaria de Estado da Saúde

 

Receberam as doses e já distribuíram ou estão distribuindo aos municípios:

1ª RS – Paranaguá

2ª RS – Metropolitana

3ª RS – Ponta Grossa

4ª RS – Irati

5ª RS – Guarapuava

6ª RS – União da Vitória

7ª RS – Pato Branco

8ª RS – Francisco Beltrão

11ª RS – Campo Mourão

12ª RS – Umuarama

13ª RS – Cianorte

15ª RS – Maringá

16ª RS – Apucarana

17ª RS – Londrina

18ª RS – Cornélio Procópio

19ª RS – Jacarezinho

21ª RS – Telêmaco Borba

22ª RS – Ivaiporã

 

 

 

Receberam as doses e começam a entrega aos municípios nesta quarta:

9ª RS – Foz do Iguaçu

10ª RS – Cascavel

14ª RS – Paranavaí

20ª RS – Toledo

 

 

Fonte: AEN - PR


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Vacinação começa nesta segunda-feira no Paraná

O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou que a vacinação contra a Covid-19 deve começar nesta segunda-feira (18) no Paraná. Ele esteve em São Paulo no início da manhã com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e governadores das demais unidades federativas na cerimônia de distribuição do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. As doses da vacina foram carregadas no avião da FAB e não há previsão de chegada na capital paranaense.

O Estado do Paraná receberá 265.600 doses da vacina. Dessas, 22.720 estão reservadas para a população indígena e 242.880 para profissionais de saúde que atuam diretamente na pandemia, idosos que vivem em asilos e seus cuidadores e pessoas com deficiência.

“Declaro aberta a campanha de vacinação contra o coronavírus no Estado do Paraná. A partir de hoje, escreveremos um novo futuro. Parabenizo e agradeço, em nome dos paranaenses, a absolutamente todos os envolvidos do Ministério da Saúde, do Instituto Butantan, da Fundação Osvaldo Cruz, mas, sobretudo, aos técnicos da saúde do Estado do Paraná e suas famílias, que têm nos ajudado diariamente nesta batalha”, afirmou o governador.

As 265.600 doses destinadas ao Paraná serão aplicadas em duas etapas e imunizarão 126 mil pessoas, sendo a maior parte profissionais da saúde: 102.959. As doses também serão destinadas à população indígena e idosos que vivem em asilos e seus cuidadores.

“O Paraná está preparado para iniciar uma grande campanha de imunização contra o coronavírus. Distribuiremos as doses nas regionais e elas chegarão a todos os municípios. Vamos começar com mais de 100 mil pessoas e aos poucos alcançaremos toda a população prioritária e aquela acima de 18 anos”, afirmou o governador Ratinho Junior. “É um dia histórico para o Paraná e para o Brasil”.

A distribuição das vacinas utilizará a estrutura do Governo do Estado e será feita com três aviões, um helicóptero e caminhões baú refrigerados, se necessário.

A Secretaria de Estado da Saúde já distribuiu 1,7 milhão de insumos nas 22 regionais de Saúde. Foram seringas 25 x 0,6, seringas 25 x 0,7, máscaras descartáveis, face shields, aventais e carteirinhas de vacinação. O Paraná tem 1.850 salas de vacinação.

VACINAÇÃO – O Governo do Estado pretende imunizar aproximadamente 4 milhões de pessoas no Paraná até o fim de maio. O processo estadual vai seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Governo Federal, abrindo os trabalhos pelos grupos considerados prioritários.

De acordo com o Plano Estadual de Imunização (PEI), na primeira etapa da vacinação a população alvo a ser vacinada contra a Covid-19 é composta por profissionais que aplicarão as vacinas; pessoas com mais de 60 anos que residem em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e os profissionais que atuam nos locais; população indígena e todos os trabalhadores que atuam em unidades de saúde que atendem pacientes com suspeita ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus.

Na sequência o Estado planeja vacinar pessoas com 80 anos ou acima desta idade, pessoas entre 75 e 79 anos e assim sucessivamente até aqueles que tem idade variando entre 60 e 64 anos.

A expectativa do Governo do Paraná é expandir a longo prazo a estratégia de vacinação para a população acima de 18 anos de idade ainda não vacinada totalizando 8.736.014 pessoas, de acordo com projeções do IBGE 2020 no Paraná, que estima um total de 11.516.840 pessoas residentes no Estado.

 

Os números de doses que serão distribuídos para as regionais ainda estão sendo atualizados.


Fonte: AEN - PR

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Anvisa interrompe estudos da Coronavac após "evento adverso grave"

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, em nota, que suspendeu os estudos clínicos da vacina Coronavac, uma das que estão em estudo contra o novo coronavírus. A suspensão ocorreu por causa de um “evento adverso grave” ocorrido. A Anvisa não informou qual evento seria. Pode ser desde a internação de um voluntário até a sua morte.

De acordo com a agência, esse evento adverso ocorreu em 29 de outubro. Agora, a agência reguladora vai analisar os dados observados até o momento e julgar sobre o risco/benefício da continuidade do estudo. Esse tipo de interrupção nos estudos, segundo a Anvisa, é parte dos procedimentos de Boas Práticas Clínicas para estudos desenvolvidos no Brasil.

“Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado. A Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de Boas Práticas Clínicas, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes”, acrescentou a agência, em nota.

A Coronavac está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Dez dias antes do “evento adverso grave” ser registrado, ela foi considerada a vacina mais segura dentre todas as testadas pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.


Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Imagem: © REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados


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Estudo confirma eficácia da Coronavac na fase 2 dos testes clínicos

A vacina Coronavac se mostrou eficaz e segura, segundo estudo publicado nesta semana pela farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. O trabalho analisou o comportamento de 600 voluntários vacinados na China durante a fase 2 dos testes clínicos. A vacina é desenvolvida pela Sinovac Life Science em parceria com o Instituto Butantan.

 

De acordo com o coordenador dos ensaios clínicos da vacina Coronavac e diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, o produto é muito promissor e eficaz. “Os estudos feitos até agora, na China, demonstraram que mais de 90% dos voluntários que receberam as vacinas tiveram anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus, isso é um diferencial”, afirmou.

 

Segundo Palácios, os testes mostraram que entre duas e quatro semanas a pessoa está imunizada. “Duas semanas após a segunda dose as pessoas têm níveis de anticorpos capazes de neutralizar o vírus da covid-19”, afirmou Palácios, em entrevista à Agência Brasil.

 

Cada voluntário recebeu duas doses, sendo metade a vacina propriamente dita e a outra metade placebo. De acordo com o que foi identificado nos estudos, não existe nenhuma preocupação com relação  segurança da vacina utilizada nos voluntários. Dentre as principais reações está leve dor no local da aplicação, comum em outros tipos de vacina.

 

O laboratório asiático já realizou testes em cerca de mil voluntários na China, nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra o coronavírus.

 

A farmacêutica forneceu ao Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos de fase 3, a última fase, em voluntários no Brasil, com o objetivo de demonstrar sua eficácia e segurança. Os testes estão sendo feitos com os profissionais de saúde. Serão 9 mil voluntários da área de saúde em seis estados brasileiros: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

 

“A vacina é aplicada em voluntários, profissionais de saúde, que estão na alinha de frente nos hospitais e que têm maior risco de contrair a doença, e isso é muito importante`, porque são profissionais que vão cuidar da gente, se ficarmos doentes”, disse Palacios.

 

Caso a vacina seja aprovada, será realizada a transferência de tecnologia para produção em escala e fornecimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, antes, segundo Palacios, é preciso instalar a estrutura industrial para a produção.

 

"A parte de produção do vírus inativado propriamente dito é um pouco mais complexa, tem as adequações da própria estrutura, mas já começamos com essas adequações de equipamentos para, no término dos estudos, já estarmos com isso planejado”. O passo seguinte será o registro do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Por Ludmilla Souza - Repórter da Agência Brasil - São Paulo

Imagem: © REUTERS/Dado Ruvic/Illustration


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