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População do Brasil passa de 211,7 milhões de habitantes, estima IBGE

O Diário Oficial da União publica, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.

As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado,

 Os estados mais populosos são: São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666) e Rio de Janeiro (17.366.189).

O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).

 A tabela completa, por estado, pode ser conferida no Diário Oficial.

 

*Colaborou Vitor Abdala, do Rio de Janeiro

Por Agência Brasil* - Brasília

© Tânia Rêgo/Agência Brasil

11,1 milhões de pessoas desempregadas num Brasil quebrado

O país vive uma das suas piores crises e o número de desempregado chegou a 10,9% só no mês de março, dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 29 de abril, ou seja, são mais de 11,1 milhões de pessoas sem uma ocupação, sem a sua carteira assinada. Dados como esse assusta principalmente quando vemos um país rico como o nosso, mal administrado, quebrado, cercado de corrupção, escândalos e perdendo investidores. Sem investimento não há mão de obra e sem isso não há produção, consumo e exportação. Quem acaba sendo atingido logo de cara é o trabalhador que perde o seu emprego e quem acaba sofrendo é a sua família que depende daquele dinheirinho no final do mês. Quem está empregado hoje tem mais é que agradecer à Deus e continuar rezando, acreditando que as coisas serão melhores em breve, que essa crise passará logo, que os empregadores reconheçam o trabalho prestado pelos seus funcionários e lhes ofereçam um salário digno para que eles possam tentar sobreviver num país onde quem tem muito quer mais e quem deseja uma vida melhor tenta sobreviver com migalhas.

Foto e texto: Edye Venancio 




Desemprego sobe a 8,3% no segundo trimestre, o maior desde 2012, diz IBGE

O desemprego no Brasil subiu a 8,3% no segundo trimestre de 2015, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) . Ele é maior tanto na comparação com o primeiro trimestre de 2015 (7,9%), quanto com o segundo trimestre de 2014 (6,8%), e é a maior taxa da série histórica, que começou em 2012. 
O número de desempregados foi estimado em 8,4 milhões de pessoas, subindo 5,3% em relação ao primeiro trimestre de 2015 e 23,5% na comparação com o segundo trimestre de 2014. A população com trabalho foi estimada em 92,2 milhões, ficando estável nas duas comparações, segundo o instituto.
Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua e foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (25). Ela leva em conta dados de 211.344 domicílios particulares permanentes distribuídos em cerca de 3.500 municípios.
O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Em um ano, desemprego subiu em todas as regiões

No segundo trimestre de 2015, frente ao mesmo período de 2014, o desemprego cresceu em todas as regiões: Norte (de 7,2% para 8,5%), Nordeste (de 8,8% para 10,3%), Sudeste (de 6,9% para 8,3%), Sul (de 4,1% para 5,5%) e Centro-Oeste (de 5,6% para 7,4%).
Entre os Estados, mais o Distrito Federal, Bahia teve a maior taxa (12,7%) e Santa Catarina, a menor (3,9%).

Número de carteiras e renda ficaram estáveis

Segundo o IBGE, 78,1% dos empregados no setor privado têm carteira de trabalho assinada. O rendimento médio real (ajustado pela inflação) do trabalhador foi estimado em R$ 1.882.
Esses dados permaneceram estáveis nas comparações anual e mensal, de acordo com o instituto.

Em outra pesquisa, desemprego subiu a 7,5% em julho

Além da Pnad Contínua, o IBGE divulga a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), com dados mensais do mercado de trabalho. Ela é baseada em seis regiões metropolitanas do Brasil: Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Na última, com o resultado de julho e divulgada na semana passada, o desemprego subiu a 7,5%, o maior para o mês em seis anos.

Julho teve corte de vagas

Na semana passada, o Ministério do Trabalho divulgou que o mês de julho tevecorte de 157.905 vagas com carteira de trabalho assinada, o pior julho desde 1992.
No ano, de janeiro a julho, o Brasil perdeu 494.386 empregos com carteira assinada, segundo o Ministério.
Fonte: uol
Foto: Apenas para ilustrar a matéria