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Descanse em paz Virceu!

 



Morador da Vila do Almeida era conhecido pelo jeito irreverente, pelas brincadeiras e pelas frases que arrancavam risadas. Sua presença em vídeos nas redes sociais conquistou amigos e admiradores.

Morador da Vila do Almeida, em Guaraqueçaba, no Litoral do Paraná, Vilceu, carinhosamente conhecido como “Virceu”, deixou como marca a alegria e o bom humor que compartilhava com todos ao seu redor.

Conhecido pelo jeito irreverente, pelas brincadeiras e por suas frases que chamavam a atenção, Virceu era presença frequente em vídeos publicados nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde seu jeito único de levar alegria conquistou muitas pessoas.

Para quem deseja conhecer ou relembrar alguns desses momentos, os vídeos podem ser conferidos no perfil do TikTok de Edye Venancio https://www.tiktok.com/@edyevenancio?_r=1&_t=ZS-99GPc6iqAQj

Neste momento de despedida, ficam as lembranças de uma pessoa que fez do bom humor uma forma de aproximar e alegrar quem estava ao seu redor.

Descanse em paz, Virceu. Aos familiares e amigos, nossos sentimentos e solidariedade neste momento de dor.

Quem quiser conferir os seus vídeos é só clicar no link https://www.tiktok.com/@edyevenancio?_r=1&_t=ZS-99GPc6iqAQj.


Texto: Jornalista Edye Venancio 

Descanse em paz senhor Genísio

Aos 77 anos, ex-funcionário aposentado da Prefeitura, santista apaixonado e figura muito querida da comunidade, Genísio deixa lembranças de alegria, respeito e convivência simples que marcaram gerações na Ilha dos Valadares.


A Ilha dos Valadares amanheceu de luto com a notícia do falecimento de Genísio da Silva, aos 77 anos, morador do bairro 7 de Setembro. Conhecido pelo carisma e pela alegria, Genísio 
era ex-funcionário aposentado da Prefeitura de Paranaguá e um apaixonado torcedor do Santos Futebol Clube.

Figura muito querida na comunidade, era presença constante nas ruas da ilha, quase sempre visto caminhando de mãos dadas com a esposa em direção ao centro da cidade. Brincalhão, comunicativo e respeitoso, Genísio cultivava amizades por onde passava e mantinha um relacionamento próximo com vizinhos e conhecidos.

Ficam as lembranças das brincadeiras na rua, do carinho compartilhado e do respeito que sempre marcou sua convivência com todos. A comunidade se despede de um homem simples, alegre e que deixou sua marca na história cotidiana da Ilha dos Valadares.

Descanse em paz, santista.

Texto: Jornalista Edye Venancio

Escadaria da Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes em Paranaguá

A antiga escadaria que conduzia à capela original da Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes permanece como símbolo das lembranças de infância e da evolução espiritual da comunidade parnanguara

A escadaria que outrora levava à modesta capela da igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, em Paranaguá, continua firme em seu lugar, embora os sinais do tempo sejam visíveis em sua estrutura. Para muitos moradores, especialmente os que cresceram na região, ela representa mais do que degraus de pedra — é um portal para memórias afetivas e espirituais.

"Quando criança, aquelas escadas pareciam imensas. Usávamos a mureta lateral como escorregador; era a nossa diversão", relembra um dos moradores e responsável por esse texto..

A devoção à Nossa Senhora dos Navegantes na Ilha dos Valadares teve início na década de 1950, com a chegada da imagem da santa vinda da Ilha do Mel. As orações eram realizadas nas residências dos moradores até que, em 1952, foi construída a primeira capela para abrigar a imagem.

Com o passar dos anos, a fé da comunidade cresceu, resultando na construção de uma nova igreja. Em 1998, durante a oitava novena de Nossa Senhora dos Navegantes, a paróquia foi oficialmente estabelecida, e o Padre Francisco Carlos Ferreira da Costa foi nomeado administrador da Área Pastoral.

Hoje, a Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes é um ponto de encontro para fiéis de diversas cidades, atraídos pela acolhida calorosa dos moradores e pela vibrante vida paroquial. Eventos como a missa de Adoração, realizada no primeiro domingo de cada mês, reúnem centenas de devotos, muitos vindos de outras regiões.

A escadaria, embora não conserve a mesma aparência de décadas atrás, permanece como testemunha silenciosa das transformações da paróquia e das histórias vividas por gerações de fiéis.

Foto: Clarício Araújo

 Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, Paranaguá, Ilha dos Valadares, escadaria, memória, fé, história, comunidade, devoção, missa de Adoração

Texto: Jornalista Edye Venancio​

Descanse em paz Melquiades Mendes da Costa

 

Aos 84 anos, o senhor Melquiades deixa saudades entre familiares e amigos em Guaraqueçaba 


Recebi com tristeza a notícia do falecimento do senhor Melquiades Mendes da Costa, aos 84 anos, morador da Vila do Almeida, em Guaraqueçaba-PR. Pescador aposentado, seu Melquiades era conhecido pela humildade e pelo carinho com que tratava todos ao seu redor.

Seu legado vai além da pesca: ele deixa lembranças marcantes e um sentimento de gratidão entre aqueles que conviveram com ele. Neste momento de dor, quero registrar aqui meus mais sinceros sentimentos à família, que enfrenta essa perda irreparável.

Que Deus conforte o coração de todos e que o senhor Melquiades descanse em paz.

23 de julho de 2019 
Vista que fiz com o Padre Eliel Venancio a Vila do Almeida




Texto: Jornalista Edye Venancio



Descanse em Paz Zé Antônio

A comunidade de Ilha Rasa, localizada em Guaraqueçaba-PR, amanheceu em luto pela triste notícia do falecimento do senhor José Antônio Bento. Residente muito querido na região, José Antônio deixou uma marca na vida daqueles que o conheceram.

Seu falecimento deixa um vazio entre os moradores da ilha, que o recordarão com carinho e saudade. José Antônio era uma figura conhecida em sua comunidade e nas outras comunidades que fazem parte do município de Guaraqueçaba .

Neste momento de dor, expresso os meus sentimentos à família enlutada de José Antônio. Que encontrem conforto e paz para enfrentar esta perda tão significativa.

Descanse em paz, José Antônio. Sua memória continuará viva entre aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

 

Texto: Edye Venancio

Algumas postagens no facebook


É difícil expressar alguma coisa nesse momento tio nossas brincadeiras nossas risadas quando eu brincava com a sua careca quando nosso Corinthians ganhava nossa viagem lá para Ariri e hoje o Senhor nos deixou fica em um legado de saudades de bons momentos juntos em família rogamos a Deus pelos familiares enlutados em especial meus primos Valdir Paulo Sérgio edemir e Júlio César e Cristiane e o machinho todos os familiares enlutados netos sobrinhos primos amigos fica aqui nossa gratidão e nossa solidariedade aos enlutados a nós enlutados amigos e familiares que convivemos com o senhor durante seus 76 anos de vida então descanse em paz Antônio que Deus receba em seus braços de amor






Abandono do Campo do Rocio na Ilha dos Valadares gera tristeza e indignação na comunidade

Ilha dos Valadares, Bairro 7 de Setembro – O Campo do Rocio, outrora um espaço vibrante para a prática do futebol, está em estado de abandono e degradação, conforme constatado em visita recente. Crescendo nas proximidades, muitos moradores, incluindo este repórter, tiveram suas primeiras experiências futebolísticas neste campo. No entanto, o atual estado do local é motivo de decepção e tristeza.

 

Situação do Campo

O campo apresenta uma trave corroída pela ferrugem, lixo espalhado, fezes de cavalos, além de objetos abandonados como fogões e sofás. O abandono é evidente, e a falta de manutenção e cuidados por parte daqueles que se dizem representantes da comunidade insulana, preocupa os moradores da região.

 

Depoimentos da Comunidade

O senhor Félix, morador vizinho ao campo, expressou sua tristeza com a situação: "Fico triste de ver isso, falta um pouco de consciência de quem joga lixo nesse local. É o único lugar para as crianças baterem uma bola. Tenho os meus netos e pelo que vejo chegará um dia que eles não terão a chance que muitos já tiveram de jogar aqui".

Ezequiel Venancio "Maér", outro morador, ex-presidente do time da vila e ex-jogador do campo, também manifestou sua insatisfação: "É lamentável ver o estado desse campo onde joguei bola, você jogou e outros tantos jogaram. Está aí esquecido, abandonado e pelo que vejo ninguém fará nada para recuperá-lo. Agora me diga aonde as crianças da vila irão jogar bola no futuro? É uma pena que o único local de lazer esteja nessas condições".

 

Memórias de Grandes Jogadores

O campo foi palco de jogos memoráveis, com jogadores que marcaram época, como Paulo Mikimba, Alceu Chapolin, Nelson, Fábio Cabeção (todos já falecidos) e outros que ainda são lembrados, como Netinho, Ezequiel, Adilson Risadinha, Ednaldo Uru, Juninho Baby, Emerson baixinho, Robson Sabino, Erivelto, Eliezer, Juninho, Marcinho, entre outros.

Luiz Carlos Alves Rodrigues, conhecido como "Chicão", é uma lenda viva do Rocio. Aos quase 50 anos, Chicão é lembrado pelos títulos conquistados e pelo talento demonstrado em campo. Sobre a situação atual, ele comentou: "Os jogadores mais velhos esqueceram daquela praça de esporte e os mais novos não têm interesse nenhum em resgatá-la. Contar com as autoridades para isso está fora de cogitação. A única maneira de salvar o campo é a união de todos, atletas e a comunidade, num grande mutirão de limpeza e conservação".

 

Apelo à Revitalização

A comunidade clama por uma revitalização urgente do Campo do Rocio. Sonha-se com um campo protegido por telas, novas traves e gramado sintético, para que futuras gerações possam desfrutar do esporte e do lazer em um espaço digno.

O Campo do Rocio, assim como outros espaços esportivos na Ilha dos Valadares, necessita de atenção e cuidados. A revitalização desses locais é essencial para preservar a história e proporcionar um ambiente saudável para os jovens.












Fotos e texto: Edye Venancio