
Passarela no escuro? Será que alguém deixou de pagar a conta de luz?

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Recebi recentemente algumas fotos de uma amiga que passou em frente ao Cemitério São Francisco de Assis, localizado na Ilha dos Valadares, no bairro 7 de Setembro. Ela testemunhou uma cena que lhe causou revolta, ao constatar que o local estava desprotegido. Isso ocorreu no início da noite da última sexta-feira (18).
Há muito tempo, os moradores têm cobrado a construção de um muro para proteger o cemitério. Inicialmente, a obra foi iniciada, mas posteriormente foi abandonada, deixando os materiais utilizados no processo espalhados pela área. Recentemente, visitei o local e tirei algumas fotos para comprovar a negligência que sempre comentei no Facebook sobre o descaso em relação ao cemitério.
Enquanto esse muro não for construído ao redor do cemitério, cenas como essas serão presenciadas com frequência. Isso é lamentável, especialmente para as pessoas que têm seus entes queridos sepultados ali. O cemitério deveria ser um lugar de descanso para aqueles que já partiram.
Devemos ser justos e reconhecer que foram erguidas algumas fileiras de blocos na parte da frente do cemitério. No entanto, até que a obra seja totalmente concluída, continuaremos presenciando essa triste situação em um local que deveria ser respeitado e cuidado.


Nesta quinta-feira (17), presenciei uma cena engraçada, dois animais no terreno aonde fica localizado o posto dos correios na ilha e conversando com uns amigos, um deles de forma irônica me disse: "Será que chegou carta para aquele cavalo?", bastou essa frase para cairmos na gargalhada.
Na quarta-feira fui em busca de medicamentos no Posto Rodrigo Gomes na Ilha dos Valadares e a atendente, de forma educada me disse que eu deveria voltar no dia seguinte. Agradeci e hoje nessa manhã de quinta-feira (17), voltei lá, cheguei às 07h45 e como todos, esperei abrir o posto. Quem foi em busca de atendimento médico estava aguardando a sua vez e eu como fui em busca de uns remédios fui direto à farmácia do posto.
Fica aqui o meu reconhecimento e elogio à esses trabalhadores que realizam um excelente trabalho e merecem todo o nosso respeito.
A 203ª Procissão Solene em honra a Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná, foi realizada nesta terça-feira (15), reunindo milhares de fiéis em uma demonstração de fé e devoção. O evento, conduzido pelo Padre Donizete e pelo Irmão Adilson, percorreu as ruas de Paranaguá em um clima de união e espiritualidade, superando as ameaças de chuva e o tempo abafado.
Os devotos seguiram a imagem da padroeira desde o Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio até a Catedral de Nossa Senhora do Rosário, onde ela permaneceu até a tradicional procissão de retorno no dia seguinte. Fiéis de todo o litoral e de diversas cidades do Paraná participaram, muitos em agradecimento por graças alcançadas ou cumprindo promessas.
A procissão contou com o apoio e animação de membros da comunidade religiosa, incluindo o Padre Sérgio Campos, diretor da Rádio Difusora AM 1460 à época, e o Padre Joaquim Parron, reitor do santuário naquele período. A emissora foi responsável por levar a emoção do evento aos lares dos parnanguaras, eternizando o momento na memória coletiva.
Apesar do esforço físico e do cansaço, os participantes encerraram o dia com o coração cheio de alegria e gratidão. A organização da procissão foi elogiada pela precisão e pelo empenho de todos os envolvidos.
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