O
Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá bateu mais um recorde . Desta vez
foi o de embarque de grãos num período de 24 horas pelo Corredor de Exportação.
Ao todo, foram embarcadas 134.057 toneladas de milho e farelo de soja nos três
berços do corredor. A marca foi atingida na quarta-feira (16).
O
carregamento supera em 18,7% o recorde anterior, alcançado em agosto de 2014,
quando foram embarcadas no corredor de exportação 112.900 toneladas de grãos no
intervalo de 24 horas.
O
resultado comprova o aumento de produtividade do Porto de Paranaguá no
escoamento de grãos, após investimentos públicos que totalizam cerca de R$600
milhões. “Tivemos muitos dias de chuva na última semana. Bastou que tivéssemos
uma janela de tempo bom para que voltássemos a carregar com agilidade máxima no
corredor de exportação”, afirma o diretor-presidente da Administração dos
Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
DETALHES
- Os navios que contribuíram para o recorde carregaram das 16hs do dia 15 de agosto
até as 16hs do dia 16 de agosto. No berço 212 estava atracado o navio Star
Nina, vindo da Índia com destino à Holanda, e que carregou em 24h 40.384
toneladas de farelo de soja. No berço 213, o navio Three Star – vindo da Índia
com destino a Singapura – carregou 44.764 toneladas de milho. Já no berço 214,
o navio Ssi Excellent – vindo da África do Sul com destino ao Japão – carregou
48.908 toneladas de milho.
INVESTIMENTOS
- O Porto de Paranaguá recebeu, desde 2011, o maior pacote de investimentos da
sua história. Foram R$ 624 milhões em obras que deram mais agilidade e
aumentaram a produtividade do porto. Prova disso é que inúmeros recordes foram
batidos nos últimos anos. No primeiro semestre de 2017, por exemplo, foi
registrada a maior movimentação da história do Porto em um período de seis
meses: 25 milhões de toneladas operadas.
Além
da expansão nos granéis sólidos, o Porto registrou os maiores volumes de
movimentação de cargas gerais (veículos, equipamentos agrícolas, peças
industriais) e granéis líquidos em sua história neste mesmo período. Entre
os investimentos estão obras de repotenciamento, reformas do cais, troca de
equipamentos, campanhas de dragagem e novos processos automatizados que dão mais agilidade e
segurança nas operações.
Fonte: APPA

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