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Governador assina concessão da área para movimentação de veículos no Porto de Paranaguá

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta terça-feira (18), em Brasília (DF), ao lado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o contrato de concessão da área destinada à movimentação de veículos no Porto de Paranaguá. A empresa Ascensus Gestão e Participações passa a administrar o terminal pelos próximos 25 anos. Estão previstos R$ 22 milhões de investimentos, com a geração de emprego e renda no litoral paranaense. A solenidade ocorreu no Ministério da Infraestrutura.

A área foi arrematada por R$ 25 milhões, em dezembro de 2020, em pregão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Foi o primeiro leilão realizado pelo Paraná, primeiro estado do País a receber autonomia para administrar os contratos de exploração de áreas, em agosto de 2019.

“É um momento de muito orgulho para todos do Paraná a assinatura deste contrato. O leilão foi um sucesso, com ágio acima do esperado pelo mercado. Vai permitir que o Porto de Paranaguá siga avançando, ampliando a capacidade de exportação”, destacou Ratinho Junior. “Desenvolvimento do terminal que só vem ocorrendo graças ao apoio integral do Ministério da Infraestrutura”.

O governador lembrou que o planejamento do complexo portuário prevê investimentos de mais de R$ 920 milhões nos próximos anos. O principal deles, citou, é o chamado Moegão Leste. O projeto prevê unificar a recepção de cargas ferroviárias. Em vez de precisar desmembrar a composição e descarregar em dez terminais diferentes (1 público e 9 privados) como é feito atualmente, todo o material será deixado em um ponto fixo. De lá, por esteiras transportadoras, é encaminhado ao respectivo terminal. O investimento é de R$ 450 milhões, com recursos do Governo do Estado. A previsão é que a licitação do projeto ocorra no segundo semestre deste ano.

Ratinho Junior também destacou que está em execução o projeto básico da remodelação do Corredor de Exportação (Correx), com um novo sistema integrado. “Projetos que vão ampliar consideravelmente a capacidade de carga e descarga, transformando o Porto de Paranaguá no maior corredor de exportação de grãos do mundo”, disse.

ESTRUTURA – A concessão contempla o terminal PAR12, como é chamada a área greenfield (ou seja, limpa, sem qualquer construção), está localizada na retaguarda do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), em área adjacente ao terminal arrendado à Volkswagen. São 74,1 mil metros quadrados de área e capacidade estática para quatro mil veículos e armazenagem anual de 120 mil veículos.

Para atender as montadoras instaladas no Paraná e também em outros pontos do País, a Ascensus vai investir em implantação de equipamentos e edificações a serem utilizados na movimentação e armazenagem de cargas Roll-on/Roll-off (automóveis de passeio, veículos comerciais leves, utilitários, caminhões, ônibus, tratores e outras cargas). Ao fim dos 25 anos de contrato, o que foi investido ficará com o Porto de Paranaguá.

As cargas Roll-on/Roll-of são caracterizadas por embarcar e desembarcar nos navios pelos seus próprios meios, sem necessitar de equipamentos para carregamento. Nesta modalidade, a demanda estimada em Paranaguá vai de 287 mil a 461 mil veículos/ano entre 2021 e 2045.

“O Porto de Paranaguá está cada vez maior e mais importante para o Paraná e o País, à altura da potência e relevância do Estado, que merece e terá uma grande logística e infraestrutura”, afirmou o ministro da Infraestrutura.

 

NOVOS LEILÕES – No ano passado, além do leilão da PAR12, o contrato de concessão da área PAR01 (localizada no cais do Porto de Paranaguá) foi assinado com a Klabin, que vai investir cerca de R$ 130 milhões em um terminal para movimentação de celulose, na área primária.

Outras cinco áreas ainda estão disponíveis para novos arrendamentos no porto paranaense. Duas delas, um terminal de líquidos (PAR50) e um de carga geral (PAR32) já tiveram as audiências públicas realizadas e devem ser leiloados ainda este ano. As outras três áreas – PAR09, PAR14 e PAR15 – destinadas à movimentação de granéis sólidos de exportação já estão em estudo, com expectativa de abertura da consulta no segundo semestre deste ano.

Com os novos arrendamentos, a expectativa é ultrapassar R$ 1,3 bilhão em investimentos privados e aumentar ainda mais a competitividade e a movimentação dos Portos do Paraná. “O Porto de Paranaguá está na vanguarda na busca por soluções, graças a um trabalho exemplar de todos do Governo do Estado”, disse o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Eduardo Nery.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade os secretários Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) e Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento); o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia; o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves; o coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Estado do Paraná, Luiz Henrique Fagundes; o assessor especial do Ministério da Infraestrutura, Marcos Felix; o chefe da Assessoria de Assuntos Parlamentares, Elias Brito; a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa; a secretária Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier; a secretária de Apoio ao Licenciamento Ambiental e à Desapropriação, Rose Hofmann; e o secretário de Parcerias em Transportes, Thiago Caldeira.

 

 Fonte: AEN/Portos do Paraná

 Fotos: Jonathan Campos














Covid-19: voo com carga de máscaras cirúrgicas chega ao Brasil

Desde o dia 6 de maio, o país já recebeu cerca de 221 milhões de máscaras cirúrgicas e do tipo N95 de um total de 240 milhões de unidades adquiridas pelo Ministério da Saúde.

O avião foi fretado pelo Ministério da Infraestrutura, que vai contratar mais de 40 voos para transportar ps volumes para os destinos finais. A carga de 7,942 milhões de máscaras cirúrgicas de três camadas foi transportada em aeronave de passageiros Boeing-777, que aterrissou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

O Ministério da Infraestrutura é responsável pela operação especial para trazer da China as 960 toneladas de máscaras cirúrgicas e N95 compradas pelo Ministério da Saúde. Para auxiliar no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, o ministério desenvolveu um plano de logística e distribuição, em apoio ao Ministério da Saúde e aos governos estaduais e municipais.

“O plano nacional abrange ações para viabilizar a chegada do material importado, articulação com órgãos governamentais que atuam nos aeroportos para prioridade no desembaraço aduaneiro e apoio na distribuição dos equipamentos nos estados”, diz a pasta da Infraestrutura em nota.

 

Fonte: Agência Brasil

Divulgação/Latam


Porto de Paranaguá reforça medidas para prevenir Covid-19

Com o avanço da Covid-19 em todo o Brasil, a empresa Portos do Paraná reforçou os procedimentos adotados no combate à doença. A Ordem de Serviço 165, publicada nesta sexta-feira (26), traz alterações, principalmente nos procedimentos relativos aos funcionários e trabalhadores portuários. 


As mudanças atendem, entre outras, as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde, Ministério da Infraestrutura, Ministério Público e Governo do Paraná. “Temos um comitê multidisciplinar que acompanha o cenário local e avalia, constantemente, quais medidas precisam ser adotadas. Nossa preocupação principal é com a saúde de todos os colaboradores”, explica o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia.


Além do uso obrigatório de máscaras, o documento reforça a proibição de contato físico entre os funcionários e o respeito da distância mínima de um metro entre eles. A aferição de temperatura será mantida na entrada de todos os prédios da administração portuária e as estações de trabalho devem ser higienizadas antes e depois da jornada. Os equipamentos compartilhados, como mouse, teclado e telefone, por exemplo, deverão ser cobertos com filme plástico, trocado depois do uso. 

As reuniões presenciais continuam suspensas, assim como as viagens nacionais e internacionais, treinamentos, auditorias e visitas técnicas. Funcionários com mais de 60 anos e integrantes do grupo de risco serão mantidos em trabalho remoto.


DEFINIÇÕES - A nova Ordem de Serviço determina os procedimentos de afastamento e trabalho remoto, de acordo com quatro situações: 

Caso confirmado: Trabalhador que teve resultado confirmado de Covid-19 em exames laboratoriais ou que tenha síndrome gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), para a qual não foi possível a investigação laboratorial específica. Nestes casos, o funcionário deve ser afastado conforme a orientação médica e informar, imediatamente, a chefia e a Seção de Assistência Médica e Social (Seames).


Caso suspeito: Trabalhador que ainda não tenha confirmação por exame laboratorial, mas apresenta quadro respiratório agudo com sintomas como febre, tosse, dor de garganta, coriza e falta de ar, entre outros. O funcionário será afastado por 14 dias e deve fazer o exame indicado pelo médico, informando chefia e a Seames no prazo de 48 horas.

O retorno às atividades presenciais pode ocorrer antes do período determinado, quando o exame laboratorial descartar o coronavírus e o trabalhador estiver sem sintomas por mais de 72 horas.


Constatante de caso confirmado: Trabalhador sem sintomas, que teve contato com alguém com teste positivo para a Covid-19 no período de transmissão do vírus e nas seguintes situações: contato por mais de 15 minutos, a menos de um metro de distância; compartilhar o mesmo transporte, ficando a menos de um metro de distância do indivíduo contaminado durante o trajeto; compartilhar o mesmo ambiente domiciliar.

Aqueles que se enquadrem devem informar a chefia imediata e a Seames. O funcionário será afastado por 14 dias, contados a partir do último dia de contato com o caso confirmado. As atividades serão mantidas em trabalho remoto. O funcionário deverá, ainda, assinar declaração de contato com caso confirmado da Covid-19.

Contatante de caso suspeito: Trabalhador sem sintomas, que teve contato com alguém suspeito de Covid-19 no período de transmissão do vírus e nas mesmas situações previstas acima.

O funcionário não precisa ser afastado, mas deve comunicar a situação e monitorar qualquer alteração de saúde, além de assinar declaração de contato com caso suspeito.

EMPRESAS - As empresas terceirizadas, prestadores de serviços e usuários que atuam nas áreas sob gestão da Portos do Paraná deverão seguir as mesmas determinações estabelecidas na Ordem de Serviço 165.

Todo e qualquer caso positivo em seus quadros de funcionários deve ser imediatamente reportado para a autoridade portuária. A não comunicação implicará nas medidas administrativas cabíveis.









Fonte: Portos do Paraná