A vinda de
artistas de nível nacional sempre gerou polêmica em Paranaguá. Neste ano, as
reclamações e dúvidas se repetem.
Para tirar dúvidas frequentes em grupos de whatsapp, no
facebook ou nos comentários, o prefeito Marcelo Roque foi convidado pela equipe
de jornalismo da Rádio Ilha do Mel FM.
“Agora nós estamos fazendo tudo dentro da legalidade. Fizemos
edital de chamamento para chamada de bandas locais, de locutores, assim como
com a empresa que fará contratação de shows na cidade”, explicou.
Paranaguá agora tem a lei 3.650 que garante a parceria com a
iniciativa privada. Trata-se de um termo de cooperação onde as empresas podem
doar bens e serviços sem ônus para o município.
Então a Prefeitura fez um novo edital de chamamento onde
foram definidas datas dos eventos e, em contrapartida a empresa que se
cadastrou, que ganhou, traz os shows para a cidade e ganha dinheiro com a venda
de espaço de publicidade. Todos os espaços de propaganda podem ser
comercializados pela própria empresa.
“Não sai nada dos cofres públicos. Município não tem dinheiro
para trazer cantor deste nível e eu jamais permitirei uma coisa dessas, usar dinheiro
público para pagar artistas de nível nacional. Mas o que foi feito, foi na
legalidade”, enfatizou o prefeito Marcelo Roque.
Além disso, a Prefeitura fiscaliza este convênio e os gastos.
Além disso, os boletos de pagamento do parque, das barracas e dos stands também
serão levantados e apresentados à imprensa local.
A Festa do Pescador, que deu origem à Festa da Tainha, chega
aos seus 40 anos com famílias das comunidades de pescadores cuidando do ponto
alto da festa que concentra-se na gastronomia com diferentes formas da tainha
ser degustada.
Ambulantes
Por questões de segurança, o Corpo de Bombeiros proibiu a
atuação de vendedores ambulantes na Praça Mário Roque durante a Festa da
Tainha. De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secultur), o
projeto contra incêndio determina condições de segurança. A Prefeitura de
Paranaguá (PMP) preocupada com o bom andamento do evento atendeu a ordem dos
Bombeiros.
A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsu) cedeu 15
barracas aos ambulantes. Com isto, eles poderão trabalhar com dentro dos
padrões de segurança. Os demais vendedores irão ser transferidos para novas
áreas ao redor da festa. Os ambulantes que insistirem em permanecer ou atuar
dentro da Praça de Eventos podem inclusive, perder suas mercadorias. Com a
intenção de evitar acidentes, a Semsu solicita a não comercialização de
garrafas de vidro.
A Semsu destaca que toda a arrecadação com relação à ocupação
de solo, será contabilizada. No passado, o pagamento pelo território era feito
de forma informal e comprometia a destinação do dinheiro público aos cofres do
município. Neste ano, a Semsu mantém total controle por meio de boletos
bancários emitidos aos permissionário.
Fonte: PMP

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