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Papai Noel de saco vazio

Neste fim de ano, o espírito natalino em Paranaguá tem sido marcado pela insatisfação popular e pelo sentimento de frustração. Moradores lamentam a falta de enfeites natalinos e, mais do que isso, a ausência de melhorias concretas em sua qualidade de vida.

A questão vai além da estética. “Cadê o dinheiro da picanha, do gás a R$ 35, do salário mínimo melhor, do remédio mais barato, do arroz mais barato?”, questiona um morador, ecoando o descontentamento de muitos brasileiros. A descrença no futuro é generalizada, e o presente parece mais vazio do que o saco do Papai Noel.

Para a população de Paranaguá, e de outras cidades brasileiras, a realidade é dura: enfrentar um alto custo de vida enquanto tenta colocar itens básicos, como arroz e feijão, na mesa. “Nosso estômago não se alimenta de falsas promessas e discursos vazios”, desabafa outro cidadão, resumindo o sentimento coletivo.

Em tempos onde a esperança deveria estar presente, a luta do parnanguara se resume a sobreviver, aguardando dias melhores.

 

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Infiltrados: Venezuela

 

Opa, tudo bem? Meu nome é Bruno Musa, e tenho uma história pra te contar.

 Eu sempre fui interessado por economia e principalmente por conhecer histórias reais.

Já fui a Cuba e a outros países por uma vontade genuína de conhecer a história desses lugares e entender o dia a dia das pessoas que moram lá.

Mas um país ainda me intrigava: a Venezuela.

Nos últimos anos, eu escutei muitos relatos sobre esse país. Para mim, as manchetes dos jornais sempre foram uma prova concreta de uma triste realidade.

Crise econômica;

Falta de alimento nas prateleiras de supermercados;

Miséria;

Corrupção;

Inflação;

Instabilidade política;

Uma das maiores crises migratória e humanitária do planeta.

Cheguei a ver notícias que diziam que a ONU acusou o país de ter cometido crimes contra a humanidade, afirmando também que pessoas foram presas à força.

Quando pesquisei sobre o índice de liberdade econômica do país, descobri que a Venezuela tem o terceiro pior indicador mundial.

Além disso, assuntos como socialismo, movimentos revolucionários, Hugo Chávez e Nicolás Maduro são recorrentes nos jornais e revistas do Brasil e do mundo.

Mas, aparentemente, as notícias sobre a

Venezuela nem sempre foram assim.

Os venezuelanos eram ricos, prósperos e conhecidos como um dos maiores consumidores de whisky do mundo.

Isso me deixou ainda mais curioso, afinal, como uma nação com aparente passado de sucesso e prosperidade ganhou os holofotes da mídia com notícias sobre pobreza e miséria?

O problema é que eu conhecia a Venezuela só pela voz dos outros,e em meio a tantas dúvidas, a que permanecia em minha mente era: na prática, o que é a Venezuela?

Eu fui até a Venezuela para conhecer a vida daquele povo, e vi, com meus próprios olhos, a realidade daquele país.

Conheci pessoas, ouvi relatos, fiquei emocionado e tive contato com histórias de vida que mudaram a minha forma de enxergar aquele país.

Conversei com líderes comunitários, jornalistas, professores, funcionários públicos e moradores das mais diversas regiões, incluindo cidadãos de Petare, a maior favela da América Latina 

Consegui também uma entrevista exclusiva com Juan Guaidó, líder da oposição ao governo Maduro e fundador do partido Voluntad Popular, que hoje tem seus principais líderes presos ou exilados.

Essa viagem virou o novo documentário da Brasil Paralelo chamado Infiltrados: Venezuela que estreia no dia 12 de junho.

 

Em breve, você terá acesso a essa grande história:

Infiltrados: Venezuela

Para assistir, toque no botão abaixo, cadastre-se e se prepare para conhecer a Venezuela com os seus próprios olhos.


Fonte: Brasil Paralelo


Carnaval em Morretes é cancelado devido à crise econômica: Paranaguá realizará o evento

O aguardado carnaval na cidade de Morretes, no estado do Paraná foi cancelado este ano, deixando foliões desapontados e forçando muitos a buscar alternativas. A decisão foi anunciada pelo prefeito Hélder Teófilo dos Santos, por meio do Ofício 01/2016, com base na alegada crise econômica que tem afetado não apenas o município, mas todo o país.

De acordo com o comunicado oficial, a diminuição dos repasses do governo estadual para os municípios teria colocado Morretes em uma posição financeira delicada, tornando inviável a realização do tradicional carnaval. A notícia pegou muitos moradores e turistas de surpresa, uma vez que o carnaval de Morretes era amplamente aguardado e representava uma parte significativa da cultura local.

Enquanto Morretes enfrenta a ausência de seu carnaval, a vizinha cidade de Paranaguá emerge como uma alternativa para os foliões. Apesar de lidar com uma epidemia de dengue, o prefeito Edson Kersten confirmou que o carnaval de Paranaguá seguirá em frente. A decisão de Paranaguá de manter a celebração carnavalesca ocorre em meio a desafios de saúde pública, destacando a determinação da cidade em preservar sua tradição festiva.

Agora, aqueles que ansiavam pelo carnaval terão que reconsiderar seus planos, com Paranaguá sendo uma opção apesar dos desafios enfrentados pela cidade. A notícia do cancelamento do carnaval em Morretes deixa um vazio na programação de festividades da região, mas a decisão reflete a realidade financeira que o município enfrenta devido à crise econômica.

Texto: Edye Venancio
Fotos: Erick Kasmiroski


Um natal magro para todos

Nos tempos áureos da Sociedade Algodoeira do Nordeste Brasileiro (Sanbra), sediada em Paranaguá, as celebrações de fim de ano eram marcadas por grandiosas festas e generosos presentes para os filhos dos empregados, simbolizando uma época de prosperidade e reconhecimento. Essas memórias, ainda vivas na mente dos moradores mais antigos da cidade, contrastam com o cenário atual.

As festividades realizadas na empresa eram esperadas no final de ano, hoje as comemorações nas empresas da cidade são mais modestas. O tradicional panetone, por exemplo, tornou-se um luxo mais acessível a todos os funcionários.

O sindicato dos arrumadores, conhecido no passado por distribuir cestas de Natal repletas a seus associados, hoje relembra com nostalgia esses tempos de abundância. As cestas, que eram um símbolo de gratidão e reconhecimento, agora são vistas como um eco de um passado mais próspero.

Apesar da crise econômica que assola o país, algumas empresas ainda se esforçam para manter a tradição de agradecer a seus funcionários no final do ano. No entanto, o cenário é de cautela, com muitas corporações usando a crise como justificativa para cortes de custos e limitações em aumentos salariais e benefícios. A situação atual levanta preocupações sobre o futuro das celebrações corporativas e o bem-estar dos trabalhadores em Paranaguá.


Texto: Edye Venancio

 


Marcello Richa é entrevistado na TVCi

Marcelo Richa, filho do governador do Paraná, Beto Richa, e atual presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná, foi entrevistado pelo jornalista Rafael Paes na TVCi. Representante da juventude do PSDB no estado, Marcelo abordou diversos temas, incluindo suas recentes visitas a municípios da região Centro-Sul do Paraná, onde participou de reuniões com prefeitos e lideranças locais para debater projetos e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento estrutural e social.

Durante a entrevista, Marcelo Richa enfatizou a importância da formação política: "Uma das coisas que mais senti falta enquanto líder jovem do partido foi essa formação política. As pessoas precisam entender melhor o papel dos vereadores, como funciona o sistema legislativo e executivo. O instituto tem essa missão difícil, mas estamos com um quadro técnico qualificado e boas ideias para seguir em frente."

Marcelo também destacou o crescimento das filiações ao PSDB, com mais de 15 mil novos filiados desde o início do ano, e a cooperação de mais de 100 prefeitos do estado com o governo estadual, em oposição às políticas do governo federal.

Sobre sua possível candidatura no próximo ano, Marcelo foi claro: "Em 2016, tenho um veto legal por ter um pai governador. Nos últimos 15 anos, ninguém da nossa família pôde buscar espaço público como candidato. Recebo muito incentivo, o que me deixa feliz, mas deixo o futuro nas mãos de Deus e sigo trabalhando com consciência e passo a passo."

Marcelo avaliou a atual gestão municipal, destacando a necessidade de medidas adequadas para enfrentar a crise econômica. Ele apontou a situação de Paranaguá como exemplo, enfatizando a importância de novas ideias e práticas políticas, especialmente incentivando a participação jovem.

Ele também mencionou os investimentos no Porto de Paranaguá, ressaltando o trabalho realizado pelo governador Beto Richa em melhorar a infraestrutura e reduzir filas no porto. Marcelo elogiou o trabalho do Superintendente da APPA, Luiz Henrique Dividino, e dos demais diretores.



Texto: Edye Venancio

Vídeo revela 20 anos de estagnação em Paranaguá: Uma cidade parada no tempo

A promessa de progresso e um futuro diferente para todos, repetida por políticos em palanques ao longo dos anos, não se concretizou em Paranaguá. A cidade, conhecida como "berço da civilização paranaense", permanece estagnada, como demonstram as imagens compartilhadas nas redes sociais. Passaram-se 20 anos e a realidade continua desalentadora.

Os cidadãos enfrentam a falta de empregos, uma educação de qualidade e profissionais qualificados, enquanto as oportunidades são escassas. Paralelamente, há uma abundância de cargos comissionados ocupados por apadrinhados políticos que pouco contribuem para a melhoria da cidade.

A indignação popular cresce com a percepção de que aqueles que trabalham arduamente não são reconhecidos, enquanto os que se beneficiam do favoritismo político são exaltados. As eleições se aproximam, e a comunidade se questiona se as mesmas cenas de promessas não cumpridas e desenvolvimento paralisado se repetirão no futuro. 

Vamos torcer para que a população escolha alguém que não entre mudo e saia calado nas sessões, que não seja mais um a fazer o que o prefeito manda sendo taxado de cachorrinho do prefeito.  



Texto; Edye Venancio
Vídeo: Whatsapp Paranaguá