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A valorização do jornalismo foi o tema do manifesto divulgado pela ABERT e outras dez associações na terça-feira (18). O texto apoia a aprovação do Projeto de Lei nº 2630/2020, conhecido como PL das Fake News.
As signatárias
são: Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT),
Associação Nacional de Editores de Revista (ANER), Associação Nacional de
Jornais (ANJ), Associação de Jornalismo Digital (AJOR), Associação Brasileira
de Mídia Digital (ABMD), Associação da Imprensa de Pernambuco (AIP), Associação
Paulista de Jornais (APJ), Associação Riograndense de Imprensa (ARI).
Confederação Nacional da Comunicação Social (CNCOM), Federação Nacional das
Empresas de Jornais e Revistas (FENAJORE) e Federação Nacional das Empresas de
Rádio e Televisão (FENAERT).
Confira o texto na íntegra:
"Diante
dos efeitos dramáticos da desinformação e do discurso de ódio, as organizações
abaixo assinadas vêm a público reiterar seu apoio à aprovação do PL nº
2630/2020 (conhecido como PL das Fake News), particularmente quanto à
valorização do jornalismo como antídoto a essa epidemia social.
O jornalismo
de interesse público é a principal arma da sociedade para combater a
desinformação e um importante instrumento para o exercício do direito de acesso
à informação.
Como já ocorre em outros países, a remuneração da atividade jornalística por plataformas de tecnologia pode ser um elemento decisivo para a formação de um ecossistema jornalístico amplo, diverso e saudável, capaz de se opor à difusão da desinformação e dos discursos de ódio. Tal ecossistema é essencial para a manutenção da própria democracia.
O PL nº 2630/2020 é uma oportunidade de levar essa discussão adiante, sedimentando o princípio de que as plataformas devem pagar aos produtores de conteúdo jornalístico.
No entanto, as entidades ressaltam sua preocupação em se tentar mesclar no PL a questão dos direitos autorais de produtores culturais que não tenham relação direta com o combate à desinformação.
Por sua relevância, o pagamento de direitos autorais pelas chamadas Big Techs a Produtores culturais demanda uma discussão à parte, de modo que possa vir a ser devidamente debatido e, oportunamente, acolhido pelo Congresso brasileiro.
É hora de valorizar o jornalismo como protagonista do combate à desinformação e aprovar o PL nº 2630/2020.
Brasília, 18
de abril de 2023.
Fonte: ABERT
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) realizou a prisão de duas pessoas pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições, em Matinhos, no litoral paranaense, durante uma operação conjunta com a Polícia Civil.
A ação, denominada VIGIA, foi coordenada pelo Comando de Missões Especiais (CME) e contou com a participação de equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE),
A operação foi iniciada após o homicídio de um vigilante, de 24 anos, no dia 25 de março de 2023. Ao todo foram cumpridos cinco mandados judiciais.
Os alvos da operação eram pessoas ligadas a uma organização criminosa com envolvimento em homicídios e narcotráfico na cidade. No cumprimento dos mandados foram efetuados duas prisões em flagrante delito por tráfico de drogas e posse de arma de fogo e munições, bem como apreendido diversos aparelhos celulares.
Um dos alvos da operação, o qual possuía mandado de prisão em razão do homicídio contra o vigilante, morreu durante um confronto com as equipes policiais.
O investigado
inclusive já tinha registro de ameaças contra agentes das forças de Segurança
Pública e ainda aterrorizava moradores invadindo casas para utilizar na guarda
de armas e comercialização de entorpecentes.
Fonte: Polícia Militar do Paraná
De acordo com
dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do
Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as exportações paranaenses
totalizaram US$ 5,08 bilhões no 1º trimestre de 2023. O valor representa um
crescimento de US$ 528,3 milhões em relação ao mesmo período de 2022, quando o
Estado exportou US$ 4,56 bilhões, fazendo com que o Paraná registre o maior
aumento em valores absolutos nas vendas ao exterior do Brasil nesse período.
Graças aos
bons resultados, o Paraná subiu de sétimo para o quinto estado que mais
exportou no primeiro trimestre do ano, ultrapassando o Rio Grande do Sul (US$
5,03 bilhões) e o Pará (US$ 4,5 bilhões). Quem lidera o ranking é São Paulo,
com US$ 15,3 bilhões de vendas aos países estrangeiros entre janeiro e março de
2023.
Em números
proporcionais, a alta das exportações do Paraná foi de 11,6% no primeiro
trimestre, marca que coloca o Estado à frente dos demais estados do Sul e do
Sudeste do País (confira a tabela AQUI ). A porcentagem foi quase o dobro da
registrada em Santa Catarina, que foi a segunda melhor do grupo analisado, com
6% de variação positiva.
Depois, estão São Paulo (3,2%) e Rio Grande do Sul (0,6%). Minas Gerais manteve os índices do 1º trimestre de 2022, enquanto Rio de Janeiro e Espírito Santo tiveram queda nas exportações de 1,5% e 5,9% respectivamente.
PRODUTOS – Um
dos principais fatores que contribuíram com a melhora da balança comercial
paranaense foi o aumento das exportações de cereais, tendo o milho como
principal destaque, que saltaram de US$ 78 milhões para US$ 377 milhões, um
acréscimo de 381,7% entre os dois trimestres analisados.
Outros
produtos com impacto significativo na elevação das vendas ao exterior no
período foram o óleo de soja bruto, o farelo de soja e a carne de frango in
natura, com variações positivas de 120%, 30,8% e 23,9% respectivamente
Segundo o diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Jorge Callado, as taxas de crescimento das exportações estaduais poderão ter crescimentos ainda mais relevantes nos próximos meses por causa da aceleração dos embarques dos grãos de soja.
“Devido a um
regime de chuvas mais intenso no início deste ano, houve um atraso na colheita
da soja, o que deverá deslocar uma parcela importante das exportações da
oleaginosa para o 2º trimestre”, explica.
COMPRADORES – Entre os principais destinos da produção paranaense, quem lidera é a China, que importou US$ 779 milhões em bens produzidos no Estado apenas nos três primeiros meses do ano. Apesar de o valor representar 17,2% a menos em relação ao mesmo período de 2022, o país asiático ainda responde por 15% do mercado consumidor.
Por outro
lado, as exportações estaduais para a França, Japão, Argentina e o México
aumentaram 177,4%, 172,5%, 47,3% e 38,7%, respectivamente, mais do que o
suficiente para compensar a diminuição das vendas ao mercado chinês.
ACUMULADO – Os
portos do Paraná são a principal porta de saída das exportações. No primeiro
trimestre deste ano (janeiro a março) foram movimentadas 14.109.999 toneladas
nos dois sentidos: de exportação, foram 8.778.706 toneladas (62,2% do total) e
de importação, 5.331.293 toneladas (37,8% do total). O volume total é 0,2%
superior em relação primeiro trimestre de 2022, que registrou 14.079.296
toneladas.
Crescimento
das exportações no trimestre (comparativo de 2022 e 2023):
Paraná: US$
528.292.789,00
São Paulo: US$
468.602.647,00
Mato Grosso:
US$ 330.013.445,00
Santa
Catarina: US$ 150.998.295,00
Alagoas: US$
142.618.913,00
Mato Grosso do
Sul: US$ 102.266.707,00
Amazonas: US$
34.154.691,00
Rio Grande do
Sul: US$ 32.381.227,00
Piauí: US$
31.890.977,00
Paraíba: US$
31.312.632,00
Distrito
Federal: US$ 27.062.442,00
Rondônia: US$
21.295.975,00
Maranhão: US$
14.415.872,00
Sergipe: US$
14.090.549,00
Minas Gerais:
US$ 643.729,00
Acre: US$
8.238.993,00
Amapá: US$
12.398.569,00
Roraima: US$
30.786.874,00
Ceará: US$
50.259.014,00
Rio Grande do
Norte: US$ 76.460.029,00
Tocantins: US$
85.757.351,00
Espírito
Santo: US$ 123.399.617,00
Bahia: US$
135.047.655,00
Pernambuco:
US$ 145.208.402,00
Rio de
Janeiro: US$ 156.159.962,00
Pará: US$
318.951.397,00
Goiás: US$
404.456.095,00
Exportações em
números absolutos no trimestre:
São Paulo: US$
15.313.436.382
Rio de
Janeiro: US$ 9.948.632.382
Minas Gerais:
US$ 8.894.541.693
Mato Grosso:
US$ 7.784.909.906
Paraná: US$
5.083.511.043
Rio Grande do
Sul: US$ 5.031.411.237
Pará: US$
4.503.659.265
Goiás: US$
2.766.695.757
Santa
Catarina: US$ 2.672.118.259
Bahia: US$
2.472.817.224
Mato Grosso do
Sul: US$ 2.033.298.651
Espírito
Santo: US$ 1.953.267.635
Maranhão: US$
1.103.309.401
Rondônia: US$
673.939.870
Pernambuco:
US$ 585.415.116
Ceará: US$
499.360.507
Tocantins: US$
415.956.036
Alagoas: US$
295.239.378
Piauí: US$
223.334.141
Amazonas: US$
217.902.826
Rio Grande do
Norte: US$ 143.193.662
Distrito
Federal: US$ 103.037.288
Roraima: US$
72.918.657
Paraíba: US$
66.647.687
Amapá: US$
49.780.418
Sergipe: US$
30.902.660
Acre: US$
10.680.654
A eleição está chegando e mais uma vez muitos nomes como possíveis pré-candidatos estão pipocando no facebook. Há aqueles que serão eternamente candidatos, uns com chances e outros nem tanto.
Há aqueles que querem retornar ao cargo e há os que estão e querem pela terceira vez ser vereador.
A estratégia usada por muitos é curtir quem está de aniversário, outros preferem cobrar melhorias sem "cobrar" de quem hoje deveria fazer algo para melhorar a situação do povo, ou seja, só faz média, demonstrando que poderá fazer alguma coisa se for eleito, mas porque não fez quando estava no cargo, seja de vereador ou secretário?
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Adriano ramos,
acompanhado dos vereadores Adalberto Araújo, Edilson Caetano, Irineu Cruz e
representantes de diversos setores da sociedade, protocolaram nesta
segunda-feira (17), no Ministério Público em Paranaguá, uma representação
contra a cobrança da taxa de lixo, classificada como abusiva.
Neste link
https://blogedyevenancio.blogspot.com/2023/04/taxa-de-coleta-de-lixo-mais-uma-conta.html?m=1
você saberá quem colocou a matéria para ser votada (presidente da Câmara
Municipal de Vereadores) e os que votaram a favor desse aumento.
A Ilha dos Valadares, em Paranaguá, possui uma rica história de conexão e mobilidade entre sua população insulana. Antigamente, os moradores da ilha dependiam do famoso "Ponto da Lancha" para cruzar o rio e alcançar o continente. Atravessava-se com bateiras, e a famosa escadaria que levava à antiga Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, continua sendo um marco na comunidade, agora transformada na Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes.
Entretanto, o tempo
trouxe mudanças significativas a essa paisagem. Um novo trapiche, construído
pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, substituiu o ponto
histórico de embarque e desembarque. O espaço, que já foi ocupado pela
Administração Regional e posteriormente pela Secretaria Regional da Ilha dos
Valadares, agora está sob a supervisão da administração paroquial, que se
prepara para realizar novos projetos em um futuro próximo.
Um dos marcos dessa
transformação foi a construção da Passarela Antônio José de Sant´Anna Lobo
Netto em 1990, que proporcionou uma alternativa ao tradicional transporte fluvial. Recentemente, a passarela passou por um reforço estrutural, conforme
decreto 2241 de 2020 de Paranaguá, PR. A Prefeitura de Paranaguá está
atualmente envolvida em planos de revitalização e expansão da passarela,
alimentando a expectativa da comunidade insulana.
Embora as paisagens
tenham mudado e as necessidades de transporte tenham evoluído, as memórias da
Ilha dos Valadares continuam vivas naqueles que testemunharam essa
transformação. Enquanto a população insulana anseia por uma ligação mais
permanente com o continente na forma de uma ponte, a passarela e seus projetos
futuros representam um passo em direção a um futuro que homenageia o passado,
mantendo viva a rica história desta ilha tão especial para os insuanos.
O que será o futuro
dessa ilha, bom depende da escolha dos seus moradores e eleitores em ter
representantes comprometidos com as necessidades do povo e não ter vereador ou
vereadores que fazem as vontades de quem administra e tem o controle de quem os
apoia.
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