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Edye Venancio — notícias de Paranaguá e do Litoral do Paraná, política, cultura, eventos, comunidade, entretenimento e informação
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A cidade de Paranaguá, conhecida por sua prosperidade econômica impulsionada pelo Porto Dom Pedro II e pela linha de trem, encontra-se em meio a uma situação vergonhosa e preocupante no seu cartão postal, o Mercado do Peixe. A denúncia parte de comerciantes que expressam frustração com a falta de ação das autoridades municipais diante dos desafios enfrentados.
O Mercado do Peixe, destino turístico para aquisição de pescados, está longe de apresentar uma imagem condizente com a riqueza da cidade. A área, além de degradada, tornou-se um ponto crítico, onde a presença de moradores em situação de rua é alarmante. A violência e o tráfico intensos na região aumentam os temores de que o local possa se transformar em uma "Cracolândia".
Comerciantes, que há anos mantêm seus estabelecimentos no mercado, afirmam estar desamparados pelas autoridades locais. A falta de segurança é uma preocupação constante, levando muitos permissionários a contratarem vigias particulares para protegerem seus comércios e afastarem usuários de drogas das portas.
A indignação se estende à aparente falta de interesse por parte das autoridades municipais em revitalizar o mercado. Alegam que, embora o espaço seja de responsabilidade do estado, a mensalidade paga pelos comerciantes deveria assegurar melhorias e condições adequadas.
O apelo final é para que as autoridades competentes, cito aqui os vereadores que se dizem fiscalizadores e representante do povo para que assumam suas responsabilidades e tomem medidas efetivas para reverter a
situação crítica do Mercado do Peixe de Paranaguá, garantindo a preservação do
patrimônio local e a segurança dos comerciantes e visitantes. A cidade,
conhecida por sua prosperidade, merece um cartão postal condizente com seu
potencial econômico.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR)
levará serviços de polícia judiciária para a população da Ilha dos Valadares,
em Paranaguá, no Litoral do Estado, nos dias 19 a 22 de fevereiro. O evento
acontece na Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, na rua 01, Vila Bela, das 9h
às 17h.
A PCPR disponibilizará registro de boletins de ocorrência e emissão de
atestados de antecedentes criminais. Além disso, os policiais civis levarão
orientações sobre como realizar denúncias, realizarão atividades lúdicas com as
crianças, farão demonstrações de perícia papiloscópica, apresentarão os cães
policiais e promoverão uma exposição de armamento e material tático.
No evento também serão confeccionadas a 1ª e 2ª via da carteira de
identidade para quem realizou o agendamento prévio.
PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre
regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia
judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na
identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de
fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a
instituição em atividades em prol da sociedade.
VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reuniu uma série de ações
voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto
Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. Foram ofertadas atividades esportivas
e de lazer que incluíram aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação
infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação
inclusiva e educação ambiental. Além do reforço na segurança, a agenda continua
até o final de fevereiro com shows de grandes sucessos nacionais em Matinhos e
Pontal do Paraná. Veja a programação no site www.verao.pr.gov.br.
Fonte: AEN-PR

Nesta sexta-feira, 16 de fevereiro, comemora-se o Dia Nacional do Repórter no Brasil, data que homenageia os profissionais responsáveis por transmitir informações de interesse público.
A profissão se destaca pela busca ética e pela verdade dos fatos, características indispensáveis para quem se dedica a informar a sociedade de maneira precisa e responsável. No entanto, ressalta-se que o repórter deve evitar repetições excessivas que possam tornar o conteúdo enfadonho para o público.
A história do repórter está diretamente ligada à invenção da imprensa por Johannes Gutenberg, em 1442, que revolucionou a produção e a disseminação de informações. No Brasil, a profissão ganhou destaque no início do século XX, quando jornais começaram a dedicar mais espaço para grandes reportagens. Euclides da Cunha é considerado o primeiro repórter brasileiro, ao cobrir a Guerra de Canudos, em 1896.
Além do Dia Nacional do Repórter, outras categorias da área jornalística também possuem suas próprias datas comemorativas, como o Dia do Repórter Fotográfico (2 de setembro) e o Dia do Repórter Policial (31 de outubro).
A função do repórter vai além da simples transmissão de informações. O trabalho envolve pesquisa, seleção de dados, interpretação e tratamento das informações para que sejam apresentadas de forma clara e impactante. Seja na cobertura de fatos cotidianos ou em grandes reportagens investigativas, esses profissionais contribuem para a formação de uma sociedade informada e consciente.
O Dia Nacional do Repórter reforça a importância desse profissional na construção de um mundo mais crítico, ético e bem informado.
Texto e fotos: Edye Venancio
Apesar da chuva e da ausência de estrutura municipal, foliões mantêm a tradição e celebram a festa com muita animação
O 19º Carnailha, tradicional carnaval da Ilha dos Valadares, reuniu foliões em um evento marcado pela alegria e pela resistência da comunidade. Organizado por Carlinhos da Ilha, a festa teve início na Praça Cyro Abalém, de onde o trio elétrico partiu em direção ao campo do Itiberê. A animação ficou por conta de Edison e Lucas, que garantiram uma trilha sonora diversificada. O destaque musical foi a participação especial do MC Schock 41, que levou o ritmo do funk para o público presente.
Antes do desfile, homenagens foram prestadas à saudosa Audiléia dos Santos, ex-presidente da Escola de Samba Unidos da Ponta do Caju, e ao desportista Juninho Chicão, figura marcante no evento representando a Unidos do Rancho.
Apesar do sucesso da festividade, a ausência de apoio por parte da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Paranaguá foi sentida pelos participantes. Mesmo sem estrutura oficial, a segurança foi garantida pela Polícia Militar e pela Guarda Civil Municipal, que acompanharam o trajeto.
A chuva não desanimou os foliões, que demonstraram o espírito festivo e a resiliência da comunidade insulana. O Carnailha 2025 reafirmou sua força, mantendo viva uma das mais tradicionais celebrações populares da Ilha dos Valadares.
O Instituto Água e Terra (IAT) divulgou nesta
sexta-feira (09) o oitavo boletim de balneabilidade do Paraná, revelando que
86% das praias e rios no estado estão classificados como próprios para banho.
Este índice representa uma ligeira elevação em relação à semana passada, que
registrou 85%. O levantamento mais recente encerra a temporada 2023/2024 do
Verão Maior Paraná.
Ao longo da temporada, o IAT monitorou 66 locais em todo o
estado, dos quais 57 estão em condições adequadas para o uso. No mês de
janeiro, o índice atingiu impressionantes 91%, posicionando o Paraná entre os
estados com os melhores resultados no país.
O Litoral, uma região especialmente procurada por turistas
nesta época do ano, conta agora com 43 pontos classificados como apropriados
para banho, incluindo a recente inclusão da bandeira azul no trecho em frente à
Rua Alois Cicatka, na praia central de Guaratuba. O monitoramento do IAT
abrange 49 localidades nos municípios de Matinhos,
Guaratuba, Pontal do Paraná, Antonina, Morretes e Paranaguá, incluindo a Ilha do Mel.
Dos seis locais considerados impróprios, destacam-se a Ponta
da Pita em Antonina, o trecho de 250 metros à direita do trapiche da Praia de
Encantadas na Ilha do Mel, e pontos específicos nas ruas São Luiz e Paraná no
balneário de Ipanema em Pontal do Paraná. Outras áreas impróprias incluem à
esquerda do Rio Matinhos no balneário de Flamingo e na altura da Rua Alvorada
em Caiobá, ambos em Matinhos.
É importante ressaltar que as áreas indicadas como impróprias
concentram-se principalmente na foz dos rios que cortam o Litoral e não são
recomendadas para banhos ou práticas esportivas. O IAT, inclusive, não realiza
medições nestes pontos.
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