Fotos: Laércio Simplicio
Kombi pega fogo no KM 9 da Br 277 sentido Morretes
Fotos: Laércio Simplicio
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Na última sexta-feira (21), enquanto voltava para casa com meu filho de três anos, passei pela Praça de Eventos, ponto de encontro de muitos em Paranaguá e fui surpreendido por uma pergunta dele: "Cadê os peixes, papai?", “Boa pergunta filho, sumiram”. A minha resposta refletiu o sentimento geral da comunidade: muitos peixes morreram por falta de cuidado, e o destino dos que foram coletados permanece incerto.
A situação é
lamentável para um lugar tão bonito e que deveria ser um ponto turístico bem
cuidado, mas não está, veja o estado dos trapiches, completamente deteriorados,
clamando por revitalização. Em vez disso, o que se vê são moradores de rua
acampando entre as árvores na Rua da Praia. A deterioração daquele espaço
público é tão evidente que não seria surpreendente se o lago artificial fosse
ocupado por essas pessoas agora que os peixes desapareceram.
A esperança é que, em breve, os verdadeiros habitantes do lago possam retornar, para que as crianças possam novamente apreciar a movimentação dos peixes coloridos, como faziam frequentemente no passado.
Fotos de 21 de agosto de 2015

O início de novembro marca a tradicional Festa em louvor à Nossa Senhora do Rocio, padroeira do estado do Paraná. A procissão marítima, uma das principais atrações, utiliza o trapiche localizado no Rocio, essencial para o transporte de devotos pelos barqueiros, seguindo a imagem da santa conduzida pelo barco da marinha.
Há anos, redes
sociais têm sido palco de reclamações sobre o estado de abandono do trapiche.
Com a festa se aproximando em apenas dois meses, um tapume na entrada do
trapiche desperta esperança na comunidade, sinalizando o início das obras de
revitalização. A expectativa é grande para que o local esteja adequado e
apresente uma imagem positiva para os turistas, afastando as críticas
recorrentes.
Além do trapiche, o
entorno do Santuário de Nossa Senhora do Rocio também enfrenta problemas de
manutenção. As condições negativas incluem:
Trapiche com tábuas soltas e estrutura comprometida.
Bancos de madeira na praça sem pintura e com tábuas apodrecidas.
Placa da pedra fundamental da antiga gruta com dizeres apagados e um buraco sujo embaixo da pedra.
Placa da atual gruta desaparecida.
Árvore seca em frente ao Santuário.
Não se trata de
atribuir culpa, mas sim de uma responsabilidade coletiva pela manutenção dos
pontos turísticos da cidade. Para merecer o título de "cidade
turística", é crucial zelar pela boa imagem e pela conservação dos
principais atrativos locais.
Como sugestão: Que esse trapiche seja feito de concreto!
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