Meus sentimentos aos amigos Fabricio Pires Martins, Samuel Martins e aos seus familiares pelo falecimento do senhor Diovaldo Martins, 71 anos.
Que o pai de vocês descanse em paz.
Texto: Edye Venancio
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Meus sentimentos aos amigos Fabricio Pires Martins, Samuel Martins e aos seus familiares pelo falecimento do senhor Diovaldo Martins, 71 anos.
Que o pai de vocês descanse em paz.
Texto: Edye Venancio
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, marca o Dia Estadual do Combate ao Feminicídio, nesta quinta-feira, 22 de julho, com ações de conscientização contra esse crime. A data foi instituída por Lei Estadual sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, em 2019, e que tem como objetivo incentivar e unificar ações de prevenção à violência contra a mulher.
Nesta quinta-feira
começa uma campanha virtual nas redes sociais da Secretaria da Justiça, pelo facebook e instagram. Além disso, haverá
mobilização em Curitiba, das 13h às 16h. O ônibus Lilás, unidade móvel que leva
atendimento às mulheres, estará posicionado na Praça Osório, no início do
calçadão da Rua XV. Serão distribuídos materiais informativos em defesa dos
direitos da mulher, alertando contra todos os tipos de violência. As ações são
coordenadas pelo Departamento de Garantia dos Direitos da Mulher da Secretaria
da Justiça, Família e Trabalho.
Hoje, o Paraná tem
canais de denúncias anônimas, como os telefones gratuitos 180 (nacional) e 181
(estadual), que permitem que outras pessoas também avisem a polícia sobre casos
de violência contra a mulher. “Juntos, poder público e a sociedade precisam
enfrentar esse problema tão grave que causa tristeza e sofrimento para a vítima
e seus familiares”, disse o secretário Ney Leprevost.
CAMPANHA - A campanha virtual nas redes sociais da Secretaria
tem como objetivo destacar a importância de denunciar qualquer violência contra
as mulheres, seja ela física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial, e
esclarecer as pessoas que toda e qualquer agressão deve ser combatida.
Desenvolvida pelo
Núcleo de Comunicação Social da Secretaria da Justiça, a campanha vai destacar
a importância e a gravidade do tema, com frases de sensibilização como: “a
violência começa silenciosa e vai evoluindo de forma gradativa”; “ao menor
sinal de agressão, denuncie, para que não se torne um feminicídio”.
PROTEÇÃO – Através do Departamento de Garantias dos Direitos
da Mulher, a Secretaria de Justiça, Família e Trabalho desenvolve ações na
proteção e garantia dos direitos das mulheres e atua para combater qualquer
tipo de violência. Um dos equipamentos é o Centro de Referência de Atendimento
à Mulher (Cram), destinado a prestar acolhimento e atendimento humanizado
às mulheres em situação de violência.
O Estado conta
ainda com os Ônibus Lilás, uma unidade de atendimento itinerante que leva
serviços de orientação, acolhimento e prevenção da violência aos municípios
paranaenses.
Neste ano também
foi instituído um grupo de trabalho para combater e acompanhar os casos de
feminicídio no Paraná. O grupo é liderado pelo Departamento de Garantias dos
Direitos da Mulher. “É mais uma força de trabalho para atuar no desenvolvimento
de mecanismos e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”,
enfatiza o secretário Ney Leprevost.
O grupo de trabalho
tem a participação das secretarias estaduais da Saúde e da Segurança Pública;
Ministério Público do Paraná; Tribunal de Justiça do Paraná; Defensoria
Pública; Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR); Conselho Estadual dos Direitos
da Mulher (CEDM-PR) e a Casa da Mulher Brasileira.
Fonte: AEN-PR
© Rogério Machado/Arquivo AEN
JULIA DA COSTA

A pandemia fez com
que as sessões da Câmara de Vereadores de Paranaguá e de outros municípios
passassem a ser virtual.
Na cidade de
Paranaguá era comum vermos o auditório do Palácio Carijó sempre lotado de
representantes dos bairros cobrando melhorias, uma resposta dos legisladores
que foram eleitos e reeleitos para isso.
Manifestações eram
constantes, sessões eram interrompidas, discussões eram registradas pelos
órgãos de imprensa e pela própria população que postava ao vivo o que acontecia
de interessante nas redes sociais.
Sendo uma Casa de
Leis, os moradores estavam e estarão sempre no seu direito de protestar, cobrar
aquilo que foi prometido, estão no seu direito desde que de forma ordeira sem
atrapalhar os trabalhos, respeitando o que rege o regimento interno.
Com essa pandemia e
sem aquela pressão que havia o trabalho dos vereadores hoje é tranquilo, pois
não existem por enquanto aquelas pressões, são poucos que acessam a internet
para acompanhar as sessões que são transmitidas pelo youtube.
Conversando com aqueles
que frequentavam as sessões naquela época, muitos não veem a hora de voltar a
acompanhar os trabalho e cobrar dos vereadores ações concretas para a melhoria
dos seus bairros.
Para quem não gosta
de pressão é bom começar a se preparar porque logo a sessão da câmara contará
com o público e a população gosta de ver de perto o trabalho dos legisladores
que foram eleitos e reeleitos para representa-los.
Texto: Edye Venancio
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