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O eleitor parnanguara que vivia a expectativa em saber quais serão os candidatos a prefeito em 2020, já poderá pensar em quem depositará o seu voto na eleição deste ano, onde além do administrador municipal, os eleitores escolherão os 19 vereadores para os próximos quatro anos que ocuparão as cadeiras no Palácio Carijó, sede da Câmara Municipal.
Para o cargo de
administrador do município de Paranaguá, estão à disposição dos eleitores, os
candidatos: Marcos Escumação “Sukita” (PV), Alceuzinho Maron (PROS), Marcelo Roque
(Podemos), Arnaldo Maranhão, José Baka Filho (PDT), Aramis Nascimento”Pichaco”
(DEM), Adriano Ramos (Republicanos), Fabiano Elias (Cidadania), Julinho
Lima (Patriotas) e Manoel Barbosa Filho “Barbosa”
(PC do B).
As opções são essas, cabe ao eleitor escolher aquele que na sua opinião tem as qualidades necessárias para administrar a cidade em que vive.
Texto: Edye Venancio

Começam hoje
(15) as inscrições para o processo seletivo de bolsas remanescentes do Programa
Universidade para Todos (Prouni), para o segundo semestre deste ano. Ao todo,
serão ofertadas cerca de 90 mil bolsas que não foram ocupadas no decorrer do
processo seletivo regular.
A disponibilidade dessas bolsas ocorre por desistência dos candidatos pré-selecionados ou falta de documentação, por exemplo. O prazo para inscrição termina em 30 de setembro e o estudante interessado deve acessar a página do Prouni na internet [http://prouniportal.mec.gov.br/#principal].
De acordo com o Ministério da Educação, nesta edição, o prazo de inscrição será único, tanto para candidatos não matriculados na instituição de ensino superior para a qual desejam se inscrever para disputar uma bolsa, como para candidatos já matriculados na mesma instituição para a qual querem fazer a inscrição.
O Prouni é o programa do governo federal que
oferece bolsas de estudo, integrais e parciais (50%), em instituições
particulares de educação superior. Para concorrer às bolsas integrais, o
estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5
salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal
deve ser de até três salários mínimos por pessoa.
Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília
© Marcello Casal Jr/Agência Brasi
A partir de outubro, a Fundação Oswaldo Cruz inicia
um teste com 3 mil profissionais da saúde de Mato Grosso do Sul e do Rio de
Janeiro com a vacina BCG, usada para prevenir a tuberculose. A intenção do
estudo, uma parceria com o Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch da Austrália,
é verificar a eficácia do imunizante também para covid-19.
“Todos os voluntários passarão por exames para verificar se há ou não a presença do vírus [SARS-CoV-2] no organismo. As pessoas aprovadas para o estudo receberão a cepa da BCG dinamarquesa. Vamos acompanhar essas pessoas por até um ano, período em que serão feitas análises interinas de proteção, ou seja, avaliações intermediárias recomendadas em estudos de longa duração”.
Segundo o pesquisador Julio Croda, responsável pelo estudo em Mato Grosso do Sul, esta etapa é a fase 3 dos ensaios clínicos, com a testagem em humanos.
“Ligaremos semanalmente para essas pessoas, que terão que informar se não apresentaram sintomas de covid-19. É uma pesquisa quantitativa, que está na última etapa, quando é avaliado se a vacina BCG será eficaz ou não no tratamento da covid-19”.
“É importante ressaltar que ainda não temos a comprovação de que a BCG é eficaz contra a covid-19, nem por quanto tempo ela mantém o organismo imune contra outras doenças respiratórias. Por isso, as pessoas não devem tomar a vacina acreditando que possa evitar o novo coronavírus”.
A BCG está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e, no Brasil, a vacina é obrigatória para recém-nascidos desde 1976, devendo ser tomada até os quatro anos de idade. Segundo a Fiocruz, o imunizante protege crianças de até cinco anos de idade das formas mais graves da tuberculose.
Também fazem parte da pesquisa, por meio da
Universidade de Melbourne e com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS),
Austrália, Espanha e Reino Unido. O estudo já foi aprovado pela Comissão
Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e será financiado pela Fundação Gates.
Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
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