Mostrando postagens com marcador DEUS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DEUS. Mostrar todas as postagens

Deus no controle: confiança no plano divino em momentos de incerteza

Ser de luz! No fim, quando tudo parecer incerto e as dúvidas surgirem, lembre-se: Deus está no controle de tudo. Cada momento, cada desafio, cada passo dado é uma parte do plano divino, orquestrado com perfeição. Nada acontece por acaso, e tudo o que é seu, por direito, ninguém pode tirar. Confie no processo, pois, mesmo nos momentos de silêncio, Deus está trabalhando nos bastidores, preparando o caminho para você alcançar o destino que Ele traçou. O melhor está por vir, e você está exatamente onde precisa estar. Tenha fé e siga com confiança, porque a vitória já está garantida. (mentebrilhantte)

Deus no controle: confiança no plano divino em momentos de incerteza

Quando a vida apresenta desafios e a incerteza parece prevalecer devido aos problemas e dificuldades, muitos buscam conforto na fé e na crença de que Deus está no controle. Eu acredito nessa força espiritual que nos guia, direciona e nos protege. Em cada momento, seja nas dificuldades ou nas conquistas, acredita-se que cada etapa faz parte de um plano maior, cuidadosamente orquestrado. Somos personagens de uma história já escrita. Nada acontece por acaso, e aquilo que pertence a cada um, por direito, permanece assegurado. Por mais que as coisas não deem certo em determinando momento, o que é da gente será e ponto final. Em tempos de silêncio e dúvida, a mensagem de fé destaca que Deus está trabalhando nos bastidores, preparando o caminho para um futuro promissor. A orientação é clara: confiar no processo e manter a fé, pois a vitória final já está garantida.

Texto: Edye Venancio

Compartilhe:

Jesus Cristo tem o poder sobre todas as coisas

 

Fonte: Bonecos de Deus

Compartilhe:

O traidor de Jesus foi condenado pela sua própria consciência

Jesus já esperava pelo momento em que seria traído e um beijo era o sinal tão aguardado por Ele e quando Judas se aproximou e o beijou, começaria ali o inferno do traidor.
As 30 moedas não significaram nada para aquele que se dizia amigo, mas que foi capaz de trair o seu mestre. O que matou Judas não foi aquela corda amarrada naquela árvore, foi a sua consciência. 
Deus nos deu o livre arbítrio, somos livres para fazermos todas as escolhas que quisermos, mas sempre haverá as consequências e seremos julgados sempre pela nossa consciência.

A pior dor do Judas foi ter que conviver com isso martelando em sua cabeça e as consequências vieram com o tempo.

Que jamais façamos o mal, praticar o bem faz bem para o coração e para a nossa consciência.


Texto: Edye Venancio
Imagem:  https://padrepauloricardo.org/episodios/por-uma-traicao-nos-veio-a-redencao   


Compartilhe:

O que é a Verdade?

Verdade: o que é?

A definição de “Verdade” é “o contrário de erro”. Verdade significa estar em harmonia com um fato. É correto. Verdade é ação, é quando a consciência humana concorda com o intelecto. A Verdade é “UMA”. Só pode haver uma verdade, Jo 17,17-23. Qualquer variação de uma verdade não é mais verdade, é erro.

A Verdade é uma pessoa. Jesus Cristo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, Jo 14,6. Quando DEUS criou cada um de nós, Ele escreveu Sua lei em nossos corações…”Os pagãos, que não têm a lei, fazendo naturalmente as coisas que são da lei, emboram não tenham a lei, a si mesmos servem de lei; ELES MOSTRAM QUE O OBJETO DA LEI ESTÁ GRAVADO NOS SEUS CORAÇÕES, DANDO-LHES TESTEMUNHO A SUA CONSCIÊNCIA, BEM COMO OS SEUS RACIOCÍNIOS, COM OS QUAIS SE ACUSAM OU SE ESCUSAM MUTUALMENTE.”, Rom 2,14-15. Leia também Heb 8,10 e Heb 10,16.

É a nossa consciência que examina essas leis. O “livre arbítrio”, que nos foi dado quando fomos criados, faz uma decição baseado no que a consciência está lhe dizendo, e o que o intelecto está afirmando. “Livre arbítrio” nos dá a abilidade de tomar as decisões certas ou erradas aos olhos de DEUS. DEUS fez as leis e, repetidamente, nos instruiu a fazer o que é correto, e nos advertiu contra fazer o mal. Se não tivéssemos livre arbítrio, não haveria necessidade de instruções e advertências. DEUS poderia simplesmente nos mandar fazer a Sua vontade e nós não teríamos como nos opôr. Usando o livre arbítrio, decidimos qual curso de ação será tomada para cada incidente individual com o qual nos deparamos na vida. Usando o livre arbítrio, cada um decide por si mesmo onde passará a eternidade..

DEUS não manda ninguém para o inferno. Nós mandamos a nós mesmos, através das decisões que fazemos nesta vida. Em acréscimo às leis de DEUS escritas em nossos corações, DEUS também infundiu uma fome e um desejo inato de procurá-Lo. Como DEUS é a “Verdade”, este desejo inato é o de procurar a “verdade” em todas as coisas. Quando procuramos a verdade e a encontramos, então encontramos DEUS.

Isto nos leva ao propósito deste arquivo. A fim de encontrar a verdade, nós temos que fazer testes. Temos a obrigação de questionar se estamos no processo de entrar pelo larga porta da perdição ou a porta estreita da salvação. “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida E RAROS SÃO OS QUE O ENCONTRAM.”, Mat 7,13-14. Estes versículos dizem claramente que a maioria de nós está no largo caminho da destruição. Você não quer estar no caminho estreito que leva ao Céu?

A fim de se assegurar de que está no caminho certo, você tem que fazer testes. Você é obrigado a verificar todas as opções, examiná-las com o intelecto e fazer com que elas concordem com a consciência. Satanás sabe muito bem se disfarçar e nos enganar, a fim de que acreditemos que algo parece verdade enquanto, na realidade, é erro. . Leia Is 5,20: “Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas”. Ele é o responsável por tantos que caminharem pelo caminho largo. Ele está constantemente lhe dizendo que você está no caminho estreito quando, de fato, ele já te colocou no caminho largo, a super rodovia para os seus domínios.

Nós não devemos nos acomodar e aceitar que temos a verdade sem pô-la a prova constantemente. Se você se acomoda e se recusa a testar, existe a chance de que esteja no caminho largo, conforme Mat 7,13-14 está tentando lhe dizer…

Mas como testamos a verdade? Já lhe dei a resposta no primeiro parágrafo. Você deve procurar pelo erro, você tem que ver se a verdade se ajusta ao fato.


POR BÍBLIA CATÓLICA EM 18 DE JULHO DE 2008 EM OUTROS

Por Bob Stanley

Tradução: n/c

Fonte: http://www.veritatis.com.br

Compartilhe:

A quaresma na mensagem Papal - Um tempo privilegiado

A quaresma é um tempo privilegiado, para cada cristão assim como para toda a igreja, para realizar a verdade: realizar a verdade encontrando e reencontrando o essencial da vida cristã e libertando-se do «excesso» que «vem do Maligno» (Mateus 5, 37); realizar a verdade purificando o próprio falar da falsidade; realizar a verdade descobrindo entre o dizer e o fazer, entre palavra e ação, ambas chamadas a obedecer ao grande mandamento do amor ao próximo. O Papa Francisco na mensagem para a quaresma indica os elementos fundamentais para aquele realizar a verdade que é vital para alcançar a conversão: a escuta da palavra profética, o conhecimento da misericórdia de Deus, e portanto o «fazer misericórdia».

Sempre para o cristão no princípio é a escuta, assim como para Deus «no princípio é o Verbo» (cf. João 1, 1). Por conseguinte, toda a vida cristã está sob a primazia da escuta e exige uma escuta orante, obediente, efectiva. Os profetas da antiga aliança afirmaram que «a escuta obediente é melhor que o sacrifício» (1 Samuel, 15, 22), porque abre ao conhecimento do Deus vivo, faz nascer a confiança num Deus confiável, gera amor por ele e pela sua vontade. Quando o crente na escuta inicia o próprio caminho de conhecimento do Senhor, conhece em primeiro lugar a sua misericórdia, sentimento de um pai (chesed) com vísceras de misericórdia (rechem-rachamim), amor visceral sempre fiel que nunca esmorece, inclusive quando o crente ou a comunidade cristã no seu conjunto chegam a contradizer o amor de Deus até romper a aliança. Sim, o comportamento misericordioso de Deus para com o pecador não é justiça retributiva nem meritocrática, mas é o desejo de que o pecador não morra mas viva, se converta e viva a comunhão com o seu Senhor (cf. Ezequiel, 18, 23; 33, 11).
Este conhecimento do amor misericordioso de Deus foi-nos dado plenamente por Jesus, o Filho que nos narrou Deus (exeghésato, João 1, 18); ele que, crucificado, quis ser «incluído entre os pecadores» (Isaías 53, 12; Lucas 22, 37), como sempre tinha vivido, alcançando-os na sua distância. Por esta razão, Paulo com maravilha e por experiência pessoal poderá anunciar: «Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós» e «quando éramos ainda inimigos, fomos reconciliados com Deus» (Romanos 5, 8.10). É esta a misericórdia de Deus por nós que devemos conhecer e experimentar, para nos tornarmos nós mesmos homens e mulheres de misericórdia em relação aos outros.

Assim, o Papa Francisco recorda-nos que devemos «fazer misericórdia» ao nosso próximo com ações concretas e quotidianas. Assim como o samaritano «fez misericórdia» (Lucas 10, 37), também nós somos chamados a fazer no dia-a-dia, na história, porque ao nosso lado há sempre um pobre concreto: faminto, desnutrido, em fuga, estrangeiro, descartado, esquecido, último... A nossa consciência humana, instruída pela palavra de Deus, deve aprender a ver, a «discernir o pobre» (cf. Salmos 41, 2), para se sentir responsável e encarregar-se de ações que sejam de libertação, alívio, consolação dos males que afligem os pobres. Ações ou obras de misericórdia para com os corpos e as vidas psíquicas e espirituais dos outros, que são sempre corpo e espírito intimamente unidos. 
Todavia, para o Papa – não o esqueçamos – os pobres não são apenas os primeiros destinatários da nossa caridade, mas são uma cátedra magisterial, porque podem ensinar-nos o que não sabemos, ou seja, aquela «sabedoria da cruz» (cf. 1 Coríntio 1, 17-18) que quem não é pobre ignora. Aliás, no centro da história, segundo a visão apocalítica de João, está o cordeiro inocente, degolado mas vencedor sobre a morte (cf. Apocalipse 5, 7-14; 7, 17), emblema de cada vítima, de cada perseguido, de cada justo não reconhecido. Os pobres são – não deixa de afirmar o Papa Francisco – a carne de Cristo, são a sarça ardente em que Deus está presente e perante as quais é necessário inclinar-se (cf. Êxodo 3, 1-6).

Mas é significativo que entre os pobres o Papa nos convida a colocar também os ricos: porquê? Em primeiro lugar porque mais cedo ou mais tarde na vida se entra a fazer parte da categoria dos pobres, por causa da doença, velhice, isolamento, desgraças da vida. E também porque o rico, não sabendo reconhecer que é pobre, de facto é mais miserável que os pobres. O rico que não vê o irmão necessitado, é um cego; se não escuta o grito dos pobres, é um surdo; se não sabe compartilhar o que tem, está destinado a uma solidão desesperadora. Que os ricos saibam: o pobre que encontram é alguém que os chama à conversão, é alguém que passa a mendigar a conversão, é um verdadeiro mestre que nos “dá um sinal”, que nos indica uma via de salvação. Moisés, os profetas e sobretudo o Evangelho continuam constantemente a admoestar: “Reconduzi-nos a vós, Senhor; e voltaremos” (Lamentações 5, 21)»

Enzo Bianchi
Compartilhe:

Deus ou a tecnologia?

Vemos de forma bastante lamentável o comportamento de jovens, crianças e até adultos diante dos avanços tecnológicos. Há muita procura de forma desenfreada por objetos que proporcionam uma certa comodidade e facilidade na vida; com tanta modernidade nas comunicações com o advento do celular e do computador, o contato físico e interpessoal ficou relegado a um segundo plano, senão ao esquecimento total. Quase não há mais diálogo entre as famílias e quando se reúnem, o que reina é o mundo tecnológico e se alguém puxa uma conversa, o aficcionado em jogos ou bate papo cibernético, vai logo dizendo: “Não me interrompa. Não está vendo que estou no wathsapp?” A antiga prática de conversar entre as pessoas está esquecida e não há mais lugar para se trocar ideias entre os membros da família, como nos velhos tempos em que pai e mãe sentavam na mesa e trocavam palavras de sabedoria e ensinamento profundo, e os filhos saiam cheios de conhecimento para o mundo.

Ficou distante o respeito por aqueles que geraram a vida, pois nem sequer os filhos lembram de abraçar os pais e dizer-lhes uma palavra de afeto e gratidão. Hoje o que impera é a ânsia pelos recados do wathsapp ou facebook; parece que nada mais tem valor do que esses recursos.
É bem verdade que precisamos nos adequar à modernidade, mas nunca nos envolver a ponto de esquecermos que somos humanos e não dependemos de máquinas para a nossa salvação, pois como filhos de Deus necessitamos d’Ele para desfrutar dos bens que a vida nos oferece. Devemos fazer das coisas boas uma ponte para a nossa santificação e nunca para a condenação eterna.

É preciso, antes de tudo, buscar a Deus.
No livro do profeta Isaías, capítulo 55, versículos 6 e 7, lemos: “Procurem a Javé enquanto Ele se deixa encontrar; chamem por Ele enquanto está perto. Que o ímpio deixe o seu caminho e o homem maldoso mude os seus projetos.
Cada um volte para Javé e Ele terá compaixão; volte para o nosso Deus, pois Ele perdoa com generosidade.
Que todas essas maravilhas proporcionadas pela bondade divina não nos impeçam de alcançar o Reino de Deus.
Dependemos d’Ele e não da tecnologia. Deixemos esses benefícios em segundo plano e façamos o que agrada o Senhor. Ou preferimos Deus ou tecnologia?

Texto: Clarício Araújo
Foto:oquevocetememmente
Compartilhe:

Família, lugar de perdão (Papa Francisco)

"Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas. Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física , emocional e espiritualmente. É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença".

Foto:diocesedeassis.org

Fonte: www.fecomvirtudes.com.br  (Pe Paulo)
Compartilhe:

Postagens recentes

Definition List