De Bagé ao estrelato na CNT, comentarista construiu trajetória com estilo irreverente e bordões inesquecíveis
Quem esteve em Paranaguá nesta sexta-feira (5) foi Fernando Gomes, profissional de comunicaçãohttps://blogedyevenancio.blogspot.com/2025/09/fernando-gomes-voz-que-marcou-o.html. Cumprindo a sua agenda, ele esteve no Palácio São José, sede da Prefeitura, visitando o prefeito Adriano Ramos. Eu e o repórter cinematográfico Wilson Leandro, fizemos questão de registrar esse momento.
"Foi muito bom rever esse profissional da comunicação, trabalhei com ele na TV Ci e aprendi muito", disse Wilson Leandro.
TRAJETÓRIA
Nascido em 1947, no interior do Rio Grande do Sul, Fernando Gomes — batizado ainda na infância como Abrilino — descobriu cedo sua paixão pelo futebol. De forma criativa, improvisava narrações com uma lata de talco presa a um barbante, até que aos 18 anos iniciou a carreira profissional como auxiliar de plantão na rádio Difusora de Bagé.
Seu nome artístico surgiu por acaso: ao gravar uma vinheta, houve um erro na pronúncia de seu nome, e ele passou a ser chamado de Fernando Gomes, denominação que adotaria para sempre.
Em 1970, mudou-se para Cascavel (PR), onde foi repórter da Rádio Colmeia e, no ano seguinte, da TV Tibagi. Poucos anos depois, atuou como assessor de imprensa e secretário-geral da Prefeitura de Cascavel, além de colaborar na fundação da TV Tarobá.
O reconhecimento nacional veio em 1982, quando Galvão Bueno o indicou para integrar a equipe da TV Bandeirantes. Embora a experiência tenha sido breve, consolidou sua presença no meio esportivo. Em 1985, retornou ao Paraná como comentarista da Rádio Clube de Curitiba e, posteriormente, assumiu lugar de destaque na Rede OM/CNT, tornando-se titular do programa Mesa Redonda a partir de 1992.
Com estilo marcante, linguagem popular e bordões inconfundíveis, Fernando Gomes eternizou frases que caíram no gosto do público paranaense, como “Minha planilha que não falha”, “No futebol já vi de tudo, só não vi gandula voar” e o famoso “Adeus tia Chica, que me voy e tu fica”.
A trajetória de Gomes vai além do microfone: ele se transformou em referência do jornalismo esportivo, deixando um legado que ultrapassa gerações.#FernandoGomes #JornalismoEsportivo #MesaRedonda #CNT #HistóriaDoFutebol #Paraná #Comunicação #RádioETV, Fernando Gomes, jornalismo esportivo, Mesa Redonda, CNT, história do futebol, Paraná, comunicação, rádio e Televisão
Texto: Jornalista Edye Venancio


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