Confira o número de casos confirmados nos bairros de Paranaguá
http://www.paranagua.pr.gov.br/downloads/boletins/Boletim%20CORONAV%C3%8DRUS%2007-08%20-2020.pdf
Fonte: PMP
Edye Venancio — notícias de Paranaguá e do Litoral do Paraná, política, cultura, eventos, comunidade, entretenimento e informação
Confira o número de casos confirmados nos bairros de Paranaguá
http://www.paranagua.pr.gov.br/downloads/boletins/Boletim%20CORONAV%C3%8DRUS%2007-08%20-2020.pdf
Fonte: PMP
Nos últimos dias, moradores da Ilha dos Valadares usaram as redes sociais para reclamar que foram furtados. 
A Secretaria
de Estado da Saúde divulgou nesta sexta-feira (7), 1.615 novas confirmações e
45 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 87.915
diagnósticos positivos e 2.244 mil mortes em decorrência da doença. Há ajustes
nos casos confirmados detalhados ao final do texto.
INTERNADOS – 1.099 pacientes com diagnóstico
confirmado de Covid-19 estão internados nesta sexta-feira (7). 839 estão em
leitos SUS (401 em UTI e 438 em leitos clínicos/enfermaria) e 260 em leitos da
rede particular (102 em UTI e 158 em leitos clínicos/enfermaria).
Há outros 1.013 pacientes internados, 481 em leitos
UTI e 532 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em
leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de
infecção pelo vírus Sars-CoV-2.
ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de
45 pacientes, todos estavam internados. São 23 mulheres e 22 homens, com idades
que variam de 18 a 93 anos. Quatro óbitos ocorreram em julho e os outros 41
pacientes faleceram entre os dias 1º e 7 de agosto. Os pacientes residiam em:
Curitiba (13), Almirante Tamandaré (3), Colombo (3), Pinhais (3), São José dos
Pinhais (3), Ivaiporã (2), Piraquara (2) e um caso confirmado em cada município
a seguir: Antonina, Arapongas, Bandeirantes, Cambará, Campina Grande do Sul, Chopinzinho,
Coronel Vivida, Foz do Iguaçu, Itambé, Londrina, Maringá, Ouro Verde do Oeste,
Palmeira, Piraí do Sul, Rio Branco do Sul e Santa Mariana.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra
984 casos de residentes de fora. 26 pessoas foram a óbito.
AJUSTES:
Alteração de município:
Um caso confirmado no dia 31/7 em Curitiba foi
transferido para Urussanga/SC. Um caso confirmado no dia 2/8 em Palmas foi
transferido para Mangueirinha. Três casos confirmados no dia 13/7 em Cascavel
foram transferidos para Palotina. Um caso confirmado no dia 9/7 em Cascavel foi
transferido para Corbélia. Um caso confirmado no dia 12/7 em Cascavel foi
transferido para Chopinzinho. Um caso confirmado no dia 10/7 em Cascavel foi
transferido para Corbélia. Um caso confirmado no dia 18/6 em Santa Tereza do
Oeste foi transferido para Corbélia. Um caso confirmado no dia 13/7 em Cascavel
foi transferido para Toledo. Um caso confirmado no dia 21/7 em Cascavel foi
transferido para Paulo Afonso/BA. Um caso confirmado no dia 21/7 em Cascavel
foi transferido para Campina da Lagoa. Um caso confirmado no dia 22/7 em
Cascavel foi transferido para Diamante do Oeste. Um caso confirmado no dia 24/7
em Curitiba foi transferido para Pinhais. Um óbito confirmado no dia 4/8 em
Curitiba foi transferido para Pinhais.
Exclusões:
Um caso confirmado no dia 31/7 em Curitiba foi
excluído por duplicidade de notificação.
Um óbito, de uma mulher de 84 anos, confirmado no
dia 28/7 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação.
Confira o informe completo clicando aquii.
O presidente
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, apresentou nesta
quarta-feira (5), em entrevista coletiva virtual, os dados oficiais e
estatísticas do eleitorado brasileiro que vai escolher prefeitos e vereadores
nas eleições municipais deste ano. Estão aptas a votar em novembro mais de
147,9 milhões de pessoas.
Os números não
levam em conta os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, onde
não há eleições municipais, e os brasileiros residentes no exterior, que só votam
nas eleições gerais. No total, o Brasil tem 150,5 milhões de eleitores. É a
quarta democracia do mundo, atrás apenas da Índia, dos Estados Unidos e da
Indonésia, destaca Barroso.
O prazo para o cadastramento eleitoral e regularização do título de eleitor terminou em 6 de maio. Quem está em situação irregular não poderá votar.
Os números mostram que houve evolução de 2,66% do eleitorado em relação às últimas eleições municipais (2016), quando 144 milhões de pessoas estavam aptas a votar. O maior crescimento do eleitorado foi no Amazonas, com aumento de 7,88%, e no Tocantins, que teve pequena redução (0,17%) no número de votantes.
São Paulo,
cidade com a maior população do país, representa o município com maior
eleitorado, com 8,9 milhões de pessoas. Já o município com o menor eleitorado é
Araguainha, em Mato Grosso, com 1.001 eleitores. Também fica em Mato Grosso o
município de Boa Esperança do Norte, que realizará eleições para escolher
prefeito e vereadores pela primeira vez.
Gênero e
pessoas com deficiência
A maioria do eleitorado é formada por mulheres, que representam 52,49% do total, somando 77,6 milhões. Os homens somam 70,2 milhões de eleitores, sendo 47,48% do total. De acordo com o ministro Barroso, esses dados justificam e legitimam as ações adotadas tanto pelo Congresso Nacional quanto pelo TSE e pelo Supremo Tribunal Federal de reserva de vagas e de orçamento para candidaturas femininas.
Desde 2018, a Justiça Eleitoral passou a permitir o uso do nome social no título de eleitor e, nestas eleições, 9.985 pessoas usarão esse direito no documento.
Entre os
eleitores com algum grau de deficiência, houve aumento de 93,58% no alistamento
para participar do pleito. Enquanto em 2016 os eleitores com deficiência eram
598, 3 mil, neste ano, 1,1 milhão declararam necessitar de algum tipo de
atendimento especial. A avaliação de Barroso é que não houve aumento de pessoas
com deficiência, mas sim um maior o número de pessoas que se autodeclararam com
essa característica.
Grau de
instrução e faixa etária
De acordo com o presidente do TSE, os dados sobre faixa etária comprovam um certo envelhecimento da população brasileira. E, em relação ao grau de instrução, mostram os problemas quando identificam uma grande número de pessoas com ensino fundamental e médio incompletos e um número insuficiente de pessoas com ensino superior. “É um quadro que fornece uma boa fotografia da educação no Brasil e um bom ponto de partida para muitas reflexões das dificuldades em matéria de educação”, disse.
No Brasil, o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 69 anos e facultativo a partir dos 16 anos e acima dos 70 anos. Existem 133,3 milhões de eleitores com voto obrigatório e outros 14,4 milhões cujo voto é facultativo. Entre os eleitores com voto obrigatório, a maior parte está na faixa etária de 35 a 59 anos, sendo 67 milhões no total. Já os eleitores jovens, na faixa etária de 18 a 24 anos, somam 19 milhões de cidadãos.
Entre o eleitorado com voto facultativo, existem 65, 5 mil idosos com mais de 100 anos que estão com as obrigações eleitorais em dia e poderão ir às urnas em novembro.
Sobre o grau de instrução, as estatísticas do TSE mostram que 6,5 milhões de eleitores são analfabetos; 11,5 milhões apenas leem e escrevem; 35,7 milhões têm o ensino fundamental incompleto; 9,8 milhões, o fundamental completo; 22,9 milhões, ensino médio incompleto; 37,6 milhões, o médio completo; 7,7 milhões, ensino superior incompleto; e 15,8 milhões não completaram a graduação.
Os dados completos do eleitorado e comparativos com outras eleições estarão disponíveis na página de estatísticas do TSE a partir de sexta-feira (7).
Neste ano, a expectativa do TSE é que 700 mil candidatos concorram aos cargos nas câmaras e prefeituras municipais.
A campanha
eleitoral tem início em 26 de setembro e a propagando no rádio e na televisão,
em 9 de outubro.
Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil –
Brasília
© Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Organismos internacionais recomendam a criação de pacotes de assistência financeira para a implementação de planos de contingência e recuperação dos provedores de água e esgoto no Brasil. De acordo com dados apresentados na nota técnica O Papel Fundamental do Saneamento e da Promoção da Higiene na Resposta à Covid-19 no Brasil, divulgada hoje (5), essas empresas chegaram a perder 70% das receitas nas primeiras semanas de pandemia do novo coronavírus.
Atualmente, em 94% das cidades brasileiras o serviço de saneamento é prestado por empresas estatais. As empresas privadas administram o serviço em apenas 6% das cidades.
De acordo com a nota técnica, elaborada pelo Banco
Mundial, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pelo Instituto
Internacional de Águas de Estocolmo (Siwi), a perda de receita se deu pelo
“rápido aumento de suas responsabilidades, deixando pouco espaço para que
preservem os padrões dos serviços prestados à população”.
As organizações internacionais ressaltam que é necessário, no Brasil, maior comprometimento político para oferecer apoio ao setor de saneamento em todos os níveis de governo, além de recursos financeiros adicionais. Esse setor, segundo a nota, é importante tanto para combater os efeitos imediatos da pandemia, quanto a médio e longo prazo, para superar os impactos da crise.
“O que o governo e a sociedade civil podem fazer é
ter coordenação institucional para apoiar financeiramente as empresas, para que
não continuem em um caminho até a insustentabilidade financeira, porque isso
vai trazer muitos problemas em médio prazo”, diz o economista sênior da Área de
Água, Região América Latina e Caribe do Banco Mundial, Christian Borja-Vega.
Segundo ele, não é possível estimar de quanto deve ser ser essa ajuda, uma vez
que as condições do setor mudam rapidamente.
Segundo o documento, o apoio às concessionárias “pode ser condicionado a metas de desempenho tangíveis, transparentes, verificáveis que estejam sob o controle das próprias prestadoras”.
Nova lei
No mês passado, o governo sancionou o Marco Legal
do Saneamento Básico, que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto
até 2033 e viabiliza a injeção de mais investimentos privados nos serviços de
saneamento. A nova lei também criou o Comitê Interministerial de Saneamento
Básico, que será presidido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, para
assegurar a implementação da política. A pasta deverá elaborar o novo Plano
Nacional de Saneamento Básico, com as ações necessárias para atingir os
objetivos e as metas do novo marco.
O atual plano visa a ampliar a cobertura e atingir 99% de acesso ao abastecimento de água e 92% à rede de esgotos até 2033. A nota técnica diz que, para isso, ainda é necessário financiamento adequado. O plano estima que o Brasil precisaria de investimentos de cerca de R$ 26 bilhões ao ano, nos próximos 13 anos. “No entanto, nas últimas duas décadas, o país investiu apenas R$ 12 bilhões por ano, menos da metade do necessário. Além disso, o investimento é desigual e se concentra principalmente nas regiões Sudeste e Sul”, diz o texto.
Falta de acesso
De acordo com dados do Programa Conjunto de
Monitoramento da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef para saneamento
e higiene, 15 milhões de brasileiros residentes em áreas urbanas não têm acesso
à água gerenciada de forma segura. Em áreas rurais, 25 milhões não têm acesso a
um nível básico de oferta desses serviços, e 2,3 milhões usam fontes de água
não seguras para consumo humano e para realizar sua higiene pessoal e
doméstica. Mais de 100 milhões de pessoas não têm acesso ao esgotamento
sanitário seguro.
“A falta de acesso é especialmente acentuada nos segmentos de baixa renda, nas aldeias indígenas e nas periferias urbanas, assentamentos informais e favelas, onde vivem aproximadamente 13 milhões de brasileiros”, diz a nota. Por isso, a recomendação das organizações internacionais é que haja políticas públicas voltadas para soluções e pacotes financeiros aos grupos mais pobres, vulneráveis e marginalizados, “para garantir seu acesso a serviços seguros e acessíveis de saneamento nos níveis domiciliar e comunitário”.
Escolas e hospitais
O estudo destaca ainda as condições de saneamento
básico nas escolas e nos hospitais do país. Segundo estimativas do Programa
Conjunto de Monitoramento, 39% das escolas no Brasil não dispõem de estrutura
básica para lavagem das mãos. Há grandes disparidades entre as diversas regiões
do país e também entre as redes de ensino pública e privada. Essas chegam a ter
mais que o dobro da cobertura das escolas públicas para esses serviços.
“É urgente reabrir as escolas, mas isso tem que acontecer de forma segura, o que inclui o acesso ao saneamento”, diz a chefe do Território de Amazônia do Unicef, Anyoli Sanabria. “Água e saneamento básico são condições chave para voltar com as crianças às escolas”, acrescenta.
No que diz respeito aos serviços de saúde, em 2017, 74,5% dos estabelecimentos de saúde, excluindo os hospitais, dispunham de serviços limitados de esgotamento sanitário e 1,3% não tinha acesso a nenhum serviço. Os organismos recomendam “atenção constante ao mapeamento e tratamento das lacunas de acesso a serviços de água, esgoto e higiene em estabelecimentos de saúde, de forma a evitar a propagação da doença nesses locais”.
De acordo com o estudo, esse deve ser um foco importante para a coordenação estadual e municipal, que deve se sustentar em políticas e estratégias federais.
A lavagem frequente e adequada das mãos com água e
sabão é considerada uma das medidas mais importantes para a prevenção e o
controle da infecção pelo novo coronavírus. Por isso, e para evitar outras
doenças, o acesso contínuo, a qualidade dos serviços de água e esgoto e a
higiene devem ser garantidos à população, de acordo com as organizações internacionais.
Por Mariana
Tokarnia - Repórter da Agência Brasil -
Rio de Janeiro

O Presidente da Câmara de Vereadores de Guaraqueçaba Alcendino Ferreira Barbosa, esteve recentemente (29), em visita ao Comando Geral da Polícia Militar do Paraná, que fica localizado na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no bairro Rebouças, em Curitiba, para tratar de assuntos relacionados a segurança naquele município.
Dentre os assuntos em pauta estavam a possibilidade de levar módulos policiais para as Ilha de Superagui e Tagaçaba, assim como outros assuntos relacionados a segurança daquele município.
Ficamos na torcida para que isso venha a acontecer
beneficiando os guaraqueçabanos.
Texto: Edye Venancio
Professores e funcionários de mais de 35 distritos escolares dos Estados Unidos (EUA) fizeram protestos nessa segunda-feira (3) contra os planos de retomada de aulas presenciais, enquanto os casos de covid-19 aumentam em várias partes do país.
Os manifestantes, que fizeram carreatas levando cartazes e com mensagens pintadas em seus veículos, exigem que as escolas não retomem as aulas em agosto e setembro, até que dados científicos justifiquem tais medidas.
Os profissionais de educação querem que os distritos esperem até que entrem em vigor protocolos como salas de aulas com menos alunos e a realização de mais testes, além de que escolas sejam equipadas com número adequado de coordenadores e enfermeiras, segundo um site construído para representar as manifestações.
No Twitter, a Associação de Educadores e Professores de Milwaukee mostrou manifestantes com falsas sepulturas que diziam "Aqui jaz um estudante da terceira série de Green Bay que pegou covid na escola" e "Descanse em paz, vovó. Pegou covid ajudando seus netos com o dever de casa".
As mortes por covid-19 nos Estados Unidos cresceram pela quarta semana consecutiva, para mais de 8.500 pessoas nos sete dias até 2 de agosto, enquanto o número de novos casos caiu pela segunda semana consecutiva.
Mais de 155 mil pessoas já morreram por complicações ligadas à doença nos Estados Unidos, o maior número entre todos os países do mundo. Os casos subiram semana após semana em 20 estados, incluindo Missouri, Montana e Oklahoma.
Os professores
também estão pedindo ajuda financeira para pais em necessidade, incluindo
assistência para pagamentos hipotecários e aluguel, uma suspensão das ordens de
despejos e fechamentos e pagamento de auxílio em dinheiro.
Por © Reuters/Direitos Reservados
Brendan O'Brien - Repórter da Reuters – CHICAGO
Em Paranaguá, de acordo com o decreto n.º 2.109, as academias de musculação, pilates e dança, poderão realizar as suas atividades a partir desta segunda-feira (3), respeitando todas as medidas de prevenção. Esses espaços ficarão a disposição dos seus frequentadores das 6h às 22h e terão que manter 30% de sua capacidade máxima, incluindo a utilização de álcool em gel.
Todos os dias
o cidadão brasileiro acompanha pela imprensa a publicação de reportagens sobre
as atividades desempenhadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e a
Advocacia-Geral da União (AGU). Algumas pessoas chegam a confundir as
atribuições dos dois órgãos, que têm funções diferentes. A procuradoria é o
principal órgão do Ministério Público brasileiro e a AGU pertence ao Poder
Executivo federal. Descrição:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1312814&o=nodeDescrição:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1312814&o=node
A AGU foi criada pela Constituição de 1988 como um dos órgãos essenciais para o funcionamento da Judiciário. Ela representa o governo federal na Justiça e na esfera administrativa, além de prestar consultoria e assessoramento jurídico ao presidente da República.
Embora os representantes legais da AGU também sejam chamados de procuradores, a atividade desses profissionais não tem relação com o trabalho dos procuradores do Ministério Público. Os procuradores do órgão atuam em favor da União em matérias tributárias, nas autarquias e fundações e no Banco Central.
A advocacia pública também não se confunde com o trabalho da Defensoria Pública, que atua em favor de quem não pode pagar pelos serviços de advogados particulares.
No entanto, a AGU atua indiretamente a favor do cidadão, defendendo na Justiça ações para garantir a continuidade de políticas públicas nas áreas da saúde, educação e na manutenção de programas sociais.
Na última semana, por exemplo, o órgão garantiu a continuidade do pagamento de auxílio aos afetados pelo rompimento da Barragem do Fundão em Mariana (MG), em 2015.
O advogado-geral da União, chefe do órgão, é
nomeado pelo presidente da República. Atualmente, quem ocupa o cargo é José
Levi do Amaral Júnior.
PGR
A Procuradoria-Geral da Republica é o principal órgão de cúpula do Ministério Público brasileiro, composto pelas esferas estadual, federal, militar e do trabalho. A instituição tem a função constitucional de defender os direitos sociais e individuais, a ordem jurídica e o regime democrático do país.
A PGR atua somente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), nas áreas criminal, ambiental e cível, entre outras.
Na parte criminal, por exemplo, a PGR pode abrir inquérito contra investigados no STF e no STJ, pedir prisões e quebras de sigilo telefônico, além de denunciar os acusados aos tribunais.
O atual chefe da PGR é Augusto Aras. A investidura
no cargo é feita a partir da nomeação pelo presidente da República e deve
contar com a aprovação do plenário do Senado.
Por André Richter - Repórter da Agência Brasil - Brasília

O Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a pandemia da covid-19 irá durar muito tempo e, por isso, é necessário continuar os esforços para a sua contenção em todo o mundo. Segundo dados oficiais da OMS, a doença já provocou 675.060 mortos e infectou quase 17,4 milhões de pessoas em todo o mundo.
O grupo de cientistas, que se reuniu por videoconferência, avaliou a evolução da pandemia de covid-19, tendo em conta toda a informação científica que surgiu sobre o novo coronavírus nos últimos três meses, data da última reunião.O Comité de Emergência da OMS é composto por 18 cientistas de vários países.
"A pandemia é uma crise sanitária que ocorre uma vez em cada século e os seus efeitos serão sentidos nas décadas seguintes”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Comité, segundo um comunicado da organização.
O responsável fez também um balanço do que tem acontecido, salientando que “muitos países que pensavam que o pior já tinha passado estão agora enfrentando novos surtos, outros que tinham sido menos afetados estão com aumentos de casos e de óbitos, enquanto países que tiveram grandes surtos conseguiram controlá-los”.
Recomendações
Entre as principais recomendações que o Comitê de Emergência dirigiu à OMS está a necessidade de continuar a apoiar os países com serviços médicos mais frágeis, bem como a necessidade de continuar a impulsionar as investigações em curso para se encontrar um ou mais tratamentos e vacinas para a covid-19. O objetivo é que, quando existir uma vacina, os países com menos recursos não fiquem de fora por incapacidade de as comprar. Ou seja, defendeu o Comitê, afirmando que a distribuição de vacinas deve ser a mais equitativa possível.
Atualmente três potenciais vacinas (dos Estados Unidos, da Inglaterra e China) estão na fase três dos ensaios clínicos, para testar a sua segurança e eficácia.
A OMS referiu a este propósito que poderá ser possível que uma vacina esteja pronta para comercialização “na primeira metade de 2021”.
Relativamente às viagens, o Comite indicou que os países devem tomar medidas proporcionais e aconselhar os cidadãos em função dos riscos, avaliando as suas informações de forma regular.
Por outro lado, recomendou que os serviços de saúde sejam reforçados para permitir a identificação de novos casos e o rastreio de contatos.
Publicado em 02/08/2020 - 13:17 Por RTP
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