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Vice-prefeita Fabiana Parro compartilha história de superação com alunos do Instituto Estadual de Educação

Em alusão ao mês dedicado às mulheres, encontro promoveu diálogo sobre prevenção, autocuidado e a importância de fazer escolhas saudáveis. 
Em referência ao mês dedicado às mulheres, o Instituto Estadual de Educação Dr. Caetano Munhoz Rocha, recebeu no auditório Instituto Superior do Litoral do Paraná (Isulpar), na tarde desta quinta-feira (23) a vice-prefeita de Paranaguá, Fabiana Parro, para um bate-papo inspirador com os alunos da instituição. 
O encontro contou ainda com a presença da diretora-geral Rosemary Liberatto, dos vereadores Welington dos Santos Frandji e Halleson Ricardo Stieglitz, além de secretários municipais, representantes das secretarias, estudantes e educadores. 

Durante a conversa, Fabiana compartilhou sua história de vida marcada por força, esperança e superação, ressaltando a importância das escolhas diárias para a manutenção da saúde. 
“Eu entendo que é assim que a gente vai conseguir trabalhar a prevenção. O exame é para diagnóstico, não para prevenção. Quando a gente fala de câncer, estamos falando de uma sociedade cada vez mais adoecida. Falar com os jovens é essencial para que entendam que, muitas vezes, as doenças vêm das escolhas que fazemos todos os dias”, destacou a vice-prefeita. 

Fabiana também reforçou que o Outubro Rosa deve ser lembrado durante todo o ano, como um lembrete contínuo de amor-próprio e cuidado com o corpo e a mente. 
“Não adianta fazer exame apenas em outubro. A gente precisa se olhar, se cuidar e se amar todos os dias do ano”, completou. 
O vereador Halleson Ricardo Stieglitz destacou a relevância do encontro pela conscientização que ele promoveu entre os jovens. 

“Foi um momento muito importante de informação e inspiração. A história da Fabiana mostra a força da mulher e o quanto é essencial falar sobre prevenção. As doenças não escolhem classe social, todos precisamos estar informados para termos uma sociedade mais saudável”, afirmou. 

Já o vereador Welington dos Santos Frandji reforçou o valor da conversa para despertar reflexões entre os estudantes.
“A Fabiana tem uma trajetória linda de superação e resiliência. Compartilhar sua vivência é inspirador e reforça a importância do autocuidado e da conscientização. Precisamos valorizar a vida e refletir sobre nossas escolhas diárias”, comentou. 

Para a estudante Alice Maciel Figueira, de 15 anos, o relato da vice-prefeita foi um exemplo de força e empatia. “A gente vê como ela ficou mais forte e como isso mudou a vida dela e de tanta gente. O câncer fez com que ela enxergasse outras pessoas que passam pela mesma situação e mostrasse que é possível ajudar quem precisa”, relatou a aluna. 

O encontro emocionou os participantes e reforçou o papel da educação como ferramenta de conscientização e transformação social, especialmente quando se trata de temas relacionados à saúde e valorização da vida.

Senado aprova medida provisória que beneficia pacientes de câncer

O Senado aprovou hoje (9) a Medida Provisória (MP) que obriga planos de saúde a cobrirem tratamento oral contra o câncer. A MP já havia passado pela Câmara e perderia a validade amanhã (10), se não tivesse sido votada. Agora, segue para a Câmara para uma reanálise. Isso ocorre porque os senadores alteraram trechos do texto.

 

A MP 1.067/2021 incorpora às coberturas obrigatórias de planos a oferta de tratamentos antineoplásicos domiciliares de uso oral, incluindo medicamentos para o controle de efeitos adversos relacionados ao tratamento. Ela foi editada pelo governo em resposta a um projeto de lei do Senado com o mesmo tema. A manutenção do veto presidencial ao projeto ontem, na sessão do Congresso, teve, inclusive, como argumento a existência dessa MP.

 

O texto da MP aprovado pelo Senado diz que a cobertura do tratamento é obrigatória caso as medicações já tenham aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) terá 120 dias para inclui-lo no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. É possível ainda uma prorrogação por mais 60 dias. Os processos referentes a tratamentos orais de câncer deverão ser priorizados pela ANS.

 

Para os demais tratamentos, o prazo é de 180 dias, prorrogável por mais 90. Em todos os casos, se a ANS não se manifestar dentro do prazo, o tratamento será automaticamente incluído no Rol de Procedimentos até a decisão definitiva.

 

De acordo com a MP, os medicamentos orais contra o câncer devem ser fornecidos ao paciente ou a seu representante legal em dez dias após a prescrição médica. O provimento poderá ser fracionado por ciclo de tratamento. Será obrigatório comprovar que o paciente ou seu representante legal recebeu as devidas orientações sobre o uso, a conservação e o eventual descarte do medicamento.

 

A Câmara precisa aprovar a MP até amanhã (10). Caso isso não ocorra, ela perderá a validade.


Por Marcelo Brandão* - Repórter da Agência Brasil – Brasília

© Merck & Co Inc/REUTERS/Direitos reservados


Câmara aprova projeto que disciplina uso da "pílula do câncer"

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (8) o Projeto de Lei 4.639/16, que autoriza a produção e o uso da fosfoetanolamina sintética aos pacientes com câncer. O projeto permite que a chamada pílula do câncer tenha a sua liberação para uso mesmo antes de concluídas as pesquisas voltadas para seu registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto, assinado por 25 parlamentares de diversas legendas, seguirá agora para o Senado Federal.

A fosfoetanolamina ganhou um grande destaque, a nível nacional, no final do ano passado em função de seu possível potencial de utilização no combate ao câncer. Segundo a justificativa do projeto, “pesquisadores vinculados ao Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), conseguiram desenvolver uma via de síntese laboratorial dessa substância naturalmente encontrada no corpo humano e passaram a distribuir o produto da síntese para doentes que não mais dispunham de alternativas terapêuticas eficazes contra os cânceres”.

De acordo com os autores do projeto, a substância acabou representando uma esperança  para pessoas com câncer, por ser uma alternativa ao tratamento convencional, melhorando a qualidade de vida, ou até chegando à cura.

O texto estabelece que pacientes diagnosticados com neoplasia maligna poderão, por livre escolha, fazer uso da fosfoetanolamina sintética, desde que um laudo médico comprove o diagnóstico e que o paciente ou seu representante legal assine um termo de consentimento e responsabilidade. A opção pelo uso voluntário da substância não exclui o direito de acesso a outras modalidades terapêuticas.

Durante audiências públicas na Comissão de Seguridade Social e Família sobre o tema, houveram relatos de que a substância se mostrou muito promissora ao apresentar “efeitos antitumorais em testes in vitro e em animais de laboratório”. Entretanto, não existem, até o momento, estudos científicos que comprovem a eficácia e a segurança no uso dessa substância, necessários ao seu reconhecimento como medicamento.
A votação do projeto mobilizou deputados da base aliada e da oposição que aprovaram por unanimidade o texto em função da sua relevância para os estudos e pesquisas da substância no tratamento do câncer. A oposição, que desde sexta-feira (4) vinha prometendo obstruir todas as votações na Câmara até a decisão sobre o impeachment, voltou atrás para apoiar a aprovação da matéria.


Fonte: Iolando Lourenço e Luciano Nascimento - Agência Brasil
Fotos: http://s2.glbimg.com/http://jornalggn.com.br/

Câncer, AIDS, gripe H1N1, vírus Ebola, Dengue, Zika e a Chikungunya: quem está ganhando com isso?

Pense comigo...

Posso até estar errado, falando bobagem, mas não é estranho que de uns anos para cá aparecerem tantas doenças como câncer, AIDS, gripe H1N1, vírus Ebola, dengue, zika e a Chikungunya?

A cada dia são investidos bilhões pelos governos de vários países para se combater essas doenças, ganham os cientistas, laboratórios, hospitais, médicos e farmacêuticos, mas quem perde somos  nós a população mundial que somos cobaias e escravos desse sistema que visa apenas o lucro.

Creio que não é viável para quem fabrica drogas colocar umas no mercado que acabem com essas doenças, o que se vê é que tudo é para amenizar o problema e a cada dia vende-se mais vacinas, herbicidas, pesticidas, repelentes etc.

Ninguém pensa em ter pessoas com saúde no mundo, pensa-se apenas em faturar com a desgraça dos outros, com essas inúmeras doenças que a cada dia mata mais e mais pessoas.

O que interessa para a indústria farmacêuticas e multimilionárias é ganhar mais e mais com as doenças que assombram a população mundial.

Texto: Edye Venancio

Foto: chef.bbci.co.uk