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Ilha dos Valadares: ruas recebendo apenas bica corrida

Moradores da Ilha dos Valadares têm enfrentado, por anos, dificuldades causadas pela lama nas ruas. Nos últimos meses, uma solução paliativa ganhou destaque na região: o uso de pedrinhas, que ajudaram a amenizar a situação em alguns locais. No entanto, muitos consideram a medida insuficiente e aguardam o tão esperado calçamento das vias.

O calçamento chegou a beneficiar algumas ruas, como a Rua 44, apelidada de “Rua Forest Gump” – uma referência às várias histórias de pessoas que alegam ter contribuído para as melhorias. Outro exemplo é a Rua das Testemunhas de Jeová, onde os avanços só ocorreram após a moradora Jurema Ferreira acionar o Ministério Público.

Apesar desses avanços pontuais, a incerteza sobre o futuro permanece. Não há garantia de que todas as ruas da ilha serão calçadas, e a chegada de um novo período eleitoral traz preocupações entre os moradores. Muitos acreditam que promessas de melhorias podem ser usadas como plataforma política, com candidatos reivindicando ações que nem sempre são de sua autoria.

Os eleitores locais esperam que o próximo representante eleito priorize ações que realmente impactem o bem-estar da comunidade, como calçamento e manilhamento das ruas. Eles alertam para a importância de não acreditar cegamente nas promessas de campanha e se manterem bem informados.

Ilha dos Valadares, Paranaguá, calçamento, ruas, lama, melhorias urbanas, ano eleitoral, Ministério Público, comunidade, eleições, infraestrutura, Jurema Ferreira


Texto: Edye Venancio
Fotos: Maurício Assunção


São Pinóquio

"Quem vive a verdade todas as noite dorme em paz e durante o dia permanece com o coração da mesma forma"

Essa minha frase tem tudo a ver com aquela pessoa que busca diariamente um mundo melhor, cercada de pessoas de bem, de amigos verdadeiros. 

Dizem que o pai da mentira é o diabo, se ele é o pai, quem mente é o quê? Muitos ainda não levaram em conta que vale à pena ser verdadeiro numa sociedade cercada de pessoas que idolatram aqueles que nada fazem pelo bem delas, que vivem mentindo que vão melhorar a vida das pessoas e só pensam no seu bolso. 

Não vou generalizar, mas há muitos políticos assim, basta assistir aos noticiários para ver os inúmeros escândalos de corrupção, desvio de dinheiro público, do nosso dinheiro, políticos votando contra o povo e dizendo amém a quem comanda a cidade, o estado, o país. Quem faz isso, nunca respeitou o voto que recebeu, jamais irá representar a população carente de tudo, muitos só querem é sair nas fotos, nas obras que outros fazem, aparecer na mídia como quem muito faz.

Não é à toa que muitos são chamados de Pinóquio, Forest Gump etc. Há muitas pessoas que vivem aplaudindo essas pessoas, se ajoelhando e pedindo a benção. Tenho certeza que se o Vaticano der brecha, muitos irão encaminhar o seu currículo (cheio de inverdades) para disputar o posto de santo, no caso São Pinóquio.

Pinóquio
A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano- novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril. Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão - o chamado calendário gregoriano - em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior - apelidados de "bobos de abril" - presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.(mundoestranho.abril)

Foto:fotografia.sarasantos/naomordamaca
Texto: Edye Venancio