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Mais uma vitória: Decreto presidencial atualiza a regulamentação da profissão de radialista

O presidente Michel Temer assinou, nesta quarta-feira (04), o decreto que atualiza a regulamentação da profissão de radialista. A assinatura aconteceu na mesma solenidade de sanção da flexibilização do horário do programa A Voz do Brasil.

O decreto veio após ampla discussão sobre a necessidade de adequação das normas aplicadas aos profissionais da área. A legislação que regulamenta a profissão de radialista, de 1979. Apesar da evolução tecnológica das últimas décadas, as atividades desenvolvidas pelos radialistas não foram atualizadas.
O novo texto reduziu o quadro de funções de radialista, de acordo com a Lei 13.424/2017. Para a revisão do decreto foram considerados dois critérios: (i) as novas tecnologias, equipamentos e meios de informação e comunicação; (ii) as funções técnicas ou especializadas próprias das atividades de empresas de radiodifusão.
Para o diretor geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores, “além de corrigir distorções, a atualização das funções traz mais segurança jurídica aos contratos de trabalho entre as empresas de radiodifusão e os profissionais radialistas”.
De acordo com a FENAERT, em razão da desatualização, várias das funções listadas no antigo decreto já nem existem mais e outras estão defasadas em decorrência da multifuncionalidade trazida pelo avanço da tecnologia, além do que a antiga regulamentação recaía também sobre profissionais de outros setores que não são próprios ou exclusivos da radiodifusão.
“Fomos surpreendidos positivamente pela assinatura do decreto. Todos comemoraram mais esse avanço para a radiodifusão”, comentou a superintendente Ticiane Pfeiffer.
Assim que o decreto for publicado no Diário Oficial da União, a ABERT informará os seus associados sobre as novas funções e os desdobramentos para o setor.



Fonte: AERP

INSS não antecipará parcela do 13º de aposentados, pensionistas e segurados

Os mais de 30 milhões de aposentados, pensionistas e segurados do INSS em todo o país não vão receber antecipadamente a primeira parcela do décimo terceiro este ano. O Ministério da Fazenda confirmou nesta quarta-feira (1) que o governo interino do presidente Michel Temer não fez o provisionamento dos recursos para pagar a primeira parte na folha de agosto como ocorre há dez anos.

Segundo a Fazenda, o crédito antecipado não está previsto para ser feito. A liberação do pagamento depende de publicação de decreto presidencial, que também não está prevista a publicação, informou a pasta.
A antecipação da primeiro parcela do 13º salário do INSS resultou de acordo firmado em 2006 entre o então presidente Lula e entidades representativas dos aposentados e pensionistas. A partir daquele ano, o depósito da metade do abono passou a ser feito sempre juntamente com a folha do mês de agosto. O crédito ocorria até o começo de setembro.
No ano passado, porém, o dinheiro chegou com atraso. Depois de ameaçar não assinar o decreto conjunto com o Ministério da Previdência, o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, chegou a propor dividir o pagamento de 50% do décimo terceiro em duas parcelas.
Na época, os aposentados ameaçaram entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para cobrar o pagamento antecipado de metade do benefício na folha de agosto.
A informação do Ministério da Fazenda foi recebida com indignação e revolta pela categoria. Presidente da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio (Faaperj), Yedda Gaspar criticou a posição do governo de não antecipar a primeira parcela do 13º.

“Muitos serão prejudicados. Nós já contamos com a antecipação para aliviar nossas dívidas. O governo não pensa mesmo nos aposentados”, reclamou.
Fonte: Agencia Brasil

Eleições em Paranaguá. Edson Kersten ou Marquinhos Roque?

Paranaguá assim como os demais municípios de todo o país estão seguindo a cartilha do partido e o objetivo é um só, lançar candidato à prefeito. 

Na última sexta-feira (26) em Manaus, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro), se reuniu com lideranças nacionais e estaduais. Em viagem por vários estados, seu objetivo como líder do partido é unificar o discurso em torno da convenção nacional do PMDB que tem tudo para acontecer em março. "Vamos chegar em 2018 com candidatura própria e um programa para o país. É fundamental que os senhores pensem em candidatura a prefeito em todos os municípios do Amazonas. Tenho pregado isso em todo o país. É fundamental se quisermos governar em 2018, nós temos que ter maior número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores", isso foi parte do discurso de Michel Miguel EliasTemer Lulia (um advogado, doutor em Direito e político brasileiro, presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, e atual vice-presidente do Brasil no governo da presidente Dilma Rousseff)


Voltando o foco a cidade mãe do Paraná, aqui dançará conforme a música e o que se desenha é que o quadro político poderá ser esse em 2016, o atual prefeito Dr. Edson Kersten concorrendo a eleição e caso isso não aconteça surgiria um outro nome forte no partido que seria Marquinhos Roque hoje vereador e filho do saudoso Mário Roque vereador, prefeito e deputado estadual (ambos citados hoje como pré candidatos). 

Por enquanto tudo indefinido, ninguém fala abertamente sobre o assunto, nem PMDB local e muito menos os demais partidos que brigarão pela administração municipal neste ano, o que se sabe é que, tanto um como o outro será candidato. 

Enquanto isso não acontece surge a cada momento inúmeros nome de políticos da cidade que serão candidatos ao cargo de administrador municipal, mas como eu disse, apenas boatos. 

Em época de eleição pouco se fala, tudo se mantem em segredo para que os adversários não comecem a usar "os pauzinhos". A política em Paranaguá é como um jogo de xadrez, cada jogada é pensada, estudada, vence quem tiver a melhor estratégia.

Texto: Edye Venancio
Foto: PMP/clickgratis



TSE volta a julgar amanhã ação que pede impugnação de mandato de Dilma

Brasília - O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) volta a julgar nesta terça-feira, 25, uma das quatro ações na Corte que pedem a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer. Protocolada em janeiro pela Coligação Muda Brasil, cujo candidato era o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a ação foi retomada há cerca de dez dias e suspensa na sequência após um pedido de vista do ministro Luiz Fux.
Nesta terça-feira, os ministros voltam a discutir se um dos processos de investigação da campanha eleitoral da petista deve prosseguir na Corte. Inicialmente, o caso foi arquivado pela ministra Maria Thereza de Assis Moura. Para ela, a ação de impugnação de mandato proposta pelos tucanos se baseava em "ilações" e acusações "genéricas". No último dia 13, contudo, os ministros Gilmar Mendes e João Otávio de Noronha votaram a favor da continuidade do processo.
O PSDB acusa a chapa Dilma-Temer de usar estruturas públicas para promover a campanha, aponta abuso de poder econômico ao listar gastos acima do limite previsto e afirma que propinas oriundas do esquema de corrupção na Petrobras podem ter sido misturadas às doações oficiais. No voto pela abertura da investigação, o ministro Gilmar Mendes afirmou que é preciso esclarecer se houve lavagem de dinheiro de propina no esquema da Petrobras por meio de doação eleitoral.
Amanhã, os ministros podem discutir a possibilidade de reunir as quatro ações que, no limite, podem gerar a cassação de mandato da presidente em uma só. A hipótese já foi inicialmente debatida pelo plenário do TSE antes do pedido de vista do ministro Luiz Fux. Além das quatro ações, a Corte Eleitoral analisa ainda a prestação de contas de campanha da presidente Dilma. Na última sexta-feira, 21, o ministro Gilmar Mendes, relator da prestação de contas da petista, pediu a abertura de investigação de suposta prática de atos ilícitos. Em despacho encaminhado à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal, Mendes indica "potencial relevância criminal" na campanha petista.
Fonte: uol